{"id":1869,"date":"2018-02-09T17:02:02","date_gmt":"2018-02-09T17:02:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/09\/09-02-2018\/"},"modified":"2018-02-09T17:02:02","modified_gmt":"2018-02-09T17:02:02","slug":"09-02-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/09\/09-02-2018\/","title":{"rendered":"09\/02\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 09 de fevereiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.673<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Cooperativa Languiru inaugura Secador de Gr\u00e3os junto \u00e0 F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es em Estrela<\/strong> <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\"Este empreendimento simboliza o comprometimento da Cooperativa Languiru com o seu quadro social, na busca pela fideliza\u00e7\u00e3o, amplia\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o e consequente fortalecimento da produ\u00e7\u00e3o e escoamento de gr\u00e3os.\"\u00a0<\/p>\n<p> Essas palavras constam na placa descerrada por ocasi\u00e3o da inaugura\u00e7\u00e3o do Secador de Gr\u00e3os da Cooperativa Languiru, realizada na manh\u00e3 do dia 07 de fevereiro. A nova estrutura est\u00e1 localizada junto \u00e0 F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es da Languiru, no munic\u00edpio de Estrela.<\/p>\n<p> O Secador de Gr\u00e3os possui capacidade instalada para secagem de 30 toneladas por hora, possibilitando capta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima, na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o da cooperativa, de cerca de 30 mil toneladas de milho por ano. Com investimento de aproximadamente R$ 3,5 milh\u00f5es, o empreendimento possibilitar\u00e1 \u00e0 Languiru ampliar a competitividade comercial da F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es, que atende todo o Rio Grande do Sul. Com a diversifica\u00e7\u00e3o das atividades econ\u00f4micas, a cooperativa gera renda e desenvolvimento ao seu quadro social e \u00e0 regi\u00e3o do Vale do Taquari como um todo.<\/p>\n<p> Demanda e qualidade<br \/> O gerente de neg\u00f3cios da F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es, Joel Girardello, destaca que o Secador de Gr\u00e3os atende demanda do quadro social e contribui para a qualidade dos produtos de nutri\u00e7\u00e3o animal da Languiru. \"Procuramos atender bem e suprir as necessidades dos associados da Cooperativa Languiru, al\u00e9m de fornecer produtos de qualidade. Com esse empreendimento, conseguimos a fideliza\u00e7\u00e3o e o incremento nos volumes de produ\u00e7\u00e3o\", disse durante a solenidade de inaugura\u00e7\u00e3o.<br \/> A estrutura far\u00e1 a secagem dos gr\u00e3os, que saem da lavoura com umidade pr\u00f3xima a 20%, sendo que para armazenagem e produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio reduzir essa umidade a 14%, essencial para que se tenha um produto de nutri\u00e7\u00e3o animal de qualidade. \"O secador tem a finalidade de reduzir a umidade do gr\u00e3o, num processo de secagem moderno, de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, finalizando com o processo de armazenagem\", explicou.<\/p>\n<p> As a\u00e7\u00f5es de planejamento para a constru\u00e7\u00e3o iniciaram em mar\u00e7o de 2017, seguindo com o encaminhamento das licen\u00e7as ambientais e libera\u00e7\u00e3o do in\u00edcio das obras, em setembro, concluindo os trabalhos no final de janeiro de 2018. \"Foram cinco meses intensos de constru\u00e7\u00e3o, com entrega da obra antes do previsto. O novo Secador de Gr\u00e3os est\u00e1 operando de forma muito satisfat\u00f3ria, a estrutura consegue secar o milho com qualidade muito boa\", frisou Girardello, acrescentando que a Languiru estima o incremento da produ\u00e7\u00e3o de milho na regi\u00e3o. \"Na \u00faltima safra, a capta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os da Languiru foi de cerca de 22 mil toneladas, mas somente no \u00faltimo m\u00eas de janeiro j\u00e1 registramos 15 mil toneladas\", afirmou.<\/p>\n<p> Atualmente, o consumo de milho na F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es da Languiru est\u00e1 por volta de 18 mil toneladas ao m\u00eas. Ou seja, a capta\u00e7\u00e3o atende aproximadamente um m\u00eas do consumo no ano. Com a nova estrutura, a cooperativa pretende ampliar o recebimento de gr\u00e3os a n\u00edvel regional, reduzindo a depend\u00eancia do milho vindo de outros estados, com elevado custo, principalmente em fun\u00e7\u00e3o da log\u00edstica. \"Esse Secador de Gr\u00e3os ir\u00e1 secar 30 toneladas\/hora, enquanto que o nosso consumo na F\u00e1brica \u00e9 de aproximadamente 50 toneladas\/hora. Mesmo com esse investimento, ainda vamos precisar do milho vindo de outras regi\u00f5es, mas em menor percentual\", elucidou o gerente.<\/p>\n<p> A F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es da Languiru produz 33 mil toneladas de ra\u00e7\u00e3o ao m\u00eas e atende mais de tr\u00eas mil clientes distribu\u00eddos em todo Rio Grande do Sul. Para isso, necessita de volume significativo de gr\u00e3os de milho, soja e outros cereais. \"Est\u00e1vamos enfrentando dificuldades pare receber os gr\u00e3os. N\u00e3o consegu\u00edamos receber na velocidade da colheita, apesar do bom servi\u00e7o prestado e das boas parcerias que possu\u00edmos com empresas da regi\u00e3o. Agora aumentamos a nossa capacidade de recebimento de gr\u00e3os durante a safra, sem perda de mat\u00e9ria-prima no campo pelo atraso que ocorria no recebimento do milho\", concluiu Girardello. (Assessoria de Imprensa Languiru)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0M\u00e9xico: importa\u00e7\u00f5es de leite atingem n\u00edvel 'sem precedentes'<\/strong><\/p>\n<p> As importa\u00e7\u00f5es de leite mexicanas, principalmente dos Estados Unidos, atingiram um n\u00edvel sem precedentes e j\u00e1 representam 35% do consumo nacional do M\u00e9xico. Dados da C\u00e2mara Nacional da Ind\u00fastria do Leite (Canilec), que re\u00fane 130 empresas que processam cerca de 86% de produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, indicam que as importa\u00e7\u00f5es de 2015 e 2016 aumentaram 11% e, de acordo com as previs\u00f5es, essa tend\u00eancia continuar\u00e1.<\/p>\n<p> O consumo teve um avan\u00e7o muito maior em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o nacional, uma situa\u00e7\u00e3o que torna o pa\u00eds um deficit\u00e1rio, uma condi\u00e7\u00e3o que continuar\u00e1 a ser mantida e aumentar\u00e1 devido \u00e0s limita\u00e7\u00f5es que o M\u00e9xico tem em recursos naturais, principalmente \u00e1gua.<\/p>\n<p> De acordo com alguns dados, a produ\u00e7\u00e3o de um litro de leite requer 300 litros de \u00e1gua (bebedouros, instala\u00e7\u00f5es de lavagem, irriga\u00e7\u00e3o, forragem, etc), se tornando um desafio para a produ\u00e7\u00e3o nacional devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es hidrol\u00f3gicas no pa\u00eds. Sob este cen\u00e1rio, ainda ser\u00e1 necess\u00e1rio importar mat\u00e9rias-primas complementares para a produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p> Se estima que at\u00e9 2025, 14,2 bilh\u00f5es de litros por ano de leite fresco precisam ser produzidos para abastecer um mercado de 18,2 bilh\u00f5es de litros por ano em um M\u00e9xico de 126 milh\u00f5es de habitantes.<\/p>\n<p> O crescimento das importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos tem sido criticado por pequenas empresas agrupadas na Frente Nacional de Produtores e Consumidores de Leite, que acusam o deslocamento de seus produtos. Na \u00faltima segunda-feira, eles fizeram uma manifesta\u00e7\u00e3o em 20 estados da Rep\u00fablica para exigir a revis\u00e3o da pol\u00edtica de pre\u00e7os do leite que eles fornecem para cobrir programas sociais da empresa Liconsa.<\/p>\n<p> Os demandantes pedem que sejam pagos 8 pesos (US$ 0,42) por litro e n\u00e3o os 6,05 pesos (US$ 0,32) que recebem, j\u00e1 que o custo de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 7,30 pesos (US$ 0,38). De acordo com o porta-voz desse grupo, \u00c1lvaro Gonz\u00e1lez, o produto \u00e9 comprado internacionalmente a oito pesos, mas \u00e9 vendido ao consumidor final a 18 pesos (US$ 0,95). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Portal Lechero, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>FALTA DE CHUVA AFETA O MILHO<\/strong><\/p>\n<p> Aos poucos, o quadro real das lavouras come\u00e7a a aparecer nos levantamentos oficiais sobre a safra de gr\u00e3os. As estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para o Estado, divulgadas ontem, indicam que a produ\u00e7\u00e3o de milho \u00e9 agora estimada em 4,74 milh\u00f5es de toneladas. S\u00e3o cerca de 500 mil toneladas a menos do que o esperado h\u00e1 um m\u00eas, quando pelas regi\u00f5es produtoras j\u00e1 eram n\u00edtidos os estragos causados pela falta de chuva entre o final de novembro e o in\u00edcio de janeiro. Foi a \u00fanica cultura com revis\u00e3o significativa das proje\u00e7\u00f5es de colheita.<\/p>\n<p> A produtividade das lavouras de milho, que era projetada em 7,2 toneladas por hectare no in\u00edcio de janeiro, foi reduzida para 6,5 mil toneladas. Mas nada dr\u00e1stico. Afinal, o ciclo anterior, com chuva sempre na hora certa, \u00e9 que foi fora da curva e fez o Estado alcan\u00e7ar o alto rendimento de 7,5 toneladas por hectare. O agr\u00f4nomo Carlos Roberto Best\u00e9tti, assistente da superintend\u00eancia da Conab no RS, admite que o pr\u00f3ximo levantamento pode mostrar preju\u00edzos ainda maiores.<\/p>\n<p> - O n\u00famero tende a ser menor - reconhece o agr\u00f4nomo.<br \/> O presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Milho do Rio Grande do Sul (Apromilho-RS), Ricardo Meneghetti, aposta que os n\u00fameros ser\u00e3o revisados ainda mais para baixo no pr\u00f3ximo m\u00eas.<\/p>\n<p> - Creio em algo como 300 mil e 400 mil toneladas a menos - avalia Meneghetti.<br \/> Para o dirigente, nem ser\u00e1 a perda de rendimento pelo clima que far\u00e1 a colheita do Rio Grande do Sul ser menor. A diferen\u00e7a deve vir da constata\u00e7\u00e3o de que a \u00e1rea cultivada, estimada pela Conab em 728,4 mil hectares, \u00e9 na realidade bem menor, de cerca de 650 mil hectares. O principal indicador \u00e9 a venda de sementes para a safra atual, diz o dirigente.<\/p>\n<p> A Conab reduziu ainda a proje\u00e7\u00e3o para a safra no pa\u00eds, de 92,3 milh\u00f5es para 88 milh\u00f5es de toneladas. A menor oferta deve ajudar a recupera\u00e7\u00e3o pre\u00e7os, diz Meneghetti. De acordo com a Emater, o pre\u00e7o m\u00e9dio no Estado \u00e9 de R$ 27. A esperan\u00e7a \u00e9 de que as cota\u00e7\u00f5es se firmem acima dos R$ 32 ainda em fevereiro. (Zero Hora)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>A demanda chinesa de leite ser\u00e1 triplicada at\u00e9 2050<br \/> Leite\/China - Se continuar a tend\u00eancia atual de consumo de leite na China, em 2050 ser\u00e1 preciso produzir tr\u00eas a quantidade de leite que foi produzida em 2010. Se a China n\u00e3o mudar sua atual estrutura e explora\u00e7\u00e3o e manejo, este aumento de produ\u00e7\u00e3o resultar\u00e1 no aumento de 35% nas emiss\u00f5es mundiais de gases de efeito estufa das vacas, e aumentar\u00e1 32% a superf\u00edcie destinada ao rebanho leiteiro e haver\u00e1 48% mais contamina\u00e7\u00e3o por nitrog\u00eanio, de acordo com Zhaohai Bai, professor associado da Academia de Ci\u00eancias da China e principal autor de um trabalho sobre o meio ambiente, publicado em Global Change, Biologia. As alternativas \u00f3bvias, n\u00e3o s\u00e3o muito atrativas: ao produzir todo leite extra na China, haver\u00e1 uma grande depend\u00eancia da importa\u00e7\u00e3o de alimentos para o gado, ou ent\u00e3o importar leite, transferindo o problema para as na\u00e7\u00f5es exportadoras. A solu\u00e7\u00e3o, segundo os pesquisadores, \u00e9 que a China conseguir o n\u00edvel de efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o aos principais pa\u00edses produtores do mundo, com o que conseguiria mitigar o aumento das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa e o uso da terra, reduzindo o impacto ambiental. Historicamente a China consome pouco leite (menos de 2 kg por pessoa por ano, em 1961). Com a prosperidade crescente, no entanto, elevou o consumo mais de 25 vezes nas \u00faltimas d\u00e9cadas, transformando o pa\u00eds no quarto maior produtor de leite do mundo. Em uma explora\u00e7\u00e3o ao norte da China, um rebanho m\u00e9dio tem 650 cabe\u00e7as e o rendimento m\u00e9dio por vaca \u00e9 de 30 kg de leite por dia. Os pesquisadores descobriram como as mudan\u00e7as na nutri\u00e7\u00e3o e no manejo animal, assim como melhorias nas tecnologias de produ\u00e7\u00e3o, podem satisfazer as crescentes demandas de leite em todo o mundo, de forma mais eficiente e sustent\u00e1vel. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 09 de fevereiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.673 \u00a0 Cooperativa Languiru inaugura Secador de Gr\u00e3os junto \u00e0 F\u00e1brica de Ra\u00e7\u00f5es em Estrela \"Este empreendimento simboliza o comprometimento <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/09\/09-02-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/02\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1869","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1869","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1869"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1869\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1869"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1869"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1869"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}