{"id":1868,"date":"2018-02-08T17:30:40","date_gmt":"2018-02-08T17:30:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/08\/08-02-2018\/"},"modified":"2018-02-08T17:30:40","modified_gmt":"2018-02-08T17:30:40","slug":"08-02-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/08\/08-02-2018\/","title":{"rendered":"08\/02\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.672<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Importa\u00e7\u00f5es come\u00e7am 2018 em queda<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">As informa\u00e7\u00f5es da balan\u00e7a comercial de janeiro de 2018 confirmaram as expectativas de queda nas importa\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas brasileiras. Dados divulgados pela AliceWeb mostram que em janeiro o Brasil importou 65,6 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, queda de 14,6% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro\/2017 e de 57% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro\/2017 (quase 87 milh\u00f5es de litros de leite a menos). Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia dos meses de janeiro dos cinco anos anteriores (2013-2017), em 2018 o Brasil importou 31,1% menos leite, conforme mostra o gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 1. Importa\u00e7\u00f5es brasileiras de leite em milh\u00f5es de litros. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base nos dados da AliceWeb.\u00a0<br \/> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2640\" style=\"width: 500px; height: 285px;\" \/><\/p>\n<p> Acompanhando o menor volume importado, em janeiro\/2018 os gastos do Brasil com importa\u00e7\u00e3o de leite foram 48% menores em rela\u00e7\u00e3o a janeiro\/2017, fechando em quase US$ 30,6 milh\u00f5es. Por\u00e9m, o leite em janeiro\/2018 teve um custo aproximado de US$ 0,47\/litro, enquanto o mesmo leite h\u00e1 12 meses possu\u00eda um custo de US$ 0,39\/litro - uma das justificativas para a redu\u00e7\u00e3o do volume importado (os pre\u00e7os do mercado brasileiro hoje est\u00e3o, em m\u00e9dia, cotados a US$ 0,35\/litro).<\/p>\n<p> Quanto aos produtos comercializados, em janeiro, como de costume, os leites em p\u00f3 foram o \"carro chefe\" das importa\u00e7\u00f5es, representando 53% do volume importado em toneladas (integral 34% e desnatado 18%), seguidos pelos queijos (23%). Seguindo a tend\u00eancia, na compara\u00e7\u00e3o anual, as importa\u00e7\u00f5es destes produtos foram mais fracas em janeiro\/2018 que em janeiro\/2017, conforme indica o gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 2. Volume importado dos principais produtos. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base nos dados da AliceWeb.\u00a0<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2643\" style=\"width: 500px; height: 309px;\" \/>\u00a0<\/p>\n<p> Quanto \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, em janeiro\/2018 foram embarcados 10,5 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, queda mensal de 17,4% (-2,2 milh\u00f5es de litros), e de 52,5% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro\/2017, gerando uma receita de US$ 5,36 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> Como resultado, o saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea brasileira fechou negativo em cerca de 60 milh\u00f5es de litros, praticamente metade do que observou-se em janeiro de 2017 (observe a evolu\u00e7\u00e3o do saldo da balan\u00e7a comercial no gr\u00e1fico 3).<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 3. Saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea brasileira. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base nos dados da AliceWeb.\u00a0<br \/> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2641\" style=\"width: 500px; height: 449px;\" \/><\/p>\n<p> A tabela abaixo mostra como se comportaram as importa\u00e7\u00f5es e as exporta\u00e7\u00f5es dos produtos negociados em janeiro\/2018, bem como seus respectivos saldos. (MilkPoint)<\/p>\n<p> Tabela 1. Exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es por categoria de produto.<br \/> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2642\" style=\"width: 500px; height: 246px;\" \/><br \/><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Lendas sobre o leite respondidas pela ci\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p> Todos os Minist\u00e9rios da Sa\u00fade do mundo situam o leite no topo da pir\u00e2mide nutricional. E o fazem porque \u00e9 um alimento indispens\u00e1vel para crian\u00e7as e adultos. Todavia, de um tempo para c\u00e1 o l\u00edquido branco encontrou uma multid\u00e3o de detratores. Essa m\u00e1 fama \u00e9 devida a uma s\u00e9rie de informes n\u00e3o cient\u00edficos que aparecem constantemente na imprensa e nas redes sociais que difundem falsos mitos sobre esse alimento.<\/p>\n<p> 1. O leite \u00e9 um alimento processado que perde suas propriedades. Em uma f\u00e1brica de leite o que se faz \u00e9 esquentar e esfriar para eliminar qualquer tipo de contamina\u00e7\u00e3o microbiol\u00f3gica e favorecer que seu consumo possa ocorrer de forma segura durante um per\u00edodo mais longo de tempo. N\u00e3o perdem nutrientes. Conforme sejam integrais ou desnatados, podem perder \u00e1gua ou algum \u00edndice de gordura no caso dos que subtraem nata (desnatados).<\/p>\n<p> 2. Cont\u00eam a\u00e7\u00facar. \u00c9 verdade que o leite cont\u00e9m a\u00e7\u00facar. Mas leia atentamente antes de levar as m\u00e3os \u00e0 cabe\u00e7a. Se trata de a\u00e7\u00facar natural, n\u00e3o modificado, que se apresenta em forma de lactose que cumpre fun\u00e7\u00f5es muito relevantes em nosso organismo e \u00e9 metabolizado de forma diferente do a\u00e7\u00facar comum (sacarose). Mas, para os que insistirem na lenda, \u00e9 fundamental saber que s\u00f3 existe 4% de a\u00e7\u00facar (lactose) no leite. E t\u00eam mais, todas as autoridades de sa\u00fade dos pa\u00edses desenvolvidos s\u00e3o un\u00e2nimes em afirmar que o leite n\u00e3o influi na diabete tipo 2. Acaba de sair mais um estudo no \"European Dairy Association\", confirmando a incid\u00eancia quase nula do leite em diabetes.<\/p>\n<p> 3. O leite engorda. \u00c9 um argumento falso. Em primeiro lugar h\u00e1 de entender que o leite \u00e9 um \u00f3timo ve\u00edculo para subst\u00e2ncias lipossol\u00faveis como as vitaminas A, D, E e K. Isso quer dizer que a quantidade dessas subst\u00e2ncias lipossol\u00faveis t\u00e3o importantes para nosso organismo est\u00e1 diretamente relacionada com a quantidade de gorduras importantes. Mas, para aqueles que se assustam com a possibilidade de engordar com o leite, \u00e9 importante conhecer que s\u00f3 existe 3,5% de gordura no leite integral. Uma quantidade insignificante. No leite semi-desnatado s\u00f3 h\u00e1 1,8% de gordura e 0,5% no desnatado. Assim \u00e9 poss\u00edvel dizer que o leite aporta uma grande quantidade de nutrientes com um conte\u00fado cal\u00f3rico quase nulo.<\/p>\n<p> 4. Posso manter a quantidade de c\u00e1lcio necess\u00e1ria sem consumir leite. \u00c9 verdade, mas improv\u00e1vel. Para fazer essa troca ter\u00e1 de ingerir enormes quantidades de tomilho, canela em p\u00f3, sardinha, am\u00eandoa, avel\u00e3, tofu, espinafre e alguns outros que n\u00e3o fazem parte da alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do brasileiro.<\/p>\n<p> 5. As bebidas vegetais s\u00e3o nutricionalmente melhores. Soja, coco, am\u00eandoa e aveia capitaneiam a lenda de que substituem o leite. Em nenhum caso as bebidas vegetais s\u00e3o nutricionalmente equivalentes ao leite e nem se podem ser consideradas substitutas dele. Elas n\u00e3o compensam a ingest\u00e3o de nutrientes que se perdem ao deixar de consumir leite e produtos l\u00e1cteos. Est\u00e3o induzindo a uma piora na densidade nutricional, especialmente no que se refere a alguns micronutrientes.<\/p>\n<p> Os alimentos com omega 3 que necessitamos ingerir todos os dias.<br \/> Eles reduzem o risco de enfermidade coron\u00e1ria entre 6% e 18%. Essa \u00e9 a principal conclus\u00e3o do macro-estudo sobre o omega 3 que acaba de ser publicado na revista \"Mayo Clinic Proceedings\", que inclui mais de 800.000 pessoas em 40 pa\u00edses. Essa \u00e9 uma pesquisa que praticamente encerra qualquer d\u00favida que existia sobre os benef\u00edcios do omega 3. H\u00e1 outros estudos de menor vulto, tamb\u00e9m de menor credibilidade, que apontam que os omegas 3 ajudam a combater a diabetes, a obesidade, protegem do Alzheimer e ajudam no tratamento de alguns tumores, como os de mama e do c\u00f3lon.<\/p>\n<p> N\u00e3o s\u00f3 evitam enfermidades coron\u00e1rias: na inf\u00e2ncia est\u00e3o implicados no desenvolvimento nervoso e no da retina. Mas h\u00e1 um grande problema: nosso organismo n\u00e3o consegue sintetiz\u00e1-lo. Temos de ingerir alguns alimentos que aportarmos sua efici\u00eancia. Como regra, n\u00e3o ingerimos o m\u00ednimo necess\u00e1rio para obtermos seus bons efeitos.<br \/> Quanto temos de tomar? S\u00e3o 150 mg por dia para crian\u00e7as de 2 a 4 anos, 200 mg por dia entre 6 e 18 anos e 250 mg por dia para adultos. Felizmente, h\u00e1 v\u00e1rios alimentos que facilmente podemos adquirir e ingerir para obtermos as quantidades m\u00ednimas necess\u00e1rias de\u00a0<\/p>\n<p> omega 3.<br \/> Comecemos com o leite. Basta um copo di\u00e1rios de leite para obtermos 125 mg de omega 3, a metade necess\u00e1ria. Se n\u00e3o quiser o leite, bastam 7 pequenas nozes para ultrapassarmos de longe a quantidade m\u00ednima. Assim como 100 gramas de salm\u00e3o, sardinhas, mariscos ou de anchovas. No mundo vegetal, a recomenda\u00e7\u00e3o cinge-se apenas ao espinafre, bastam 100 gramas da comida do Popeye para obtermos a metade necess\u00e1ria de omega 3. A carne bovina s\u00f3 conta para o m\u00ednimo de omega 3 se a vaca comer pasto.(Edairynews)<\/p>\n<p> <strong>Nestl\u00e9 pagar\u00e1 pr\u00eamio a produtor que fornecer leite livre de horm\u00f4nios<\/strong><\/p>\n<p> A su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9 informou hoje que vai pagar um b\u00f4nus de R$ 0,07 por litro a pecuaristas brasileiros que fornecerem leite produzido por rebanho sem tratamento com horm\u00f4nios e estimulantes. O programa, denominado Nature, que visa incentivar a produ\u00e7\u00e3o de \"um leite mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do natural\", segundo a empresa, \u00e9 uma evolu\u00e7\u00e3o de um j\u00e1 existente, Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda (BPF), criado em 2005, com o objetivo de estimular o fornecedor \"a produzir um leite de melhor qualidade e com maior seguran\u00e7a e rentabilidade\".\u00a0<\/p>\n<p> No BPF Nature, ser\u00e3o avaliados na produ\u00e7\u00e3o de leite fatores como \u00e1gua (medi\u00e7\u00e3o com hidr\u00f4metros), bem-estar animal (mocha\u00e7\u00e3o com uso de anestesia e analgesia; e suspens\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios BST e ocitocina, usados para induzir a lacta\u00e7\u00e3o) e meio ambiente (correta destina\u00e7\u00e3o e tratamento dos dejetos). A partir de mar\u00e7o, os fornecedores de leite interessados em se adequar receber\u00e3o o Manual de Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda Nature, com as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a implementa\u00e7\u00e3o. Os que aderirem ao programa ser\u00e3o submetidos a auditoria para verificar se os crit\u00e9rios est\u00e3o sendo atendidos.\u00a0<\/p>\n<p> Hoje, o produtor que participa do programa Boas Pr\u00e1ticas recebe R$ 0,03 por litro de leite por adequar sua fazenda nos temas de sa\u00fade animal, drogas veterin\u00e1rias, alimenta\u00e7\u00e3o animal, ordenha e armazenagem do leite. Se aprovado tamb\u00e9m no BPF Nature, o produtor passar\u00e1 a receber mais R$ 0,07 por litro de leite, somando um pr\u00eamio de R$ 0,10, informa a Nestl\u00e9 em nota. \"Hoje, 98% dos nossos parceiros est\u00e3o certificados e adotam as pr\u00e1ticas estabelecidas pelo programa [BPF]. Entendemos que chegou a hora de evoluir e capacitar ainda mais o nosso produtor sobre a import\u00e2ncia de estar inserido nesse contexto de responsabilidade de fornecimento social e sustent\u00e1vel\", afirma Ren\u00e9 Machado, Head de MilkSourcing da Nestl\u00e9 Brasil, na nota. (Valor Econ\u00f4mico)\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Produtor pede compra no bloco<br \/> Ap\u00f3s se reunir, ontem, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o deputado Lu\u00eds Carlos Heinze informou que ir\u00e1 solicitar \u00e0 Camex uma reuni\u00e3o para discutir a possibilidade de produtores brasileiros adquirirem insumos nos pa\u00edses do Mercosul. A alega\u00e7\u00e3o \u00e9 de que a circula\u00e7\u00e3o de produtos como arroz e leite ocorre livremente entre os pa\u00edses do bloco, o que n\u00e3o ocorre com fertilizantes e defensivos, que conforme pesquisa recente da Farsul, s\u00e3o mais baratos no Uruguai e na Argentina. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.672 \u00a0 Importa\u00e7\u00f5es come\u00e7am 2018 em queda As informa\u00e7\u00f5es da balan\u00e7a comercial de janeiro de 2018 confirmaram as expectativas de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/08\/08-02-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/02\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1868","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1868","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1868"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1868\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1868"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1868"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1868"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}