{"id":18665,"date":"2026-02-03T20:15:27","date_gmt":"2026-02-03T20:15:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18665"},"modified":"2026-02-03T20:17:26","modified_gmt":"2026-02-03T20:17:26","slug":"18665","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/02\/03\/18665\/","title":{"rendered":"03\/02\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.566<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>SOMBRA E \u00c1GUA FRESCA<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com estresse t\u00e9rmico provocado pelas altas temperaturas, o que mais as vacas precisam no ver\u00e3o \u00e9 hidrata\u00e7\u00e3o e lugar para prote\u00e7\u00e3o dos raios solares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O calor escaldante do ver\u00e3o ga\u00facho impede n\u00e3o apenas a produ\u00e7\u00e3o de leite no Estado. Com temperaturas acima dos 40\u00b0C, registradas nos \u00faltimos dias pelo MetSul em algumas regi\u00f5es, as vacas leiteiras sofrem com o estresse t\u00e9rmico, o que compromete o bem-estar animal e impacta diretamente a produtividade de um setor respons\u00e1vel por cerca de 4 bilh\u00f5es de litros de leite ao ano e um rebanho de 944,2 mil unidades no Rio Grande do Sul. A zona de conforto t\u00e9rmico das vacas leiteiras varia, em geral, entre 5\u00b0C e 25\u00b0C, faixa em que h\u00e1 maior produ\u00e7\u00e3o sem estresse, explica, segundo a m\u00e9dica veterin\u00e1ria e fiscal estadual agropecu\u00e1ria Raquel Cannav\u00f3. Fora dessas condi\u00e7\u00f5es, o animal passa a acionar mecanismos para manter o equil\u00edbrio fisiol\u00f3gico, reduzindo o volume de lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No RS, o problema \u00e9 mais acentuado, porque predomina a cria\u00e7\u00e3o de ra\u00e7as de origem europeia, como Holandesa e Jersey, que representam, conforme a Emater\/RS-Ascar, 95% do material gen\u00e9tico nas propriedades. \u201cAs condi\u00e7\u00f5es mais adequadas para os bovinos de origem europeia correspondem \u00e0 temperatura m\u00e9dia mensal inferior a 20\u00b0C em todos os meses e umidade relativa do ar variando entre 50% e 80%. A temperatura cr\u00edtica, que vai variar a partir do peso do animal, est\u00e1 entre 24\u00b0C e 26\u00b0C para a ra\u00e7a Holandesa e entre 27\u00b0C e 29\u00b0C para a Jersey\u201d, explica. A partir dessa faixa, pode ocorrer o chamado estresse t\u00e9rmico, quando o calor gerado pelo organismo, somado ao calor absorvido do ambiente, \u00e9 maior que a capacidade de dissipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAnimais nesta condi\u00e7\u00e3o v\u00e3o apresentar aumento da frequ\u00eancia respirat\u00f3ria, aumento da temperatura corporal (hipertermia), redu\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o de alimentos e aumento da ingest\u00e3o de \u00e1gua, assim como menor efici\u00eancia de utiliza\u00e7\u00e3o dos nutrientes\u201d, descreve a veterin\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das consequ\u00eancias \u00e9 a poss\u00edvel redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite, em torno de 15% a 20%, e altera\u00e7\u00e3o na qualidade, incluindo a diminui\u00e7\u00e3o na porcentagem de gordura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O assistente t\u00e9cnico estadual da Bovinocultura Leiteira da Emater Jaime Reis afirma que a situa\u00e7\u00e3o fica ainda mais grave quando a umidade relativa do ar est\u00e1 elevada, porque o animal encontra dificuldade para realizar os mecanismos de dissipa\u00e7\u00e3o de calor. Para minimizar os efeitos, o manejo adequado \u00e9 decisivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MANEJO<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reis assegura que a primeira medida a ser oferecida aos animais \u00e9 \u201csombra e \u00e1gua fresca\u201d. O sombreamento pode ser artificial ou natural. O animal pode ficar sob a copa das \u00e1rvores ou sob telas de sombreamento. \u00c9 fundamental que haja \u00e1gua dispon\u00edvel e de qualidade para regular a temperatura interna. Quando poss\u00edvel, evitar movimentar os animais nos per\u00edodos mais quentes do dia, assim como evitar os hor\u00e1rios de maior radia\u00e7\u00e3o solar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTem produtores que preferem soltar o gado de noite para pastejar, quando n\u00e3o tem tanto problema, como seguran\u00e7a. Os animais conseguem pastar mais\u201d, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o sistema for confinado, um ventilador pode ajudar muito. \u201cA ventila\u00e7\u00e3o natural ou for\u00e7ada dentro de um galp\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 importante em temperaturas elevadas e alta umidade do ar, pois promove a remo\u00e7\u00e3o de calor e umidade e o excesso de calor e a combina\u00e7\u00e3o de ventiladores e aspersores, os quais se borrifa \u00e1gua nos animais e subsequentemente se joga vento, causando resfriamento evaporativo e queda da temperatura corporal\u201d, destaca Raquel Cannav\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em raz\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o do consumo de alimento pelas vacas neste per\u00edodo, ela observa que se faz necess\u00e1rio oferecer uma dieta com maior densidade de nutrientes, para evitar a queda na produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ajuste nos hor\u00e1rios de trato, fornecendo a maior parte do alimento nos per\u00edodos mais frescos do dia para incentivar o consumo de mat\u00e9ria seca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">EFEITOS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os efeitos, segundo o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, dependem muito de propriedades mais tecnificadas, como as de produ\u00e7\u00e3o intensiva. \u201cAs propriedades maiores n\u00e3o sofrem tanto\u201d, lembra que a maioria trabalha no sistema Compost Barn, que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de leite com gado confinado e que normalmente usa ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica para reduzir a temperatura do ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os t\u00e9cnicos da Emater j\u00e1 observaram a ado\u00e7\u00e3o dessas estrat\u00e9gias em diversas regi\u00f5es do Estado neste ano. Mesmo assim, j\u00e1 houve registros de redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es de estresse t\u00e9rmico mais intenso. (Correio do Povo)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Sistemas silvipastoris est\u00e3o entre indicados<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embrapa constatou que aproximadamente 300 \u00e1rvores por hectare foi suficiente para reduzir a temperatura de superf\u00edcie das pastagens<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre as estrat\u00e9gias que podem ser adotadas para minimizar os efeitos das ondas de calor nas vacas leiteiras, est\u00e3o os sistemas silvipastoris, que integram \u00e1rvores, pastagem e gado na mesma \u00e1rea. Pesquisas da Embrapa indicam que o manejo garante mais conforto t\u00e9rmico aos animais e um maior benef\u00edcio ambiental. \u201cUm conjunto de resultados de pesquisa e de evid\u00eancias demonstra que os sistemas silvipastoris s\u00e3o extremamente positivos do ponto de vista de produtividade do bovino criado a pasto, do ponto de vista de produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, de eleva\u00e7\u00e3o do bem-estar animal e tamb\u00e9m impacta positivamente nas fertilidades dos animais\u201d, resume o pesquisador da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste Alexandre Rossetto Garcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele destaca que esse assunto tem tomado mais import\u00e2ncia devido \u00e0 frequ\u00eancia das ondas de calor. \u201cA quest\u00e3o que essas ondas est\u00e3o se tornando mais frequentes e cada vez mais intensas no Brasil e isso \u00e9 um fato cientificamente constatado\u201d, afirma, observando que isso demanda muito mais aten\u00e7\u00e3o desse setor, que conta com um rebanho dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o leiteira por volta de 37 milh\u00f5es de animais no pa\u00eds, sendo 15 milh\u00f5es de vacas ordenh\u00e1veis, a maior parte criada em sistemas a pasto. \u201cTorna o Brasil um dos pa\u00edses detentores dos maiores rebanhos leiteiros do mundo.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pesquisas da Embrapa mostram que a presen\u00e7a das \u00e1rvores em uma densidade de aproximadamente 300 unidades por hectare foi suficiente para reduzir significativamente a temperatura da superf\u00edcie das pastagens. \u201cO mais interessante \u00e9 que, da mesma forma como acontece nas cidades, a forma\u00e7\u00e3o das ilhas de calor, de \u00e1reas de reten\u00e7\u00e3o de calor extremo, tamb\u00e9m acontece nas \u00e1reas de pastagem\u201d, salienta Garcia. Al\u00e9m disso, o sombreamento natural reduziu em 26% a busca por bebedouros pelos animais. \u201cTraz a eleva\u00e7\u00e3o do bem-estar, porque, a depender da configura\u00e7\u00e3o e da densidade arb\u00f3rea, tem uma redu\u00e7\u00e3o de temperatura do ar, que pode variar de 0,5\u00b0C a 1,5\u00b0C.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O uso das modalidades que integram de forma planejada a pastagem e as \u00e1rvores confere, ainda, al\u00e9m do sombreamento, aumento da fixa\u00e7\u00e3o de carbono por conta da produ\u00e7\u00e3o de gram\u00edneas ou mesmo de leguminosas, quando s\u00e3o associadas. Outro ponto vantajoso \u00e9 o incremento da biodiversidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GEN\u00c9TICA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Embrapa tamb\u00e9m recomenda o melhoramento gen\u00e9tico. \u201cA gente identifica os animais mais resistentes \u00e0s altas temperaturas. Em geral, os animais de ra\u00e7as zebu\u00ednas, como Gir, por exemplo, ou Girolando. Eles s\u00e3o mais resistentes e mais tolerantes ao calor. Mas tamb\u00e9m \u00e9 importante trabalharmos com adapta\u00e7\u00e3o de animais dentro das ra\u00e7as\u201d, diz o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, segundo Garcia, \u00e9 fundamental identificar os animais mais termotolerantes e os genotipar para que eles sejam multiplicados dentro dos programas de melhoramento gen\u00e9tico, com aplica\u00e7\u00e3o na resist\u00eancia ao calor, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FERTILIDADE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro fator influenciado pelo estresse t\u00e9rmico \u00e9 a fertilidade. \u201cO par\u00eanquima testicular dos touros produzidos \u00e0 sombra \u00e9 menos afetado ao longo do tempo pelo calor e, portanto, tem funcionamento melhor.\u201d J\u00e1 as vacas mantidas em \u00e1reas arborizadas produzem embri\u00f5es com express\u00e3o g\u00eanica de maior crescimento. \u201cEnt\u00e3o, a gente pode deduzir que um efeito direto do ambiente e do bem-estar animal tamb\u00e9m sobre os embri\u00f5es produzidos\u201d, salienta o pesquisador. (Correio do Povo)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Colina al\u00e9m das vitaminas: o papel do leite nesse nutriente&nbsp;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conhecida como \u201cvitamina J\u201d, a colina \u00e9 nutriente essencial reconhecido por \u00f3rg\u00e3os internacionais e est\u00e1 presente no leite e derivados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A colina \u00e9 um nutriente essencial para o funcionamento do organismo e, embora costume ser chamada de \u201cvitamina J\u201d, n\u00e3o \u00e9 classificada oficialmente como vitamina nos sistemas tradicionais de nutri\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAinda assim, seu papel metab\u00f3lico \u00e9 amplamente reconhecido por institui\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia em sa\u00fade e ci\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com \u00f3rg\u00e3os internacionais como a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e o Instituto Nacional de Sa\u00fade dos Estados Unidos (NIH), apenas as vitaminas dos complexos A, C, D, E, K e B integram oficialmente as tabelas vitam\u00ednicas. A colina, por sua vez, foi classificada como nutriente essencial pelo Institute of Medicine, ligado \u00e0s Academias Nacionais de Ci\u00eancias dos EUA, em 1998, devido \u00e0s suas fun\u00e7\u00f5es vitais e \u00e0 semelhan\u00e7a funcional com vitaminas do complexo B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No organismo, a colina atua diretamente no metabolismo de gorduras no f\u00edgado, ajudando a prevenir o ac\u00famulo de lip\u00eddeos hep\u00e1ticos. Tamb\u00e9m participa da forma\u00e7\u00e3o de fosfolip\u00eddios, componentes fundamentais das membranas celulares, e \u00e9 indispens\u00e1vel para a s\u00edntese da acetilcolina, neurotransmissor associado \u00e0 mem\u00f3ria, ao aprendizado e ao controle muscular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro papel relevante da colina est\u00e1 na regula\u00e7\u00e3o da homociste\u00edna, amino\u00e1cido relacionado ao risco cardiovascular quando presente em n\u00edveis elevados. Durante a gesta\u00e7\u00e3o, sua import\u00e2ncia se amplia: o nutriente contribui para o desenvolvimento do c\u00e9rebro fetal, sendo considerado estrat\u00e9gico para a sa\u00fade materno-infantil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora o corpo humano consiga produzir pequenas quantidades de colina, essa s\u00edntese end\u00f3gena n\u00e3o \u00e9 suficiente para atender \u00e0s necessidades di\u00e1rias. Por isso, a ingest\u00e3o por meio da alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada indispens\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 nesse ponto que os alimentos de origem animal, especialmente os l\u00e1cteos, ganham relev\u00e2ncia. Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as principais fontes alimentares de colina incluem gema de ovo, f\u00edgado bovino e de frango, carnes magras, peixes como salm\u00e3o e bacalhau, al\u00e9m de leite e derivados. Esses produtos apresentam concentra\u00e7\u00f5es mais elevadas do nutriente quando comparados \u00e0s fontes vegetais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os alimentos de origem vegetal, que oferecem quantidades menores de colina, destacam-se soja e derivados, feij\u00e3o, gr\u00e3o-de-bico, br\u00f3colis, couve-flor, quinoa e amendoim. Ainda que contribuam para a ingest\u00e3o total, geralmente n\u00e3o alcan\u00e7am os mesmos n\u00edveis observados nos alimentos de origem animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As recomenda\u00e7\u00f5es internacionais indicam ingest\u00f5es di\u00e1rias adequadas de colina que variam conforme o perfil populacional: cerca de 550 mg por dia para homens adultos, 425 mg para mulheres adultas, aproximadamente 450 mg para gestantes e 550 mg para lactantes. Esses valores podem variar de acordo com idade e condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo fora do grupo oficial das vitaminas, a colina segue consolidando seu espa\u00e7o como nutriente-chave na discuss\u00e3o sobre alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada \u2014 e os l\u00e1cteos, mais uma vez, aparecem como parte consistente dessa narrativa nutricional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*Escrito para o eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es de Revista F\u00f3rum<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>F\u00f3rum MilkPoint Mercado abordar\u00e1 desafios e oportunidades do setor leiteiro em 2026<\/b><br \/>\nOs desafios no curto prazo e as oportunidades a longo prazo da cadeia do leite em 2026 ser\u00e3o foco do F\u00f3rum MilkPoint Mercado que, este ano, acontece no dia 9 de abril, em Piracicaba (SP) , no chamado \u201cVale do Sil\u00edcio do Agro\u201d, ninho de startups e grandes inova\u00e7\u00f5es do setor. Para participarem, associados do Sindilat\/RS t\u00eam garantido 10% de desconto na inscri\u00e7\u00e3o, que pode ser feita no link dispon\u00edvel no site do Sindilat, clicando aqui. O primeiro lote est\u00e1 dispon\u00edvel at\u00e9 o dia 06 de fevereiro. A programa\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum MilkPoint Mercado 2026 foi estruturada para oferecer uma vis\u00e3o completa e estrat\u00e9gica da cadeia l\u00e1ctea, combinando an\u00e1lises de mercado, qualidade do leite e performance financeira da ind\u00fastria ao longo de um dia inteiro de debates e networking. (Sindilat)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.566 SOMBRA E \u00c1GUA FRESCA Com estresse t\u00e9rmico provocado pelas altas temperaturas, o que mais as vacas precisam no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/02\/03\/18665\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/02\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18665","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18665","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18665"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18665\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18670,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18665\/revisions\/18670"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18665"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18665"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18665"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}