{"id":1855,"date":"2018-01-24T17:18:17","date_gmt":"2018-01-24T17:18:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/24\/24-01-2018\/"},"modified":"2018-01-24T17:18:17","modified_gmt":"2018-01-24T17:18:17","slug":"24-01-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/24\/24-01-2018\/","title":{"rendered":"24\/01\/2018"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 24 de janeiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.662<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite deve crescer 2,5% em 2018<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite deve crescer entre 2% e 2,5% neste ano, em um cen\u00e1rio de custo de produ\u00e7\u00e3o mais elevado em rela\u00e7\u00e3o a 2017, estima a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA). A proje\u00e7\u00e3o representa um incremento menor que o reportado em 2017, estimado pela CNA em 4%, ou 34,9 bilh\u00f5es de litros. Se a estimativa da entidade para o per\u00edodo se concretizar - os dados ser\u00e3o divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) em mar\u00e7o -, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite em 2018 dever\u00e1 chegar a 35,8 bilh\u00f5es de litros, voltando aos patamares de 2014.<\/p>\n<p> De acordo com o assessor t\u00e9cnico da Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da CNA, Thiago Rodrigues, o aumento da capta\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 amparado na expectativa de um incremento do consumo esperado para este ano com a melhora da economia. Tanto ind\u00fastria quanto produtores est\u00e3o animados com a proje\u00e7\u00e3o de crescimento do PIB para 2018.\u00a0<\/p>\n<p> \"Esse aumento da demanda deve garantir um cen\u00e1rio um pouco melhor de pre\u00e7os ao produtor neste ano\", afirma o dirigente.\u00a0<\/p>\n<p> Essa perspectiva de recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os ocorre ap\u00f3s um ano de margens apertadas para o produtor de leite. Ainda que o custo de produ\u00e7\u00e3o tenha recuado 4% no ano passado, devido \u00e0 oferta farta de soja e milho (principais insumos para a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais), o pre\u00e7o pago ao produtor recuou 8,7% no ano passado, para um valor m\u00e9dio de R$ 1,1769\/litro em 2017, segundo o Cepea. Para o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, 2018 ser\u00e1 um per\u00edodo de margens ajustadas tanto para a ind\u00fastria quanto ao produtor, ap\u00f3s um ano trabalhando no preju\u00edzo. \"Isso ser\u00e1 importante para recuperar as margens da ind\u00fastria e, em um segundo momento, permitir\u00e1 repasses ao produtor.\"<\/p>\n<p> A melhora dos pre\u00e7os deve ganhar f\u00f4lego em mar\u00e7o, quando a safra termina no Sudeste e no Centro-Oeste, com o enfraquecimento das pastagens causado pelo t\u00e9rmino do per\u00edodo de chuvas, reduzindo a oferta de leite, ao passo que a demanda tende a aumentar com o fim das f\u00e9rias escolares.\u00a0<\/p>\n<p> Desafios<br \/> Embora aposte em um cen\u00e1rio otimista para este ano, Rodrigues destaca que o produtor ter\u00e1 quest\u00f5es preocupantes para lidar neste ano. A come\u00e7ar pela perspectiva de um aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o, que deve ocorrer devido \u00e0 queda da oferta de gr\u00e3os, especialmente do milho, projetadas para este ano.<\/p>\n<p> Outro fator que exigir\u00e1 aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o mercado externo. \"Os estoques elevados em dois grandes players, Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia, podem reduzir os pre\u00e7os internacionais e tornar a importa\u00e7\u00e3o do produto mais atrativa para as ind\u00fastrias que operam no Brasil\", salienta Rodrigues.\u00a0<\/p>\n<p> \"Hoje os nossos pre\u00e7os est\u00e3o em linha com o mercado externo, mas n\u00e3o est\u00e1 descartada a hip\u00f3tese de que as importa\u00e7\u00f5es se tornem mais atrativas\", diz.<\/p>\n<p> Segundo ele, isso deve ocorrer se os pre\u00e7os internacionais recuarem para patamares abaixo de US$ 3 mil a tonelada de leite em p\u00f3, em um cen\u00e1rio de manuten\u00e7\u00e3o da cota\u00e7\u00e3o atual do d\u00f3lar. No ano passado, a importa\u00e7\u00e3o de leite e derivados recuou 31%, e somou 169,1 mil toneladas. \"Na realidade, a importa\u00e7\u00e3o foi maior do que o habitual em 2016, e est\u00e1 voltando aos patamares normais\", explica Guerra, do Sindilat.\u00a0<\/p>\n<p> Ele salienta que isso foi poss\u00edvel devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os pagos ao produtor no ano passado, o que deixou o produto interno mais competitivo. \"Nos n\u00edveis atuais, ainda est\u00e1 mais atrativo para a ind\u00fastria adquirir o produto interno, mas a continuidade desse cen\u00e1rio vai depender se as perspectivas que temos para este ano v\u00e3o se concretizar\", destaca o dirigente, referindo-se ao crescimento da demanda. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do DCI)\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><strong><br \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Cadeia leiteira da Argentina faz conv\u00eanio em Buenos Aires<\/strong><\/p>\n<p> Objetivo de garantir a seguran\u00e7a da industrializa\u00e7\u00e3o do leite para a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos e subprodutos derivados.<\/p>\n<p> O Servi\u00e7o Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina e o Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria da prov\u00edncia de Buenos Aires assinaram um acordo de coopera\u00e7\u00e3o para o controle coordenado da cadeia de l\u00e1cteos com o objetivo de garantir a seguran\u00e7a da industrializa\u00e7\u00e3o do leite para a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos e subprodutos derivados.<\/p>\n<p> A assinatura do acordo contou com a presen\u00e7a do presidente do Senasa, Ricardo Negri, e do ministro da Agroind\u00fastria de Buenos Aires, Leonardo Sarqu\u00eds, junto com autoridades e t\u00e9cnicos de ambas as ag\u00eancias.<\/p>\n<p> Entre os pontos do acordo, que refor\u00e7am o cumprimento do Decreto n\u00ba 815\/99 do Sistema Nacional de Controle de Alimentos, destacam-se o estabelecimento de um procedimento consensual de inspe\u00e7\u00e3o e controle, o acordo de procedimentos de compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es, priorizando o uso de sistemas informatizados, a defini\u00e7\u00e3o de um programa de controle anal\u00edtico m\u00ednimo dos produtos, o treinamento cont\u00ednuo e a concord\u00e2ncia no controle das plantas de consumo interno quando solicitado.<\/p>\n<p> Por outro lado, e com base na Lei 27.233, que declara as normas sanit\u00e1rias e de seguran\u00e7a de interesse nacional e ordem p\u00fablica, promove-se uma vis\u00e3o de melhoria cont\u00ednua e ado\u00e7\u00e3o de programas de autocontrole pelas empresas, como a An\u00e1lise de Perigos e Pontos Cr\u00edticos de Controle (APPCC) por empresas.<\/p>\n<p> Atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o conjunta da Na\u00e7\u00e3o e da Prov\u00edncia de Buenos Aires, n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 esperado otimizar o uso de recursos, mas tamb\u00e9m melhorar em quantidade e qualidade os controles de higiene e seguran\u00e7a dos produtos l\u00e1cteos que chegam aos consumidores argentinos.\u00a0(Infortambo, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Sudeste da \u00c1sia \u00e9 a \u00e1rea mais importante para o setor de produtos l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> O Sudeste da \u00c1sia est\u00e1 se tornando a \u00e1rea mais importante para o com\u00e9rcio de produtos l\u00e1cteos. No per\u00edodo de janeiro a novembro de 2017, a regi\u00e3o importou produtos semi-processados e processados no volume de 3.717.000 toneladas, 10% a mais que no mesmo per\u00edodo do ano anterior. Esse crescimento da demanda no Sudeste da \u00c1sia corresponde a um aumento da oferta de leite nos principais pa\u00edses produtores, que exportam para essa \u00e1rea.<\/p>\n<p> De fato, em novembro de 2017, a tend\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o de leite foi positiva para: Austr\u00e1lia (+ 4,3%), Nova Zel\u00e2ndia (+ 4,2%), EUA (+ 1%) e UE-28 (+ 4,2%, dados de outubro). A China continua sendo o principal pa\u00eds importador, com um aumento de 13,4% em volume e 39,7% em valor, no per\u00edodo de janeiro a novembro de 2017. Em novembro, os aumentos no volume foram registrados para: leite em p\u00f3 desnatado (+ 52,8%); f\u00f3rmulas de leite infantil (+ 46,6%); leite fluido (+ 12,2%) e creme de leite (+ 77,4%). Enquanto redu\u00e7\u00f5es foram registradas para: manteiga (-11,7%) e queijo (-22,3%).<\/p>\n<p> Em novembro de 2017, os pre\u00e7os unit\u00e1rios das importa\u00e7\u00f5es da China, em rela\u00e7\u00e3o aos dados de novembro de 2016, aumentaram para: manteiga (+ 71,0%); leite fluido (+ 20,3%); creme de leite (+ 31,3%); leite em p\u00f3 integral (+ 31,1%); soro de leite em p\u00f3 (+ 20,7%); queijo (+ 13,4%); leite em p\u00f3 desnatado (+ 5,6%). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do CLAL.it.\\)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2612\" style=\"border-width: 0px; border-style: solid; height: 297px; width: 500px;\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\">\u00a0<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em>Consumidores americanos confiam nas informa\u00e7\u00f5es dos r\u00f3tulos dos l\u00e1cteos<br \/> A revista Dairy Foods Magazine publicou alguns dados sobre como os consumidores dos Estados Unidos avaliam os r\u00f3tulos dos produtos l\u00e1cteos. Confira: 42% Essa \u00e9 a porcentagem de consumidores dos EUA que dizem que contam com o r\u00f3tulo do produto como fonte de informa\u00e7\u00f5es \u00fateis e precisas sobre sa\u00fade e bem-estar.\u00a0 65% Essa \u00e9 a porcentagem de consumidores dos EUA que dizem que olham o r\u00f3tulo do produto para ver se os alimentos ou bebidas s\u00e3o \"minimamente processados\". Alguns dos identificadores chave para um produto menos processado s\u00e3o ingredientes curtos, pronunci\u00e1veis e reconhec\u00edveis; ingredientes que \"fazem sentido\" para o produto; cores adequadas aos ingredientes do produto prim\u00e1rio; e as adi\u00e7\u00f5es de sabor \"desnecess\u00e1rias\" conhecidas, como a\u00e7\u00facares e sais, aparecendo abaixo na lista de ingredientes. 8,4% \u00c9 o crescimento anual projetado para o mercado global de kefir de 2017 a 2025. A associa\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios para a sa\u00fade pelo consumo da bebida probi\u00f3tica inclui melhora na imunidade, aumento da for\u00e7a \u00f3ssea, maior digest\u00e3o e risco reduzido de osteoporose e asma. Em 2016, a Europa representou a maior participa\u00e7\u00e3o na receita, seguida pela Am\u00e9rica do Norte. US$ 59 bilh\u00f5es Esse \u00e9 o valor que o mercado global de ingredientes de prote\u00ednas dever\u00e1 atingir at\u00e9 2025. O mercado de prote\u00ednas animais ocupou uma participa\u00e7\u00e3o de 75% no mercado de ingredientes de prote\u00ednas em 2016 devido ao aumento do consumo de ovos e produtos l\u00e1cteos globalmente. (Dairy Foods Magazine, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 24 de janeiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.662 \u00a0 Produ\u00e7\u00e3o de leite deve crescer 2,5% em 2018 A produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite deve crescer entre 2% e 2,5% <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/24\/24-01-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/01\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1855","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1855","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1855"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1855\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1855"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1855"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1855"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}