{"id":18539,"date":"2026-01-12T19:48:07","date_gmt":"2026-01-12T19:48:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18539"},"modified":"2026-01-14T18:05:53","modified_gmt":"2026-01-14T18:05:53","slug":"12-01-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/01\/12\/12-01-2026\/","title":{"rendered":"12\/01\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de janeiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.551<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>O que esperar do mercado em 2026 depois dos pre\u00e7os em 2025?<\/b><\/p>\n<p>Esta an\u00e1lise encerra a s\u00e9rie de retrospectivas de 2025, consolidando e contextualizando os principais pontos discutidos nas an\u00e1lises anteriores sobre oferta, demanda e conjuntura internacional do mercado l\u00e1cteo.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, ap\u00f3s um ano de forte crescimento da produ\u00e7\u00e3o, o mercado l\u00e1cteo brasileiro encerrou 2025 marcado por um expressivo desequil\u00edbrio entre oferta e demanda.<\/p>\n<p>A expans\u00e3o produtiva, estimulada pelos pre\u00e7os atrativos do primeiro semestre, superou o ritmo de crescimento da demanda, que avan\u00e7ou de forma mais contida, mesmo diante de um ambiente macroecon\u00f4mico relativamente favor\u00e1vel no \u00e2mbito de consumo. Como resultado, houve ac\u00famulo de estoques, press\u00e3o sobre os pre\u00e7os dos derivados e quedas significativas no pre\u00e7o ao produtor, sobretudo ao longo do segundo semestre.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio internacional, a ampla oferta global e a demanda mais contida intensificaram a competi\u00e7\u00e3o entre exportadores e refor\u00e7aram o movimento de queda dos pre\u00e7os, enquanto as importa\u00e7\u00f5es seguiram em patamar elevado, ainda que com leve recuo.<\/p>\n<p>\u00c9 a partir desse contexto que se coloca a quest\u00e3o central para essa an\u00e1lise: O que esperar do mercado em 2026 depois do mergulho de pre\u00e7os no segundo semestre de 2025?<\/p>\n<p><u>Perspectivas para a oferta em 2026<\/u><br \/>\nO final de 2025 foi marcado por uma queda na rentabilidade do produtor de leite, influenciada principalmente pelo recuo dos pre\u00e7os do leite pagos ao produtor, especialmente no \u00faltimo trimestre do ano, enquanto os pre\u00e7os dos gr\u00e3os permaneceram relativamente est\u00e1veis.<\/p>\n<p>RMCA - Receita menos custo da alimenta\u00e7\u00e3o (R$\/vaca\/dia)<br \/>\nConsiderando-se a produ\u00e7\u00e3o de 20 litros\/vaca\/dia e consumo de 7,2 kg de mat\u00e9ria seca de concentrado\/vaca\/dia e 10,2 kg de mat\u00e9ria seca de volumoso\/vaca\/dia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/a7sI99ABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/a7sI99ABF0413\"><\/p>\n<p>Essa compress\u00e3o da rentabilidade em 2025 tende a resultar em um menor crescimento da produ\u00e7\u00e3o em 2026, especialmente porque a base produtiva brasileira \u00e9 majoritariamente composta por pequenos e m\u00e9dios produtores, que sentem esse impacto de forma mais intensa.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento Quem Produz o Leite Brasileiro 2025, dentro da amostra analisada, 93% dos produtores estavam enquadrados em estratos de at\u00e9 1.000 litros por dia, respondendo por cerca de 44,9% da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5UVh22ABdsD0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5UVh22ABdsD0415\"><br \/>\nMesmo assim, 2026 deve seguir apresentando oferta em patamares elevados, impulsionada principalmente pelo crescimento dos sistemas de confinamento nos estratos de maior escala. Esse movimento tende a manter a produtividade em n\u00edveis altos, uma vez que esses produtores precisam sustentar volumes elevados de produ\u00e7\u00e3o para diluir investimentos j\u00e1 realizados, mesmo em um cen\u00e1rio de compress\u00e3o da rentabilidade.<\/p>\n<p>Assim, nesse contexto em que cerca de metade da base produtiva brasileira est\u00e1 concentrada nos estratos mais sens\u00edveis \u00e0 redu\u00e7\u00e3o das margens, 2026 tende a apresentar um ritmo de crescimento da capta\u00e7\u00e3o inferior ao observado em 2025.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Perspectivas para a demanda em 2026<\/u><br \/>\nAo contr\u00e1rio do cen\u00e1rio que marcou o in\u00edcio de 2025, 2026 come\u00e7a com os pre\u00e7os dos derivados l\u00e1cteos em patamares mais baixos, inclusive no varejo, segmento que tradicionalmente reage de forma mais lenta aos ajustes. Como refer\u00eancia, o ano se inicia com defla\u00e7\u00e3o aproximada de 9,9% no leite UHT e 9,5% na mu\u00e7arela, segundo os pre\u00e7os da Fipe.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5KjF71ABF0417\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5KjF71ABF0417\"><\/p>\n<p>Essa conjuntura, marcada por pre\u00e7os em patamares mais baixos e por um ano eleitoral, no qual historicamente h\u00e1 est\u00edmulos \u00e0 atividade e \u00e0 renda, seja por meio da amplia\u00e7\u00e3o de programas de transfer\u00eancia de renda ou de outras medidas econ\u00f4micas, tende a sustentar uma demanda ao menos em n\u00edveis semelhantes aos de 2025, ou at\u00e9 superiores.Esse movimento pode contribuir para um melhor equil\u00edbrio entre oferta e demanda em 2026, especialmente em um cen\u00e1rio no qual a oferta n\u00e3o cres\u00e7a em ritmo t\u00e3o expressivo quanto o observado em 2025.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Perspectiva Internacional<\/u><br \/>\nNo cen\u00e1rio internacional, a conjuntura de pre\u00e7os tamb\u00e9m aponta para um momento semelhante, marcado por redu\u00e7\u00e3o da rentabilidade dos produtores. Como evid\u00eancia dessa tend\u00eancia, o compilado dos pre\u00e7os do leite pagos ao produtor, em d\u00f3lar por litro, mostra que, no segundo semestre de 2025, os valores passaram a recuar.&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/urXte8ABF0470\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/urXte8ABF0470\"><\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o dessa compress\u00e3o da rentabilidade tamb\u00e9m aparece nas perspectivas de outros relat\u00f3rios internacionais. A divulga\u00e7\u00e3o mais recente do Quarterly Dairy Q4, do Rabobank, referente ao \u00faltimo trimestre de 2025, indica um cen\u00e1rio global no qual a queda dos pre\u00e7os internacionais tende a se refletir nos pre\u00e7os pagos ao produtor nos principais mercados exportadores, reduzindo o ritmo de crescimento da produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m no mercado internacional.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dvCr6dABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dvCr6dABF0413\"><br \/>\nCompletando a perspectiva do cen\u00e1rio internacional, assim como no Brasil, o mercado global tamb\u00e9m registrou redu\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos principais derivados l\u00e1cteos. Conforme apresentado na retrospectiva sobre demanda, a an\u00e1lise do \u00edndice de pre\u00e7os m\u00e9dios de l\u00e1cteos da FAO indica uma expectativa de entrada em 2026 com pre\u00e7os em patamares mais baixos, o que tende a favorecer uma retomada gradual do consumo ao longo do ano.<\/p>\n<p>Uma primeira resposta a esse movimento j\u00e1 pode ser observada nos contratos futuros negociados na SGX, que, entre o final de 2025 e a divulga\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o primeiro leil\u00e3o do GDT deste ano, passaram a sinalizar uma revers\u00e3o da tend\u00eancia de queda do LPI, com o mercado projetando um vi\u00e9s mais altista para 2026.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZdeWe2ABF0436\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZdeWe2ABF0436\"><\/p>\n<p><u>Conclus\u00e3o e perspectivas de 2026<\/u><br \/>\nAp\u00f3s o expressivo ajuste de pre\u00e7os na reta final de 2025, o mercado l\u00e1cteo tende a iniciar 2026 em busca de maior equil\u00edbrio entre oferta e demanda. A forte redu\u00e7\u00e3o da rentabilidade ao longo do segundo semestre sustenta a expectativa de um crescimento mais moderado da oferta em 2026.<\/p>\n<p>Aliado a isso, a demanda deve se manter est\u00e1vel ou levemente estimulada pelos pre\u00e7os mais baixos dos derivados, favorecendo a constru\u00e7\u00e3o de um cen\u00e1rio mais equilibrado ao longo do ano.<\/p>\n<p>Essa perspectiva, contudo, n\u00e3o elimina as incertezas e os desafios estrat\u00e9gicos do setor. Ao mesmo tempo, surgem oportunidades relevantes ligadas \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria, \u00e0 rentabilidade, ao financiamento da cadeia, ao potencial exportador do Brasil e ao crescimento do consumo em segmentos como prote\u00ednas l\u00e1cteas e queijos.<\/p>\n<p>Nesse ambiente, marcado por desafios de curto prazo e decis\u00f5es estruturais de longo prazo, a discuss\u00e3o qualificada sobre mercado, efici\u00eancia e estrat\u00e9gia torna-se fundamental. \u00c9 nesse contexto que chega o 20\u00ba F\u00f3rum MilkPoint Mercado. Afinal, a virada do ano n\u00e3o muda o mercado da noite para o dia, mas redefine o ponto de partida das decis\u00f5es. (E 2026 come\u00e7a oficialmente onde o mercado l\u00e1cteo sempre come\u00e7a: no F\u00f3rum MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Sindilat destaca parceria de Ernani Polo nas pautas do leite ga\u00facho<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Homenageado com o trof\u00e9u Destaques 2025 do Sindilat, o secret\u00e1rio Ernani Polo, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econ\u00f4mico (Sedec), se despediu nesta&nbsp; segunda-feira (12) do cargo no Executivo ga\u00facho fazendo uma presta\u00e7\u00e3o de contas. Ele volta a assumir sua cadeira na Assembleia Legislativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o Sal\u00e3o Negrinho do Pastoreio lotado de autoridades, lideran\u00e7as empresariais e representantes de diversos setores produtivos do Rio Grande do Sul, Guilherme Portela, presidente do Sindilat, destacou a parceria constru\u00edda. \u201cSempre foi um grande parceiro do setor, mantendo a porta aberta no governo, ao longo dos tr\u00eas exerc\u00edcios em que esteve, na busca pela melhoria da competitividade do leite ga\u00facho\u201d, afirmou o dirigente que esteve acompanhado do secret\u00e1rio executivo do sindicato, Darlan Palharini.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua manifesta\u00e7\u00e3o, Polo agradeceu ao governador Eduardo Leite e ressaltou que a secretaria avan\u00e7ou na condu\u00e7\u00e3o de projetos estrat\u00e9gicos para o desenvolvimento do Estado. \u201cFoi, de fato, um trabalho de desenvolvimento, tocando em frente todos os projetos. Investidor aqui n\u00e3o fica sem resposta\u201d, destacou, ao defender a continuidade dos investimentos no fortalecimento dos munic\u00edpios, ressaltando a import\u00e2ncia de pol\u00edticas que estimulem o consumo de produtos locais e valorizem as cadeias produtivas. \u201cColocamos a casa em ordem e agora d\u00e1 para olhar para a frente\u201d, afirmou. (Assessoria de Imprensa Sindilat\/Cr\u00e9dito: Gisele Ortolan)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TQ4C7cABF0118\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TQ4C7cABF0118\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Clima colabora para o bom desenvolvimento da safra<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As principais culturas de ver\u00e3o das lavouras ga\u00fachas est\u00e3o com as semeaduras conclu\u00eddas ou em vias de finaliza\u00e7\u00e3o e o clima tem colaborado para a arrancada e o desenvolvimento dos cultivos. O boletim Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater\/RS-Ascar, da semana passada, apresenta uma descri\u00e7\u00e3o positiva para a evolu\u00e7\u00e3o dos dois principais gr\u00e3os de sequeiro do ver\u00e3o, soja e milho, assim como para o arroz irrigado. E a previs\u00e3o \u00e9 que as precipita\u00e7\u00f5es sigam atendendo \u00e0s necessidades das planta\u00e7\u00f5es nas pr\u00f3ximas semanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO que temos observado \u00e9, j\u00e1 desde meados de dezembro e, agora, no in\u00edcio de janeiro, a ocorr\u00eancia de chuvas mais frequentes e com volumes bastante significativos em muitas regi\u00f5es, num comportamento menos t\u00edpico do La Ni\u00f1a e mais t\u00edpico da influ\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es neutras, mas de uma situa\u00e7\u00e3o de chuvas bastante volumosas\u201d, descreve Loana Cardoso, pesquisadora da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Desenvolvimento Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o e coordenadora do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Rio Grande do Sul (Copaaergs).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA partir da metade de dezembro teve esse retorno das chuvas e uma probabilidade, um progn\u00f3stico, de que se deve ter uma continuidade nessa situa\u00e7\u00e3o de chuvas frequentes, com intensidades vari\u00e1veis, mas com uma frequ\u00eancia relativamente alta\u201d, explica. \u201cTemos um progn\u00f3stico, uma perspectiva, de uma safra seguindo muito boa\u201d, projeta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAlgumas \u00e1reas t\u00eam essa variabilidade muito caracter\u00edstica do clima, da condi\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul de precipita\u00e7\u00f5es irregulares. Ent\u00e3o, tem \u00e1reas onde vai ter mais volume e \u00e1reas onde vai ter menos volumes, mas de uma chuva mais regular em ocorr\u00eancia, n\u00e3o de volume, que deve assim manter uma expectativa de safra boa para o Estado\u201d, estima. Conforme ela, as lavouras de soja se mostram em bom desenvolvimento e uma expectativa positiva para a produ\u00e7\u00e3o. (Correio do Povo)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><i><b>Leite<\/b><br \/>\nPara o setor l\u00e1cteo ga\u00facho, que j\u00e1 soma crises devido \u00e0 deprecia\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o do leite pago aos produtores, a aprova\u00e7\u00e3o do acordo UE-Mercosul \u00e9 preocupante, j\u00e1 que foram preservados subs\u00eddios aos agricultores europeus que os brasileiros n\u00e3o t\u00eam (caso da It\u00e1lia, que retirou impostos sobre fertilizantes ap\u00f3s press\u00e3o do ramo), avalia o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat), Darlan Palharini, que defende uma pol\u00edtica setorial. (Zero Hora)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de janeiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.551 O que esperar do mercado em 2026 depois dos pre\u00e7os em 2025? 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