{"id":18527,"date":"2026-01-08T18:39:06","date_gmt":"2026-01-08T18:39:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18527"},"modified":"2026-01-14T18:05:44","modified_gmt":"2026-01-14T18:05:44","slug":"08-01-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/01\/08\/08-01-2026\/","title":{"rendered":"08\/01\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 08 de janeiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.549<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: balan\u00e7a fecha 2025 com queda de 6,1% nas importa\u00e7\u00f5es frente a 2024<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos fechou em -155,4 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 10% (-172,3 milh\u00f5es de litros em novembro). As exporta\u00e7\u00f5es seguiram aumentando e neste m\u00eas registraram alta de 3%, enquanto as importa\u00e7\u00f5es continuam recuando 9% em rela\u00e7\u00e3o a novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hBAX96ABF0485\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hBAX96ABF0485\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em dezembro, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos totalizaram 5,1 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite, um aumento de 3% frente ao m\u00eas anterior, por\u00e9m 7% abaixo do registrado no mesmo m\u00eas de 2024. No acumulado anual de 2025, as exporta\u00e7\u00f5es fecharam com queda de 23,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano de 2024.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hSQu66ABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hSQu66ABF0416\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As importa\u00e7\u00f5es continuaram a recuar em dezembro. Com queda de 9% na entrada de l\u00e1cteos no Brasil, totalizando 160,5 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2024, a queda \u00e9 de 17%. No acumulado anual de 2025, as importa\u00e7\u00f5es registraram retra\u00e7\u00e3o de 6,1% frente ao ano de 2024.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/GS9GacABF0455\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/GS9GacABF0455\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em dezembro, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos apresentaram movimentos distintos entre os diferentes produtos:<\/p>\n<\/div>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>O leite UHT registrou expressiva alta de 167,1 mil em litros no volume exportado, representando 16% do total das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos;<\/li>\n<li>O soro de leite apresentou crescimento de 30% nas exporta\u00e7\u00f5es, ap\u00f3s o recuo observado no m\u00eas anterior;<\/li>\n<li>O leite condensado tamb\u00e9m registrou desempenho positivo, com aumento de 16% no volume exportado.<\/li>\n<li>Em contrapartida, o creme de leite manteve trajet\u00f3ria de queda, com recuo de 17% nas&nbsp;exporta\u00e7\u00f5es no m\u00eas.<\/li>\n<li>A manteiga tamb\u00e9m seguiu em movimento negativo, registrando redu\u00e7\u00e3o de 7% no volume exportado.<\/li>\n<li>No campo das importa\u00e7\u00f5es, observam-se os seguintes movimentos:<\/li>\n<li>O leite em p\u00f3 integral (LPI), principal item importado, apresentou uma queda mais moderada, de 5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, ap\u00f3s o forte recuo de 30% registrado no \u00faltimo m\u00eas.<\/li>\n<li>J\u00e1 o leite em p\u00f3 desnatado (LPD), segundo principal produto importado, que havia apresentado alta no m\u00eas anterior, acompanhou a tend\u00eancia de retra\u00e7\u00e3o do LPI e registrou queda de 22% no volume importado frente a novembro.<\/li>\n<\/ul>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>As tabelas 1 e 2 mostram as principais movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos nos meses de novembro e dezembro de 2025.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/qVrR92ABgmC0489\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/qVrR92ABgmC0489\">\u200b<\/p>\n<p><u>O que podemos esperar para os pr\u00f3ximos meses?<\/u><br \/>\nA ampla oferta global de l\u00e1cteos e o d\u00f3lar mais baixo ao longo de 2025 sustentaram elevados volumes de importa\u00e7\u00e3o, cen\u00e1rio que, somado ao forte crescimento da produ\u00e7\u00e3o nacional, pressionou os pre\u00e7os da ind\u00fastria e os valores pagos ao produtor, especialmente no segundo semestre.<\/p>\n<p>Para 2026, embora a produ\u00e7\u00e3o de leite deva seguir em patamares elevados, a queda na rentabilidade observada no final de 2025 tende a desacelerar o ritmo de crescimento da oferta. Ao mesmo tempo, a expectativa de pre\u00e7os mais firmes no mercado internacional pode reduzir a atratividade das importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Assim, ap\u00f3s um ano marcado por desequil\u00edbrios entre oferta e demanda, o mercado l\u00e1cteo inicia 2026 em um contexto de pre\u00e7os mais baixos, consumo est\u00e1vel e expectativa de maior equil\u00edbrio. Nesse cen\u00e1rio, a tend\u00eancia \u00e9 de redu\u00e7\u00e3o gradual das importa\u00e7\u00f5es, o que pode contribuir para uma menor press\u00e3o sobre os pre\u00e7os no mercado dom\u00e9stico ao longo de 2026. (Vivian Batista Padilla e Leonardo Bai\u00e3o Leite de Lima\/Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Produtores rurais poder\u00e3o usar nota fiscal em papel remanescentes at\u00e9 30 de abril<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o \u00faltimo dia 5 de janeiro, a emiss\u00e3o de nota eletr\u00f4nica passou a ser obrigat\u00f3ria para todos os produtores rurais em opera\u00e7\u00f5es internas no Rio Grande do Sul. No entanto, atendendo a pedido de produtores, a Secretaria da Fazenda prorrogou, at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 30 de abril, o prazo para utiliza\u00e7\u00e3o do tal\u00e3o de produtor rural j\u00e1 impresso, modelo A4, para produtores rurais com receita bruta inferior a R$ 360 mil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A medida visa garantir maior prazo para o atendimento \u00e0s exig\u00eancias que valem para todos os Estados, a partir de norma definida no Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz). A Receita Estadual ga\u00facha, em di\u00e1logo com o setor, est\u00e1 publicando um decreto estadual que formaliza a prorroga\u00e7\u00e3o do uso da nota em papel a partir de 5 de janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Entenda a mudan\u00e7a<\/u><br \/>\nO modelo 4 da nota fiscal, em papel, conhecido como \u201ctal\u00e3o do produtor\u201d, deixou de ser aceito desde o \u00faltimo dia 5. A mudan\u00e7a come\u00e7ou pela faixa de produtores que t\u00eam maior faturamento e, aos poucos, foi expandida para pequenos produtores. A obrigatoriedade come\u00e7ou a valer em 2021 para os que tinham faturamento superior a R$ 4,8 milh\u00f5es. Em janeiro de 2025, foram abrangidos tamb\u00e9m os que tiveram receita bruta de R$ 360 mil ou mais com a atividade rural, al\u00e9m de todas as opera\u00e7\u00f5es interestaduais. Para o \u00faltimo grupo, foi flexibilizado o uso das notas em papel at\u00e9 30 de abril.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A moderniza\u00e7\u00e3o da documenta\u00e7\u00e3o fiscal no setor agropecu\u00e1rio \u00e9 uma mudan\u00e7a nacional que torna o processo de emiss\u00e3o de notas mais \u00e1gil e seguro, reduzindo burocracias, minimizando falhas no preenchimento dos dados e evitando o risco de perda de documentos, al\u00e9m de antecipar a realidade ap\u00f3s a Reforma Tribut\u00e1ria, que deve extinguir completamente as notas em papel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Secretaria da Fazenda (Sefaz) oferece duas alternativas. O aplicativo Nota Fiscal F\u00e1cil (NFF), dispon\u00edvel para download gratuito pelo celular, \u00e9 o mais indicado. Como muitos trabalhadores est\u00e3o no campo, sem acesso \u00e0 internet, o app pode ser utilizado no modo off-line. Dessa forma, os usu\u00e1rios emitem a nota fiscal e, quando o aplicativo \u00e9 conectado novamente a uma rede de internet, a nota \u00e9 autorizada. No pr\u00f3prio aplicativo, os produtores podem apontar problemas, sugerir recursos ou solicitar a inclus\u00e3o de novos produtos para comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/atendimento.receita.rs.gov.br\/upload\/arquivos\/202507\/14093807-app-nff-manual-de-orientacao-do-produtor-rural-10-2024.pdf\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/atendimento.receita.rs.gov.br\/upload\/arquivos\/202507\/14093807-app-nff-manual-de-orientacao-do-produtor-rural-10-2024.pdf\">Clique para conferir o manual de uso do NFF.<br \/>\n<\/a><br \/>\nOutra op\u00e7\u00e3o para a emiss\u00e3o de nota eletr\u00f4nica \u00e9 a Nota Fiscal Avulsa (NFA-e), tamb\u00e9m gratuita. O sistema \u00e9 indicado para opera\u00e7\u00f5es mais complexas, como, por exemplo, as de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de 1\u00ba de maio de 2026, fica vedada a emiss\u00e3o de Nota Fiscal de Produtor, modelo 4. (Por Ascom Sefaz\/Receita Estadual)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O mundo paga mais \u2014 mas exige tudo: a nova fronteira do neg\u00f3cio l\u00e1cteo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O in\u00edcio de 2026 trouxe um sinal que a ind\u00fastria l\u00e1ctea global n\u00e3o pode ignorar. Os pre\u00e7os internacionais reagiram com for\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os valores da leite em p\u00f3 superaram USD 3.300 por tonelada, inclusive em produtos de menor rentabilidade hist\u00f3rica, reorganizando expectativas industriais, financeiras e pol\u00edticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a mensagem estrutural \u00e9 menos confort\u00e1vel do que parece. Pre\u00e7os mais altos j\u00e1 n\u00e3o compram toler\u00e2ncia. Pelo contr\u00e1rio: v\u00eam acompanhados de barreiras de entrada mais r\u00edgidas, redefinindo o com\u00e9rcio l\u00e1cteo global em tr\u00eas dimens\u00f5es insepar\u00e1veis \u2014 industrial, financeira e pol\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um mercado que melhora, mas n\u00e3o perdoa<br \/>\nDurante anos, pre\u00e7os baixos funcionaram como justificativa para inefici\u00eancias estruturais. Margens apertadas serviram de argumento para adiar investimentos, reformas regulat\u00f3rias e adequa\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse discurso perdeu validade. A recente recupera\u00e7\u00e3o do Global Dairy Trade n\u00e3o \u00e9 apenas t\u00e9cnica. Reflete demanda ativa, oferta mais ajustada e compradores dispostos a garantir volumes em um cen\u00e1rio geopol\u00edtico incerto. Mais do que isso, confirma que o mercado global de l\u00e1cteos n\u00e3o aceita mais ambiguidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Mastellone e a mensagem que incomoda<\/u><br \/>\nPoucos sintetizam esse momento com tanta clareza quanto Flavio Mastellone, refer\u00eancia hist\u00f3rica da ind\u00fastria l\u00e1ctea argentina: \u201cPre\u00e7os mais altos n\u00e3o mudam o essencial. N\u00e3o existe demanda internacional por l\u00e1cteos sem certifica\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias completas. Cumprir n\u00e3o \u00e9 opcional \u2014 \u00e9 o passaporte para os mercados que geram valor.\u201d N\u00e3o \u00e9 discurso. \u00c9 a vis\u00e3o de quem compete em mercados reais, regulados e cada vez mais exigentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>O fim dos mercados \u2018tolerantes\u2019<\/u><br \/>\nPor d\u00e9cadas, alguns destinos regionais \u2014 com o Brasil como exemplo cl\u00e1ssico \u2014 funcionaram como v\u00e1lvula de escape para excedentes produtivos. Proximidade geogr\u00e1fica e exig\u00eancias mais flex\u00edveis sustentaram volumes mesmo sem competitividade estrutural plena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse modelo est\u00e1 se esgotando. Com a oferta crescendo em v\u00e1rias regi\u00f5es e os pre\u00e7os internacionais se fortalecendo independentemente da demanda regional, depender de um \u00fanico mercado deixou de ser estrat\u00e9gia e passou a ser risco. O com\u00e9rcio global exige diversifica\u00e7\u00e3o, previsibilidade e conformidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Mercosul: a discuss\u00e3o que n\u00e3o pode mais ser adiada<\/u><br \/>\nO debate sobre a Tarifa Externa Comum do Mercosul, hoje em 28% para l\u00e1cteos, exp\u00f5e uma tens\u00e3o pol\u00edtica central. Em um mundo de tarifas m\u00e9dias mais baixas, prote\u00e7\u00e3o excessiva entra em conflito direto com competitividade global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reduzir barreiras implica mais concorr\u00eancia, mas tamb\u00e9m for\u00e7a uma reconvers\u00e3o industrial profunda. A quest\u00e3o deixou de ser ideol\u00f3gica: o setor est\u00e1 disposto a jogar segundo as regras globais?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Europa e \u00c1sia: exig\u00eancia convergente<\/u><br \/>\nNa Uni\u00e3o Europeia, sanidade, rastreabilidade e certifica\u00e7\u00f5es n\u00e3o se discutem \u2014 s\u00e3o pressupostos. O debate se concentra em efici\u00eancia, margens e gest\u00e3o do crescimento da oferta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00c1sia segue como o principal motor da demanda global. Mas \u00e9 uma demanda profissionalizada, que paga bem apenas quando qualidade, consist\u00eancia e garantias sanit\u00e1rias s\u00e3o inequ\u00edvocas.<br \/>\nEm ambos os casos, a conclus\u00e3o \u00e9 a mesma: o acesso ao mercado tornou-se bin\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Ind\u00fastria, finan\u00e7as e pol\u00edtica: uma equa\u00e7\u00e3o \u00fanica<\/u><br \/>\nEste novo cen\u00e1rio exp\u00f5e uma realidade desconfort\u00e1vel. Produzir mais n\u00e3o basta. A alta de pre\u00e7os n\u00e3o compensa fragilidades estruturais. O com\u00e9rcio l\u00e1cteo global exige investimento, disciplina financeira, alinhamento regulat\u00f3rio e decis\u00f5es pol\u00edticas coerentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pre\u00e7os elevados oferecem uma oportunidade \u2014 e um teste. Quem n\u00e3o aproveitar este momento para se adequar aos padr\u00f5es internacionais corre o risco de ficar restrito a mercados de baixo valor justamente quando o mundo volta a demandar l\u00e1cteos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Conclus\u00e3o: menos discurso, mais acesso<\/u><br \/>\nO mercado internacional envia um recado claro. Paga mais, mas exige mais. N\u00e3o negocia sanidade, n\u00e3o flexibiliza rastreabilidade e n\u00e3o espera por quem atrasa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No l\u00e1cteo global de hoje, competitividade n\u00e3o se mede apenas em toneladas ou pre\u00e7os, mas em credibilidade. E credibilidade \u00e9 mais dif\u00edcil de reconstruir do que capacidade produtiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mundo est\u00e1 disposto a comprar. A pergunta \u00e9 quem est\u00e1 realmente preparado para vender. (Val\u00e9ria Hamann\/eDAIRYNEWS)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><i><b>Novo sal\u00e1rio-m\u00ednimo e isen\u00e7\u00e3o do IR injetar\u00e3o R$ 110 bi na economia<\/b><br \/>\nO ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou ontem que o reajuste do sal\u00e1rio-m\u00ednimo e a isen\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda para quem ganha at\u00e9 R$ 5 mil v\u00e3o injetar R$ 110 bilh\u00f5es na economia em 2026. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov, ele afirmou ainda acreditar que seja poss\u00edvel aprovar o fim da escala de trabalho 6x1 em ano eleitoral. O ministro j\u00e1 havia afirmado que o fim da escala 6x1 \u00e9 uma prioridade do governo Lula em 2026 e que avaliava ser poss\u00edvel reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, antes de iniciar uma diminui\u00e7\u00e3o gradativa at\u00e9 36 horas. O presidente Lula tamb\u00e9m disse que o Pa\u00eds est\u00e1 pronto para o fim da escala. Em rela\u00e7\u00e3o ao IR, a nova tabela do imposto come\u00e7ou a valer em 1\u00ba de janeiro de 2026 e zera a cobran\u00e7a do tributo para trabalhadores com renda mensal de at\u00e9 R$ 5.000. A mudan\u00e7a decorre de lei sancionada pelo presidente em 26 de novembro. Al\u00e9m de zerar o imposto para quem ganha at\u00e9 R$ 5.000, a nova tabela reduz a carga tribut\u00e1ria para quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 por m\u00eas. Acima desse valor, seguem v\u00e1lidas as al\u00edquotas progressivas atuais, que v\u00e3o de 7,5% a 27,5%. A mudan\u00e7a pode representar uma redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 R$ 312,89 no imposto mensal. No calend\u00e1rio de mudan\u00e7as do come\u00e7o do ano, tamb\u00e9m est\u00e1 o novo valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo, de R$ 1.621, em vigor desde o in\u00edcio de janeiro (1\u00ba). O reajuste \u00e9 de 6,79%. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de janeiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.549 Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: balan\u00e7a fecha 2025 com queda de 6,1% nas importa\u00e7\u00f5es frente a 2024 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/01\/08\/08-01-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/01\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18527","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18527","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18527"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18527\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18563,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18527\/revisions\/18563"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}