{"id":18514,"date":"2026-01-05T20:00:06","date_gmt":"2026-01-05T20:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18514"},"modified":"2026-01-14T18:05:20","modified_gmt":"2026-01-14T18:05:20","slug":"05-01-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/01\/05\/05-01-2026\/","title":{"rendered":"05\/01\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 05 de janeiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.546<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Nota eletr\u00f4nica passa a ser obrigat\u00f3ria para todos os produtores rurais do Estado a partir desta segunda-feira (5)<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguindo a norma definida no Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz), a emiss\u00e3o de nota eletr\u00f4nica passa a ser obrigat\u00f3ria para todos os produtores rurais, em opera\u00e7\u00f5es internas no Rio Grande do Sul, a partir desta segunda-feira (5\/1). Assim, o documento passa a ser usado por mais de 800 mil produtores que atuam no territ\u00f3rio ga\u00facho. Em opera\u00e7\u00f5es interestaduais, a obrigatoriedade j\u00e1 estava valendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O modelo 4 da Nota Fiscal, em papel, conhecido como \u201ctal\u00e3o do produtor\u201d, n\u00e3o est\u00e1 mais permitido a partir desta data. Desta forma, caso as notas eletr\u00f4nicas n\u00e3o sejam emitidas, as transa\u00e7\u00f5es ficam sem documenta\u00e7\u00e3o fiscal, o que \u00e9 considerado descumprimento da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A moderniza\u00e7\u00e3o da documenta\u00e7\u00e3o fiscal no setor agropecu\u00e1rio torna o processo de emiss\u00e3o de notas mais \u00e1gil e seguro, reduzindo burocracias, minimizando falhas no preenchimento dos dados e evitando o risco da perda de documentos. A renova\u00e7\u00e3o antecipa tamb\u00e9m a realidade ap\u00f3s a Reforma Tribut\u00e1ria, que deve extinguir completamente as notas em papel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como fazer<br \/>\nA emiss\u00e3o dos documentos eletr\u00f4nicos pode ser feita por diferentes vias, e os produtores t\u00eam liberdade para escolher seu emissor preferido. H\u00e1, por exemplo, solu\u00e7\u00f5es oferecidas por associa\u00e7\u00f5es e por cooperativas, e \u00e9 poss\u00edvel desenvolver modelos pr\u00f3prios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Secretaria da Fazenda (Sefaz) oferece duas alternativas. O aplicativo Nota Fiscal F\u00e1cil (NFF), dispon\u00edvel para download gratuito pelo celular, \u00e9 o mais indicado. Considerada de uso simples e navega\u00e7\u00e3o intuitiva, a plataforma usa o login gov.br.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para realizar uma opera\u00e7\u00e3o, basta que os produtores preencham dados como o produto, as informa\u00e7\u00f5es do(a) cliente e a forma de transporte. Depois que os dados s\u00e3o informados, a opera\u00e7\u00e3o \u00e9 autorizada e a nota fiscal \u00e9 emitida, podendo ser compartilhada. Assim, toda a complexidade tribut\u00e1ria fica a cargo da Receita Estadual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das funcionalidades do NFF foi desenhada especialmente para os produtores. Como muitos deles trabalham no campo, sem acesso \u00e0 internet, o App pode ser utilizado no modo off-line. Dessa forma, os usu\u00e1rios emitem a nota fiscal e, quando o aplicativo \u00e9 conectado novamente a uma rede de internet, a nota \u00e9 autorizada. Nestes casos, o limite para solicita\u00e7\u00f5es \u00e9 de 30 notas fiscais eletr\u00f4nicas, R$ 300 mil ou 168 horas. Depois disso, \u00e9 preciso estar conectado para que a ferramenta possa voltar a ser utilizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme mais usu\u00e1rios v\u00e3o ingressando na plataforma, melhorias v\u00e3o sendo incorporadas. No pr\u00f3prio aplicativo, os produtores podem apontar problemas, sugerir recursos ou solicitar a inclus\u00e3o de novos produtos para transa\u00e7\u00e3o. H\u00e1 tamb\u00e9m um ambiente de testes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra op\u00e7\u00e3o para a emiss\u00e3o de nota eletr\u00f4nica \u00e9 o Nota Fiscal Avulsa (NFA-e), tamb\u00e9m gratuito. O sistema \u00e9 indicado para opera\u00e7\u00f5es mais complexas, como, por exemplo, as de exporta\u00e7\u00e3o. A Receita Estadual trabalha para promover aperfei\u00e7oamentos na ferramenta, buscando torn\u00e1-la mais pr\u00e1tica e intuitiva. Informa\u00e7\u00f5es podem ser obtidas no Manual de Uso do NFF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mudan\u00e7a escalonada<br \/>\nA medida vem sendo implantada aos poucos, buscando garantir aos produtores tempo para se adaptarem \u00e0 novidade \u2013 que tamb\u00e9m est\u00e1 sendo colocada em pr\u00e1tica em outros Estados do pa\u00eds. A mudan\u00e7a come\u00e7ou pela faixa dos que t\u00eam maior faturamento e, aos poucos, foi sendo expandida para pequenos produtores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A obrigatoriedade come\u00e7ou a valer em 2021 para aqueles que tinham faturamento superior a R$ 4,8 milh\u00f5es. Em janeiro de 2025, foram abrangidos tamb\u00e9m aqueles que tiveram receita bruta de R$ 360 mil ou mais com a atividade rural, al\u00e9m de todas as opera\u00e7\u00f5es interestaduais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Receita Estadual vem dialogando com o setor sobre a implementa\u00e7\u00e3o da norma. Em diversos momentos, atendendo a pedidos de entidades rurais, a entrada em vigor foi adiada. Isso ocorreu, inclusive, ap\u00f3s as enchentes de 2024, que causaram preju\u00edzos para profissionais da \u00e1rea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Servidores da Subsecretaria tamb\u00e9m trabalham para capacitar produtores sobre o uso do NFF. Em 2024, chegaram a ser feitos mais de 100 encontros, permitindo que representantes de entidades do setor rural levassem a informa\u00e7\u00e3o para seus associados. (Fonte: Seapi-RS\/Governo do Estado do Rio Grande do Sul)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p><b>PERSPECTIVAS 2026-LEITE\/CEPEA: CEN\u00c1RIO DE 2026 EXIGE CAUTELA<\/b><\/p>\n<p>Em 2026, o cen\u00e1rio \u00e9 de cautela para o setor nacional de pecu\u00e1ria leiteira, apontam pesquisadores do Cepea. Com PIB perto de 2% e a oferta de leite cru crescendo de forma mais moderada (entre 2% e 2,5%), os pre\u00e7os pagos aos produtores podem apresentar menor volatilidade. Por\u00e9m, \u00e9 importante lembrar que os valores do leite no campo j\u00e1 iniciam 2026 em patamares bem abaixo dos registrados em anos anteriores e s\u00f3 devem retomar a alta sazonal entre abril e agosto.&nbsp;<\/p>\n<p>Pesquisadores do Cepea destacam que os poss\u00edveis custos menores de ra\u00e7\u00e3o podem impedir quedas bruscas de margens de produtores leiteiros, mas estas ser\u00e3o menores que as observadas em 2024 e tamb\u00e9m no primeiro trimestre de 2025. Oportunidades podem existir, mas exigir\u00e3o disciplina, gest\u00e3o e efici\u00eancia. (Fonte: Cepea)<\/p>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o de leite na UE deve recuar em 2026, aponta USDA<\/b><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (UE) deve registrar uma leve queda em 2026, refletindo a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de vacas leiteiras, o avan\u00e7o de regula\u00e7\u00f5es ambientais mais rigorosas e os impactos de surtos de doen\u00e7as animais. Segundo o relat\u00f3rio anual Dairy and Products Annual, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produ\u00e7\u00e3o total do bloco \u00e9 estimada em 148,9 milh\u00f5es de toneladas em 2026, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2025.<\/p>\n<p>Mesmo com custos mais baixos de ra\u00e7\u00e3o e energia ao longo de 2025, pequenos produtores continuam deixando a atividade. A sa\u00edda est\u00e1 associada \u00e0 volatilidade dos pre\u00e7os pagos ao produtor, ao aumento das exig\u00eancias ambientais, \u00e0s dificuldades sanit\u00e1rias e \u00e0 falta de sucessores nas propriedades rurais. A tend\u00eancia \u00e9 de maior concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o em fazendas maiores e mais profissionalizadas, embora os ganhos de produtividade n\u00e3o sejam suficientes para compensar a queda no n\u00famero de animais.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os do leite pagos aos produtores permaneceram elevados em 2025. Em agosto, a m\u00e9dia da UE alcan\u00e7ou 53,2 euros (US$ 62,2) por 100 quilos, cerca de 12% acima do registrado no mesmo m\u00eas do ano anterior. Em julho, o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de 52,8 euros (US$ 61,8) por 100 quilos, tornando o leite europeu at\u00e9 41% mais caro que o dos Estados Unidos e 35% acima do praticado na Nova Zel\u00e2ndia, o que reduz a competitividade do bloco no mercado internacional.<\/p>\n<p>Consumo de leite fluido continua em queda<br \/>\nO consumo dom\u00e9stico de leite fluido na Uni\u00e3o Europeia deve seguir em trajet\u00f3ria descendente. Para 2026, a previs\u00e3o \u00e9 de 23 milh\u00f5es de toneladas, uma queda de 0,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2025. Mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos alimentares, maior presen\u00e7a de bebidas alternativas e pre\u00e7os ainda elevados explicam o recuo da demanda, especialmente no consumo dom\u00e9stico. Com menor disponibilidade de leite, o uso industrial tamb\u00e9m deve apresentar leve retra\u00e7\u00e3o em 2026, exigindo que as ind\u00fastrias fa\u00e7am escolhas mais criteriosas sobre quais produtos priorizar. Nesse cen\u00e1rio, o queijo segue como o principal destino do leite europeu.<\/p>\n<p>Queijo mant\u00e9m protagonismo na ind\u00fastria europeia<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de queijo na UE deve alcan\u00e7ar 10,8 milh\u00f5es de toneladas em 2026, um crescimento modesto de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2025. O produto permanece como a principal aposta da ind\u00fastria l\u00e1ctea europeia, sustentado por consumo interno consistente e exporta\u00e7\u00f5es ainda relevantes, embora pressionadas por pre\u00e7os elevados e tens\u00f5es comerciais. Cerca de 13% da produ\u00e7\u00e3o de queijo do bloco \u00e9 destinada ao mercado externo. Em 2026, as exporta\u00e7\u00f5es devem somar 1,37 milh\u00e3o de toneladas, uma leve queda de 0,7%. Reino Unido, Estados Unidos e Jap\u00e3o continuam sendo os principais destinos. Ainda assim, a Uni\u00e3o Europeia mant\u00e9m a posi\u00e7\u00e3o de maior exportador mundial de queijo. O consumo dom\u00e9stico tamb\u00e9m deve crescer, impulsionado pela recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, pelo aumento da renda e pelo fortalecimento dos setores de turismo e alimenta\u00e7\u00e3o fora do lar.<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o de manteiga e leite em p\u00f3 perde espa\u00e7o<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de manteiga na UE deve recuar 1,4% em 2026, totalizando 2,06 milh\u00f5es de toneladas, \u00e0 medida que mais leite \u00e9 direcionado \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de queijo. As exporta\u00e7\u00f5es do produto devem sofrer retra\u00e7\u00e3o significativa, com queda estimada de 15%, em fun\u00e7\u00e3o da menor competitividade dos pre\u00e7os europeus no mercado global. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 desnatado est\u00e1 prevista para cair 4,2% em 2026, alcan\u00e7ando 1,36 milh\u00e3o de toneladas. A redu\u00e7\u00e3o reflete a menor disponibilidade de leite, pre\u00e7os mais baixos e o enfraquecimento da demanda, especialmente da ind\u00fastria de ra\u00e7\u00f5es e do setor de chocolates, impactado pelos altos pre\u00e7os do cacau. Em setembro de 2025, o pre\u00e7o do leite em p\u00f3 desnatado na UE estava em 232 euros (US$ 271) por 100 quilos, abaixo da m\u00e9dia dos \u00faltimos cinco anos. O leite em p\u00f3 integral tamb\u00e9m deve apresentar redu\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o em 2026, com queda de 1,7%, totalizando cerca de 590 mil toneladas. A menor competitividade frente a fornecedores da Oceania limita as exporta\u00e7\u00f5es, enquanto o consumo interno tende a crescer levemente, favorecido por pre\u00e7os mais baixos.<\/p>\n<p>Doen\u00e7as e pol\u00edticas ambientais pressionam o setor<br \/>\nAl\u00e9m dos desafios econ\u00f4micos, o setor enfrenta impactos sanit\u00e1rios relevantes. Doen\u00e7as como l\u00edngua azul, doen\u00e7a hemorr\u00e1gica epizo\u00f3tica e epis\u00f3dios recentes de febre aftosa em partes da Europa Central afetaram a produtividade, a fertilidade dos rebanhos e o com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos. No campo regulat\u00f3rio, pol\u00edticas ambientais e de bem-estar animal continuam gerando preocupa\u00e7\u00e3o entre os produtores. Na Dinamarca, por exemplo, um novo acordo clim\u00e1tico prev\u00ea um custo estimado de cerca de 130 euros (US$ 152) por vaca ao ano, o que pode acelerar mudan\u00e7as estruturais no setor. Diante do risco de perda de autossufici\u00eancia, alguns pa\u00edses lan\u00e7aram programas de apoio. A Cro\u00e1cia, por exemplo, anunciou um pacote de 592,5 milh\u00f5es de euros (US$ 693 milh\u00f5es) para o per\u00edodo de 2024 a 2030, voltado \u00e0 expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite bovino e de pequenos ruminantes.<\/p>\n<p>Acordos comerciais podem redesenhar fluxos de exporta\u00e7\u00e3o<br \/>\nNo com\u00e9rcio internacional, novos acordos podem abrir oportunidades para os latic\u00ednios europeus. Tratados em negocia\u00e7\u00e3o ou em fase final com M\u00e9xico e Mercosul preveem maior acesso para queijos e leite em p\u00f3 da UE, o que pode ajudar a compensar perdas em mercados mais tradicionais, como os Estados Unidos, onde tarifas adicionais amea\u00e7am reduzir a competitividade dos produtos europeus.<\/p>\n<p>Apesar das incertezas, o relat\u00f3rio indica que o setor l\u00e1cteo da Uni\u00e3o Europeia segue resiliente, por\u00e9m cada vez mais dependente de decis\u00f5es estrat\u00e9gicas relacionadas \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o do leite, \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria e \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o de mercados. (Milkpoint - As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o traduzidas do USDA)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><i><b>NO RADAR<\/b><br \/>\nO Brasil fechou 2025 com recorde na s\u00e9rie hist\u00f3rica de registros concedidos a bioinsumos. Conforme balan\u00e7o divulgado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, foram 162 no ano passado. Entram na rela\u00e7\u00e3o dessa categoria produtos formulados biol\u00f3gicos, microbiol\u00f3gicos, bioqu\u00edmicos, extratos vegetais, reguladores de crescimento e semioqu\u00edmicos (subst\u00e2ncias qu\u00edmicas produzidas por seres vivos). (Zero Hora)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de janeiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.546 Nota eletr\u00f4nica passa a ser obrigat\u00f3ria para todos os produtores rurais do Estado a partir desta <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/01\/05\/05-01-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/01\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18514","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18514","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18514"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18514\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18560,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18514\/revisions\/18560"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18514"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18514"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18514"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}