{"id":1849,"date":"2018-01-17T16:57:04","date_gmt":"2018-01-17T16:57:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/17\/17-01-2018\/"},"modified":"2018-01-17T16:57:04","modified_gmt":"2018-01-17T16:57:04","slug":"17-01-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/17\/17-01-2018\/","title":{"rendered":"17\/01\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de janeiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.657<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Am\u00e9rica Latina \u00e9 mercado potencial no segmento de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Segundo o estudo 'Dairy in Latin America', da consultoria Euromonitor International, o consumo de l\u00e1cteos na Am\u00e9rica Latina est\u00e1 significantemente atr\u00e1s de outras regi\u00f5es do globo. Com um consumo per capita de US$ 99, a popula\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Latina gasta menos que a metade que a Europa Ocidental e Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n<p> Segundo a gerente de pesquisa de alimentos embalados da Euromonitor International, Pinar Hosaf\u00e7i, embora os leites e queijos fa\u00e7am parte da alimenta\u00e7\u00e3o dos latino-americanos, a maioria dos pa\u00edses, particularmente nas \u00e1reas rurais, consomem os l\u00e1cteos no formato artesanal ou n\u00e3o industrializado. \"Isto apresenta tanto desafios quanto oportunidades para a ind\u00fastria de alimentos embalados. A conveni\u00eancia e a uma vida \u00fatil mais prolongada nas prateleiras s\u00e3o incentivos para os consumidores fazerem a troca pelos produtos industrializados. Contudo, as condi\u00e7\u00f5es macroecon\u00f4micas dif\u00edceis colocam press\u00e3o nos custos e aumentam os desafios para as vers\u00f5es embaladas dos produtos\", comenta Hosaf\u00e7i.<\/p>\n<p> Movimentando US$ 25 bilh\u00f5es no varejo, o Brasil \u00e9 o pa\u00eds l\u00edder na Am\u00e9rica Latina em rela\u00e7\u00e3o ao consumo de l\u00e1cteos, segundo dados da Euromonitor International. O mercado de l\u00e1cteos brasileiro \u00e9 ditado pelo consumo de leite, que representou 40% das vendas no varejo em 2017. Diferentemente do Brasil, o queijo \u00e9 o produto l\u00e1cteo mais consumido no M\u00e9xico, Argentina, Chile e Col\u00f4mbia. No M\u00e9xico, as vendas de queijos ultrapassaram \u00e0s de leite em 2013.<\/p>\n<p> \"Ao contr\u00e1rio dos mercados da Europa Ocidental e do Norte da \u00c1frica, onde as marcas pr\u00f3prias representam grande parte das vendas, o segmento l\u00e1cteo na Am\u00e9rica Latina continua bastante fragmentado, sendo que as marcas pr\u00f3prias quase n\u00e3o possuem presen\u00e7a na regi\u00e3o. No Brasil, um ter\u00e7o do mercado \u00e9 dominado por pequenas empresas. Isso \u00e9 quase o mesmo que as cinco maiores marcas representam. Contudo, consolida\u00e7\u00e3o est\u00e1 se tornando algo mais pronunciado, particularmente no Chile e Col\u00f4mbia\", comenta Hosaf\u00e7i. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Revista News)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o catarinense de leite aumenta 82% em dez anos<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite vem numa crescente em Santa Catarina. Em dez anos, o estado ampliou em 82% a sua capacidade produtiva, chegando a 3,1 bilh\u00f5es de litros produzidos em 2016. No mesmo per\u00edodo, a produ\u00e7\u00e3o brasileira aumentou em 32%. As expectativas s\u00e3o de um crescimento ainda maior para os pr\u00f3ximos anos, focado principalmente no mercado externo.<\/p>\n<p> De 2006 a 2016, Santa Catarina saltou de 1,7 bilh\u00e3o de litros produzidos para 3,1 bilh\u00e3o de litros - fazendo do estado o quarto maior produtor nacional de leite. E as estimativas do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agr\u00edcola (Epagri\/Cepa) j\u00e1 apontam para uma produ\u00e7\u00e3o ainda maior em 2017 - o estado pode ter produzido 3,4 bilh\u00f5es de litros e o pa\u00eds a 35 bilh\u00f5es de litros de leite.<\/p>\n<p> O leite \u00e9 a atividade agropecu\u00e1ria que mais cresce em Santa Catarina e envolve 45 mil produtores em diversos munic\u00edpios do estado. A grande bacia leiteira catarinense \u00e9 a regi\u00e3o Oeste, que responde por 75% de todo leite produzido - quase 2,4 bilh\u00f5es de litros. \"O setor leiteiro \u00e9 um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transforma\u00e7\u00f5es, com o investimento em pastagens, tecnologias e gen\u00e9tica. Ainda temos muitos desafios pela frente para que o nosso leite seja competitivo para exporta\u00e7\u00e3o\", ressalta o secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o catarinense \u00e9 bem maior do que o consumo estadual, mais da metade da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 destinada ao abastecimento de outros estados. A tend\u00eancia \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o estadual continue crescendo nos pr\u00f3ximos anos, o que deve aumentar a participa\u00e7\u00e3o estadual no mercado interno e ampliar as possibilidades de o estado alcan\u00e7ar tamb\u00e9m o mercado externo.<\/p>\n<p> Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o<br \/> O leite \u00e9 o terceiro produto no ranking de Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) da agropecu\u00e1ria catarinense. O faturamento do setor passou de R$ 3,5 bilh\u00f5es em 2017 e representa 13% de toda receita do agroneg\u00f3cio catarinense.<\/p>\n<p> Lembrando que o Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria n\u00e3o considera o faturamento com os insumos agr\u00edcolas, transporte, agroind\u00fastrias e servi\u00e7os. ( AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Com avan\u00e7o de 13% nas exporta\u00e7\u00f5es em 2017, super\u00e1vit do campo vai a US$ 82 bi<\/strong><\/p>\n<p> Puxadas pelos embarques de soja e carnes, as exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro cresceram 13% em 2017, para US$ 96 bilh\u00f5es. Apesar do avan\u00e7o, a participa\u00e7\u00e3o do setor nas vendas externas totais do Brasil caiu para 44,1% - havia sido de 45,9% no ano anterior. As importa\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio tamb\u00e9m cresceram, 3,9% para US$ 14,1 bilh\u00f5es no per\u00edodo. Mas isso n\u00e3o impediu um novo aumento do super\u00e1vit setorial, que subiu 14,8% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, para US$ 81,8 bilh\u00f5es, o segundo maior da hist\u00f3ria, de acordo com dados da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex\/Mdic), compilados pelo Minist\u00e9rio da Agricultura. A maior parte dos produtos da pauta de exporta\u00e7\u00f5es do setor teve crescimento nas vendas externas.\u00a0<\/p>\n<p> \"Temos espa\u00e7o no mercado mundial, mas queremos vender mais e bater nossa meta de aumentar de 7% para 10% a participa\u00e7\u00e3o dos produtos do agroneg\u00f3cio no com\u00e9rcio internacional de alimentos\", disse ontem o ministro Blairo Maggi, da Agricultura, ao divulgar os resultados da balan\u00e7a comercial em 2017. Para que as exporta\u00e7\u00f5es continuem a avan\u00e7ar, o ministro prometeu uma grande \"mobiliza\u00e7\u00e3o\" contra a aprova\u00e7\u00e3o no Congresso da Proposta de Emenda Constitucional 37\/2007, que prev\u00ea o fim da Lei Kandir, que desde 1996 concede isen\u00e7\u00f5es de ICMS a exporta\u00e7\u00f5es de commodities agr\u00edcolas. \"<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2598\" style=\"width: 755px; height: 241px;\" \/><\/p>\n<p> Se isso vier a cair (as isen\u00e7\u00f5es), automaticamente haver\u00e1 redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o de que o produtor n\u00e3o ter\u00e1 competitividade para continuar. \u00c9 uma amea\u00e7a muito grande, e o governo deve prestar aten\u00e7\u00e3o\", defendeu o ministro. Entre os itens mais exportados, mais uma vez o destaque foi o complexo soja (gr\u00e3o, farelo e \u00f3leo), cujas vendas externas cresceram 24,8%, para US$ 31,7 bilh\u00e3o em 2017. As exporta\u00e7\u00f5es de soja em gr\u00e3os bateram recorde, e subiram 33%, para US$ 25,7 bilh\u00f5es. Os embarques de carnes tamb\u00e9m tiveram alta relevante em 2017, de 8,9% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, para US$ 15,4 bilh\u00f5es, apesar da Carne Fraca - opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Federal, deflagrada em mar\u00e7o de 2017, que revelou um esquema de corrup\u00e7\u00e3o entre fiscais agropecu\u00e1rios do Minist\u00e9rio da Agricultura e frigor\u00edficos.\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">O destaque foi a carne de frango, cujos embarques representaram 46% de todas as exporta\u00e7\u00f5es de carnes em 2017, com alta de 5,5% nas receitas externas, para US$ 7,1 bilh\u00f5es. As exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina aumentaram 13,7% para US$ 6 bilh\u00f5es. E as de carne su\u00edna subiram 9,7% para US$ 1,6 bilh\u00e3o, um recorde hist\u00f3rico. As vendas externas de milho tamb\u00e9m foram recorde. Somaram US$ 4,5 bilh\u00f5es, com alta de 25% sobre o ano de 2016. No caso dos produtos florestais, as exporta\u00e7\u00f5es subiram 12,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, para US$ 11,5 bilh\u00f5es. J\u00e1 as vendas externas do segmento sucroalcooleiro (a\u00e7\u00facar e etanol) avan\u00e7aram 7,8%, para US$ 12,2 bilh\u00f5es. Durante a divulga\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros ontem, Maggi revelou que o Minist\u00e9rio da Agricultura pode solicitar em breve \u00e0 C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Camex) que retire a taxa\u00e7\u00e3o sobre o etanol importado, que exceder a cota de 600 milh\u00f5es de litros por ano sem tarifa. A declara\u00e7\u00e3o derrubou as cota\u00e7\u00f5es do a\u00e7\u00facar em Nova York (ver acima). Uma fonte do governo admitiu que a decis\u00e3o \u00e9 um aceno para que os Estados Unidos -- principal origem do biocombust\u00edvel importado pelo Brasil -- volte a importar carne bovina in natura brasileira. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Para o fim do m\u00eas<br \/> Est\u00e1 prevista para 29 deste m\u00eas assinatura do termo de coopera\u00e7\u00e3o entre Secretaria da Agricultura e Conselho Regional de Medicina Veterin\u00e1ria do Estado (CRMV-RS) para aplicar a lei que permite a inspe\u00e7\u00e3o privada de ind\u00fastrias de origem animal. A secretaria aguarda ainda aguarda documenta\u00e7\u00e3o do CRMV-RS. O texto do termo de coopera\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi analisado pela entidade. - Depois da assinatura, come\u00e7aremos as a\u00e7\u00f5es, com curso de qualifica\u00e7\u00e3o profissional - afirma Air Fagundes, presidente do CRMV-RS. O ato ocorrer\u00e1 ap\u00f3s retorno do secret\u00e1rio Ernani Polo, que est\u00e1 de f\u00e9rias. A expectativa \u00e9 de que a partir de mar\u00e7o seja poss\u00edvel estar com o novo modelo de inspe\u00e7\u00e3o rodando. (Zero Hora)\u00a0<\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de janeiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.657 \u00a0 Am\u00e9rica Latina \u00e9 mercado potencial no segmento de l\u00e1cteos Segundo o estudo 'Dairy in Latin America', da consultoria Euromonitor International, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/17\/17-01-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/01\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1849","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1849","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1849"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1849\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1849"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1849"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1849"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}