{"id":1842,"date":"2018-01-10T17:17:11","date_gmt":"2018-01-10T17:17:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/10\/10-01-2018\/"},"modified":"2018-01-10T17:17:11","modified_gmt":"2018-01-10T17:17:11","slug":"10-01-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/10\/10-01-2018\/","title":{"rendered":"10\/01\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de janeiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.652<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>SOMBRA PARA A PECU\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 de hoje que o carrapato tira o sono dos pecuaristas ga\u00fachos. Mas o crescimento da resist\u00eancia aos produtos usados e a falta de frio no inverno est\u00e3o criando ambiente ainda mais prop\u00edcio para o desenvolvimento do parasita. E aumentam a press\u00e3o por solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> - Nos \u00faltimos 20 anos, as drogas lan\u00e7adas est\u00e3o falhando, e n\u00e3o temos tido mais invernos como no passado. O pecuarista est\u00e1 vivendo com o problema de ter muito carrapato no campo e n\u00e3o ter produto para combater - afirma Ivo Kohek Junior, coordenador do servi\u00e7os de doen\u00e7as parasit\u00e1rias da Secretaria da Agricultura e do grupo t\u00e9cnico de carrapato e tristeza parasit\u00e1ria.<\/p>\n<p> O carrapato pode causar a tristeza parasit\u00e1ria, principal causa de morte no rebanho bovino do Estado - as estimativas s\u00e3o de cem mil animais por ano. E h\u00e1 os preju\u00edzos econ\u00f4micos: mais de R$ 350 milh\u00f5es. - Isso est\u00e1 inviabilizando a pecu\u00e1ria do Rio Grande do Sul - lamenta Paulo Concei\u00e7\u00e3o, com propriedade em Herval, no Sul.<\/p>\n<p> Uma das ferramentas que podem ajudar tem nome complicado. \u00c9 o biocarrapaticidograma, an\u00e1lise que permite saber qual produto tem maior efic\u00e1cia. Outra op\u00e7\u00e3o \u00e9 a premuni\u00e7\u00e3o - esp\u00e9cie de imuniza\u00e7\u00e3o, que ainda esbarra em dificuldades de industrializa\u00e7\u00e3o e no p\u00f3s-venda, afirma Kohek. (Zero hora)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Tecnologia coreana inovadora chega ao Brasil para auxiliar na expans\u00e3o da bovinocultura<\/strong><\/p>\n<p> Sensores inseridos em bio-c\u00e1psulas s\u00e3o a tend\u00eancia do mercado global que chega ao Brasil. O controle reprodutivo e sanit\u00e1rio dos rebanhos brasileiros passa a contar com uma nova e avan\u00e7ada tecnologia origin\u00e1ria da Coreia do Sul. Sensores inseridos em bio-c\u00e1psulas s\u00e3o a tend\u00eancia do mercado global que chega ao Brasil. A fazenda Santa Rita, localizada no interior de Erval Velho, no meio oeste catarinense, foi a segunda propriedade a ter essa tecnologia no Pa\u00eds.\u00a0<\/p>\n<p> Vinte bovinos de corte da ra\u00e7a Red Angus receberam a bio-c\u00e1psula e ser\u00e3o permanentemente monitorados tanto pelo produtor quanto pela empresa Live Care, que desenvolveu a tecnologia. O propriet\u00e1rio da fazenda e presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Santa Catarina (FAESC) Jos\u00e9 Zeferino Pedrozo considera que os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos s\u00e3o excelentes suportes para o desenvolvimento da bovinocultura, assim como de outras cadeias produtivas.<\/p>\n<p> As bio-c\u00e1psulas s\u00e3o inseridas por via oral no est\u00f4mago dos ruminantes e capturam dados de temperatura do corpo, ciclos di\u00e1rios de l\u00edquido. \"Esses dados s\u00e3o enviados para uma caixa de coleta em tempo real, ou seja, o produtor consegue acessar essas informa\u00e7\u00f5es em qualquer lugar por meio da web ou do aplicativo\", explica o respons\u00e1vel pela Live Care no Brasil.<\/p>\n<p> Os dados s\u00e3o atualizados mais de 300 vezes ao dia, permitindo que o criador compreenda melhor o tempo de insemina\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o cio al\u00e9m de auxiliar na preven\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis acidentes de parto. O servi\u00e7o, disponibilizado pela Live Care em v\u00e1rios pa\u00edses, envia notifica\u00e7\u00f5es por meio de um alarme ou mensagem quando identifica alguma anormalidade.<\/p>\n<p> O produto utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o das bio-c\u00e1psulas \u00e9 proveniente da cana de a\u00e7\u00facar, n\u00e3o \u00e9 t\u00f3xico e permanece no est\u00f4mago do animal de seis a sete anos com total seguran\u00e7a. \"Foram mais de tr\u00eas anos de pesquisa e desenvolvimento com mais de tr\u00eas milh\u00f5es de dados comparativos, garantindo um alto n\u00edvel de confiabilidade e detecta a anomalia de imediato, evitando poss\u00edveis epidemias no rebanho com total controle dos animais\", complementa o diretor.<\/p>\n<p> O sistema chegou recentemente ao Brasil e encontra-se em per\u00edodo de teste em apenas duas propriedades. \"Ainda n\u00e3o temos como mensurar quais recursos ser\u00e3o necess\u00e1rias, isso varia de acordo com a realidade de cada propriedade, mas os investimentos feitos s\u00e3o por mensalidade justamente para facilitar o acesso aos produtores rurais\", observa diretor da Live Care.\u00a0<\/p>\n<p> Pedrozo avalia que os dados emitidos pelo sistema s\u00e3o par\u00e2metros importantes para o monitoramento da sa\u00fade e da reprodu\u00e7\u00e3o do rebanho. O presidente ressalta que em territ\u00f3rio barriga-verde, de acordo com dados da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (CIDASC), a bovinocultura est\u00e1 presente em 291 munic\u00edpios (98,6% do total).\u00a0<\/p>\n<p> O rebanho distribui-se em 78.729 produtores, dos quais 35.713 (45,36%) com finalidade comercial e 43.016 (54,64%) sem finalidade comercial. Embora o Estado seja mais conhecido pela produ\u00e7\u00e3o de leite do que de carne, h\u00e1 predom\u00ednio de animais de corte: 51,4% possuem aptid\u00e3o para corte, 34,7% aptid\u00e3o para leite, 13,75% aptid\u00e3o mista. \"O acesso a essas informa\u00e7\u00f5es representa redu\u00e7\u00e3o de perdas e retorno positivo aos produtores rurais. As novas tecnologias surgem como propulsoras do agroneg\u00f3cio\", finaliza. (FAESC)<\/p>\n<p> \u00a0<br \/> <strong>Poder de compra do leite continua em recupera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> Pre\u00e7os\/Uruguai - O percentual de aumento no pre\u00e7o do leite ao produtor foi decisivo para que o poder de compra do leite esteja se recuperando nos \u00faltimos 12 meses, segundo o Instituto Nacional do Leite (Inale). No outro prato da balan\u00e7a, os custos aumentaram menos. A baixa ocorreu no pre\u00e7o dos concentrados que os produtores fornecem para as vacas como suplementa\u00e7\u00e3o alimentar, mas, tamb\u00e9m na m\u00e3o de obra assalariada, no pre\u00e7o das sementes e dos fertilizantes, e na contrata\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas.<\/p>\n<p> Indicadores chaves<br \/> - Poder de compra - Em pesos, cresceu 2% em novembro, em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2016<\/p>\n<p> - Pre\u00e7o do leite - Em pesos, aumentou 6% em novembro, em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2016<\/p>\n<p> - Custos de produ\u00e7\u00e3o - Em pesos, aumentaram em novembro, em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2016<\/p>\n<p> - Em 12 meses - Em novembro de 2017, o poder de compra do leite teve incremento de 4% com o aumento de 7% no pre\u00e7o do leite ao produtor, e custo menor, 3%. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Seca na Nova Zel\u00e2ndia - Ajuda para o setor l\u00e1cteo da Argentina?<br \/> Leite\/AR - N\u00e3o apenas os produtores de gr\u00e3os da Argentina est\u00e3o temerosos com o impacto da seca: o fen\u00f4meno tamb\u00e9m est\u00e1 presente na Nova Zel\u00e2ndia, um dos principais produtores mundiais de leite, o que, em princ\u00edpio, pode significar boas not\u00edcias para os produtores de leite e a ind\u00fastria da Argentina. Segundo um artigo da imprensa italiana, divulgado pelo Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (Ocla), a multinacional Fonterra, que regularmente realiza leil\u00f5es nos quais se estabelece o pre\u00e7o mundial de refer\u00eancia para os l\u00e1cteos, revisou para menos as expectativas de produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia. Nestas circunst\u00e2ncias, espera-se que a cota\u00e7\u00e3o internacional do leite em p\u00f3 aumente, diante de uma redu\u00e7\u00e3o da oferta. Contexto: Na primeira metade da temporada, de junho a novembro, a produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia cresceu 1,85%; agora a Fonterra prev\u00ea redu\u00e7\u00e3o de 3%, devido \u00e0s atuais condi\u00e7\u00f5es de seca que afeta, negativamente, a qualidade dos pastos.\"Na primeira semana de 2018, os pre\u00e7os do leite em p\u00f3 integral se fortaleceram, revertendo a fraca tend\u00eancia de pre\u00e7os do final de 2017. O aumento reflete as proje\u00e7\u00f5es da Fonterra de menor produ\u00e7\u00e3o de leite e o an\u00fancio de menor oferta de leite em p\u00f3 integral\", diz a Ocla. (Agrovoz - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de janeiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.652 \u00a0 SOMBRA PARA A PECU\u00c1RIA N\u00e3o \u00e9 de hoje que o carrapato tira o sono dos pecuaristas ga\u00fachos. 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