{"id":1841,"date":"2018-01-09T17:20:16","date_gmt":"2018-01-09T17:20:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/09\/09-01-2018\/"},"modified":"2018-01-09T17:20:16","modified_gmt":"2018-01-09T17:20:16","slug":"09-01-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/09\/09-01-2018\/","title":{"rendered":"09\/01\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 09 de janeiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.651<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA - Os volumes exportados foram os maiores em mais de um ano<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Exporta\u00e7\u00f5es\/EUA - Dados do com\u00e9rcio mostram recorde de vendas de soro, fortes vendas de queijo e leite em p\u00f3, e melhora no volume de manteiga. Foram embarcadas 173.269 toneladas de leite em p\u00f3, queijos, manteiga, soro de leite e lactose, em novembro, 6% a mais que um ano atr\u00e1s e foi o maior volume desde outubro de 2016. Em valores as exporta\u00e7\u00f5es norte-americanas subiram 8%, atingindo US$ 474 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de soro de leite foram recordes, 50.590 toneladas, crescimento de 10% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. As vendas para o Sudeste Asi\u00e1tico (+22%) e para a China foram as mais altas do ano, embora o total para os chineses tenha sido t\u00edmido em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado (-7%). Os embarques para a Cor\u00e9ia do Sul (+34%), e Jap\u00e3o (+78%) tamb\u00e9m foram fortes.<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2586\" style=\"width: 554px; height: 268px;\" \/><\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de soro modificado subiram 18% em novembro (impulsionadas pelas fortes vendas para a China), enquanto os embarques de soro de leite em p\u00f3 que subiram 15% (com destino ao Sudeste Asi\u00e1tico e tamb\u00e9m China). A exporta\u00e7\u00e3o de WPC (Prote\u00edna Concentrada de Soro) aumentou 7% (gra\u00e7as \u00e0s vendas para o Sudeste Asi\u00e1tico). A WPI (Prote\u00edna Isolada de Soro) foi destinada \u00e0s vendas recordes para o Jap\u00e3o, embora tenham ca\u00eddo as remessas para a China, Canad\u00e1, e Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de queijo totalizaram 29.284 toneladas em novembro, 17% a mais que no ano anterior. Embarques para a Austr\u00e1lia triplicaram em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, em volume e as vendas tanto para o MENA (Oriente M\u00e9dio\/Norte da \u00c1frica, sigla em ingl\u00eas) e Sudeste Asi\u00e1tico mais que dobraram. Enquanto isso, as exporta\u00e7\u00f5es para o M\u00e9xico e Cor\u00e9ia do Sul ficaram est\u00e1veis, e o Jap\u00e3o apresentou o 10\u00ba m\u00eas de baixa.<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2587\" \/><\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de NDM\/SMP (leite seco desengordurado\/leite em p\u00f3 desnatado) atingiram 55.044 toneladas, o maior volume desde maio, ainda que tenha ficado 1% abaixo do forte volume de um ano atr\u00e1s. Em novembro, as vendas para o Paquist\u00e3o cresceram quase quatro vezes e os embarques para a regi\u00e3o do MENA mais que dobraram em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. As exporta\u00e7\u00f5es para o M\u00e9xico e China tamb\u00e9m foram altas. No entanto, os carregamentos para o Sudeste da \u00c1sia _ Filipinas e Vietn\u00e3, em particular - despencaram 26% na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de manteiga chegaram a 3.590 toneladas em novembro, eleva\u00e7\u00e3o de 39% e o maior volume em quase dois anos. Os carregamentos para a regi\u00e3o do MENA (mais, Ar\u00e1bia Saudita, Egito e Marrocos) foram quase o triplo do volume de um ano atr\u00e1s. As vendas para o M\u00e9xico tamb\u00e9m foram elevadas.<\/p>\n<p> A exporta\u00e7\u00e3o de lactose permaneceu est\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o mensal. Os volumes em novembro ca\u00edram bastante em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, quando as vendas para o Sudeste Asi\u00e1tico tinham sido muito grandes, para compensar o decl\u00ednio dos embarques da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de leite fluido\/creme ca\u00edram 38% em novembro, com a brusca queda de vendas para o Canad\u00e1 (-82%). No quarto trimestre de 2016 as vendas foram mais de 20.000 litros, volume que nem chegou perto em 2017. Ocorreu o oposto com os embarques para o M\u00e9xico, que cresceram 72%. Em termos de s\u00f3lidos totais do leite, as exporta\u00e7\u00f5es norte-americanas foram equivalentes a 16,1% da produ\u00e7\u00e3o de leite do pa\u00eds em novembro, o maior percentual desde outubro de 2016. As importa\u00e7\u00f5es foram equivalentes a 3,5% da produ\u00e7\u00e3o, e, as exporta\u00e7\u00f5es nos primeiros 11 meses de 2017 representaram 14,5% dos s\u00f3lidos totais produzidos. (Usdec - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Argentina: pequenas e m\u00e9dias empresas de l\u00e1cteos desenvolvem sua pr\u00f3pria marca<\/strong><\/p>\n<p> A Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas e M\u00e9dias Empresas de L\u00e1cteos da Argentina (Apymel) registrou a marca Argendairy - que est\u00e3o desenvolvendo - e na qual diferentes empresas participar\u00e3o para melhorar os custos e ganhar ou consolidar mercados.<\/p>\n<p> A oportunidade de expandir a demanda \u00e9 apresentada pelo retorno da Argentina ao sistema de prefer\u00eancias dos Estados Unidos, que beneficia 500 produtos, incluindo queijos. At\u00e9 agora, os queijos argentinos tinham uma cota de 6 toneladas com tarifas preferenciais para exportar para os Estados Unidos. Com a reentrada no Sistema de Prefer\u00eancias Generalizadas (GSP) s\u00e3o 8 mil toneladas. \"As possibilidades est\u00e3o se ampliando e isso sempre \u00e9 bom; h\u00e1 algumas poucas pequenas e m\u00e9dias empresas produtoras que enviam queijos duros\", disse Javier Baudino, da Apymel.<\/p>\n<p> Com a Argendairy, a associa\u00e7\u00e3o, que re\u00fane 160 empresas que processam cerca de 5 milh\u00f5es de litros de leite por dia, est\u00e1 empenhada em consolidar a exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos. \"Vamos armar um cont\u00eainer com queijos, doce de leite e alguns outros produtos e ganhar competitividade dessa maneira\", disse o membro da Apymel.<\/p>\n<p> A marca j\u00e1 tem uma hist\u00f3ria, porque h\u00e1 v\u00e1rios anos come\u00e7ou a desenvolver um cluster na prov\u00edncia de Buenos Aires, mas depois n\u00e3o avan\u00e7ou. O objetivo agora \u00e9 integrar empresas de todo o pa\u00eds, n\u00e3o haver\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de tamanho, mas o cumprimento dos requisitos legais, como os regulamentos do C\u00f3digo Alimentar Argentino e as especifica\u00e7\u00f5es do Senasa.<\/p>\n<p> Baudino descreveu que eles visar\u00e3o, al\u00e9m dos Estados Unidos, basicamente o Brasil, o Chile e, em menor medida, o Peru. \"S\u00e3o mercados interessantes com pre\u00e7os que podem ser convenientes\", disse ele.<\/p>\n<p> Os produtos com as melhores possibilidades de exporta\u00e7\u00e3o s\u00e3o os queijos duros (os mais suaves possuem mais exig\u00eancias de conserva\u00e7\u00e3o e log\u00edstica) e o doce de leite. Enquanto isso, no pa\u00eds existem muito poucas pequenas e m\u00e9dias empresas que produzem manteiga e est\u00e3o concentradas no mercado interno.<\/p>\n<p> O mapa argentino dos produtores de leite \u00e9 controlado em cerca de 60% por tr\u00eas empresas que processam entre 1,5 milh\u00f5es e quatro milh\u00f5es de litros de leite por dia. Sete administram entre 500.000 e um milh\u00e3o de litros e 25% s\u00e3o de m\u00e9dio a grande porte. O resto (entre 10% e 15%) s\u00e3o as pequenas e m\u00e9dias empresas.<\/p>\n<p> Baudino descreveu que, devido aos problemas que enfrenta, a Sancor deixou espa\u00e7os nas g\u00f4ndolas que permitiram o crescimento de v\u00e1rias pequenas e m\u00e9dias empresas no interior, especialmente na \u00e1rea de queijos duros. \"N\u00e3o estamos falando de substituir, porque eles s\u00e3o tamanhos muito diferentes e carteiras de produtos distintas, mas existem empresas que atingiram uma relev\u00e2ncia importante.\"<\/p>\n<p> Ele descreveu que os queijos duros das pequenas e m\u00e9dias empresas t\u00eam nichos de mercado, mas os seis meses de matura\u00e7\u00e3o que eles exigem s\u00e3o financiados com seus pr\u00f3prios fundos e isso geralmente \u00e9 um problema para algumas empresas. \"As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos argentinos s\u00e3o excedentes que s\u00e3o enviados para sustentar o mercado interno. Com uma rentabilidade aceit\u00e1vel, podemos continuar evoluindo, porque hoje h\u00e1 mais volume de produ\u00e7\u00e3o do que consumo, o que gerou uma perda de 20% do pre\u00e7o de f\u00e1brica e causou quebras\".\u00a0<\/p>\n<p> Como exemplo, ele ressaltou que a tonelada de leite em p\u00f3 caiu de US$ 3.500 para US$ 2.800. \"Os pre\u00e7os caem em d\u00f3lares e os nossos custos internos aumentam em d\u00f3lares, ao qual \u00e9 adicionada uma taxa de c\u00e2mbio n\u00e3o competitiva\", afirmou. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do La Naci\u00f3n, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><strong>Volatilidade\/Uruguai <\/strong>-\u00a0<\/span><strong>Previs\u00e3o de \"alta volatilidade\" no mercado de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> T\u00e9cnica da Opypa aconselha \"se preparar para gerir riscos\". Por enquanto n\u00e3o se espera grandes mudan\u00e7as nos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos em 2018.<\/p>\n<p> \"Altos n\u00edveis de volatilidade\" e pre\u00e7os que n\u00e3o voltar\u00e3o aos n\u00edveis do boom de 2014 obrigam a cadeia l\u00e1ctea a \"se preparar para gerir riscos\". Esta \u00e9 a principal conclus\u00e3o do trabalho Cadena l\u00e1ctea: situaci\u00f3n y perspectivas, de Natalia Barboza Bacci, publicado no Anu\u00e1rio 2017 do Departamento de Pol\u00edtica Agropecu\u00e1ria (Opypa, sigla em espanhol) do Minist\u00e9rio da Pecu\u00e1ria, Agricultura e Pesca (MGAP) do Uruguai.\u00a0<\/p>\n<p> Em suas considera\u00e7\u00f5es finais sobre desafios e perspectivas, a economista destacou que \"os pre\u00e7os internacionais se recuperaram depois de tr\u00eas anos com valores muito baixos\", e \"a produ\u00e7\u00e3o local responde de maneira positiva a este sinal do mercado internacional\".\u00a0\u00a0<\/p>\n<p> Barboza Bacci lembrou que a capta\u00e7\u00e3o de leite pelas ind\u00fastrias crescer\u00e1 em torno de 6,5% em 2017, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, o que coincide com os n\u00fameros do Inale.<\/p>\n<p> D\u00edvidas e produ\u00e7\u00e3o<br \/> Sem d\u00favida, \"a margem positiva atual ao n\u00edvel dos produtores \u00e9 insuficiente para compensar os dois anos passados de margens negativas. Em particular, existem dificuldades para cumprir com o pagamento de d\u00edvidas, ainda que o n\u00famero de inadimplentes da cadeia prim\u00e1ria ainda seja baixo: 3% dos cr\u00e9ditos totais se encontravam vencidos em setembro de 2017\".<\/p>\n<p> A t\u00e9cnica da Opypa garantiu que \"ao n\u00edvel industrial, a situa\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas de algumas empresas \u00e9 preocupante, e 16% dos cr\u00e9ditos totais estavam em atraso no m\u00eas de setembro de 2017\". Por outro lado, Barboza Bacci assegurou que \"o mercado internacional se encontra equilibrado e n\u00e3o s\u00e3o esperadas grandes mudan\u00e7as nos n\u00edveis de pre\u00e7os em 2018\". Quanto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite dos principais atores, a tend\u00eancia de 2017 foi de crescimento, em rela\u00e7\u00e3o a 2016; Nova Zel\u00e2ndia (+0,5%); Austr\u00e1lia (+3%); Uni\u00e3o Europeia (+0,6%); e Estados Unidos, 1,7%. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>PIB do agroneg\u00f3cio\u00a0<\/em><\/div>\n<div><em>O ano de 2018 j\u00e1 come\u00e7a com um grande desafio para o setor do agroneg\u00f3cio brasileiro: aproximar-se, mesmo que de forma t\u00edmida, dos resultados obtidos em 2017. Em meio a uma economia ainda caducante, o PIB do setor acumula nos tr\u00eas primeiros trimestres do ano passado alta de 14,5%. Para este ano, no entanto, as previs\u00f5es de mercado s\u00e3o de um desempenho entre 0,5% e 2%. (Cerrado Rural)<\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de janeiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.651 \u00a0 EUA - Os volumes exportados foram os maiores em mais de um ano Exporta\u00e7\u00f5es\/EUA - Dados do com\u00e9rcio mostram recorde <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/09\/09-01-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/01\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1841","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1841","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1841"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1841\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1841"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1841"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1841"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}