{"id":1836,"date":"2018-01-03T19:08:02","date_gmt":"2018-01-03T19:08:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/03\/03-01-2018\/"},"modified":"2018-01-03T19:08:02","modified_gmt":"2018-01-03T19:08:02","slug":"03-01-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/03\/03-01-2018\/","title":{"rendered":"03\/01\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 03 de janeiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.647<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0<strong><span style=\"text-align: justify;\">Incerteza quanto a oferta provoca aumento no primeiro GDT do ano<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O primeiro leil\u00e3o GDT (Global Dairy Trade) do ano, realizado nesta ter\u00e7a-feira (02\/01), teve a maior alta no \u00edndice do pre\u00e7o m\u00e9dio desde junho, de 2,2% ante o \u00faltimo leil\u00e3o, com o pre\u00e7o m\u00e9dio das negocia\u00e7\u00f5es ficando em US$3.124\/tonelada.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Neste leil\u00e3o, o destaque positivo foi para os leites em p\u00f3, principais respons\u00e1veis pela eleva\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o m\u00e9dio - de 4,2% no integral (que fechou a US$2.886\/tonelada) e de 1,6% no desnatado (que teve pre\u00e7o m\u00e9dio de US$1.699\/tonelada).\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Entre as quedas, o leitelho em p\u00f3 caiu 7,3% e fechou a US$1.866\/tonelada, al\u00e9m dos queijos, com redu\u00e7\u00e3o de 2,1%, fechando a US$3.317\/tonelada, o menor valor desde outubro de 2016.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">De forma geral, essa recupera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os tem muito a ver com as incertezas clim\u00e1ticas na Nova Zel\u00e2ndia. O pa\u00eds continua sofrendo com baixos n\u00edveis de chuva, e neste leil\u00e3o, a Fonterra restringiu ainda mais a oferta de l\u00e1cteos, disponibilizando 25.710 toneladas, 3.882 toneladas a menos do que a quantia negociada no leil\u00e3o anterior. Tamb\u00e9m com receios quanto \u00e0 falta de produto, a demanda se mostrou interessada, adquirindo 25.400 toneladas, 99% do volume disponibilizado.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os volumes ainda est\u00e3o acima do que eram negociados h\u00e1 um ano - resultado das expectativas de uma safra maior - mas as incertezas quanto \u00e0s chuvas v\u00eam restringindo a oferta e a diferen\u00e7a vem caindo acentuadamente, especialmente no \u00faltimo m\u00eas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Dessa forma, os pre\u00e7os futuros do leite em p\u00f3 integral tiveram forte valoriza\u00e7\u00e3o em todos os contratos, atingindo mais de 5% de alta nos contratos mais long\u00ednquos, em um momento de forte especula\u00e7\u00e3o por conta dos receios clim\u00e1ticos apresentados. (GDT\/Milkpoint)<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2574\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Renovada a confian\u00e7a no mercado dom\u00e9stico<\/strong><\/p>\n<p> Ap\u00f3s quase tr\u00eas anos deprimido pela mais grave recess\u00e3o econ\u00f4mica da hist\u00f3ria do Brasil, o mercado dom\u00e9stico voltar\u00e1 a sorrir para o campo em 2018. A retomada do crescimento j\u00e1 come\u00e7ou a ter reflexos positivos sobre o consumo de produtos de maior valor agregado, como carnes, e a expectativa \u00e9 que essa tend\u00eancia se consolide e devolva \u00e0s vendas internas a import\u00e2ncia que tiveram para o avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio nacional da segunda metade da d\u00e9cada passada at\u00e9 2014.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2577\" style=\"height: 714px; width: 700px;\" \/><br \/> \u00a0<br \/> No estudo \"Perspectivas para o agroneg\u00f3cio brasileiro - 2018\", assinado pelos analistas Adolfo Fontes, Andres Padilla, Andy Duff, Fernando Gomes, Guilheme Morya, Matheus Almeida, Maur\u00edcio Oreng, Renato Rasmussen (hoje na FCStone) e Victo Ikeda, o banco holand\u00eas Rabobank apresenta dados e proje\u00e7\u00f5es que, entre outros aspectos, confirmam esse cen\u00e1rio. E mostram que esse maior otimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda interna n\u00e3o se restringe \u00e0s carnes e, consequentemente aos gr\u00e3os, b\u00e1sicos para a fabrica\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00f5es. Produtores de etanol, caf\u00e9, algod\u00e3o e leite, al\u00e9m de companhias de insumos, tamb\u00e9m t\u00eam motivos para renovar suas apostas no Brasil.<\/p>\n<p> \"\u00c9 claro que h\u00e1 muita incerteza, mas a atividade econ\u00f4mica est\u00e1 reagindo de forma positiva no pa\u00eds\", diz Mauricio Oreng, que \u00e9 o economista-chefe do Rabobank no pa\u00eds. No estudo, a institui\u00e7\u00e3o destaca que \"um cen\u00e1rio pol\u00edtico e eleitoral que indique a continuidade de uma pol\u00edtica econ\u00f4mica s\u00f3lida, com foco na responsabilidade fiscal e em reformas estruturais, poder\u00e1 contribuir para uma recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida\". E ressalva que a posterga\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia para depois das elei\u00e7\u00f5es poder\u00e1 adiar a retomada dos investimentos e, claro, prejudicar a conjuntura como um todo.<\/p>\n<p> Poucas cadeias produtivas esperam tanto por uma mar\u00e9 mais favor\u00e1vel quanto a de prote\u00ednas animais. Al\u00e9m da retra\u00e7\u00e3o do consumo dom\u00e9stico, marcante entre 2015 e o come\u00e7o do terceiro trimestre de 2017, o segmento sofreu no ano passado com a Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca e a dela\u00e7\u00e3o dos irm\u00e3os Batista, controladores da gigante JBS, mas o horizonte agora \u00e9 promissor. \"A cadeia de prote\u00edna animal reage muito rapidamente \u00e0 economia, e s\u00e3o positivas as proje\u00e7\u00f5es para o consumo interno em 2018\", afirma Adolfo Fontes.<\/p>\n<p> Nos c\u00e1lculos do analista, se nada atrapalhar demais a retomada da economia o potencial de recupera\u00e7\u00e3o do consumo de carne bovina no pa\u00eds \u00e9 de 4 quilos per capita nos pr\u00f3ximos dois anos. Como para as exporta\u00e7\u00f5es Fontes projeta volatilidade elevada em um ambiente de riscos de restri\u00e7\u00f5es no mercado internacional, a confirma\u00e7\u00e3o dessa tend\u00eancia ser\u00e1 ainda mais importante para os frigor\u00edficos. Para as carnes de frango e su\u00edna, as previs\u00f5es tamb\u00e9m apontam um mercado dom\u00e9stico mais pujante.<\/p>\n<p> Essa pujan\u00e7a, real\u00e7a Victor Ikeda, ser\u00e1 fundamental para enxugar um pouco os fartos estoques de milho depois da colheita recorde do ano passado - o gr\u00e3o \u00e9 o principal componente das ra\u00e7\u00f5es de aves e su\u00ednos - e ter\u00e1 reflexos positivos tamb\u00e9m no mercado de soja. Mas, ainda assim, a oferta desses que s\u00e3o os principais gr\u00e3os cultivados no pa\u00eds seguir\u00e1 ampla, uma vez que a safra 2017\/18 tende a ser tamb\u00e9m robusta, e, para absorv\u00ea-la, ser\u00e1 preciso que as perspectivas de aquecimento da demanda no exterior em consequ\u00eancia da acelera\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico mundial se confirmem.<\/p>\n<p> Levando em considera\u00e7\u00e3o que esse horizonte de fato prevale\u00e7a, Matheus Almeida prev\u00ea que a \u00e1rea plantada de soja, sobretudo - e com a ajuda do aumento da mistura de biodiesel no diesel -, continuar\u00e1 a aumentar na temporada que come\u00e7ar\u00e1 a ser semeada no terceiro trimestre e puxar\u00e1 a demanda por insumos como fertilizantes e defensivos. Para os defensivos, a tend\u00eancia poder\u00e1 acelerar a redu\u00e7\u00e3o de estoques, que permaneceram em patamares particularmente altos em 2017 e prejudicaram os resultados das companhias do ramo.<\/p>\n<p> Mas n\u00e3o \u00e9 apenas a cadeia formada por gr\u00e3os e carnes que dever\u00e1 encontrar no mercado dom\u00e9stico uma fonte de melhores neg\u00f3cios neste ano. No segmento sucroalcooleiro, pontua an\u00e1lise de Andy Duff, tamb\u00e9m est\u00e3o depositadas no pa\u00eds as<br \/> melhores expectativas. Em tempos de pouca esperan\u00e7a de recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais do a\u00e7\u00facar, s\u00e3o os incentivos do ano passado \u00e0s vendas de etanol que animam os usineiros, que ganharam na aprova\u00e7\u00e3o do programa RenovaBio, j\u00e1 no fim de dezembro, um novo fator de est\u00edmulo.<\/p>\n<p> Guilherme Morya concorda que o crescimento da economia brasileira \u00e9 igualmente bem-vindo no mercado de caf\u00e9, cujo consumo resistiu no pa\u00eds mesmo durante a recess\u00e3o, e Andr\u00e9s Padilla observa que a retomada \u00e9 muito aguardada no segmento de l\u00e1cteos, onde o consumo de itens de maior valor agregado n\u00e3o teve a mesma sorte e registrou quedas. Agora, os sinais sugerem que haver\u00e1 recupera\u00e7\u00e3o. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Leite\/AR\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> Com nova retra\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais, cerca de US$ 2.700\/tonelada (depois do recorde de quase US$ 6.000\/tonelada na d\u00e9cada), o setor l\u00e1cteo argentino enfrenta outro fim de ano com seus indicadores em franco retrocesso. Desde a produ\u00e7\u00e3o, passado pela quantidade de fazendas leiteiras, ou o n\u00famero de vacas, todos os dados mostram que \u00e9 uma das atividades mais emblem\u00e1ticas do pa\u00eds, que n\u00e3o reage, e completa uma d\u00e9cada de estagna\u00e7\u00e3o, mesmo possuindo a Argentina uma das condi\u00e7\u00f5es agroecol\u00f3gicas mais perfeitas para realizar um crescimento not\u00e1vel. De fato, existe uma diferen\u00e7a entre o que vem ocorrendo com os principais concorrentes, incluindo os vizinhos Uruguai e Brasil, todos crescendo. Mesmo contando com a debilidade nas cota\u00e7\u00f5es dos gr\u00e3os (principais insumos da produ\u00e7\u00e3o de leite), as fazendas continuam perdendo produtividade e efici\u00eancia, afetada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas nas \u00faltimas tr\u00eas temporadas, com inunda\u00e7\u00f5es nas principais bacias leiteiras. Isto, somado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es gerais da economia para qualquer empresa, quer dizer, taxas de juros elevados para cr\u00e9ditos, custos crescentes, press\u00e3o tribut\u00e1ria, e encargos trabalhistas, fizeram com que o volume de 2017 atinja 9 bilh\u00f5es de litros de leite, depois de ter produzido 10 e 11 bilh\u00f5es, 10 anos atr\u00e1s, ou seja, quase 2 bilh\u00f5es menos.<\/p>\n<p> O dado mais significativo, no entanto, \u00e9 a quantidade de vacas de leite (holandesas) que, caiu 18%, de 2,1 milh\u00f5es em 2006, quando come\u00e7ava a crise no setor, para 1,72 milh\u00f5es. De fato, esse encolhimento foi respons\u00e1vel pelo aumento das exporta\u00e7\u00f5es de carne para a China. Segundo o portal valorsoja \"os principais frigor\u00edficos exportadores relatam que no \u00faltimo ano houve substancial crescimento no abate de vacas holandesas procedentes de fazendas que sa\u00edam da atividade, e descarte de rebanhos leiteiros\". Informa\u00e7\u00f5es oficiais apontam que entre maio de 2016 e maio de 2017, houve o fechamento de 340 fazendas de leite. A interrup\u00e7\u00e3o dos dados estat\u00edsticos impede fazer um bom diagn\u00f3stico com dados exatos e completos. S\u00e3o menos de 11.000 unidades leiteiras, das 11.320 existentes no fianl de 2015, e das mais de 30.000 que existiam no final da d\u00e9cada de oitenta. Para Manuel Ocampo, da APL (Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Leite), entre as causas da crise figuram: \"n\u00e3o ter aproveitado o pico das cota\u00e7\u00f5es internacionais ocorrido 10 anos atr\u00e1s (diante das sucessivas interven\u00e7\u00f5es estatais); o aumento do sal\u00e1rio m\u00e9dio industrial que passou de US$ 400 para cerca de US$ 3.000-4.000 (com encargos inclu\u00eddos), o que enfraqueceu as f\u00e1bricas, e tamb\u00e9m a volatilidade do mercado internacional, sem contar com as ferramentas que possuem em outros pa\u00edses para atender situa\u00e7\u00f5es extremas, como os mercados de futuros, distintas organiza\u00e7\u00f5es de produtores, ou subven\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, entre outras\", explica.<\/p>\n<p> A decis\u00e3o ficar entre a Argentina, querer, ou n\u00e3o, exportar leite. Se a resposta for sim, \u00e9 preciso contar com um tipo de c\u00e2mbio competitivo e n\u00e3o \"extremamente\" baixo como os utilizados agora por alguns operadores do setor. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio um pre\u00e7o do leite ao produtor que cubra os investimentos e os custos, o que atualmente, estaria em torno de 7 pesos por litro, pelo 30% maior do que o que recebem os produtores. E, para isto, tamb\u00e9m a ind\u00fastria precisa ser muito mais eficiente, alinhada com par\u00e2metros de produtividade industrial. Atualmente existem 1.100 empresas (para 9 bilh\u00f5es de litros), e 38 delas absorvem 85% do leite total produzido (Seren\u00edsima capta 14%, e e a primeira. A segunda, a Saputo, capta 12%, e a Williner que capta 6% fica em terceiro lugar). E, naturalmente, al\u00e9m dos impostos, o custo das tarifas ganha destaque, especialmente combust\u00edvel e g\u00e1s, utilizados nas fazendas e f\u00e1bricas, que ultrapassa os custos dos Estados Unidos. Da\u00ed a pergunta: Tem chances o setor l\u00e1cteo argentino? A resposta imediata \u00e9: SIM. Mas, \u00e9 preciso definir o objetivo. E, neste caso, diz Ocampo, \u00e9 preciso dizer \"n\u00e3o aos sistemas perversos, e n\u00e3o aos impostos cobrados\", e que implicam em concorr\u00eancia desleal que desequilibra a cadeia. (La Opinion - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<br \/> \u00a0\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Italac estreia nova campanha<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Protagonizado pelo casal de atores Ta\u00eds Ara\u00fajo e L\u00e1zaro Ramos, o novo filme gravado na f\u00e1brica matriz, em Corumba\u00edba-GO, apresenta a dimens\u00e3o e modernidade de uma das unidades fabris da Italac. A campanha tem o mote \"L\u00e1 em casa tem\" e destaca a Italac como a marca de l\u00e1cteos mais consumida do Brasil. A atua\u00e7\u00e3o dos atores sublima de forma transparente o controle de qualidade e a alta tecnologia de todo o processo produtivo mostrando como o leite e os derivados s\u00e3o produzidos. O leite UHT Integral foi o produto escolhido para representar o tipo de produto mais conhecido da marca Italac. (Revista Balde Branco)<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de janeiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.647 \u00a0 \u00a0\u00a0Incerteza quanto a oferta provoca aumento no primeiro GDT do ano O primeiro leil\u00e3o GDT (Global Dairy Trade) do ano, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/01\/03\/03-01-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/01\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1836","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1836","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1836"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1836\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1836"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1836"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1836"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}