{"id":1828,"date":"2017-12-20T16:51:55","date_gmt":"2017-12-20T16:51:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/12\/20\/20-12-2017\/"},"modified":"2017-12-20T16:51:55","modified_gmt":"2017-12-20T16:51:55","slug":"20-12-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/12\/20\/20-12-2017\/","title":{"rendered":"20\/12\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 20 de dezembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.645<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobretaxa uruguaia constrange Mercosul<\/strong><\/p>\n<p> Uma prefer\u00eancia dada pelo Uruguai ao M\u00e9xico, no \u00e2mbito do acordo de livre com\u00e9rcio entre os dois pa\u00edses, tornou-se motivo de forte irrita\u00e7\u00e3o do Brasil e da Argentina na reuni\u00e3o de c\u00fapula presidencial do Mercosul, que ocorre amanh\u00e3 em Bras\u00edlia. Para o governo brasileiro, muito mais do que a perda de competitividade das exporta\u00e7\u00f5es ao pequeno mercado vizinho, preocupa a viola\u00e7\u00e3o de uma das \"cl\u00e1usulas p\u00e9treas\" do bloco e a abertura de um precedente perigoso. A confus\u00e3o gira em torno de uma \"taxa consular\" aplicada pelo Uruguai, desde a d\u00e9cada passada, sobre todas as suas importa\u00e7\u00f5es - com exce\u00e7\u00e3o de bens de capital e petr\u00f3leo. O governo local vinha cobrando um adicional tarif\u00e1rio de 2% na entrada de produtos estrangeiros, independentemente de sua origem. At\u00e9 agora, os s\u00f3cios do Mercosul vinham fazendo vista grossa \u00e0 medida, por causa da necessidade uruguaia de aumentar sua arrecada\u00e7\u00e3o. A sobretaxa tem gerado receitas de US$ 100 milh\u00f5es anuais. Com um d\u00e9ficit fiscal superior a 3% do PIB em 2017, pior resultado nas contas p\u00fablicas em tr\u00eas d\u00e9cadas, o presidente Tabar\u00e9 V\u00e1squez autorizou uma recalibragem da \"taxa consular\" e a toler\u00e2ncia dos dois parceiros maiores no bloco chegou ao limite. As novas al\u00edquotas entram em vig\u00eancia no dia 1\u00ba de janeiro. Sobem para 3% no caso de produtos oriundos do Mercosul e para 5% no caso de bens provenientes de terceiros pa\u00edses. H\u00e1 duas exce\u00e7\u00f5es que irritam o Itamaraty e o Pal\u00e1cio San Mart\u00edn (sede da chancelaria argentina). Uma \u00e9 o tratamento dado ao M\u00e9xico, \u00fanico a receber isen\u00e7\u00e3o da \"taxa consular\", que o Uruguai alega ser fruto do tratado de livre com\u00e9rcio entre as duas partes.\u00a0<\/p>\n<p> Outra \u00e9 que ve\u00edculos automotores (carros, utilit\u00e1rios, \u00f4nibus e caminh\u00f5es), mesmo fabricados no Brasil ou na Argentina, v\u00e3o pagar a mesma al\u00edquota de 5% aplicada a outros fornecedores. Segundo o governo uruguaio, a ind\u00fastria automotiva dos vizinhos receber\u00e1 esse tratamento por estar fora do ACE-18, o acordo de complementa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica que estabelece as normas para o livre com\u00e9rcio dentro do Mercosul. Na avalia\u00e7\u00e3o de autoridades brasileiras, essa diferen\u00e7a pode acarretar em avan\u00e7o dos carros mexicanos no Uruguai. \"\u00c9 inaceit\u00e1vel\", afirma, reservadamente, um experiente negociador de Bras\u00edlia. Terminaram sem sucesso, ontem, as tentativas em reuni\u00f5es t\u00e9cnicas de levar os uruguaios a desistir da medida. A quest\u00e3o deve ser discutida agora entre os ministros de Com\u00e9rcio e de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Mercosul. Tamb\u00e9m n\u00e3o se descarta uma conversa informal dos presidentes Michel Temer e Mauricio Macri com Tabar\u00e9 V\u00e1squez. O ponto levantado nas discuss\u00f5es \u00e9 que a \"taxa consular\" representaria, na verdade, um aumento unilateral das tarifas de importa\u00e7\u00e3o no Uruguai. Em uma uni\u00e3o aduaneira, como \u00e9 o caso do Mercosul, as al\u00edquotas s\u00e3o aplicadas em conjunto e n\u00e3o podem ser alteradas ao gosto de cada pa\u00eds-membro. Pior: a isen\u00e7\u00e3o dada para um parceiro comercial fora do bloco, como o M\u00e9xico, deixa os s\u00f3cios do bloco em condi\u00e7\u00f5es inferiores de competi\u00e7\u00e3o. J\u00e1 houve men\u00e7\u00f5es sobre estender o benef\u00edcio \u00e0 Bol\u00edvia.<\/p>\n<p> A postura do Brasil e da Argentina tem sido a de manifestar discretamente sua insatisfa\u00e7\u00e3o aos uruguaios, em reuni\u00f5es t\u00e9cnicas e sem expor uma falha evidente no funcionamento ideal do Mercosul, mas o atrito sobe um degrau e vai para o n\u00edvel de ministros. Para evitar problemas de caixa ao Uruguai, que faz proje\u00e7\u00f5es de levantar mais US$ 95 milh\u00f5es por ano com a medida, foi apresentada uma sugest\u00e3o. Se a sobretaxa for um ponto percentual maior, para produtos importados de terceiros fornecedores, o pa\u00eds vizinho alcan\u00e7aria esse mesmo refor\u00e7o na arrecada\u00e7\u00e3o sem aumentar a cobran\u00e7a no Mercosul. De janeiro a novembro deste ano, segundo estat\u00edsticas da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex), o Brasil exportou US$ 2,154 bilh\u00f5es ao Uruguai. Petr\u00f3leo em bruto, autom\u00f3veis e carne su\u00edna foram os principais produtos. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\">Uruguai - O setor leiteiro melhorou seus n\u00fameros<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em 2017 foi um ano em que houve melhorar para o setor leiteiro e o clima deu uma boa contribui\u00e7\u00e3o, destacou o presidente do Instituto Nacional do Leite (Inale), Ricardo de Izaguirre, explicando que a produ\u00e7\u00e3o cresceu 7,8% nos \u00faltimos 12 meses, embora n\u00e3o tenha conseguido cobrir a queda de 2016.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\u00a0At\u00e9 outubro a produ\u00e7\u00e3o chegou a 1.550 milh\u00f5es de litros. De Izaguirre disse tamb\u00e9m que o produtor, agora, est\u00e1 recebendo pre\u00e7os melhores, perto de US$ 0,33 por litro, mas continua com dificuldades financeiras graves. Este ano as exporta\u00e7\u00f5es subiram um pouco, em decorr\u00eancia da melhora de pre\u00e7os. Em valor de tonelada est\u00e1 entre 6 e 7% acima dos valores do ano anterior. Por outro lado, o presidente do Inale aguarda com expectativa o debate parlamentar sobre o Fundo de Garantia que reestrutura as d\u00edvidas agr\u00edcolas, e que ele cumpra seus objetivos, e que ainda tenha US$ 100 milh\u00f5es adicionais para que o setor possa superar os problemas com maior produ\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">De Izaguirre afirmou que o leite que sai das fazendas e das ind\u00fastrias \u00e9 que poder\u00e3o liquidar o endividamento. Em novembro a d\u00edvida era de US$ 327 milh\u00f5es com os bancos, de US$ 20 milh\u00f5es com as ind\u00fastrias no conceito de insumos para produzir cultivos forrageiros, mais algumas d\u00edvidas com ra\u00e7\u00f5es. De Izaguirre afirmou que o pa\u00eds gasta de US$ 60 a US$ 70 milh\u00f5es em ra\u00e7\u00e3o para vacas e uns US$ 50 milh\u00f5es em pastagens. Isto mostra o que deve ser investido, anualmente, para manter a atividade produtiva nas fazendas. Consultado sobre as negocia\u00e7\u00f5es para melhorar o projeto do Fundo de Garantia com vistas a atender um n\u00famero maior de pequenos produtores, lembrou que existem demandas j\u00e1 encaminhadas por entidades de classe. Disse que os pequenos produtores respondem por 20% das d\u00edvidas, das quais 34% s\u00e3o com os bancos. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite no 3\u00ba trimestre<\/strong><\/p>\n<p> O IBGE divulgou os resultados da Pesquisa Trimestral do Leite para o terceiro trimestre do ano, apontando uma produ\u00e7\u00e3o de 6,16 bilh\u00f5es de litros de leite no Brasil. O crescimento em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016 foi de 5,4% e, no acumulado entre janeiro e setembro, o Brasil produziu 17,7 bilh\u00f5es de litros de leite, eleva\u00e7\u00e3o de 4,3% na produ\u00e7\u00e3o deste ano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 do ano passado. Relevante na informa\u00e7\u00e3o divulgada pelo IBGE \u00e9 a desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento da produ\u00e7\u00e3o no terceiro trimestre do ano, como mostra o gr\u00e1fico 1.\u00a0<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 1: Varia\u00e7\u00e3o de capta\u00e7\u00e3o brasileira em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano anterior. Fonte: IBGE. Elabora\u00e7\u00e3o: MilkPoint Mercado.\u00a0<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2567\" \/><br \/> \u00a0<br \/> Esta desacelera\u00e7\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o direta com a queda na rentabilidade do produtor de leite brasileiro. O gr\u00e1fico 2 mostra a evolu\u00e7\u00e3o do Receita Menos Custo da Ra\u00e7\u00e3o (RMCR), que tem rela\u00e7\u00e3o direta com a margem de lucro dos produtores de leite e com os volumes de produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel verificar que, no primeiro semestre deste ano, o indicador foi bem mais favor\u00e1vel se comparado a 2016; no entanto, as quedas de pre\u00e7o de leite ao produtor e o aumento de pre\u00e7os do farelo de soja e do milho pioraram drasticamente a situa\u00e7\u00e3o no segundo semestre, o que explica a desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento da produ\u00e7\u00e3o verificada pelo IBGE.\u00a0<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 2: Evolu\u00e7\u00e3o do RMCR mensal nos \u00faltimos anos. Fonte: MilkPoint Mercado.\u00a0<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2568\" style=\"width: 570px; height: 351px;\" \/><\/p>\n<p> Entre os principais estados produtores do pa\u00eds (observe o gr\u00e1fico 3), destaca-se o crescimento da produ\u00e7\u00e3o no trimestre em Santa Catarina (+17,7% em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro trimestre de 2016), Rio Grande do Sul (+8,1%) e Goi\u00e1s (+7,5%). O estado de S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m apresenta crescimento expressivo no trimestre (+9,8% em rela\u00e7\u00e3o a 2016) - mas, como a estat\u00edstica do IBGE trata do leite formal \"adquirido\" pela ind\u00fastria, \u00e9 poss\u00edvel que, no caso paulista, o crescimento de volume venha n\u00e3o exclusivamente do crescimento da produ\u00e7\u00e3o local, mas tamb\u00e9m de mais leite comprado por f\u00e1bricas paulistas de fora do estado para processamento nestas plantas industriais.<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 3: Varia\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o no 3\u00ba semestre de 2017 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2016. Fonte: IBGE. Elabora\u00e7\u00e3o: MilkPoint Mercado.\u00a0<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2570\" style=\"width: 570px; height: 343px;\" \/><br \/> \u00a0<\/p>\n<p> A perspectiva \u00e9 de que esta desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento da produ\u00e7\u00e3o continue no quarto trimestre do ano. Isto porque, al\u00e9m das quedas de pre\u00e7os ao produtor que continuaram em outubro e novembro (redu\u00e7\u00e3o de quase 10 centavos\/litro na soma dos dois meses), tivemos o atraso do in\u00edcio do per\u00edodo das chuvas em Minas Gerais e Goi\u00e1s (que, no m\u00eas de outubro, trouxe uma rea\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria nos pre\u00e7os do leite spot e do leite UHT no \"atacado\"). (Milkpoint)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Redu\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o do leite ao produtor \u00e0 medida que as cota\u00e7\u00f5es enfraquecem<\/strong><\/p>\n<p> O segundo maior processador de leite do pa\u00eds revisa a proje\u00e7\u00e3o do pagamento do leite ao produtor nesta temporada, diante do enfraquecimento das cota\u00e7\u00f5es dos produtos l\u00e1cteos. A Open Country Dairy enviou mensagem aos seus fornecedores no m\u00eas passado, ajustando o pre\u00e7o do leite nos pr\u00f3ximos dois per\u00edodos. Para o leite fornecido entre dezembro e fevereiro houve redu\u00e7\u00e3o de 35 centavos\/kgMS, e de 40 centavos\/kgMS para a capta\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o a maio do pr\u00f3ximo ano. O valor nos dois per\u00edodos ir\u00e1 variar de NZ$ 6,10 a NZ$ 6,40\/kgMS. A revis\u00e3o nos pre\u00e7os n\u00e3o ir\u00e1 alterar o adiantamento que est\u00e1 sendo feito aos produtores de leite. O diretor executivo da Open, Steven Koekemoer, disse que situa\u00e7\u00e3o mudou rapidamente nos dois \u00faltimos meses. \"Na \u00faltima rodada comercial a oferta e a demanda andaram juntas, mas, a rea\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia (UE) para os pre\u00e7os elevados do leite gera incertezas. O que aconteceu desde ent\u00e3o \u00e9 o aumento de 4,3% na oferta, e recentemente, a previs\u00e3o \u00e9 de que possa chegar ao crescimento de 5% no quarto trimestre.<\/p>\n<p> Com base nesse cen\u00e1rio global decidimos adotar ajustes prudentes. Os principais bancos compartilham desse ponto de vista. Os compradores est\u00e3o adotando uma atitude cautelosa, e n\u00e3o est\u00e3o com urg\u00eancia em comprar, pois, avaliam que a oferta adicional ter\u00e1 impacto nos pre\u00e7os\". Koekomoer disse que no \u00faltimo leil\u00e3o viu os pre\u00e7os do leite em p\u00f3 se recuperar um pouco, \"o que foi um bom sinal e poderia ver novas melhorias se os volumes de leite na Nova Zel\u00e2ndia continuarem baixando a manteiga de seus pre\u00e7os recordes e o \u00edndice caindo 11%, enquanto que o \u00edndice do leite em p\u00f3 desnatado subia 4,7%\".<\/p>\n<p> No \u00faltimo m\u00eas, a Fonterra cortou 35 centavos na previs\u00e3o de seu pre\u00e7o ao produtor, e na temporada 2017\/18 a previs\u00e3o inicial de NZ$ 6,75\/kgMS caiu para NZ$ 6,40\/kgMS. Mas, o economista do Banco ASB, Nathan Penny, disse que a revis\u00e3o da Fonterra foi \"conservadora\". O banco ASB acredita que poder\u00e1 chegar a NZ$ 6,50\/kgMS. Ele lembra que o presidente da Fonterra, John Wilson disse que a previs\u00e3o refletia \"uma atitude prudente\" diante da volatilidade do mercado global de l\u00e1cteos. \"Eles optaram pela cautela\", disse Penny ao Rural News. \"Depois eles falam a respeito do pagamento aos agricultores. Dizem que est\u00e3o sendo conservadores, mas, demonstram uma discreta confian\u00e7a, de que poder\u00e3o melhorar os pre\u00e7os, posteriormente\". (Rural News - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em>Produtores uruguaios dizem que est\u00e3o cada vez 'mais caros' e menos competitivos<br \/> O presidente da Sociedade de Produtores de Leite da Fl\u00f3rida, no Uruguai, Horacio Rodr\u00edguez, disse que o setor continua exigindo a cria\u00e7\u00e3o de um fundo de garantia para contemplar a situa\u00e7\u00e3o dos produtores de leite endividados e de todo o setor rural. Ele tamb\u00e9m comentou que com o aumento dos impostos que entrar\u00e3o em vigor em janeiro, a situa\u00e7\u00e3o dos produtores de leite ficar\u00e1 ainda pior. \"Todos os dias somos mais caros e menos competitivos\", disse ele. \"Os produtores est\u00e3o extremamente preocupados. Trabalhamos h\u00e1 mais de dois anos pela cria\u00e7\u00e3o do fundo\", disse Rodr\u00edguez. Em declara\u00e7\u00f5es ao jornal local El Heraldo, o produtor e sindicalista acrescentou que o aumento dos impostos os preocupa, porque cada vez que h\u00e1 um aumento desse tipo \"ou que o setor perde competitividade\", a situa\u00e7\u00e3o \"\u00e9 mais s\u00e9ria\" para o setor leiteiro. Rodriguez lembrou que ao Minist\u00e9rio da Pecu\u00e1ria apresentou uma nova lei sobre a cria\u00e7\u00e3o de um fundo de 30 milh\u00f5es de d\u00f3lares, um fundo de garantia para trabalhar com a quest\u00e3o do endividamento, de modo que os produtores endividados possam us\u00e1-lo - j\u00e1 que facilitaria para melhorar suas garantias e administrar o endividamento de dois para oito anos\". \"Concordamos com o projeto, embora acreditemos que ter\u00edamos que fazer algumas mudan\u00e7as e foi o que todos os sindicatos leiteiros fizeram\", disse ele. \"Na quinta-feira (da semana passada), fomos at\u00e9 a Comiss\u00e3o de Pecu\u00e1ria do Parlamento com uma abordagem muito interessante. Mencionamos a injusti\u00e7a deste projeto, porque est\u00e1 contemplando todos os produtores que t\u00eam d\u00edvidas, mas n\u00e3o produtores que por v\u00e1rias raz\u00f5es, seja porque venderam capital, ou porque n\u00e3o queriam entrar em d\u00edvida, n\u00e3o foram contemplados. Nossa proposta \u00e9 que estes tamb\u00e9m sejam inclu\u00eddos neste fundo de garantia\", acrescentou. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Todo El Campo, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de dezembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.645 \u00a0 Sobretaxa uruguaia constrange Mercosul Uma prefer\u00eancia dada pelo Uruguai ao M\u00e9xico, no \u00e2mbito do acordo de livre com\u00e9rcio entre os dois <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/12\/20\/20-12-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/12\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1828","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1828","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1828"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1828\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}