{"id":18123,"date":"2025-12-08T19:28:17","date_gmt":"2025-12-08T19:28:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18123"},"modified":"2025-12-08T19:30:19","modified_gmt":"2025-12-08T19:30:19","slug":"08-12-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/12\/08\/08-12-2025\/","title":{"rendered":"08\/12\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 08 de dezembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.530<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><\/b><b>7 chaves para o forte crescimento da produ\u00e7\u00e3o global de leite em 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nA Europa, o Reino Unido e os EUA est\u00e3o liderando uma recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o que est\u00e1 gerando excesso de oferta e press\u00e3o de baixa sobre os pre\u00e7os.O ano de 2025 marcou uma mudan\u00e7a inesperada no mercado global de latic\u00ednios: a produ\u00e7\u00e3o de leite de vaca cresceu a um ritmo mais acelerado do que a capacidade de absorver a demanda internacional. Com aumentos simult\u00e2neos na Europa, no Reino Unido e nos Estados Unidos, o excesso de oferta surge como um dos desafios mais significativos para 2026.<br \/>\nNo Reino Unido, a produ\u00e7\u00e3o atingiu n\u00edveis extraordin\u00e1rios, com um aumento anual de 6%. Esse crescimento se explica pelas margens de lucro excepcionais, com pre\u00e7os do leite acima da m\u00e9dia e ra\u00e7\u00e3o mais barata do que nos anos anteriores. Esse contexto incentivou os produtores a expandirem suas fazendas, aumentarem o n\u00famero de vacas e prolongarem os per\u00edodos de lacta\u00e7\u00e3o.Segundo estimativas da StoneX, essa din\u00e2mica faz parte de um fen\u00f4meno global que combina condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o favor\u00e1veis com demanda estagnada, o que exerce press\u00e3o para baixo sobre os pre\u00e7os no curto e m\u00e9dio prazo.Europa: recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a doen\u00e7a da l\u00edngua azul<br \/>\nA Uni\u00e3o Europeia, que responde por quase metade da produ\u00e7\u00e3o mundial entre os principais exportadores, est\u00e1 a registar uma forte recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a queda provocada pela epidemia do v\u00edrus da l\u00edngua azul em 2024. A recupera\u00e7\u00e3o das taxas de natalidade e a melhoria das margens explicam o crescimento observado em 2025.O Eurostat reporta um aumento hom\u00f3logo de 6% em setembro, com a Alemanha a contribuir com mais 120 milh\u00f5es de litros (+4,9%), a Fran\u00e7a com 104 milh\u00f5es (+5,9%), os Pa\u00edses Baixos com 71 milh\u00f5es (+6,9%) e a Pol\u00f3nia com 47 milh\u00f5es, impulsionados por boas margens.<\/p>\n<p>Ainda assim, a sustentabilidade do crescimento \u00e9 incerta com a chegada do inverno e considerando os sinais de enfraquecimento das margens na UE.<br \/>\nEstados Unidos: Mais plantas, mais vacas<br \/>\nOs Estados Unidos, respons\u00e1veis por um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o dos principais exportadores, tamb\u00e9m est\u00e3o apresentando forte crescimento. Ap\u00f3s um ano de 2024 favor\u00e1vel, um investimento de US$ 9 bilh\u00f5es em 15 novas f\u00e1bricas de queijo e soro de leite aumentou a capacidade de produ\u00e7\u00e3o em 410 mil toneladas anualmente. Isso impulsionou o aumento do rebanho: 200 mil vacas adicionais em 18 meses, o maior aumento em 25 anos.<\/p>\n<p>Segundo Eucolait, a produ\u00e7\u00e3o aumentou 3,2% em agosto. Embora o pa\u00eds tenha superado parcialmente problemas de sa\u00fade como a gripe avi\u00e1ria, a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os internos est\u00e1 aumentando \u00e0 medida que a oferta continua a expandir-se.<\/p>\n<p>Excesso de oferta global e pre\u00e7os baixos<br \/>\nOs principais blocos produtores compartilham o mesmo cen\u00e1rio: a oferta global supera a demanda. Os estoques est\u00e3o crescendo enquanto a demanda interna e de exporta\u00e7\u00e3o permanece estagnada, gerando pre\u00e7os baixos que podem persistir at\u00e9 2026. Mesmo com a estabiliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, os altos n\u00edveis de estoque ir\u00e3o atrasar a recupera\u00e7\u00e3o do mercado.<\/p>\n<p>Poss\u00edveis est\u00edmulos via pre\u00e7os<br \/>\nA queda prolongada nos pre\u00e7os pode impulsionar a demanda no varejo, especialmente por manteiga. Consumidores e fabricantes que substitu\u00edram gorduras l\u00e1cteas por \u00f3leos vegetais podem voltar a preferir produtos l\u00e1cteos devido aos custos mais baixos.<\/p>\n<p>Novos riscos para a sa\u00fade e o clima<br \/>\nA situa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria permanece fr\u00e1gil: a dermatite nodular contagiosa, a febre aftosa e o risco de entrada da mosca-varejeira na Europa podem perturbar o abastecimento regional. A isto se soma a variabilidade clim\u00e1tica, que afeta tanto os custos da alimenta\u00e7\u00e3o animal como a sa\u00fade do rebanho.<\/p>\n<p>Perspectivas para 2026<br \/>\nPrev\u00ea-se que as press\u00f5es sobre os pre\u00e7os persistam at\u00e9 2026, com um mercado em processo de ajustamento estrutural e com margens reduzidas. O sucesso da produ\u00e7\u00e3o torna-se paradoxal: o leite flui mais do que nunca, mas os lucros s\u00e3o cada vez mais escassos.<\/p>\n<p>Fonte:&nbsp; Fedeleche<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><b>Secretaria da Agricultura e Pecu\u00e1ria discute estrat\u00e9gias para fortalecer o setor leiteiro e ampliar a competitividade<br \/>\n<\/b><br \/>\nPara avaliar o atual panorama socioecon\u00f4mico e os desafios do setor leiteiro, a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Sape) promoveu, na quinta-feira, 4, uma reuni\u00e3o com lideran\u00e7as do segmento, parlamentares e empresas vinculadas: Epagri e Cidasc. O encontro teve como foco a busca por solu\u00e7\u00f5es para aumentar a competitividade da cadeia produtiva e apresentar os programas do Governo do Estado, que neste ano somam mais de R$ 216,3 milh\u00f5es em apoio direto aos produtores de leite.<\/p>\n<p>Santa Catarina \u00e9 o 4\u00ba maior produtor de leite do pa\u00eds, s\u00e3o mais de 24,5 mil produtores. Em 2024, o estado alcan\u00e7ou 3,3 bilh\u00f5es de litros produzidos, o equivalente a 9% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Durante a reuni\u00e3o, foram debatidos temas como custo de produ\u00e7\u00e3o, rentabilidade, produtividade, impactos das importa\u00e7\u00f5es no pre\u00e7o pago ao produtor e estrat\u00e9gias para ampliar o consumo de leite.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Carlos Chiodini, destacou que os esfor\u00e7os est\u00e3o concentrados em agregar valor \u00e0 cadeia produtiva. \u201cEstamos em um trabalho intenso com o setor produtivo e lideran\u00e7as na busca de solu\u00e7\u00f5es para conquistarmos um melhor momento para esse mercado. O Governo do Estado est\u00e1 fazendo a sua parte com pol\u00edticas p\u00fablicas e ouvindo a cadeia leiteira. Elencamos diversas sugest\u00f5es, que ser\u00e3o sistematizadas e avaliadas quanto \u00e0 sua viabilidade\u201d, afirmou. O Grupo de Trabalho formado seguir\u00e1 dialogando para alinhar a\u00e7\u00f5es. Nesta semana, o secret\u00e1rio tamb\u00e9m participou de uma reuni\u00e3o sobre o tema no Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Dados do IBGE apontam que, no primeiro semestre de 2025, a capta\u00e7\u00e3o de leite no Brasil atingiu 13 bilh\u00f5es de litros \u2014 o maior volume da \u00faltima d\u00e9cada e 7% superior ao mesmo per\u00edodo de 2024. As economistas do CEPA\/Epagri tamb\u00e9m ressaltaram dados da Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF\/IBGE), que mostra consumo m\u00e9dio de apenas 5 litros de leite por fam\u00edlia (entre leite fluido e derivados).<\/p>\n<p>Apoio \u00e0 cadeia leiteira catarinense<br \/>\nCom o objetivo de assegurar a competitividade do setor leiteiro em Santa Catarina, os produtores de leite contam com programas do Governo do Estado, que nesse ano j\u00e1 somam mais de R$ 216,3 milh\u00f5es para esse setor, com mais de 49 mil produtores beneficiados.<\/p>\n<p>O Programa Leite Bom SC compreende os programas Pronampe Leite SC e Financia Leite SC via Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FDR), para esses programas est\u00e3o previstos R$ 150 milh\u00f5es, para os anos de 2024, 2025 e 2026, para subsidiar juros de empr\u00e9stimos banc\u00e1rios e conceder financiamentos sem juros.<\/p>\n<p>O Leite Bom tamb\u00e9m contempla outros R$ 150 milh\u00f5es, que devem ser revertidos em incentivos tribut\u00e1rios \u00e0 ind\u00fastria leiteira catarinense de maneira escalonada: R$ 75 milh\u00f5es no primeiro ano, R$ 50 milh\u00f5es no segundo e outros R$ 25 milh\u00f5es no terceiro ano. Nesse sentido, tamb\u00e9m est\u00e3o em execu\u00e7\u00e3o medidas como a suspens\u00e3o de benef\u00edcios para a importa\u00e7\u00e3o de leite e derivados.<\/p>\n<p>A suspens\u00e3o dos incentivos voltados \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de leite e derivados teve reflexos positivos para a ind\u00fastria catarinense. Indicadores monitorados pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF\/SC) mostram que o volume de importa\u00e7\u00f5es de leite e derivados caiu quase 75% no primeiro semestre deste ano comparado ao mesmo per\u00edodo do ano passado: baixou de R$ 512,5 milh\u00f5es para R$ 135,2 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A cadeia leiteira tamb\u00e9m conta com o Programa Terra Boa, para melhoria das pastagens e aumentar a produtividade. Al\u00e9m disso, o leite produzido em Santa Catarina tamb\u00e9m segue rigorosos controles de qualidade, inspe\u00e7\u00e3o e rastreabilidade. (Agricultura SC)<\/p>\n<p><b>A pedido de entidades, governo do Estado protocola projeto relativo a fundos para fortalecer defesa sanit\u00e1ria animal<br \/>\n<\/b><br \/>\nTexto foi encaminhado pelo Executivo sob regime de urg\u00eancia, nesta quinta-feira (4\/12), \u00e0 Assembleia Legislativa<\/p>\n<p>O governo do Estado protocolou na Assembleia Legislativa, no fim da tarde desta quinta-feira (4\/12), um projeto de lei que prop\u00f5e ajustes nas taxas vinculadas ao Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fesa) e ao Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa).<\/p>\n<p>A finalidade \u00e9 fortalecer os fundos de sa\u00fade animal e garantir a estabilidade econ\u00f4mica de cadeias produtivas. O projeto encaminhado para aprecia\u00e7\u00e3o do Parlamento, em regime de urg\u00eancia, \u00e9 resultante de pedido do Fundesa e de entidades do setor, que procuraram o Poder Legislativo, a Casa Civil e a Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi).<\/p>\n<p>Cadeias produtivas<\/p>\n<p>O texto prop\u00f5e atualizar as taxas vinculadas a ambos os fundos, para manter a viabilidade das cadeias de pecu\u00e1ria de corte, leite, ovinos, su\u00ednos e aves. Os recursos arrecadados t\u00eam destina\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria para indeniza\u00e7\u00f5es e gest\u00e3o de riscos em casos de eventos sanit\u00e1rios que exijam sacrif\u00edcio de animais, restri\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsito ou gerem impacto econ\u00f4mico. A iniciativa cobre focos de doen\u00e7as contempladas por programas sanit\u00e1rios oficiais, como febre aftosa, pestes su\u00ednas cl\u00e1ssica e africana, doen\u00e7a de Aujezsky, tuberculose bovina, brucelose, influenza avi\u00e1ria e doen\u00e7a de Newcastle.<\/p>\n<p>As altera\u00e7\u00f5es refor\u00e7am os reconhecimentos sanit\u00e1rios internacionais obtidos pelo Rio Grande do Sul, como as certifica\u00e7\u00f5es de zona livre de diversas enfermidades, essenciais para acessar mercados de alto valor. Todo o processo de revis\u00e3o contou com a concord\u00e2ncia e participa\u00e7\u00e3o ativa de entidades.<\/p>\n<p>Mobiliza\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Fazem parte da mobiliza\u00e7\u00e3o a Associa\u00e7\u00e3o de Cooperativas do RS (Acsurs), a Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura (Asgav), a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do RS (Farsul), a Federa\u00e7\u00e3o das Cooperativas de Produ\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria do RS (Fecoagro), a Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag), a Federa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Carnes (Febrac).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m integram o Sindicato da Ind\u00fastria de Produtos C\u00e1rneos e de Carnes no RS (Sicadergs), representando frigor\u00edficos e ind\u00fastrias de produtos c\u00e1rneos; o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado do RS (Sindilat); o Sindicato da Ind\u00fastria de Produtos Su\u00ednos do RS (Sips); o Sindicato da Ind\u00fastria de Produtos Av\u00edcolas no Estado do RS (Sipargs).<\/p>\n<p>Projeto de Lei 515\/2025<\/p>\n<p>https:\/\/www.estado.rs.gov.br\/a-pedido-de-entidades-governo-do-estado-protocola-projeto-relativo-a-fundos-para-fortalecer-defesa-sanitaria-animal&nbsp;<\/p>\n<p>Texto: Ascom Casa Civil<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><i>Secret\u00e1rio Executivo do Sindilat detalha crise no setor leiteiro e aponta incertezas para 2026.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/radioplanetario\/posts\/pfbid0xU2RVMejs3E5wJy647MGmtaETtkXwLdTqwdzkWRTuhP9k4ZKBBEqF9LW4vidHLeJl?rdid=YV0ssidTXzVeE8ca#\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.facebook.com\/radioplanetario\/posts\/pfbid0xU2RVMejs3E5wJy647MGmtaETtkXwLdTqwdzkWRTuhP9k4ZKBBEqF9LW4vidHLeJl?rdid=YV0ssidTXzVeE8ca#\">Ou\u00e7a a entrevista completa clicando aqui.<\/a>&nbsp;(R\u00e1dio Planet\u00e1rio)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de dezembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.530 7 chaves para o forte crescimento da produ\u00e7\u00e3o global de leite em 2025 A Europa, o Reino Unido e os <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/12\/08\/08-12-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/12\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18123","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18123","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18123"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18123\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18130,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18123\/revisions\/18130"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18123"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18123"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18123"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}