{"id":18100,"date":"2025-12-03T20:01:14","date_gmt":"2025-12-03T20:01:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18100"},"modified":"2025-12-03T20:02:32","modified_gmt":"2025-12-03T20:02:32","slug":"03-12-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/12\/03\/03-12-2025\/","title":{"rendered":"03\/12\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 03 de dezembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.527<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><\/b><b>Sebrae e Piracanjuba firmam conv\u00eanio para fortalecer produtores da cadeia do leite no Noroeste do RS<br \/>\n<\/b><br \/>\nO Sebrae RS, por meio da Regional Noroeste, e a Piracanjuba firmaram, nesta ter\u00e7a-feira (24), em Carazinho, um conv\u00eanio de coopera\u00e7\u00e3o voltado ao fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Noroeste do Rio Grande do Sul. A iniciativa tem como objetivo ampliar a competitividade dos produtores rurais da regi\u00e3o por meio de a\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o, tecnologia e acompanhamento t\u00e9cnico.A parceria est\u00e1 alinhada ao Programa Piracanjuba ProCampo, que atua na qualifica\u00e7\u00e3o de fornecedores e no desenvolvimento de propriedades rurais. A metodologia adotada no projeto segue o modelo de acompanhamento do programa, estruturado para apoiar os produtores na evolu\u00e7\u00e3o de seus indicadores e na implementa\u00e7\u00e3o de rotinas mais eficientes no dia a dia das fazendas.Entre os prop\u00f3sitos definidos, o conv\u00eanio contribuir\u00e1 para o aumento da produtividade, o fortalecimento da inova\u00e7\u00e3o e da tecnologia no campo e a melhoria da qualidade do leite, ampliando a capacidade de resposta dos produtores aos desafios atuais do setor.Durante a assinatura, representantes das institui\u00e7\u00f5es destacaram o car\u00e1ter estrat\u00e9gico da coopera\u00e7\u00e3o. Para o Sebrae RS, a parceria refor\u00e7a o compromisso com o desenvolvimento territorial e com o suporte t\u00e9cnico \u00e0 cadeia leiteira, considerada uma das mais relevantes para a economia da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A gestora de Agro do Sebrae RS, Fabiane Niedermeyer, enfatizou a import\u00e2ncia da atua\u00e7\u00e3o conjunta:<br \/>\n\u201cA uni\u00e3o de esfor\u00e7os entre a ind\u00fastria e as institui\u00e7\u00f5es \u00e9 essencial para construir um ecossistema forte, inovador e preparado para os desafios do futuro. O produtor rural ganha conhecimento, competitividade e efici\u00eancia \u2014 e toda a regi\u00e3o se beneficia.\u201d<\/p>\n<p>Para o gerente da Regional Noroeste do Sebrae RS, Armando Pettinelli, o conv\u00eanio representa um avan\u00e7o significativo para o territ\u00f3rio:<br \/>\n\u201cA cadeia do leite tem papel social e econ\u00f4mico fundamental no Noroeste. Ao unirmos esfor\u00e7os com uma empresa que compartilha da vis\u00e3o de inova\u00e7\u00e3o e futuro, ampliamos a capacidade de entregar valor para quem est\u00e1 no campo e de promover um ambiente mais competitivo e sustent\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<p>Com a amplia\u00e7\u00e3o da parceria, o Sebrae RS refor\u00e7a sua miss\u00e3o de apoiar iniciativas que promovam inova\u00e7\u00e3o, qualidade de processos e crescimento sustent\u00e1vel da cadeia leiteira, reconhecendo e valorizando o produtor como protagonista desse desenvolvimento. A coopera\u00e7\u00e3o consolida um modelo de atua\u00e7\u00e3o que integra conhecimento t\u00e9cnico, gest\u00e3o qualificada e vis\u00e3o de futuro, fortalecendo a competitividade regional e contribuindo para uma cadeia mais eficiente, conectada e preparada para os novos desafios do agroneg\u00f3cio ga\u00facho.&nbsp;(Sebrae RS)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><b>GDT 393: pre\u00e7os seguem pressionados no mercado internacional de l\u00e1cteos<br \/>\n<\/b><br \/>\nO leil\u00e3o GDT 393 refor\u00e7ou um cen\u00e1rio global de pre\u00e7os pressionados, com novas quedas nos principais l\u00e1cteos e demanda ainda fraca frente ao aumento da oferta. Embora alguns derivados tenham reagido, o movimento geral segue baixista, acompanhado por menor ritmo de compras.<\/p>\n<p>No 393\u00ba leil\u00e3o da plataforma Global Dairy Trade (GDT), realizado no dia 02 de dezembro, apresentou movimentos mistos entre os produtos. Ainda assim, o pre\u00e7o m\u00e9dio dos produtos negociados foi de USD 3.507 por tonelada, registrando uma queda de 4,3% no price index \u2014 chegando a oito quedas consecutivas e com o menor pre\u00e7o m\u00e9dio desde mar\u00e7o de 2024.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/FUBV88ABF0453\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/FUBV88ABF0453\"><\/p>\n<p>O leite em p\u00f3 integral (LPI) manteve a trajet\u00f3ria de baixa, com o pre\u00e7o m\u00e9dio recuando -2,4% \u2014 queda mais intensa que a observada no \u00faltimo leil\u00e3o (-1,9%) \u2014&nbsp; e atingindo USD 3.364 por tonelada.<\/p>\n<p>O leite em p\u00f3 desnatado (LPD) tamb\u00e9m apresentou redu\u00e7\u00e3o, desta vez mais acentuada que nos dois leil\u00f5es anteriores (-0,6% e -1,6%), que haviam mostrado relativa estabilidade. A queda foi de -1,6%, levando o pre\u00e7o a USD 2.498 por tonelada.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yEja27ABF0410\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yEja27ABF0410\"><\/p>\n<p>A maior alta deste leil\u00e3o foi registrada no cheddar, que apresentou varia\u00e7\u00e3o positiva de 7,2% ap\u00f3s tr\u00eas leil\u00f5es consecutivos de queda, alcan\u00e7ando USD 4.639 por tonelada. Em seguida, a lactose voltou a ser negociada depois de ficar fora dos leil\u00f5es desde julho, com pre\u00e7o m\u00e9dio de USD 1.250 por tonelada. O leitelho tamb\u00e9m apresentou valoriza\u00e7\u00e3o, subindo 1,8% e sendo negociado a USD 2.903 por tonelada.<\/p>\n<p>Do lado das quedas, o destaque foi a manteiga, que recuou 12,4% e atingiu seu menor pre\u00e7o desde dezembro de 2023, chegando a USD 5.169 por tonelada. A gordura anidra do leite tamb\u00e9m registrou queda expressiva, de 9,8%. J\u00e1 a mu\u00e7arela teve um recuo mais moderado, de 1%, marcando a segunda retra\u00e7\u00e3o consecutiva ap\u00f3s uma leve recupera\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de novembro, e foi negociada a USD 3.182 por tonelada.<\/p>\n<p>A Tabela 1 apresenta os pre\u00e7os m\u00e9dios dos derivados ao fim do evento, assim como suas respectivas varia\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o anterior.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/FN6rb2ABXW50419\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/FN6rb2ABXW50419\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2025.<\/p>\n<p>Volume negociado aumentou em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior<\/p>\n<p>O volume negociado neste leil\u00e3o totalizou cerca de 34,2 mil toneladas, representando nova queda (-11,2%) frente ao evento anterior. Embora o recuo possa parecer expressivo, esse comportamento de menor volume de negocia\u00e7\u00e3o no primeiro leil\u00e3o de dezembro \u00e9 comum. Ainda assim, na compara\u00e7\u00e3o com o evento equivalente de dezembro de 2024, observa-se um crescimento de 1,9%.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/WIkR9fABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/WIkR9fABF0413\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2025.<\/p>\n<p>Impacto nos contratos futuros<\/p>\n<p>A tend\u00eancia de baixa para os primeiros meses de 2026 permanece, com novos recuos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s cota\u00e7\u00f5es dos \u00faltimos dias. Para mar\u00e7o, por\u00e9m, o cen\u00e1rio de alta segue confirmado nos contratos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/NBT965ABF0425\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/NBT965ABF0425\"><\/p>\n<p>Fonte: NZX Futures, elaborado pelo MilkPoint Mercado, 2025.<\/p>\n<p>E como os resultados do leil\u00e3o GDT afetam o mercado brasileiro?<\/p>\n<p>O GDT 393 apresentou um mercado ativo, por\u00e9m mais cauteloso, com leve redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de participantes \u2014 movimento influenciado principalmente pela demanda mais fraca na \u00c1sia e pelos ajustes de estoques em alguns mercados. Foram negociadas 34,3 mil toneladas, mas com ritmo de compras menos acelerado, o que refor\u00e7ou a press\u00e3o baixista sobre as cota\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio global, apesar do aumento das compras em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, a demanda ainda n\u00e3o acompanha o forte avan\u00e7o da oferta, especialmente entre os grandes pa\u00edses produtores, mantendo os pre\u00e7os internacionais sob press\u00e3o. Brasil, Argentina e Uruguai tamb\u00e9m ampliaram sua produ\u00e7\u00e3o, intensificando a necessidade de ajustes nos pre\u00e7os para preservar a competitividade.<\/p>\n<p>Com o d\u00f3lar pr\u00f3ximo de R$ 5,40 favorecendo as importa\u00e7\u00f5es e a produ\u00e7\u00e3o mundial ainda em crescimento, o mercado segue pressionado no curto prazo. Assim, o GDT 393 ainda sinaliza um ambiente de cautela. (Milkpoint)<\/p>\n<p><b>Proje\u00e7\u00f5es est\u00e1veis do USDA para os l\u00e1cteos da China em 2026<br \/>\n<\/b><br \/>\nAs proje\u00e7\u00f5es divulgadas pela unidade do USDA em Pequim para o mercado de l\u00e1cteos da China em 2026 apontam um cen\u00e1rio de continuidade: produ\u00e7\u00e3o est\u00e1vel, importa\u00e7\u00f5es ajustadas e um setor cada vez mais concentrado.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio Dairy and Products Annual, citado por fontes do departamento norte-americano, descreve um ciclo marcado por margens apertadas, reestrutura\u00e7\u00f5es profundas e movimentos que j\u00e1 vinham tomando forma desde 2022. Segundo a an\u00e1lise, a queda prolongada dos pre\u00e7os da mat\u00e9ria-prima foi um divisor de \u00e1guas no setor. O USDA relata que, ao longo dos \u00faltimos dois anos, a rentabilidade dos produtores chineses ficou comprometida, afetando especialmente as fazendas com estrutura menor. A press\u00e3o sobre custos \u2013 em alguns casos, agravada pelas exig\u00eancias sanit\u00e1rias e ambientais \u2013 acelerou um processo de consolida\u00e7\u00e3o que vinha ocorrendo de forma gradual, mas que ganhou intensidade desde 2023.<\/p>\n<p>A ag\u00eancia descreve que uma quantidade significativa de estabelecimentos com rebanhos inferiores a mil cabe\u00e7as deixou o mercado ou foi incorporada por grupos de maior escala. O movimento, segundo t\u00e9cnicos citados no documento, responde a din\u00e2micas econ\u00f4micas e estruturais: maiores investimentos em tecnologia, automa\u00e7\u00e3o e sustentabilidade elevaram a barreira de entrada; ao mesmo tempo, operadores com escala ampliada conseguiram diluir custos e manter algum n\u00edvel de competitividade.<\/p>\n<p>Como resultado, o USDA projeta que, em 2025, as fazendas com mais de mil vacas j\u00e1 responder\u00e3o por mais de 68% da produ\u00e7\u00e3o nacional. \u00c9 um aumento superior a dois pontos porcentuais em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, refor\u00e7ando uma tend\u00eancia que coloca os mega-rebanhos no centro da oferta de leite cru na China. Embora essa concentra\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja nova, especialistas ouvidos pelo USDA sugerem que o ritmo da reestrutura\u00e7\u00e3o surpreendeu at\u00e9 agentes do pr\u00f3prio mercado dom\u00e9stico.No campo do com\u00e9rcio exterior, o relat\u00f3rio indica que as importa\u00e7\u00f5es de leite fluido devem registrar uma queda leve em 2026. A raz\u00e3o \u00e9 direta: a oferta local, apesar das dificuldades de margens, continua sendo suficiente para atender grande parte do consumo interno. As compras externas seguem relevantes apenas para nichos ou para atender picos espec\u00edficos de demanda, mas n\u00e3o desempenham hoje o papel de equil\u00edbrio estrutural que j\u00e1 tiveram.<\/p>\n<p>Para o leite em p\u00f3 desnatado (LPD), a avalia\u00e7\u00e3o aponta uma trajet\u00f3ria de crescimento da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica. A ind\u00fastria chinesa tem ampliado sua capacidade de processamento e mant\u00e9m programas de diversifica\u00e7\u00e3o de portf\u00f3lio que favorecem esse ingrediente. As importa\u00e7\u00f5es, por sua vez, devem permanecer est\u00e1veis, refletindo a combina\u00e7\u00e3o entre autossufici\u00eancia parcial e demanda consistente das ind\u00fastrias de alimentos e bebidas.<\/p>\n<p>No caso do leite em p\u00f3 integral (LPI), o USDA projeta estabilidade tanto no volume produzido quanto no volume importado. Fontes do setor citadas no relat\u00f3rio explicam que esse equil\u00edbrio \u00e9 coerente com o comportamento da demanda interna, que n\u00e3o apresenta oscila\u00e7\u00f5es bruscas e permanece sustentada pelo consumo de produtos tradicionais, al\u00e9m do uso industrial.<\/p>\n<p>O documento tamb\u00e9m prev\u00ea um leve crescimento em manteiga e queijo, tanto na produ\u00e7\u00e3o quanto nas importa\u00e7\u00f5es. Segundo os analistas, a expans\u00e3o est\u00e1 vinculada \u00e0 mudan\u00e7a nos h\u00e1bitos de consumo, impulsionada pela urbaniza\u00e7\u00e3o e pela diversifica\u00e7\u00e3o dos padr\u00f5es alimentares das novas gera\u00e7\u00f5es. Ao mesmo tempo, ind\u00fastrias de panifica\u00e7\u00e3o, confeitaria e food service t\u00eam elevado o uso desses dois ingredientes, mantendo o fluxo de compras externas.<\/p>\n<p>O USDA destaca ainda a firmeza esperada para as importa\u00e7\u00f5es de soro e seus derivados, utilizados principalmente pela ind\u00fastria de alimentos, bebidas funcionais e nutri\u00e7\u00e3o infantil. Trata-se de um segmento no qual a depend\u00eancia externa da China segue alta, tanto por caracter\u00edsticas tecnol\u00f3gicas quanto pela competitividade dos exportadores tradicionais.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, as proje\u00e7\u00f5es reunidas no relat\u00f3rio constroem uma fotografia de continuidade, com um setor que se reorganiza, mas preserva o equil\u00edbrio entre oferta e demanda. A produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica n\u00e3o cresce de forma expressiva, por\u00e9m ganha efici\u00eancia; as importa\u00e7\u00f5es recuam onde a autossufici\u00eancia avan\u00e7a, mas permanecem essenciais em categorias estrat\u00e9gicas. Para 2026, o USDA n\u00e3o prev\u00ea rupturas: apenas a confirma\u00e7\u00e3o de um caminho j\u00e1 conhecido pelo mercado chin\u00eas.<\/p>\n<p>*Escrito para o eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es de Blasina y Asociados<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Novo estudo traz consumo de queijo associado a redu\u00e7\u00e3o do risco de dem\u00eancia<br \/>\n<\/b>Um novo estudo realizado no Jap\u00e3o observou que o consumo semanal de queijo pode estar relacionado a uma menor incid\u00eancia de dem\u00eancia em idosos. A pesquisa, publicada em 2025 na revista cient\u00edfica Nutrients, acompanhou mais de mil participantes com 65 anos ou mais durante tr\u00eas anos. Embora os resultados indiquem uma poss\u00edvel rela\u00e7\u00e3o entre o alimento e a sa\u00fade cerebral, especialistas ressaltam que as evid\u00eancias ainda n\u00e3o permitem afirmar que o queijo reduz o risco da doen\u00e7a. O estudo, conduzido por pesquisadores japoneses, avaliou os h\u00e1bitos alimentares dos volunt\u00e1rios e dividiu os participantes entre consumidores e n\u00e3o consumidores de queijo. Ao fim do per\u00edodo de acompanhamento: 3,4% dos idosos que consumiam queijo ao menos uma vez por semana desenvolveram dem\u00eancia. Entre os que n\u00e3o consumiam o alimento, a taxa foi de 4,5%. Ap\u00f3s ajustes estat\u00edsticos, os autores estimaram que o consumo semanal de queijo esteve associado a uma redu\u00e7\u00e3o relativa de risco entre 21% e 24%. O artigo, intitulado Cheese Consumption and Incidence of Dementia in Community-Dwelling Older Japanese Adults, aponta ainda que os consumidores frequentes de queijos tendiam a apresentar melhores escores em testes cognitivos.Os cientistas levantam algumas hip\u00f3teses para explicar a poss\u00edvel rela\u00e7\u00e3o entre queijo e prote\u00e7\u00e3o cognitiva: O queijo \u00e9 rico em prote\u00ednas, amino\u00e1cidos essenciais e vitamina K\u00b2, nutrientes importantes para a sa\u00fade dos neur\u00f4nios e dos vasos sangu\u00edneos. Pode haver a\u00e7\u00e3o anti-inflamat\u00f3ria: pept\u00eddeos bioativos e compostos presentes em queijos fermentados teriam efeitos ben\u00e9ficos sobre processos inflamat\u00f3rios no corpo.&nbsp; Al\u00e9m disso, o estudo sugere um papel para o eixo intestino-c\u00e9rebro, j\u00e1 que certos derivados l\u00e1cteos fermentados podem influenciar a microbiota intestinal, o que por sua vez poderia afetar a fun\u00e7\u00e3o cognitiva. Pesquisas recentes t\u00eam investigado o impacto de diferentes componentes da dieta na sa\u00fade cerebral. Revis\u00f5es cient\u00edficas mostram que alimentos fermentados, como queijos e iogurtes, podem influenciar processos metab\u00f3licos e inflamat\u00f3rios ligados \u00e0 fun\u00e7\u00e3o cognitiva. No entanto, os resultados ainda s\u00e3o variados, e n\u00e3o h\u00e1 consenso sobre efeitos isolados de um \u00fanico alimento.&nbsp; As diretrizes atuais para preven\u00e7\u00e3o de dem\u00eancia continuam apontando para padr\u00f5es alimentares amplos, com dietas ricas em vegetais, l\u00e1cteos, leguminosas, azeite e peixes, em vez de recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas sobre o consumo de um \u00fanico alimento. A pesquisa japonesa oferece novos dados sobre poss\u00edveis rela\u00e7\u00f5es entre dieta e sa\u00fade cognitiva, mas seu car\u00e1ter observacional exige cautela na interpreta\u00e7\u00e3o. O consumo de queijo pode integrar um padr\u00e3o alimentar saud\u00e1vel, por\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias suficientes para afirmar que ele reduz, por si s\u00f3, o risco de dem\u00eancia. Novos estudos, incluindo ensaios cl\u00ednicos controlados, ser\u00e3o necess\u00e1rios para determinar com maior precis\u00e3o o papel do alimento na sa\u00fade cerebral e verificar se os resultados observados no Jap\u00e3o se repetem em outras popula\u00e7\u00f5es. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Tribuna, adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de dezembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.527 Sebrae e Piracanjuba firmam conv\u00eanio para fortalecer produtores da cadeia do leite no Noroeste do RS O Sebrae RS, por <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/12\/03\/03-12-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/12\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18100","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18100","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18100"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18100\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18105,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18100\/revisions\/18105"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18100"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18100"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18100"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}