{"id":1805,"date":"2017-12-01T16:57:30","date_gmt":"2017-12-01T16:57:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/12\/01\/01-12-2017\/"},"modified":"2017-12-01T16:57:30","modified_gmt":"2017-12-01T16:57:30","slug":"01-12-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/12\/01\/01-12-2017\/","title":{"rendered":"01\/12\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 01 de dezembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.633<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><strong>R\u00f3tulos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Pesquisa realizada pelo IBOPE Intelig\u00eancia mostra que 67% das pessoas, ou seja, cerca de 7 em cada 10 entrevistados, preferem o sem\u00e1foro nutricional, contra 31% que declaram preferir o modelo de advert\u00eancia nos r\u00f3tulos de alimentos e bebidas. A proposta que utiliza cores (verde, amarelo e vermelho) para traduzir as informa\u00e7\u00f5es sobre o teor de a\u00e7\u00facares, gordura e s\u00f3dio dos produtos - conhecida como Sem\u00e1foro Nutricional Quantitativo - \u00e9 considerada a mais clara e did\u00e1tica para 65% dos entrevistados.<\/p>\n<p> \"Embora os dois modelos sejam bem avaliados pela popula\u00e7\u00e3o na avalia\u00e7\u00e3o individual, ela tem uma prefer\u00eancia. Quando perguntamos qual deles gostariam de encontrar na parte frontal das embalagens, a maioria indica o modelo sem\u00e1foro nutricional\", afirma Patricia Pavanelli, diretora de contas do IBOPE.<\/p>\n<p> A nova proposta de rotulagem nutricional frontal, que vem sendo discutida pela sociedade, tem o objetivo de trazer as informa\u00e7\u00f5es sobre o teor de nutrientes contidos nos alimentos para a parte da frente das embalagens. A pesquisa fez a compara\u00e7\u00e3o entre o modelo de sem\u00e1foro nutricional e o de advert\u00eancia, ambos apresentados \u00e0 Anvisa (Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria) como propostas para rotulagem frontal no Brasil. O tema \u00e9 priorit\u00e1rio na agenda regulat\u00f3ria da Ag\u00eancia.<\/p>\n<p> <u>Compara\u00e7\u00e3o de modelos<\/u><br \/> A pesquisa ainda revela que 81% dos entrevistados avaliam que o modelo do sem\u00e1foro facilita a compreens\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es nutricionais, contra 78% do modelo de advert\u00eancia. O sistema de cores usado para classificar os nutrientes em um r\u00f3tulo frontal \u00e9 avaliado como \u00f3timo\/bom por 85% da popula\u00e7\u00e3o, contra 74% do modelo de advert\u00eancia. Al\u00e9m disso, 47% avaliam a facilidade de leitura e compreens\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es com nota 9 ou 10, contra apenas 26% da avalia\u00e7\u00e3o do modelo de advert\u00eancia.<\/p>\n<p> Mais um argumento favor\u00e1vel ao modelo de sem\u00e1foro nutricional quantitativo \u00e9 o fato de a rela\u00e7\u00e3o entre as cores verde, amarela e vermelha j\u00e1 ser algo comum para o brasileiro, enquanto outras propostas apresentadas se baseiam em modelos de advert\u00eancias, com mensagens escritas em fundo preto, que n\u00e3o informam a quantidade dos nutrientes destacados.<\/p>\n<p> <u>O brasileiro quer informa\u00e7\u00e3o<\/u><br \/> A popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem por h\u00e1bito consultar informa\u00e7\u00f5es nas embalagens, mas ressalta a necessidade da adequa\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o de alguns itens. Aproximadamente 3\/4 da popula\u00e7\u00e3o procura, de modo geral, informa\u00e7\u00f5es nas embalagens para auxiliar na escolha dos produtos. A tabela nutricional \u00e9 o terceiro item mais buscado:<br \/> o Prazo de validade ou data de fabrica\u00e7\u00e3o: 45%<br \/> o Pre\u00e7o: 24%<br \/> o Tabela nutricional\/ Informa\u00e7\u00e3o nutricional: 21%<br \/> o Advert\u00eancias relacionadas \u00e0 sa\u00fade (diet, light, sem colesterol, sem gordura trans, sem lactose, cont\u00e9m gl\u00faten, etc): 18%<br \/> o Marca ou fabricante: 13%<br \/> o Lista de ingredientes: 10%<br \/> o Quantidade: 7%<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">A apresenta\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o por por\u00e7\u00e3o e por medida caseira, complementando medidas em gramas e litros, tamb\u00e9m aparece como uma necessidade dos brasileiros, vindo ao encontro da proposta apresentada pela ind\u00fastria. A pesquisa qualitativa aponta a prefer\u00eancia pela refer\u00eancia nutricional baseada em quantidades mais concretas e de f\u00e1cil compreens\u00e3o, como as unidades ou medidas caseiras: copo americano, x\u00edcara, colher de sopa.<\/p>\n<p> O estudo foi solicitado pela Rede de Rotulagem, que re\u00fane associa\u00e7\u00f5es das ind\u00fastrias de alimentos e bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas. \"A realiza\u00e7\u00e3o desta pesquisa foi muito importante para obtermos a opini\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Os dados coletados mostram uma clara prefer\u00eancia pelo modelo de rotulagem frontal com sem\u00e1foro quantitativo proposto pelo setor, uma vez que ele \u00e9 informativo e educativo, al\u00e9m de ter f\u00e1cil entendimento para toda a popula\u00e7\u00e3o\", afirma Daniella Cunha, diretora de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da Abia (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Alimenta\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p> A informa\u00e7\u00e3o por cores demonstra ter apelo popular, proporcionar comunica\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea e ser acess\u00edvel a todos. Al\u00e9m disso, apresenta-se como um recurso did\u00e1tico, a fim de educar novas gera\u00e7\u00f5es e pessoas com baixa escolaridade. O modelo sem\u00e1foro mostra-se ainda capaz de proporcionar uma r\u00e1pida identifica\u00e7\u00e3o no momento da compra e de permitir compara\u00e7\u00e3o entre alimentos, o que favorece a decis\u00e3o do indiv\u00edduo e sua soberania na escolha.<\/p>\n<p> \"O modelo do sem\u00e1foro demonstrou ser o que mais desperta o interesse das pessoas pela busca de informa\u00e7\u00f5es nutricionais. Isso \u00e9 fundamental quando pensamos em garantir efici\u00eancia a uma pol\u00edtica p\u00fablica como esta em discuss\u00e3o. O que adianta os r\u00f3tulos serem fontes seguras de informa\u00e7\u00e3o, se elas n\u00e3o forem percebidas pelas pessoas? H\u00e1bitos saud\u00e1veis s\u00e3o resultados de escolhas equilibradas, n\u00e3o se desenvolvem por imposi\u00e7\u00e3o\", afirma Pablo Ces\u00e1rio, gerente executivo da CNI (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria).<\/p>\n<p> Outros n\u00fameros da pesquisa revelam que os brasileiros procuram e querem ter acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es nutricionais, mesmo que n\u00e3o compreendam na totalidade os dados da tabela nutricional. O modelo com cores se revela uma proposta que cumpre a fun\u00e7\u00e3o de comunicar, de modo did\u00e1tico, l\u00fadico e com empatia, essas informa\u00e7\u00f5es. Ademais o levantamento indica que o modelo teve a prefer\u00eancia at\u00e9 de quem declara \"raramente ler\" as informa\u00e7\u00f5es da tabela.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"> \"A ind\u00fastria acredita que qualquer modelo de rotulagem, sozinho, n\u00e3o \u00e9 capaz de substituir uma a\u00e7\u00e3o ampla de educa\u00e7\u00e3o alimentar e nutricional, que oriente a popula\u00e7\u00e3o a entender as informa\u00e7\u00f5es nos r\u00f3tulos dos alimentos e saber como compor uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e equilibrada, aliada \u00e0 pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica\", Alexandre K. Jobim, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Refrigerantes e de Bebidas n\u00e3o Alco\u00f3licas (ABIR). (Newtrade)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o leiteira\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil deve aumentar 1,8% em 2018, para 23,98 milh\u00f5es de toneladas ante as 23,55 milh\u00f5es de toneladas esperadas para o total de 2017, estima o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relat\u00f3rio. A eleva\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o tende a ser impulsionada pelas exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, como o leite condensado, principalmente para o mercado africano, e o leite em p\u00f3.<\/p>\n<p> Outro fator que influencia neste aumento \u00e9 a suspens\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos do Uruguai. O USDA destaca que, em 10 de outubro, o Minist\u00e9rio da Agricultura brasileiro suspendeu as compras do pa\u00eds vizinho e solicitou comprovante de rastreabilidade, para verificar se 100% do produto vindo do Uruguai era, de fato, daquele pa\u00eds.<\/p>\n<p> A maior produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica do setor e a demanda mais amena resultaram em importa\u00e7\u00f5es limitadas de leite em p\u00f3.Sobre o mercado interno, o relat\u00f3rio ressalta que o consumo da bebida tende a permanecer em volumes baixos no ano que vem, em linha com o desempenho de 2017.<\/p>\n<p> \"O cen\u00e1rio \u00e9 derivado do excesso de leite no mercado e da fraca demanda dos consumidores, mesmo que indicadores mostrem que a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Brasil est\u00e1 melhorando gradualmente\", diz o documento. Com isso, as empresas do setor est\u00e3o apostando nos derivados em vez da mat\u00e9ria-prima em si. Para 2018, a expectativa \u00e9 que o consumo dom\u00e9stico de leite fique est\u00e1vel em 10 milh\u00f5es de toneladas. (Globo Rural)<\/p>\n<p> <strong>Mercosul x UE\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> Esta semana ocorrer\u00e1 uma nova reuni\u00e3o de negocia\u00e7\u00f5es Mercosul x Uni\u00e3o Europeia (UE), que possivelmente ser\u00e1 definidora. At\u00e9 agora \"os l\u00e1cteos continuam exclu\u00eddos das negocia\u00e7\u00f5es\", ressaltou \u00e0 Conexi\u00f3n Agropecuaria Mercedes Bar\u00e1ibar, economista do Instituto Nacional de la Leche (Inale), que viajar\u00e1 para Bruxelas, com a delega\u00e7\u00e3o negociadora.\u00a0<\/p>\n<p> Na primeira reuni\u00e3o que ocorreu em Bras\u00edlia, no m\u00eas de setembro, o Uruguai chegou com a firme postura de excluir os l\u00e1cteos do acordo. A novidade \u00e9 que a UE pediu formalmente uma consulta p\u00fablica, com o objetivo de conhecer a opini\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e fornecer informa\u00e7\u00f5es para que os negociadores sobre os poss\u00edveis conflitos de nomes que estavam entre as Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas europeias e os nomes que utilizados no Uruguai para alguns queijos.<\/p>\n<p> \"Quem se sentir vulner\u00e1vel em seus direitos porque a UE se apropria de determinado nome ter\u00e1 que enviar um e.mail para ( consultapublicaigdo@miem.gub.uy). As informa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o processadas pelo escrit\u00f3rio nacional de propriedade intelectual e enviadas ao chefe da equipe de negociadores para que na semana que vem esteja na mesa de trabalho, a quantidade de oposi\u00e7\u00f5es ou obje\u00e7\u00f5es feitas\", explicou Bar\u00e1ibar. Esta semana ser\u00e3o negociados produtos e na pr\u00f3xima as indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, acrescentou.<\/p>\n<p> O reconhecimento pedido pela UE \u00e9 de exclusividade de certos nomes. Uma vez firmado o acordo, os pa\u00edses do Mercosul n\u00e3o poder\u00e3o utilizar os nomes nas etiquetas de queijos se eles n\u00e3o procederem dos pa\u00edses mencionados na lista. Isto quer dizer, que o Uruguai n\u00e3o poder\u00e1 utilizar os nomes, nem para suas vendas internas, nem para as vendas no mercado externo. A maior informa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a poss\u00edveis conflitos com os nomes nacionais, proporcionar\u00e1 aos negociadores do Uruguai maiores elementos para debater a lista. A consulta p\u00fablica ter\u00e1 dura\u00e7\u00e3o de 30 dias, a partir de 20 de novembro. (Blasina y Asociados - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Demanda fraca aprofunda queda das cota\u00e7\u00f5es do leite<\/strong><\/p>\n<p> O pre\u00e7o m\u00e9dio do leite ao produtor brasileiro voltou a cair em novembro, refletindo a oferta crescente da mat\u00e9ria-prima devido ao per\u00edodo de safra, mas a retra\u00e7\u00e3o superou a expectativa de analistas. No m\u00eas passado, os produtores receberam, em m\u00e9dia, R$ 1,041 pelo litro do leite entregue em outubro, um recuo mensal de 1,6%, de acordo com levantamento da Scot Consultoria. \"A expectativa era de uma queda menor\", disse Rafael Ribeiro, analista da Scot Consultoria. Isso porque os pre\u00e7os do leite longa vida no atacado haviam esbo\u00e7ado rea\u00e7\u00e3o em outubro. No entanto, segundo Ribeiro, a tentativa dos latic\u00ednios de melhorar suas margens n\u00e3o foi bem-sucedida uma vez que a demanda no varejo continuou fraca. Diante disso, os pre\u00e7os do leite longa vida no atacado voltaram a recuar em novembro, assim como no varejo.\u00a0<\/p>\n<p> Segundo o levantamento da Scot, no m\u00eas que se encerra, o longa vida caiu R$ 0,05 no atacado paulista, para R$ 2,13 o litro. No varejo, o recuo foi de R$ 0,04, para R$ 2,81 por litro. Considerando que a demanda dom\u00e9stica por l\u00e1cteos segue fraca e que o pico da safra de leite ainda deve ocorrer em dezembro nas principais regi\u00f5es produtoras, como Minas Gerais, Goi\u00e1s e S\u00e3o Paulo, a tend\u00eancia \u00e9 de novas quedas nas cota\u00e7\u00f5es ao produtor at\u00e9 o fim do ano, avalia Rafael Ribeiro. Em janeiro, estima, a produ\u00e7\u00e3o de leite deve come\u00e7ar a se estabilizar no Brasil. Segundo o \u00cdndice Scot de Capta\u00e7\u00e3o de Leite, a produ\u00e7\u00e3o de leite na m\u00e9dia do pa\u00eds subiu 1,1% em outubro sobre setembro, e dados parciais indicam novo aumento, de 0,9%, em novembro sobre outubro passado.\u00a0<\/p>\n<p> Para Ribeiro, neste fim de ano, o consumo interno de leite longa vida deve seguir patinando, mas a demanda por outros produtos l\u00e1cteos, como creme de leite e leite condensado, deve crescer em fun\u00e7\u00e3o das festas de fim de ano. A expectativa, segundo ele, \u00e9 que a demanda dom\u00e9stica por l\u00e1cteos comece a melhorar em 2018, mas, inicialmente, ainda em ritmo lento. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2538\" style=\"width: 600px; height: 375px;\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em>S\u00famulas do TST<br \/> O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, j\u00e1 marcou uma data, em fevereiro, para que a corte reveja o conte\u00fado de aproximadamente 35 a 40 s\u00famulas do tribunal, com o objetivo de readequ\u00e1-las \u00e0 nova legisla\u00e7\u00e3o trabalhista. De acordo com membros do tribunal, a sess\u00e3o de fevereiro pode resultar na extin\u00e7\u00e3o de algumas dessas s\u00famulas, devido \u00e0 disparidade entre seus conte\u00fados e o que est\u00e1 previsto na reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro. \"Temos mais de 400 s\u00famulas no tribunal, porque a CLT era omissa\", explicou o ministro Alexandre Agra Belmonte. \"Algumas delas precisam de readequa\u00e7\u00e3o. Precisam ser adaptadas em raz\u00e3o da reforma, porque a s\u00famula diz uma coisa e a reforma diz outra.\" (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 01 de dezembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.633 \u00a0 \u00a0\u00a0R\u00f3tulos\u00a0 Pesquisa realizada pelo IBOPE Intelig\u00eancia mostra que 67% das pessoas, ou seja, cerca de 7 em cada 10 entrevistados, preferem <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/12\/01\/01-12-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/12\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1805","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1805","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1805"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1805\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1805"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1805"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1805"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}