{"id":18044,"date":"2025-11-24T19:46:23","date_gmt":"2025-11-24T19:46:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18044"},"modified":"2025-11-24T19:47:28","modified_gmt":"2025-11-24T19:47:28","slug":"24-11-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/11\/24\/24-11-2025\/","title":{"rendered":"24\/11\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 24 de novembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.520<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>C\u00e2mara Setorial do Leite discute produ\u00e7\u00e3o do setor e a\u00e7\u00f5es para aumentar consumo do produto no Estado<br \/>\n<\/b><br \/>\nA C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados se reuniu nesta sexta-feira (21\/11), de forma virtual, para discutir os assuntos de interesse do setor. Entre as pautas, a situa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul, mas tamb\u00e9m em n\u00edvel de pa\u00eds e de mundo, al\u00e9m da possibilidade de realiza\u00e7\u00e3o de uma campanha que estimule a produ\u00e7\u00e3o de leite no Estado.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat-RS), Darlan Palharini, apresentou dados sobre a atual situa\u00e7\u00e3o do setor leiteiro no Rio Grande do Sul, no pa\u00eds e no mundo. A capta\u00e7\u00e3o brasileira de leite, at\u00e9 junho deste ano, responde por um aumento de 7% em compara\u00e7\u00e3o com 2024, o que representa 2,5 bilh\u00f5es de litros a mais de produ\u00e7\u00e3o. J\u00e1 no Rio Grande do Sul, no mesmo per\u00edodo, houve uma produ\u00e7\u00e3o 12% maior, com&nbsp; aumento de aproximadamente de 500 milh\u00f5es de litros. \u201cO que se pode ver \u00e9 que temos disponibilidade de leite per capita, porque temos aumentado a disponibilidade durante o ano. Segundo dados da Embrapa, s\u00e3o em torno de 1 milh\u00e3o de litros no mercado brasileiro \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o\u201d, destacou Palharini.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3, Palharini destacou que entre janeiro a outubro de 2024 foram 149 mil toneladas. No mesmo per\u00edodo de 2025, dados d\u00e3o conta que s\u00e3o 151 mil toneladas.<\/p>\n<p>O coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite e vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Eug\u00eanio Zanetti, ressaltou a iniciativa do governo do Estado para a aquisi\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 integral, produzido por cooperativas da agricultura familiar do Estado. O edital de chamada p\u00fablica prev\u00ea a compra de aproximadamente 2 milh\u00f5es de quilos de leite em p\u00f3, totalizando investimento estimado em R$ 90 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Um dos pontos levantados pelas entidades que integram a C\u00e2mara Setorial \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de uma campanha de incentivo ao consumo interno de leite, constru\u00edda por todos os elos da cadeia produtiva, tendo em vista a disponibilidade do produto atualmente no mercado. (SEAPI)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><strong>Noroeste ga\u00facho investe para se consolidar como maior polo leiteiro do Pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>A Mesorregi\u00e3o Noroeste do Estado \u00e9, atualmente, o principal polo leiteiro do Pa\u00eds. Segundo a Emater\/RS-Ascar, cerca de 86% do leite produzido no Rio Grande do Sul se concentra em 273 munic\u00edpios, numa \u00e1rea de apenas 26% do Estado. Apesar da produtividade constante, o setor leiteiro tem enfrentado uma tend\u00eancia de concentra\u00e7\u00e3o: em dez anos, o n\u00famero de produtores diminuiu em quase dois ter\u00e7os.<\/p>\n<p>H\u00e1 anos, o estado ga\u00facho sustenta uma produ\u00e7\u00e3o leiteira est\u00e1vel. Segundo os dados preliminares da 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul, organizado e apresentado pela Emater\/RS-Ascar na 48\u00aa Expointer, houve uma pequena queda no total de leite produzido no atual per\u00edodo. Em 2023, o Estado produziu um total de 4,12 bilh\u00f5es de litros. J\u00e1 em 2025, esse n\u00famero \u00e9 de 4,09. Apesar disso, observou-se um leve aumento na produ\u00e7\u00e3o do leite destinado \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o: de 3,83 bilh\u00f5es de litros em 2023, o n\u00famero passou a 3,84 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Como compara\u00e7\u00e3o, o Estado de Minas Gerais, l\u00edder nacional no setor, produziu 9,7 bilh\u00f5es de litros de leite em 2024, segundo os dados da \u00faltima Pesquisa da Pecu\u00e1ria Municipal (PPM) do IBGE. Ou seja, mais de 27% de todo o leite brasileiro. O Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor, foi respons\u00e1vel por aproximadamente 11% da produ\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Segundo o documento da Emater\/RS-Ascar, o Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) estadual \u00e9 de R$ 9,5 bilh\u00f5es por ano. Trata-se do quinto produto com maior VBP no Estado, atr\u00e1s somente da soja, arroz, frango e su\u00edno.<\/p>\n<p>O leite tem import\u00e2ncia econ\u00f4mica, social e cultural de norte a sul do Estado. Em 2023, dos 497 munic\u00edpios ga\u00fachos, 493 contavam com a produ\u00e7\u00e3o de leite. Nos dados pr\u00e9vios do 6\u00ba Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no RS, a Emater\/RS-Ascar estima que 451 munic\u00edpios destinem leite para a industrializa\u00e7\u00e3o. Apesar disso, a produ\u00e7\u00e3o estadual \u00e9 impulsionada, principalmente, pela metade norte e, em especial, pela mesorregi\u00e3o noroeste.<\/p>\n<p>\u00c9 hist\u00f3rica a import\u00e2ncia dessa parcela do Estado para a cadeia produtiva do leite no territ\u00f3rio nacional. Conforme o Anu\u00e1rio Leite 2025, produzido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), a relev\u00e2ncia tornou-se ainda mais significativa num intervalo de duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Em 2003, o noroeste era o segundo maior polo produtor de leite no Pa\u00eds, com cerca de 1,3 bilh\u00f5es de litros anuais. Vinte anos depois esse n\u00famero mais que dobrou: segundo os dados do IBGE, a mesorregi\u00e3o produziu 2,72 bilh\u00f5es de litros de leite em 2023, destacando-se como o maior centro produtor em todo o Pa\u00eds. Trata-se de praticamente 70% do leite produzido no Estado, atualmente o terceiro maior produtor, atr\u00e1s de Minas Gerais e Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Ou seja, sozinha, a Mesorregi\u00e3o Noroeste produziu 7,71% de todo o leite brasileiro em 2023, de acordo com a Embrapa. Segundo Jaime Ries, assistente t\u00e9cnico estadual da Bovinocultura Leiteira e coordenador das pesquisas sobre a cadeia produtiva do leite pela Emater\/RS-Ascar, a import\u00e2ncia da metade norte para a produ\u00e7\u00e3o leiteira \u00e9 ineg\u00e1vel.<\/p>\n<p>\"Eu diria que, incluindo tamb\u00e9m o Vale do Taquari, n\u00f3s temos quase 86% das propriedades que produzem leite e tamb\u00e9m do leite industrializado em todo o Estado. Se for ver, em 26% da \u00e1rea estadual, concentramos 86% da produ\u00e7\u00e3o, para se ter uma ideia da concentra\u00e7\u00e3o. Ela \u00e9 muito grande nessas regi\u00f5es. J\u00e1 foi mais importante na regi\u00e3o metropolitana e no litoral, mas hoje praticamente est\u00e1 sumindo daqui. Na metade sul, tem alguns polos importantes em S\u00e3o Louren\u00e7o, Bag\u00e9 e Livramento, mas, no geral, a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 toda concentrada na metade norte\", refor\u00e7a.<\/p>\n<p>Nessa ampla regi\u00e3o produtora, a cidade de Santo Cristo se destaca h\u00e1 alguns anos como a maior produtora estadual. Os \u00faltimos dados da Pesquisa da Pecu\u00e1ria Municipal (PPM) do IBGE, divulgados em setembro, demonstram que o munic\u00edpio da Fronteira Noroeste contabilizou 75,198 milh\u00f5es litros de leite em 2024. Dos dez munic\u00edpios que mais produziram leite no \u00faltimo ano, apenas S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul n\u00e3o faz parte da Mesorregi\u00e3o Noroeste.<\/p>\n<p>Apesar da estabilidade no volume produtivo anual, alguns desafios do setor t\u00eam afastado os pequenos produtores da atividade leiteira, principalmente nos \u00faltimos dez anos.<\/p>\n<p>Menos estabelecimentos, mais concentra\u00e7\u00e3o produtiva<\/p>\n<p>Os dados da 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no RS revelam uma sequencial redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de produtores em todo o Estado nos \u00faltimos anos. Em 2015, o Rio Grande do Sul contava com 84.199 estabelecimentos produtores de leite. Em 2025, esse n\u00famero caiu para praticamente um ter\u00e7o: apenas 28.946.<\/p>\n<p>Para Jaime Ries, coordenador do relat\u00f3rio da Emater\/RS-Ascar, um dos aspectos que devem ser levados em conta \u00e9 a estagna\u00e7\u00e3o produtiva em todo o Pa\u00eds nos \u00faltimos anos. \"O Rio Grande do Sul mant\u00e9m sua fatia em torno de 11% a 12% da produ\u00e7\u00e3o brasileira. Ent\u00e3o esse \u00e9 o tamanho do nosso mercado de leite no Estado. Vamos arredondar para 4 bilh\u00f5es de litros. Ou seja, na medida que uns crescem e outros saem, perdendo competitividade, mas o volume total fica est\u00e1vel. Com os volumes m\u00e9dios di\u00e1rios hoje, se mantiv\u00e9ssemos aqueles 84 mil produtores de 2015, ter\u00edamos de produzir como a Argentina. Estar\u00edamos produzindo mais ou menos como Minas Gerais e Santa Catarina juntos\", pondera.<\/p>\n<p>Segundo Ries, o que ocorre atualmente \u00e9 um processo de especializa\u00e7\u00e3o. Propriedades maiores t\u00eam aumentado o n\u00famero de confinamentos, para viabilizar a produ\u00e7\u00e3o em escala.<\/p>\n<p>No mesmo compasso, o n\u00famero de vacas leiteiras tamb\u00e9m diminuiu nos \u00faltimos dez anos. Em 2015, eram mais de 1,17 milh\u00f5es de animais. Hoje, s\u00e3o pouco mais de 742 mil. Entretanto, o n\u00famero de animais por estabelecimento est\u00e1 aumentando \u2014 o esperado para um cen\u00e1rio de concentra\u00e7\u00e3o. De menos de 14 vacas leiteiras em 2015, hoje a m\u00e9dia \u00e9 de mais de 25 por propriedade no Estado. As vacas tamb\u00e9m produzem mais: hoje, a produtividade m\u00e9dia \u00e9 de 17 litros di\u00e1rios por animal. Em 2015, eram 11,8 litros por vaca ao dia. Com as atuais tecnologias como a robotiza\u00e7\u00e3o, h\u00e1 estabelecimentos que chegam a uma produtividade na casa dos 45 litros di\u00e1rios por vaca.<\/p>\n<p>Para Darlan Palharini, Secret\u00e1rio Executivo do Sindilat e Coordenador do Milk Summit Brazil 2025, a redu\u00e7\u00e3o dos estabelecimentos \u00e9 um movimento mundial na cadeia produtiva do leite. \"O Rio Grande do Sul n\u00e3o passaria sem tamb\u00e9m ter esse ajuste de n\u00famero de produtores, j\u00e1 que, se a gente pegar os Pa\u00edses vizinhos, a Argentina e o Uruguai tamb\u00e9m passaram por esse processo\", relembra.<\/p>\n<p>Palharini acredita que pontos cruciais limitam a continuidade das propriedades leiteiras. Segundo ele, hoje, \u00e9 um desafio manter um estabelecimento com produ\u00e7\u00e3o abaixo de 200 litros di\u00e1rios. Outro aspecto muito citado \u00e9 a falta de m\u00e3o de obra. Jaime Ries menciona, ainda, o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o rural. \"A popula\u00e7\u00e3o rural vem diminuindo, a idade m\u00e9dia aumentando. E o leite \u00e9 uma atividade que, diferente da soja e milho, exige m\u00e3o de obra todos os dias, o ano inteiro\", reitera. Para ele, as principais dificuldades dos produtores est\u00e3o relacionadas: pouca m\u00e3o de obra, falta de sucess\u00e3o familiar, renda da atividade e custo elevado. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite deve moderar em 2026, diz Rabobank<\/strong><\/p>\n<p>O forte crescimento da produ\u00e7\u00e3o tem reduzido os pre\u00e7os globais dos l\u00e1cteos, mas a moderada expans\u00e3o prevista para 2026 tende a aliviar parte dessa press\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o de leite nas principais regi\u00f5es exportadoras segue crescendo de forma acelerada, superando as expectativas anteriores do RaboResearch. Nos Estados Unidos, a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 4,2% em julho, o maior crescimento desde 2021, e manteve ritmo elevado em agosto, com aumento anual de 3,2%. Na Nova Zel\u00e2ndia, o in\u00edcio da temporada tamb\u00e9m foi recorde, culminando em outubro, tradicionalmente o m\u00eas de maior oferta. A expectativa \u00e9 de que esse avan\u00e7o continue at\u00e9 2026, ainda que em ritmo mais moderado.<\/p>\n<p>Entre as sete principais regi\u00f5es exportadoras, projeta-se que a oferta de leite cres\u00e7a 1,8% na compara\u00e7\u00e3o anual no segundo semestre de 2025, desacelerando para 1,1% em 2026.<\/p>\n<p>Os elevados pre\u00e7os pagos ao produtor nos EUA, na Uni\u00e3o Europeia e na Oceania durante o primeiro semestre de 2025 foram determinantes para o aumento da produ\u00e7\u00e3o. A melhora nas margens das fazendas, a recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s os surtos de doen\u00e7as registrados em 2024 e a aus\u00eancia de eventos clim\u00e1ticos adversos continuam estimulando o crescimento da oferta. Al\u00e9m disso, espera-se que os pre\u00e7os dos concentrados permane\u00e7am favor\u00e1veis at\u00e9 2026, sustentados pela ampla disponibilidade de gr\u00e3os.No campo da demanda, os mercados globais de l\u00e1cteos seguem enfrentando dificuldades, especialmente entre consumidores de baixa e m\u00e9dia renda. A fraqueza persistente da demanda \u00e9 vis\u00edvel em diversos canais de alimenta\u00e7\u00e3o, e a recupera\u00e7\u00e3o depender\u00e1 do aumento da confian\u00e7a do consumidor. A China ainda enfrenta retra\u00e7\u00e3o no consumo, e os sinais de retomada no Sudeste Asi\u00e1tico s\u00e3o inconsistentes. Nos Estados Unidos, incertezas sobre o mercado de trabalho e o impacto das tarifas continuam pressionando o sentimento do consumidor.<\/p>\n<p>O crescente excedente export\u00e1vel j\u00e1 pressiona os pre\u00e7os em algumas das principais regi\u00f5es produtoras. Nos EUA, as fortes quedas nos pre\u00e7os do queijo e da manteiga no terceiro trimestre de 2025 devem resultar em recuos no pre\u00e7o do leite ao produtor no quarto trimestre de 2025 e no primeiro semestre de 2026. Na Europa, a fraqueza nos pre\u00e7os tamb\u00e9m se confirma, enquanto diversos produtos neozelandeses apresentaram redu\u00e7\u00f5es no Global Dairy Trade durante o terceiro trimestre de 2025. Ainda assim, mant\u00e9m-se a expectativa de que os pre\u00e7os do leite na Nova Zel\u00e2ndia superem as dificuldades ao longo da temporada.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio base do RaboResearch indica pre\u00e7os mais baixos at\u00e9 2026, impulsionados pela maior disponibilidade de leite export\u00e1vel.<\/p>\n<p>De forma geral, a esperada desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento da produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 2026 deve contribuir para reduzir a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os, conforme o mercado busca restabelecer o equil\u00edbrio entre oferta e demanda. Entretanto, a continuidade de uma oferta abundante combinada com uma demanda mais fraca do que o previsto pode acentuar as quedas de pre\u00e7os, como ilustrado no cen\u00e1rio pessimista.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Observatorio de la Cadena L\u00e1ctea Argentina (OCLA), traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Rio Grande do Sul produz o melhor leite do Brasil<br \/>\n<\/b>A for\u00e7a do leite na regi\u00e3o Norte contrasta com um trauma recente. H\u00e1 uma d\u00e9cada, a Opera\u00e7\u00e3o Leite Compensado atingiu diretamente produtores e cooperativas da regi\u00e3o do Alto Uruguai, culminando em crises no setor. Conforme Darlan Palharini, Secret\u00e1rio Executivo do Sindilat e Coordenador do Milk Summit Brazil 2025, a Opera\u00e7\u00e3o Leite Compensado teve impactos negativos em todo o Estado, mas tamb\u00e9m serviu para que o setor reconhecesse \"alguns pontos falhos e que precisava trabalhar no sentido de melhoria da qualidade e da transpar\u00eancia do processo\". Palharini afirma que o Rio Grande do Sul tem, atualmente, a \"melhor qualidade de leite produzido no Brasil. Tanto que hoje a gente continua vendendo mais de 60% da nossa produ\u00e7\u00e3o para outros Estados, justamente por esse reconhecimento da qualidade do nosso produto\". Hoje, para o Secret\u00e1rio Executivo do Sindilat, o grande desafio do setor diz respeito \u00e0 competitividade com o mercado externo. \"O produto l\u00e1cteo na sua grande maioria \u00e9 commodity, principalmente o leite em p\u00f3 e o queijo mu\u00e7arela. O nosso pre\u00e7o ele ainda \u00e9 um pouco acima do que o mercado mundial est\u00e1 pagando, mas ele est\u00e1 evoluindo bastante nesse sentido de fazer frente produto importado\". Durante os \u00faltimos dias 14 e 15 de outubro, Palharini coordenou o primeiro Milk Summit Brazil, em Iju\u00ed. Foram 21 palestras para um p\u00fablico de cerca de 750 pessoas no noroeste do Estado. O evento foi uma realiza\u00e7\u00e3o do governo do Estado, atrav\u00e9s da Seapi e do Fundo de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite do RS (Fundoleite), em conjunto com o Sindilat\/RS, Prefeitura de Iju\u00ed, Emater\/RS-Ascar, Suport D'Leite e Impulsa Iju\u00ed. A segunda edi\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi confirmada para 2026, tamb\u00e9m no munic\u00edpio do noroeste. \"Temos visto uma profissionaliza\u00e7\u00e3o muito grande da atividade no noroeste, com a entrada de tecnologia, que acaba amenizando bastante a quest\u00e3o da m\u00e3o de obra. Ent\u00e3o eu diria que a regi\u00e3o noroeste do Estado est\u00e1 no caminho certo, com aumento de produ\u00e7\u00e3o e de competitividade\", conclui. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 24 de novembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.520 C\u00e2mara Setorial do Leite discute produ\u00e7\u00e3o do setor e a\u00e7\u00f5es para aumentar consumo do produto no Estado A C\u00e2mara <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/11\/24\/24-11-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/11\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18044","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18044","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18044"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18044\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18047,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18044\/revisions\/18047"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18044"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18044"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18044"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}