{"id":17979,"date":"2025-11-12T19:53:42","date_gmt":"2025-11-12T19:53:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17979"},"modified":"2025-11-12T19:54:54","modified_gmt":"2025-11-12T19:54:54","slug":"12-11-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/11\/12\/12-11-2025\/","title":{"rendered":"12\/11\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de novembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.513<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Governo do Estado abre inscri\u00e7\u00f5es para o Programa B\u00f4nus Mais Leite<br \/>\n<\/b><br \/>\nA\u00e7\u00e3o para financiamento de projetos incentiva o crescimento e a qualifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o leiteira Rio Grande do Sul<\/p>\n<p>O governo do Estado abriu, nesta ter\u00e7a-feira (11\/11), as inscri\u00e7\u00f5es para o Programa B\u00f4nus Mais Leite, que tem objetivo de fortalecer e qualificar a cadeia produtiva do leite na agricultura familiar. Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com o Badesul, a iniciativa representa um investimento total de R$ 30 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o oferece um b\u00f4nus financeiro de at\u00e9 25% sobre o valor contratado por produtores enquadrados no Pronaf, em opera\u00e7\u00f5es de custeio e investimento voltados \u00e0 atividade leiteira. Para realizar a inscri\u00e7\u00e3o, o produtor deve preencher o formul\u00e1rio on-line para Solicita\u00e7\u00e3o de Enquadramento.<\/p>\n<p>O B\u00f4nus Mais Leite visa incentivar a melhoria da qualidade do leite, a redu\u00e7\u00e3o de custos e o aprimoramento da gest\u00e3o nas propriedades. A execu\u00e7\u00e3o do programa ser\u00e1 feita por meio do Fundo Estadual de Apoio aos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), com gest\u00e3o financeira do Badesul e participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como Banrisul, Sicredi, Cresol e Sicoob, que atuar\u00e3o como agentes operadores do cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Os projetos poder\u00e3o ser elaborados pela Emater\/RS-Ascar ou por outros escrit\u00f3rios de assist\u00eancia t\u00e9cnica, e devem ser apresentados em nome do produtor, com vincula\u00e7\u00e3o direta \u00e0 cadeia do leite. Os termos de parceria entre a SDR, o Badesul, o Banrisul e as cooperativas Sicredi, Cresol e Sicoob foram firmados nesta segunda-feira (10\/11). O financiamento do programa foi realizado com recursos do Fundo de Reconstru\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul (Funrigs).<\/p>\n<p>Investimento e custeio<\/p>\n<p>Entre as \u00e1reas contempladas est\u00e3o armazenamento de \u00e1gua e irriga\u00e7\u00e3o, fertilidade do solo, implanta\u00e7\u00e3o de pastagens perenes, constru\u00e7\u00e3o de sala de ordenha, aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos e tecnologias de gest\u00e3o. No caso de investimento, o b\u00f4nus ser\u00e1 de at\u00e9 R$ 25 mil, com um limite global de R$ 20 milh\u00f5es em subven\u00e7\u00f5es, beneficiando cerca de 800 produtores. J\u00e1 para as opera\u00e7\u00f5es de custeio, o incentivo pode chegar a R$ 5 mil, com R$ 10 milh\u00f5es em subs\u00eddios, alcan\u00e7ando 2 mil agricultores familiares.<\/p>\n<p>Para o secret\u00e1rio de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, o investimento refor\u00e7a o compromisso do governo estadual em estimular o desenvolvimento da cadeia leiteira. \u201cO B\u00f4nus Mais Leite chega para dar condi\u00e7\u00f5es de crescimento, inova\u00e7\u00e3o e renda \u00e0s fam\u00edlias que sustentam a cadeia leiteira ga\u00facha\u201d, destacou Covatti.<\/p>\n<p>Ainda neste ano, os agricultores poder\u00e3o acessar os recursos por meio do Banrisul e das cooperativas parceiras. \u201cEstamos juntos com a SDR nesta for\u00e7a-tarefa de promover o fortalecimento e a qualifica\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva do leite na agricultura familiar ga\u00facha\u201d, afirmou o presidente do Badesul, Claudio Gastal.<\/p>\n<p>Contrato do financiamento<\/p>\n<p>Ap\u00f3s an\u00e1lise e aprova\u00e7\u00e3o pela SDR, os produtores receber\u00e3o a Declara\u00e7\u00e3o de Enquadramento, documento que garante o direito ao b\u00f4nus e deve ser apresentado \u00e0 institui\u00e7\u00e3o financeira no momento da contrata\u00e7\u00e3o do financiamento. O programa permanecer\u00e1 aberto para ades\u00f5es dos produtores durante a vig\u00eancia do Plano Safra 2025\/2026, ou at\u00e9 que seja utilizada a totalidade dos recursos dispon\u00edveis para subven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O Manual Operativo, a apresenta\u00e7\u00e3o e o decreto que institui o programa, al\u00e9m do formul\u00e1rio de solicita\u00e7\u00e3o de enquadramento est\u00e3o dispon\u00edveis no site da SDR, na aba Pol\u00edticas P\u00fablicas, no item B\u00f4nus Mais Leite.<\/p>\n<p>Amplia\u00e7\u00e3o de recursos<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o do B\u00f4nus Mais Leite representa um marco no fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Rio Grande do Sul, com um salto expressivo nos investimentos estaduais destinados ao setor no \u00e2mbito do Projeto de Apoio ao Desenvolvimento do Leite e da Pecu\u00e1ria Familiar.<\/p>\n<p>Entre 2023 e 2025, o Governo do Estado aplicou R$ 24,8 milh\u00f5es, que somados aos R$ 30 milh\u00f5es do novo programa, totalizam R$ 54,8 milh\u00f5es em recursos, volume muito superior aos registrados em per\u00edodos anteriores: R$ 11,2 milh\u00f5es entre 2012 e 2014, R$ 10,06 milh\u00f5es entre 2015 e 2018 e R$ 23,2 milh\u00f5es entre 2019 e 2022.<\/p>\n<p>O B\u00f4nus Mais Leite consolida, portanto, um novo patamar de investimento p\u00fablico e reafirma o comprometimento do Estado com a valoriza\u00e7\u00e3o e a retomada da produ\u00e7\u00e3o leiteira ga\u00facha. (SDR)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><b>RS inicia projeto-piloto de rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos<br \/>\n<\/b><br \/>\nProjeto-piloto busca aprimorar o controle sanit\u00e1rio, aumentar a competitividade e preparar o setor para atender mercados mais exigentes.<\/p>\n<p>A Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) iniciou a implanta\u00e7\u00e3o do projeto-piloto de Rastreabilidade Individual de Bovinos e Bubalinos no Rio Grande do Sul. A iniciativa, in\u00e9dita no Estado, tem como objetivo modernizar o controle sanit\u00e1rio e ampliar o acesso dos produtores ga\u00fachos a mercados nacionais e internacionais mais exigentes.<\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira (11\/11), foi finalizado e disponibilizado o formul\u00e1rio de ades\u00e3o para os produtores rurais interessados em participar voluntariamente do projeto,&nbsp;<a href=\"http:\/\/https\/\/forms.office.com\/pages\/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGqDrwx5xPB1IlDcbMMSYjIlUNUJPWExYSjJVVUU3RDJaQkdXRlFSRkdJQy4u&amp;fromie=true\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/https:\/\/forms.office.com\/pages\/responsepage.aspx?id=CdncFcCN6UCh5c7LBTzdGqDrwx5xPB1IlDcbMMSYjIlUNUJPWExYSjJVVUU3RDJaQkdXRlFSRkdJQy4u&amp;fromie=true\">dispon\u00edvel aqui.&nbsp;<\/a><\/p>\n<p>O programa busca testar e aperfei\u00e7oar o sistema de identifica\u00e7\u00e3o individual de animais, que servir\u00e1 de base para a futura implanta\u00e7\u00e3o do modelo em todo o territ\u00f3rio ga\u00facho.<\/p>\n<p>Mais seguran\u00e7a e competitividade<br \/>\nA rastreabilidade \u00e9 uma ferramenta essencial para o fortalecimento da credibilidade e transpar\u00eancia da cadeia pecu\u00e1ria. Por meio da identifica\u00e7\u00e3o individual, \u00e9 poss\u00edvel acompanhar todo o ciclo produtivo dos animais, desde o nascimento at\u00e9 o abate, garantindo controle sanit\u00e1rio rigoroso, qualidade dos produtos e rastro de origem confi\u00e1vel.<\/p>\n<p>Essa pr\u00e1tica tamb\u00e9m atende \u00e0s exig\u00eancias de mercados internacionais, cada vez mais atentos \u00e0 sustentabilidade, bem-estar animal e seguran\u00e7a alimentar, al\u00e9m de contribuir para abrir novas oportunidades comerciais e valorizar a carne ga\u00facha.<\/p>\n<p>A rastreabilidade individual amplia a seguran\u00e7a e a confiabilidade das informa\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias, melhora a capacidade de resposta em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia e fortalece a competitividade da pecu\u00e1ria ga\u00facha. Al\u00e9m disso, o sistema se torna uma ferramenta de gest\u00e3o para os produtores, oferecendo dados estrat\u00e9gicos sobre o desempenho do rebanho, hist\u00f3rico sanit\u00e1rio e movimenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cEsta \u00e9 uma iniciativa que qualifica a produ\u00e7\u00e3o e eleva a qualidade dos nossos produtos, tanto para o consumo interno quanto para os mercados internacionais. \u00c9 uma chancela de origem e confiabilidade que o produto ga\u00facho passa a oferecer ao aderir \u00e0 rastreabilidade\u201d, destaca a diretora do Departamento de Vigil\u00e2ncia e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (DDA\/Seapi), Rosane Collares.<\/p>\n<p>Etapas do projeto<\/p>\n<p>Durante o projeto-piloto, a Seapi fornecer\u00e1 dispositivos oficiais de identifica\u00e7\u00e3o individual (brincos e botons eletr\u00f4nicos), al\u00e9m de orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e acompanhamento para a aplica\u00e7\u00e3o, registro e utiliza\u00e7\u00e3o dos dispositivos. Tamb\u00e9m ser\u00e1 disponibilizado o acesso ao sistema informatizado de rastreabilidade, onde as informa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o registradas e gerenciadas.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 de que as atividades sejam conclu\u00eddas at\u00e9 maio de 2026, com acompanhamento t\u00e9cnico permanente das equipes regionais da Seapi durante todas as etapas do processo. (Seapi)&nbsp;<\/p>\n<p><b>La Ni\u00f1a deve ter efeitos moderados no RS<br \/>\n<\/b><br \/>\nOs efeitos do fen\u00f4meno La Ni\u00f1a devem ser moderados neste trimestre, variando em intensidade conforme a regi\u00e3o e o munic\u00edpio do Rio Grande do Sul. A proje\u00e7\u00e3o foi apresentada na manh\u00e3 da \u00faltima quinta-feira (6\/11), durante coletiva de imprensa na sede da Superintend\u00eancia do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA\/RS), em Porto Alegre.&nbsp;<\/p>\n<p>\"\u00c9 um momento que exige cautela. N\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de frustra\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m n\u00e3o se visualiza a perspectiva de supersafra\u201d, afirmou o superintendente do MAPA\/RS, Jos\u00e9 Cleber de Souza.De acordo com o meteorologista Glauber Ferreira, coordenador de Monitoramento e Previs\u00e3o Clim\u00e1tica do INMET em Bras\u00edlia, a tend\u00eancia para os pr\u00f3ximos tr\u00eas meses \u00e9 de temperaturas de 0,5 \u00b0C a 1 \u00b0C acima da m\u00e9dia e precipita\u00e7\u00f5es cerca de 50 mm abaixo do volume normal.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO cen\u00e1rio indica uma La Ni\u00f1a relativamente curta e de fraca a moderada intensidade. No Rio Grande do Sul, os efeitos ser\u00e3o sentidos mais no in\u00edcio do ver\u00e3o\u201d, detalhou Ferreira. O agrometeorologista Gilberto Cunha, da Embrapa Trigo, refor\u00e7ou que a aten\u00e7\u00e3o deve ser redobrada nas regi\u00f5es Sul, Campanha, Fronteira Oeste e Miss\u00f5es \u2014 \u00e1reas historicamente mais vulner\u00e1veis aos impactos da estiagem sobre os cultivos de ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo Cunha, a melhor forma de prevenir os impactos \u00e9 fazer a rota\u00e7\u00e3o de culturas e a gest\u00e3o efetiva do manejo dos cultivos, entre outras medidas que podem contribuir para a constru\u00e7\u00e3o de uma melhor capacidade de enfrentamento a longo prazo. Contudo, o agrometeorologista da Embrapa Trigo destaca que algumas decis\u00f5es podem ser tomadas na pr\u00e9-safra para diluir os riscos.&nbsp; Cunha recomenda duas estrat\u00e9gias: o uso de cultivares de ciclos diferentes e a amplia\u00e7\u00e3o do calend\u00e1rio de semeadura, observando o que \u00e9 preconizado pelo Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico, em escala municipal, conforme o tipo de solo, evitando concentrar todo o plantio no mesmo per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n<p>O chefe-geral da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski, alertou para os problemas de compacta\u00e7\u00e3o e adensamento do solo, que comprometem a infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. \u201cNosso problema econ\u00f4mico \u00e9 precedido de um problema agron\u00f4mico. E a adapta\u00e7\u00e3o depende de boas pr\u00e1ticas de manejo, j\u00e1 amplamente conhecidas pelos produtores\u201d, destacou. Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Giovani Theisen sugere que os produtores evitem fazer o preparo convencional do solo, recomendando que se fa\u00e7a uma gradagem leve integrada \u00e0 subsolagem \u2013 t\u00e9cnica que consiste em romper camadas compactadas para melhorar a infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, permitindo que as ra\u00edzes se aprofundem.&nbsp;<\/p>\n<p>Cunha ainda enfatizou que produtores que mant\u00eam cultivos diversificados, solo com alta mat\u00e9ria org\u00e2nica e cobertura vegetal durante todo o ano tendem a apresentar melhores resultados em per\u00edodos de estiagem. Ele tamb\u00e9m refor\u00e7ou a import\u00e2ncia do seguro agr\u00edcola. \u201c\u00c9 um ano que exige cautela, mas ainda com boas expectativas de produtividade, especialmente no Rio Grande do Sul\u201d, concluiu. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Dairy Vision 2025: comunica\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o e prop\u00f3sito em um setor que se reinventa<br \/>\n<\/b>A primeira tarde do Dairy Vision 2025 trouxe reflex\u00f5es sobre como o setor l\u00e1cteo pode dialogar com diferentes gera\u00e7\u00f5es e acompanhar as transforma\u00e7\u00f5es do consumo, sem perder seus valores essenciais. No Painel 2, especialistas destacaram a import\u00e2ncia de comunicar de forma aut\u00eantica e segmentada. Hayla Fernandes (Vaca Feliz) falou sobre a reconquista da Gera\u00e7\u00e3o Z, que busca leveza e prop\u00f3sito nas marcas. J\u00e1 Monica Pucci Sim\u00e3o (Syncronia Consultoria) ressaltou as oportunidades do mercado s\u00eanior, que exige mensagens adaptadas \u00e0s suas diferentes faixas et\u00e1rias. A inova\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m teve destaque com Emerson Diniz (Novonesis), que apresentou as biossolu\u00e7\u00f5es como caminho para equilibrar tecnologia, consumo e meio ambiente. Ricardo de Carli (Bain &amp; Company) trouxe a discuss\u00e3o sobre o impacto dos medicamentos GLP-1 e o crescimento da busca por produtos naturais e prot\u00e9icos \u2014 como os l\u00e1cteos. No Painel 3, o foco foi sustentabilidade e futuro. Martha Baker (Alltech) lembrou que sustentabilidade envolve meio ambiente, viabilidade econ\u00f4mica e responsabilidade social. Luis Arbona (Sidel) mostrou os avan\u00e7os da embalagem PET ass\u00e9ptica, e Monica Cristina Jacon (Kerry) refor\u00e7ou a versatilidade dos l\u00e1cteos diante das novas demandas globais. O resumo do primeiro dia \u00e9 claro: o futuro do leite est\u00e1 na inova\u00e7\u00e3o com prop\u00f3sito \u2014 comunicar melhor, produzir com responsabilidade e se conectar com um consumidor em constante mudan\u00e7a. (MilkPoint adaptado pelo Sindilat)<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de novembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.513 Governo do Estado abre inscri\u00e7\u00f5es para o Programa B\u00f4nus Mais Leite A\u00e7\u00e3o para financiamento de projetos incentiva o crescimento <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/11\/12\/12-11-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/11\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17979","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17979","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17979"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17979\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17983,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17979\/revisions\/17983"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}