{"id":17879,"date":"2025-10-23T19:05:02","date_gmt":"2025-10-23T19:05:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17879"},"modified":"2025-10-23T19:09:40","modified_gmt":"2025-10-23T19:09:40","slug":"23-10-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/10\/23\/23-10-2025\/","title":{"rendered":"23\/10\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 23&nbsp; de outubro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.502<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Pre\u00e7o do leite preocupa produtores e Gadolando cobra medidas urgentes<\/strong><\/p>\n<p>Entidade de produtores alerta para impacto das importa\u00e7\u00f5es e defende a\u00e7\u00f5es imediatas de governo e campanhas de incentivo ao consumo<\/p>\n<p>O atual cen\u00e1rio do setor leiteiro preocupa entidades e produtores do Rio Grande do Sul. A Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas do Rio Grande do Sul (Gadolando) alerta para a grave situa\u00e7\u00e3o enfrentada por quem vive da atividade e pede a\u00e7\u00f5es imediatas das autoridades. O presidente da entidade, Marcos Tang, afirma que a crise \u00e9 resultado direto da falta de controle nas importa\u00e7\u00f5es e da aus\u00eancia de medidas efetivas de prote\u00e7\u00e3o ao produtor nacional.<\/p>\n<p>Tang recorda que a entidade vem alertando h\u00e1 anos para o agravamento da crise.<\/p>\n<p>Est\u00e1 mais do que na hora de agir. A Gadolando n\u00e3o se orgulha, mas lembra que h\u00e1 tr\u00eas anos j\u00e1 alert\u00e1vamos para o risco de colapso no setor, quando expusemos uma faixa de luto dizendo que estavam matando o produtor de leite. N\u00e3o quer\u00edamos ser profetas, mas a conta chegou\u201d, observa.<\/p>\n<p>Segundo ele, um dos problemas \u00e9 a entrada descontrolada de produtos importados. \u201cAs importa\u00e7\u00f5es desenfreadas causam preju\u00edzos enormes ao produtor local. O leite em p\u00f3 que chega de fora, usado por ind\u00fastrias para fabricar derivados, cria uma competi\u00e7\u00e3o desleal com o produto nacional. \u00c9 preciso um freio urgente para isso\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Vontade pol\u00edtica<\/p>\n<p>O dirigente salienta que a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) e outras entidades t\u00eam buscado solu\u00e7\u00f5es, mas que os avan\u00e7os ainda s\u00e3o insuficientes. \u201c\u00c9 necess\u00e1ria uma vontade pol\u00edtica real de olhar para o setor com aten\u00e7\u00e3o. Estamos vendo produtores abandonando a atividade, e isso tem um custo social e econ\u00f4mico alt\u00edssimo para todo o pa\u00eds\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Tang lembra que at\u00e9 mesmo os produtores tecnificados, com plant\u00e9is qualificados e investimentos em gen\u00e9tica e tecnologia, enfrentam dificuldades para se manter. \u201cAs contas est\u00e3o a\u00ed e precisam ser pagas. O produtor est\u00e1 assustado e precisa de alternativas. Defendemos medidas como o controle imediato das importa\u00e7\u00f5es e, em car\u00e1ter emergencial, a compra de leite pelo governo\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Para o presidente da Gadolando, a recupera\u00e7\u00e3o do setor depende de a\u00e7\u00f5es articuladas em tr\u00eas frentes. \u201cPrimeiro, a regulamenta\u00e7\u00e3o, com medidas r\u00e1pidas para disciplinar importa\u00e7\u00f5es e criar mecanismos de apoio, como a compra de leite pelo governo.<\/p>\n<p>Incentivo ao consumo<\/p>\n<p>Segundo, campanhas de incentivo ao consumo, porque h\u00e1 espa\u00e7o para crescer, j\u00e1 que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade recomenda cerca de 200 litros per capita por ano, enquanto o Brasil consome entre 160 e 170. Terceiro, trabalhar a exporta\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um processo de m\u00e9dio e longo prazo, mas fundamental para o equil\u00edbrio da cadeia\u201d, explica.<\/p>\n<p>Tang refor\u00e7a que essas tr\u00eas linhas de a\u00e7\u00e3o, regulamenta\u00e7\u00e3o, aumento do consumo e est\u00edmulo \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, s\u00e3o indispens\u00e1veis para evitar o colapso da atividade leiteira no pa\u00eds. \u201c\u00c9 um esfor\u00e7o conjunto entre produtores, ind\u00fastria, com\u00e9rcio e poder p\u00fablico.<\/p>\n<p>O que est\u00e1 em jogo \u00e9 a sobreviv\u00eancia de milhares de fam\u00edlias e a manuten\u00e7\u00e3o de uma das cadeias mais importantes do agroneg\u00f3cio brasileiro\u201d, conclui, acrescentando que no Rio Grande do Sul a situa\u00e7\u00e3o se acentua devido aos \u00faltimos cinco anos de perdas devido aos problemas clim\u00e1ticos. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><strong>Sucess\u00e3o familiar: escolhas que definem o futuro<\/strong><\/p>\n<p>Sucess\u00e3o em empresas familiares exige preparo, comunica\u00e7\u00e3o e coragem. Saiba como transformar desafios do p\u00f3s-sucess\u00e3o em sucesso.<\/p>\n<p>A sucess\u00e3o em empresas familiares representa um dos momentos de complexidade na gest\u00e3o das empresas, como tamb\u00e9m nas rela\u00e7\u00f5es familiares. O processo de transi\u00e7\u00e3o em si conta com muitos modelos j\u00e1 estabelecidos e pessoas capacitadas para implant\u00e1-lo, mas \u00e9 necess\u00e1rio aprofundamento da prepara\u00e7\u00e3o familiar para as decis\u00f5es sucess\u00f3rias e comportamentos a serem adotados. Processos que se subestimados podem construir um labirinto de desafios estruturais, relacionais e estrat\u00e9gicos futuramente, determinando o sucesso ou fracasso da continuidade empresarial.<\/p>\n<p>Durante um encontro realizado em agosto, mulheres que vivenciaram na pr\u00e1tica a jornada da sucess\u00e3o familiar debateram sobre governan\u00e7a e a p\u00f3s-sucess\u00e3o. Estabelecer um momento pr\u00e9vio de reflex\u00e3o e defini\u00e7\u00f5es sobre quais decis\u00f5es e estruturas precisam ser arquitetadas para garantir n\u00e3o apenas a sobreviv\u00eancia, mas o crescimento sustent\u00e1vel da empresa familiar.<\/p>\n<p>No Brasil, as empresas familiares representam uma for\u00e7a econ\u00f4mica significativa. Do total de 74.306 m\u00e9dias empresas do pa\u00eds 71% s\u00e3o classificadas como familiares, segundo Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral (FDC). Essa predomin\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia, mas reflexo de caracter\u00edsticas intr\u00ednsecas que tornam essas organiza\u00e7\u00f5es resilientes e duradouras, afinal metade das m\u00e9dias empresas brasileiras possui mais de 30 anos de exist\u00eancia. Esta longevidade vem acompanhada de desafios espec\u00edficos como uma linha sucess\u00f3ria maior, menor agilidade, e o foco da lideran\u00e7a na gest\u00e3o e na estrutura\u00e7\u00e3o da governan\u00e7a.<\/p>\n<p>Entre a opera\u00e7\u00e3o e a estrat\u00e9gia: qual caminho seguir?<br \/>\nUm dos dilemas que poucos refletem \u00e9 sobre as escolhas do sucessor, qual ser\u00e1 op\u00e7\u00e3o estar pr\u00f3ximo a opera\u00e7\u00e3o ou no planejamento estrat\u00e9gico, infelizmente, sem refletir, querem atuar em muitas frentes. Esse \u00e9 o primeiro ponto que poucos falam e atrasa o processo.<\/p>\n<p>Um caso que ilustra perfeitamente esta complexidade \u00e9 o de uma empres\u00e1ria do agroneg\u00f3cio respons\u00e1vel por um confinamento de 20.000 bovinos, que se encontrou em uma encruzilhada ap\u00f3s o processo sucess\u00f3rio. Durante a transi\u00e7\u00e3o, ela naturalmente se dedicou \u00e0 \u00e1rea operacional, dominando os aspectos t\u00e9cnicos e pr\u00e1ticos do neg\u00f3cio. Entretanto, seu pai, fundador da empresa, passou a cobrar que ela se dedicasse a gest\u00e3o \u00e0 estudar a estrat\u00e9gia para atuar no Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Este conflito revela uma das principais armadilhas do p\u00f3s-sucess\u00e3o que \u00e9 a dificuldade de \u201cmudar de chap\u00e9u\u201d. A sucessora, quando questionada sobre seus objetivos, respondeu que desejava tanto estar \u00e0 frente da estrat\u00e9gia quanto em melhorar os processos operacionais, mas \u00e9 preciso fazer uma escolha e ter os pr\u00f3ximos passos bem definidos em mente. Ao optar por um chap\u00e9u precisaria entender o que \u00e9 ser bom acionista e fazer escolhas para outros papeis que precisam ser desempenhados. Essa clareza traz tranquilidade e longevidade \u00e0 empresa.<\/p>\n<p>Pode parecer algo simples, mas \u00e9 um gatilho para um momento de explos\u00e3o emocional que caracteriza o per\u00edodo p\u00f3s-sucess\u00f3rio. Momento em que existem questionamentos que v\u00e3o al\u00e9m da gest\u00e3o empresarial, defini\u00e7\u00e3o de pap\u00e9is e hierarquias: \u201cOnde \u00e9 meu lugar na nova estrutura? Meu irm\u00e3o deve ser o CEO? Como dividir as cadeiras de poder com outros membros da fam\u00edlia?\u201d Estas quest\u00f5es revelam a necessidade de redefinir n\u00e3o apenas organogramas, mas tamb\u00e9m, a comunica\u00e7\u00e3o e as rela\u00e7\u00f5es constru\u00eddas ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o: o elo invis\u00edvel da sucess\u00e3o<br \/>\nA comunica\u00e7\u00e3o, desde muito cedo, precisa ser trabalhada pelos pais ou fundadores, esse \u00e9 o segundo ponto importante que poucos falam. Deve-se estabelecer um canal com transpar\u00eancia e muita paci\u00eancia, que permita discuss\u00f5es abertas e construtivas sobre o futuro da empresa. A confian\u00e7a \u00e9 constru\u00edda dia a dia por meio do compartilhamento regular de informa\u00e7\u00f5es, decis\u00f5es e responsabilidades. J\u00e1 vi empresas que confiam mais em terceiros do que nos pr\u00f3prios familiares.<\/p>\n<p>Quando n\u00e3o existe essa comunica\u00e7\u00e3o, mas sim um abismo entre os envolvidos, as diferen\u00e7as ter\u00e3o que ser sanadas em reuni\u00f5es da empresa. Os tradicionais almo\u00e7os em fam\u00edlia n\u00e3o s\u00e3o o espa\u00e7o adequado para essas conversas, pois far\u00e3o a empresa sofrer pela pouca efetividade. Quando h\u00e1 o h\u00e1bito de se comunicar corretamente, enfrentam-se melhor os momentos de tens\u00e3o, ou seja, aqueles quando as emo\u00e7\u00f5es est\u00e3o exaltadas e as decis\u00f5es racionais precisam ser tomadas.<\/p>\n<p>Transformando desafios em oportunidades<br \/>\nPor fim, o terceiro ponto de aten\u00e7\u00e3o, \u00e9 a coragem e otimismo com o que est\u00e1 por vir. A complexidade que emerge ap\u00f3s as decis\u00f5es sucess\u00f3rias n\u00e3o deve ser vista como um obst\u00e1culo, mas como uma oportunidade para fortalecer a empresa familiar e prepar\u00e1-la para futuras gera\u00e7\u00f5es. O segredo est\u00e1 em reconhecer que \u201cnem tudo \u00e9 perfeito\u201d e que a jornada sucess\u00f3ria \u00e9 um processo cont\u00ednuo de aprendizado e adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia e a mente aberta s\u00e3o ativos valiosos que, quando combinados com estruturas adequadas de governan\u00e7a e comunica\u00e7\u00e3o, podem transformar a complexidade da p\u00f3s-sucess\u00e3o em uma vantagem competitiva sustent\u00e1vel, garantindo tamb\u00e9m a longevidade da empresa por d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Forbes<\/p>\n<p><strong>A Gera\u00e7\u00e3o Z e seus novos c\u00f3digos de consumo sobre latic\u00ednios<\/strong><\/p>\n<p>A Gera\u00e7\u00e3o Z redefine o consumo de l\u00e1cteos, buscando inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e prop\u00f3sito. Saiba como o setor pode se adaptar e conquistar esse p\u00fablico.<\/p>\n<p>A Gera\u00e7\u00e3o Z n\u00e3o se contenta apenas com qualidade ou pre\u00e7o competitivo. Ela valoriza marcas que demonstram prop\u00f3sito, coer\u00eancia e autenticidade. \u00c9 uma gera\u00e7\u00e3o marcada pela digitaliza\u00e7\u00e3o, que utiliza a internet e as redes sociais n\u00e3o apenas para se informar, mas para cobrar posicionamentos e dar voz a causas coletivas.<\/p>\n<p>No consumo alimentar, essa gera\u00e7\u00e3o traz uma vis\u00e3o cr\u00edtica:<\/p>\n<p>\u25cf Questiona o impacto ambiental da produ\u00e7\u00e3o;<br \/>\n\u25cf Busca op\u00e7\u00f5es mais saud\u00e1veis e adaptadas a estilos de vida diversos;<br \/>\n\u25cf Experimenta alternativas, sem abandonar os l\u00e1cteos, mas cobrando inova\u00e7\u00e3o e transpar\u00eancia;<br \/>\n\u25cf Valoriza experi\u00eancias de consumo que reflitam conveni\u00eancia, diversidade e identidade.<\/p>\n<p>Pesquisas recentes refor\u00e7am esse olhar. Segundo estudo da Brightfield Group, apenas 8% da Gera\u00e7\u00e3o Z - jovens nascidos entre meados dos anos 1990 e in\u00edcio de 2010 - nos EUA compram leite de vaca convencional, em contraste com 37% dos baby boomers - gera\u00e7\u00e3o nascida entre 1946 e 1964.<\/p>\n<p>Em contrapartida, a China apresenta um cen\u00e1rio mais positivo: relat\u00f3rio da China Dairy Industry Association mostra que a Gera\u00e7\u00e3o Z chinesa est\u00e1 impulsionando o consumo de l\u00e1cteos, mas sob novos crit\u00e9rios de valor agregado \u2014 como nutri\u00e7\u00e3o, transpar\u00eancia da origem e embalagens sustent\u00e1veis. Esse p\u00fablico atingiu um \u201cmilk quotient\u201d de 66,8 pontos em 100, o maior desde a cria\u00e7\u00e3o do \u00edndice.<\/p>\n<p>Os desafios para os l\u00e1cteos<\/p>\n<p>Vivemos em um cen\u00e1rio descrito como VUCA, sigla em ingl\u00eas para Volatility, Uncertainty, Complexity and Ambiguity :Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade.<\/p>\n<p>Isso significa que as mudan\u00e7as ocorrem em ritmo acelerado, s\u00e3o imprevis\u00edveis, envolvem m\u00faltiplas vari\u00e1veis e exigem das organiza\u00e7\u00f5es novas formas de leitura da realidade. Embora o termo j\u00e1 seja amplamente difundido no meio corporativo, muitas empresas ainda n\u00e3o compreenderam plenamente sua profundidade.<\/p>\n<p>No setor l\u00e1cteo, isso se traduz em uma dificuldade de acompanhar tend\u00eancias emergentes de consumo, novas demandas sociais e a fragmenta\u00e7\u00e3o dos canais de comunica\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Essa realidade coloca o setor l\u00e1cteo diante de desafios estrat\u00e9gicos importantes:<\/p>\n<p>\u25cf Quest\u00f5es de sa\u00fade: intoler\u00e2ncias e dietas restritivas levam parte do p\u00fablico a evitar l\u00e1cteos, exigindo inova\u00e7\u00e3o em formula\u00e7\u00f5es.<br \/>\n\u25cf Imagem e reputa\u00e7\u00e3o: pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o, bem-estar animal e sustentabilidade s\u00e3o cada vez mais observadas pela sociedade.<br \/>\n\u25cf Desconex\u00e3o comunicacional: muitas marcas ainda utilizam linguagens tradicionais que n\u00e3o ressoam com os c\u00f3digos culturais da Gera\u00e7\u00e3o Z.<\/p>\n<p>Mesmo diante aos desafios, os dados mostram que existe espa\u00e7o para crescimento.<\/p>\n<p>Pesquisa europeia publicada pela Tate &amp; Lyle revelou que 34% dos jovens entre 18 e 25 anos consomem mais l\u00e1cteos agora do que h\u00e1 tr\u00eas anos, e 77% afirmam que estariam dispostos a aumentar esse consumo se houvesse op\u00e7\u00f5es com menos gordura, a\u00e7\u00facar ou al\u00e9rgenos.<\/p>\n<p>Outro ponto relevante \u00e9 a conveni\u00eancia. Segundo a FoodNavigator, a Gera\u00e7\u00e3o Z valoriza embalagens menores, que representem praticidade, menor desperd\u00edcio e acessibilidade financeira. Esse aspecto refor\u00e7a a import\u00e2ncia de pensar n\u00e3o apenas no produto, mas tamb\u00e9m no formato em que ele \u00e9 oferecido.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 um reconhecimento claro dos benef\u00edcios nutricionais. Um levantamento do Agriculture and Horticulture Development Board (AHDB), no Reino Unido, revelou que 83% dos jovens reconhecem os l\u00e1cteos como fonte de c\u00e1lcio e 62% associam o setor \u00e0 vitamina B12.<\/p>\n<p>Isso indica que, embora haja cr\u00edticas e press\u00f5es, existe tamb\u00e9m um potencial importante a ser explorado com mais clareza e proximidade.<\/p>\n<p>Caminhos para conquistar a Gera\u00e7\u00e3o Z<br \/>\nSe por um lado as dificuldades s\u00e3o evidentes, por outro elas revelam oportunidades concretas de reposicionamento para os l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>A forma como o mercado percebe e interage com a Gera\u00e7\u00e3o Z \u2014 jovens nascidos entre meados dos anos 1990 e in\u00edcio de 2010 \u2014 \u00e9 pe\u00e7a-chave para superar esses desafios.<\/p>\n<p>Acostumados a ter informa\u00e7\u00e3o na palma da m\u00e3o e movidos pelo desejo de formar suas pr\u00f3prias opini\u00f5es, esses consumidores podem recorrer em segundos ao Google, ao YouTube ou a qualquer rede social para encontrar conte\u00fados de todo tipo. Esse acesso imediato amplia suas refer\u00eancias, influencia seus pontos de vista e, naturalmente, direciona suas escolhas de consumo.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse cen\u00e1rio que se torna essencial que o setor se comunique com clareza e destaque a relev\u00e2ncia dos diferenciais e benef\u00edcios dos l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>O investimento em inova\u00e7\u00e3o, por exemplo, pode abrir espa\u00e7o para o desenvolvimento de produtos funcionais, nutritivos e inclusivos, capazes de atender consumidores com diferentes perfis, seja com op\u00e7\u00f5es sem lactose, vers\u00f5es enriquecidas ou formatos mais convenientes para o dia a dia.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 espa\u00e7o para fortalecer as narrativas de sustentabilidade, mostrando de forma clara os avan\u00e7os obtidos na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, no uso eficiente de recursos naturais e nas pr\u00e1ticas \u00e9ticas que envolvem toda a cadeia produtiva.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o setor pode se aproximar culturalmente da Gera\u00e7\u00e3o Z, adotando linguagens, canais e formatos que fa\u00e7am sentido dentro do universo digital onde esses jovens circulam e constroem suas refer\u00eancias de consumo.<\/p>\n<p>Por fim, um pilar essencial est\u00e1 em construir confian\u00e7a por meio da transpar\u00eancia: comunicar de maneira simples e direta desde a origem do produto at\u00e9 os seus benef\u00edcios. Como mostra a pesquisa da AHDB, os jovens reconhecem atributos nutricionais dos l\u00e1cteos, mas precisam que essa mensagem seja transmitida de forma aut\u00eantica, sem ru\u00eddos.<\/p>\n<p>Esses movimentos n\u00e3o apenas respondem \u00e0s demandas atuais, mas tamb\u00e9m podem consolidar os l\u00e1cteos como uma categoria moderna, relevante e alinhada \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es globais. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em>Associados do Sindilat\/RS t\u00eam desconto no Dairy Vision 2025<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Associados do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) tem 10% de desconto nas inscri\u00e7\u00f5es para o Dairy Vision 2025, evento que ocorre nos dias 11 e 12 de novembro, durante o Expo Dom Pedro, na cidade de Campinas (SP). O encontro concentrar\u00e1 mais de 20 palestras de especialistas nacionais e internacionais em dois dias de programa\u00e7\u00e3o, para debater o tema \u201cL\u00e1cteos voltando ao protagonismo?\u201d. Ser\u00e3o cinco pain\u00e9is que desdobram o tema na amplia\u00e7\u00e3o de mercados, sustentabilidade, oportunidades e desafios de produtos com alta prote\u00edna, estrat\u00e9gias comerciais e a aplica\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas no segmento. As inscri\u00e7\u00f5es podem ser feitas no site oficial www.dairyvision.com.br. Para ter acesso ao desconto, associados do Sindilat\/RS devem realizar o cadastro no link.<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23&nbsp; de outubro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.502 Pre\u00e7o do leite preocupa produtores e Gadolando cobra medidas urgentes Entidade de produtores alerta para impacto das importa\u00e7\u00f5es <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/10\/23\/23-10-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/10\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17879","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17879","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17879"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17879\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17882,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17879\/revisions\/17882"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17879"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17879"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17879"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}