{"id":17871,"date":"2025-10-21T20:24:50","date_gmt":"2025-10-21T20:24:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17871"},"modified":"2025-10-21T20:26:00","modified_gmt":"2025-10-21T20:26:00","slug":"21-10-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/10\/21\/21-10-2025\/","title":{"rendered":"21\/10\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 21&nbsp; de outubro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.501<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>L\u00e1cteos s\u00e3o prescritos por nutricionistas?<br \/>\n<\/b><br \/>\nL\u00e1cteos s\u00e3o prescritos por nutricionistas para sa\u00fade \u00f3ssea e defici\u00eancias nutricionais, destacando sua import\u00e2ncia mesmo diante do crescimento de alternativas vegetais. ConfiraOs produtos l\u00e1cteos s\u00e3o reconhecidos por seu alto valor nutricional contribuindo para uma dieta equilibrada por serem fontes importantes de prote\u00ednas de alta qualidade, cruciais para a manuten\u00e7\u00e3o e reparo dos tecidos corporais al\u00e9m do seu conte\u00fado rico em c\u00e1lcio, essencial para a sa\u00fade \u00f3ssea, e outros minerais como: magn\u00e9sio, sel\u00eanio e vitamina B12.&nbsp; O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade recomenda a ingest\u00e3o di\u00e1ria de 1.000 a 1.200 mg de c\u00e1lcio a partir dos 20 anos. Contudo, alcan\u00e7ar essa meta torna-se dif\u00edcil sem o consumo adequado de latic\u00ednios, sendo que tr\u00eas por\u00e7\u00f5es de leite e\/ou derivados podem suprir cerca de 75% das necessidades di\u00e1rias desse mineral. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), a ingest\u00e3o recomendada de leite ou derivados \u00e9 de 400 mL di\u00e1rios para crian\u00e7as de at\u00e9 10 anos, 700 mL at\u00e9 19 anos e 600 mL para adultos a partir dos 20 anos&nbsp;Foi realizado um estudo quantitativo com 20 nutricionistas que atuam na \u00e1rea cl\u00ednica para identificar e analisar as considera\u00e7\u00f5es dos profissionais envolvidos na escolha de alimentos saud\u00e1veis, a saber, nutricionistas, visando a recomenda\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas em suas pr\u00e1ticas. O question\u00e1rio online foi realizado pela plataforma Google Forms com informa\u00e7\u00f5es sobre o conhecimento, utiliza\u00e7\u00e3o e percep\u00e7\u00e3o dos l\u00e1cteos, contendo 11 quest\u00f5es de m\u00faltipla escolha com dura\u00e7\u00e3o aproximada de 5 a 7 minutos. Na primeira parte, foram realizadas informa\u00e7\u00f5es demogr\u00e1ficas, como sexo, localiza\u00e7\u00e3o e n\u00edvel de escolaridade. A segunda parte foram realizadas quest\u00f5es de frequ\u00eancia de recomenda\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, numa escala de nunca, \u00e0s vezes, frequentemente,&nbsp; geralmente e sempre. A \u00faltima etapa avaliou o conhecimento dos profissionais sobre o efeito dos l\u00e1cteos para a sa\u00fade e raz\u00f5es para recomendar aos pacientes.Observou-se que:<\/div>\n<ul>\n<li>47% das nutricionistas sempre recomendam o consumo de l\u00e1cteos,<\/li>\n<li>19% o fazem com frequ\u00eancia<\/li>\n<li>23,8% geralmente<\/li>\n<li>9,5% \u00e0s vezes<\/li>\n<li>Nenhuma profissional relatou nunca recomendar.<\/li>\n<\/ul>\n<div>\n<p>Esses dados evidenciam que, apesar do crescimento do mercado de alternativas vegetais, os l\u00e1cteos ainda s\u00e3o fortemente prescritos como parte da dieta.<\/p>\n<p>Quando questionadas sobre os tipos de l\u00e1cteos recomendados, verificou-se uma distribui\u00e7\u00e3o equilibrada: 47,6% citaram iogurte, 47,6% queijo e 28,5% leite, sendo que 47,6% afirmaram recomendar uma combina\u00e7\u00e3o de diferentes l\u00e1cteos. Isso sugere uma diversifica\u00e7\u00e3o na prescri\u00e7\u00e3o, possivelmente associada \u00e0s caracter\u00edsticas nutricionais espec\u00edficas de cada produto.&nbsp;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos na osteoporose:<\/p>\n<\/div>\n<ul>\n<li>52% das nutricionistas sempre indicam esses alimentos,<\/li>\n<li>14% recomendam frequentemente<\/li>\n<li>19% geralmente<\/li>\n<li>14% \u00e0s vezes&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n<div>Para casos de defici\u00eancia de vitaminas:<\/div>\n<ul>\n<li>38% relataram recomendar sempre,<\/li>\n<li>9,5% recomendam frequentemente<\/li>\n<li>28,5% geralmente<\/li>\n<li>19% \u00e0s vezes.<\/li>\n<\/ul>\n<div>\n<p>Nenhuma nutricionista indicou que nunca prescreve l\u00e1cteos em tais situa\u00e7\u00f5es. Isso refor\u00e7a a import\u00e2ncia reconhecida dos l\u00e1cteos como fontes de c\u00e1lcio, prote\u00ednas de alta qualidade e vitaminas do complexo B.<\/p>\n<p>Sobre a percep\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a na prescri\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, 33% concordaram totalmente com a afirma\u00e7\u00e3o de que se sentem seguras, 43% concordaram, 19% concordaram levemente e apenas 4,7% permaneceram neutras. N\u00e3o houve respostas de discord\u00e2ncia total, e somente 9,5% relataram discordar levemente. Essa percep\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a mostra confian\u00e7a na literatura cient\u00edfica e nas diretrizes nutricionais atuais que apoiam o consumo de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>Os resultados apontam que os l\u00e1cteos continuam desempenhando um papel fundamental na pr\u00e1tica cl\u00ednica dos nutricionistas, especialmente em situa\u00e7\u00f5es que envolvem sa\u00fade \u00f3ssea e defici\u00eancias nutricionais. Contudo, a crescente substitui\u00e7\u00e3o desses alimentos por alternativas vegetais sugere a necessidade de aprofundar estrat\u00e9gias de comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, de modo a esclarecer consumidores sobre benef\u00edcios reais e desfazer mitos relacionados ao teor de gordura, alergias alimentares e impactos ambientais. Al\u00e9m disso, compreender as escolhas dos nutricionistas \u00e9 essencial para direcionar o desenvolvimento de novos produtos l\u00e1cteos e derivados tecnol\u00f3gicos que atendam \u00e0s demandas do mercado e conciliem sa\u00fade, sustentabilidade e aceita\u00e7\u00e3o do consumidor.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<br \/>\nCRUZ, A. G. et al. Processamento de produtos l\u00e1cteos: Queijos, Leites Fermentados, Bebidas L\u00e1cteas, Sorvete, Manteiga, Creme de Leite, Doce de Leite, Soro em P\u00f3 e L\u00e1cteos Funcionais. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.<\/p>\n<p>VERRUCK, S. et al. Dairy foods and positive impact on the consumer's health. Advances in food and nutrition research, v. 89, p. 95-164, 2019.<\/p>\n<p>GAO, M., WANG, F., JIANG, X. A Global Analysis of Dairy Consumption and Incident Cardiovascular Disease, Nature Communications, 16, 437, 2025<\/p>\n<p>VISSERS, L., et al. Consumers\u2019 capabilities, opportunities, and motivations to consume dairy and plant-based alternatives in a dairy-rich food culture. Future Foods, v.12, 100686, 2025<\/p>\n<p>Via Milkpoint<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><b>Fazendas de leite v\u00e3o ter R$ 100 milh\u00f5es para descarboniza\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><br \/>\nA Nestl\u00e9 e o Banco do Brasil fecharam uma parceria que prev\u00ea, inicialmente, a oferta de R$ 100 milh\u00f5es em linhas de cr\u00e9dito para o financiamento de projetos de descarboniza\u00e7\u00e3o em fazendas pecu\u00e1ria leiteira. No primeiro momento, o p\u00fablico priorit\u00e1rio ser\u00e3o cerca de mil produtores dos Estados de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Goi\u00e1s e que j\u00e1 s\u00e3o fornecedores da companhia.<\/p>\n<p>Por meio do acordo, a Nestl\u00e9 atuar\u00e1 como elo entre o BB e os produtores de leite. A iniciativa tamb\u00e9m visa orientar os produtores na aplica\u00e7\u00e3o dos recursos em pr\u00e1ticas regenerativas e de baixo carbono, garantindo que os investimentos resultem em impacto real sobre a sustentabilidade. Essas pr\u00e1ticas incluem tanto manejo do solo e outras t\u00e9cnicas agr\u00edcolas quanto o bem-estar animal e o uso de energia limpa nas propriedades.<\/p>\n<p>Segundo B\u00e1rbara Sollero, diretora de agricultura regenerativa da Nestl\u00e9, o Brasil \u00e9 a maior opera\u00e7\u00e3o global da empresa na compra de leite fresco e uma vitrine em pr\u00e1ticas regenerativas. \u201cA parceria com o BB rompe uma das principais barreiras para a transi\u00e7\u00e3o em escala, que \u00e9 o acesso ao financiamento com taxas competitivas\u201d, disse.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Fruet, diretor de corporate e banco de investimento do BB, afirma que a parceria \u00e9 um exemplo de como o banco atua para expandir a aplica\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel do cr\u00e9dito rural. \u201cO conv\u00eanio permite ao produtor a obten\u00e7\u00e3o de financiamentos com taxas competitivas e \u00e0 empresa conveniada a origina\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria destinada \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o\u201d, diz. As linhas de cr\u00e9dito s\u00e3o as mesmas tradicionalmente operadas pelo banco, tanto para investimento como para custeio. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><b>Programa Mais Leite Saud\u00e1vel \u00e9 refer\u00eancia global em pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel<br \/>\n<\/b><br \/>\nO Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, do Mapa, foi reconhecido pela FAO como uma das principais inova\u00e7\u00f5es em sustentabilidade da pecu\u00e1ria de leite no mundo.<\/p>\n<p>O Programa Mais Leite Saud\u00e1vel (PMLS), do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), foi reconhecido oficialmente pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) como uma das boas pr\u00e1ticas e inova\u00e7\u00f5es em transforma\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da pecu\u00e1ria, iniciativa lan\u00e7ada pela FAO em comemora\u00e7\u00e3o ao seu 80\u00ba anivers\u00e1rio.<\/p>\n<p>O reconhecimento foi formalizado na \u00faltima quarta-feira (15\/10) durante o World Food Forum (WFF), evento anual realizado na sede da FAO, em Roma, que re\u00fane l\u00edderes, pesquisadores e organiza\u00e7\u00f5es internacionais para debater solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para os sistemas agroalimentares.<\/p>\n<p>De acordo com o coordenador geral de Produ\u00e7\u00e3o Animal do Mapa, Bruno Leite, hoje o Programa se mostra como um importante mecanismo capaz de financiar a transforma\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da pecu\u00e1ria de leite no Brasil, mostrando o compromisso brasileiro com o tema.<\/p>\n<p>\"Muito se discute sobre como financiar a chamada transforma\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da pecu\u00e1ria. No Brasil, o Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, atrav\u00e9s de seu desenho inovador de investimento que alinha recursos p\u00fablicos e privados, se mostra como um s\u00f3lido mecanismo para financiar ainda mais a sustentabilidade da cadeia produtiva do leite. Quem sabe esse n\u00e3o possamos expandir esse desenho para outras cadeias produtivas?\", indagou.<\/p>\n<p>Criado em 2015, o PMLS estimula empresas do setor l\u00e1cteo a investirem em melhoria da qualidade do leite e capacita\u00e7\u00e3o de produtores rurais. O programa permite que ind\u00fastrias e cooperativas utilizem parte dos cr\u00e9ditos presumidos de PIS\/Pasep e Cofins em projetos de assist\u00eancia t\u00e9cnica, inova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade.<\/p>\n<p>Desde sua cria\u00e7\u00e3o, o programa j\u00e1 beneficiou mais de 185 mil produtores em mais de 3 mil munic\u00edpios brasileiros, com mais de 2 mil projetos aprovados e cerca de 900 empresas participantes. Os resultados incluem aumento da produtividade, melhoria na qualidade do leite e fortalecimento da renda dos produtores. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>MILHO\/CEPEA: Retra\u00e7\u00e3o produtora sustenta cota\u00e7\u00f5es no interior; nos portos, pre\u00e7os sobem<br \/>\n<\/b>Cepea, 20\/10\/2025 \u2013 Levantamento do Cepea mostra que os pre\u00e7os do milho no interior brasileiro se mant\u00eam firmes. O suporte vem sobretudo da retra\u00e7\u00e3o de produtores, que seguem focados na semeadura da safra ver\u00e3o 2025\/26. Nos portos, conforme o Centro de Pesquisas, os valores do cereal avan\u00e7am, refletindo as valoriza\u00e7\u00f5es do d\u00f3lar e do mercado internacional. Pesquisadores destacam que o aumento nos pre\u00e7os nos portos tende a impulsionar tamb\u00e9m as cota\u00e7\u00f5es no interior do Pa\u00eds, \u00e0 medida que esse contexto eleva a paridade de exporta\u00e7\u00e3o. No campo, a semeadura da safra 2025\/26 est\u00e1 adiantada na maior parte das regi\u00f5es produtoras, somando, at\u00e9 o dia 11 de outubro, 31,2% da \u00e1rea nacional, avan\u00e7o semanal de 2,1 p.p. e acima dos 30,7% da m\u00e9dia dos \u00faltimos cinco anos, segundo a Conab. Relat\u00f3rio divulgado nesta semana pela Companhia aponta que a produ\u00e7\u00e3o agregada de milho para 2025\/26 pode ser de 138,6 milh\u00f5es de toneladas, o que representaria queda de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o ao volume de 2024\/25. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 21&nbsp; de outubro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.501 L\u00e1cteos s\u00e3o prescritos por nutricionistas? L\u00e1cteos s\u00e3o prescritos por nutricionistas para sa\u00fade \u00f3ssea e defici\u00eancias nutricionais, destacando sua <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/10\/21\/21-10-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/10\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17871","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17871","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17871"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17871\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17876,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17871\/revisions\/17876"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17871"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17871"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17871"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}