{"id":17864,"date":"2025-10-20T18:54:16","date_gmt":"2025-10-20T18:54:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17864"},"modified":"2025-10-20T19:03:30","modified_gmt":"2025-10-20T19:03:30","slug":"20-10-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/10\/20\/20-10-2025\/","title":{"rendered":"20\/10\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 20&nbsp; de outubro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.500<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>CCGL celebra 17 anos como refer\u00eancia nacional em leite em p\u00f3<\/b><\/p>\n<p>17 anos de excel\u00eancia cooperativa: tecnologia, sustentabilidade e qualidade marcam a trajet\u00f3ria da CCGL no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>A CCGL (Cooperativa Central Ga\u00facha Ltda.) celebra, neste m\u00eas de outubro de 2025, 17 anos de excel\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de latic\u00ednios, com destaque para o maior parque de fabrica\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 do Brasil, localizado em Cruz Alta (RS). O marco reafirma o papel do cooperativismo ga\u00facho como motor de inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e desenvolvimento regional.<\/p>\n<p>Inaugurada em 2009, a ind\u00fastria da CCGL nasceu com a miss\u00e3o de valorizar o produtor e transformar o leite em um produto de alto valor agregado, competitivo no mercado nacional e internacional. Ao longo dos anos, a cooperativa se tornou uma refer\u00eancia nacional em tecnologia, qualidade e gest\u00e3o cooperativa, conquistando reconhecimento pela efici\u00eancia industrial e pelo compromisso ambiental.<\/p>\n<p>Tecnologia e qualidade: pilares do crescimento<br \/>\nA planta industrial da CCGL re\u00fane equipamentos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, processos automatizados e rigorosos controles de qualidade que garantem a preserva\u00e7\u00e3o do sabor e das propriedades nutricionais do leite.<\/p>\n<p>Com uma capacidade de processamento que supera milh\u00f5es de litros mensais, a cooperativa mant\u00e9m padr\u00f5es t\u00e9cnicos compat\u00edveis com os maiores players do setor l\u00e1cteo mundial, o que lhe permite atuar com competitividade crescente no mercado global.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da CCGL, Caio Cezar Vianna, o sucesso da cooperativa \u00e9 fruto da uni\u00e3o e do trabalho coletivo.<\/p>\n<p>\u201cCada conquista \u00e9 resultado da uni\u00e3o e do trabalho das pessoas que constroem diariamente a hist\u00f3ria da CCGL. Somos uma cooperativa feita por fam\u00edlias, movida pelo prop\u00f3sito de produzir com qualidade e responsabilidade\u201d, afirmou o executivo.<\/p>\n<p>Cooperativismo que gera valor e desenvolvimento regional<br \/>\nA for\u00e7a do cooperativismo est\u00e1 no centro da trajet\u00f3ria da CCGL. A estrutura da cooperativa re\u00fane milhares de fam\u00edlias produtoras de leite em um ecossistema intercooperativo que impulsiona o desenvolvimento econ\u00f4mico de diversas regi\u00f5es do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de gerar emprego e renda, a CCGL atua na forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e capacita\u00e7\u00e3o dos produtores, promovendo pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis e inovadoras no campo.<\/p>\n<p>Para Vianna, o modelo cooperativo \u00e9 o que garante a perenidade e a relev\u00e2ncia do neg\u00f3cio:<\/p>\n<p>\u201cMais do que produzir leite em p\u00f3, entregamos valor para toda a cadeia produtiva e para as comunidades que fazem parte do nosso ecossistema intercooperativo. A celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 de todos.\u201d<\/p>\n<p>Sustentabilidade e inova\u00e7\u00e3o: compromissos do futuro<br \/>\nA sustentabilidade \u00e9 um dos pilares estrat\u00e9gicos da CCGL. A cooperativa investe continuamente em gest\u00e3o ambiental, reaproveitamento de recursos e efici\u00eancia energ\u00e9tica. Seu parque industrial foi projetado para minimizar impactos ambientais, reduzindo o consumo de \u00e1gua e energia, e otimizando o uso de mat\u00e9rias-primas.<\/p>\n<p>Esses esfor\u00e7os colocam a CCGL como refer\u00eancia entre as ind\u00fastrias l\u00e1cteas brasileiras comprometidas com a agenda ESG, fortalecendo sua imagem perante o mercado e consumidores cada vez mais atentos \u00e0 origem dos alimentos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a cooperativa tem apostado em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e digitaliza\u00e7\u00e3o de processos, fortalecendo sua presen\u00e7a em toda a cadeia produtiva \u2014 desde o campo at\u00e9 o consumidor final. O investimento cont\u00ednuo em pesquisa e desenvolvimento garante produtos com alto padr\u00e3o de qualidade e maior valor agregado.<\/p>\n<p>17 anos de conquistas e novos desafios<br \/>\nA comemora\u00e7\u00e3o dos 17 anos da ind\u00fastria de latic\u00ednios da CCGL \u00e9, ao mesmo tempo, uma celebra\u00e7\u00e3o e um compromisso com o futuro. O cooperativismo, que nasceu da uni\u00e3o de produtores ga\u00fachos em busca de for\u00e7a coletiva, agora projeta sua atua\u00e7\u00e3o para novos mercados e desafios.<\/p>\n<p>Com orgulho e gratid\u00e3o, a CCGL reafirma seu prop\u00f3sito de seguir crescendo com inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e o esp\u00edrito cooperativo que inspira o futuro do setor l\u00e1cteo no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cSeguiremos produzindo com qualidade, fortalecendo o campo e entregando valor para toda a cadeia do leite. Essa hist\u00f3ria \u00e9 feita por todos n\u00f3s \u2014 produtores, colaboradores e parceiros que acreditam na for\u00e7a do cooperativismo\u201d, concluiu o presidente Caio Cezar Vianna.<\/p>\n<p>*Escrito para o eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es de Grupo Pilau<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><b>Agro pode ser parte da solu\u00e7\u00e3o para o freio da emerg\u00eancia clim\u00e1tica<br \/>\n<\/b><br \/>\nO metano \u00e9 um dos principais vil\u00f5es clim\u00e1ticos, mas o Brasil tem chance de liderar sua redu\u00e7\u00e3o. Especialistas cobram escala e velocidade nas solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes.<\/p>\n<p>As atividades ligadas a energia, agropecu\u00e1ria e gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00e3o as que mais emitem metano na atmosfera, mas podem ser aliadas preciosas no enfrentamento \u00e0 emerg\u00eancia clim\u00e1tica. Especialistas reunidos no semin\u00e1rio \u201cFreio de Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica: O Brasil no centro da guinada global\u201d, realizado nesta quinta-feira (16), no Museu do Amanh\u00e3, no Rio, ponderaram que, apesar das oportunidades, as solu\u00e7\u00f5es desenvolvidas pelo setor privado ainda precisam ganhar escala e velocidade.<\/p>\n<p>A menos de um m\u00eas para a COP30, em Bel\u00e9m (PA), os participantes do evento de ontem reconheceram que houve avan\u00e7os desde a COP de Glasgow, em 2021, quando 103 pa\u00edses se comprometeram a reduzir as emiss\u00f5es de metano, entre eles o Brasil. Eles ressaltaram, por\u00e9m, que s\u00e3os necess\u00e1rios esfor\u00e7os para ampliar a visibilidade de projetos j\u00e1 apresentados pelo setor produtivo e por organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil.<\/p>\n<p>\u201cColocar o olhar, o foco e a prioridade no tema do metano seria um dos grandes ganhos da COP 30. J\u00e1 tem muitas solu\u00e7\u00f5es para resolver o problema de metano, mas elas n\u00e3o t\u00eam ganhado tanta visibilidade como merecem. Tamb\u00e9m [\u00e9 preciso] pensar como a gente pode escalar essas solu\u00e7\u00f5es\", afirmou a diretora-executiva da COP 30, Ana Toni, que participou por v\u00eddeo do \u00faltimo painel do dia. O evento foi realizado por Global Methane Hub e Uma Gota no Oceano, com apoio da Editora Globo, Observat\u00f3rio do Clima e Instituto de Desenvolvimento e Gest\u00e3o (IDG).<\/p>\n<p>Outro gargalo \u00e9 a falta de dados precisos sobre as emiss\u00f5es globais de metano. Estimativas da Ag\u00eancia Internacional de Energia (IEA, na sigla em ingl\u00eas) indicam que o lan\u00e7amento de metano na atmosfera \u00e9 80% superior ao anunciado voluntariamente pelos pa\u00edses. Isso ocorre porque os relat\u00f3rios s\u00e3o elaborados com base em estimativas das empresas, que utilizam instrumentos gen\u00e9ricos e n\u00e3o m\u00e9tricas adequadas de mensura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por esse motivo, Florencia Carreras, gerente regional para Am\u00e9rica Latina e Caribe do Observat\u00f3rio Internacional de Emiss\u00f5es de Metano (IMEO) do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), enfatizou a iniciativa do IMEO de coletar dados a partir de diferentes fontes, como sat\u00e9lites e drones, capazes de detectar com maior precis\u00e3o o metano emitido por diferentes setores.&nbsp;<\/p>\n<p>A influ\u00eancia no agro<br \/>\nO auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), Sidney Medeiros, disse que ainda que as atividades do agro emitam gases de efeito estufa, elas tamb\u00e9m s\u00e3o impactadas pelos eventos clim\u00e1ticos. \u201cO setor agropecu\u00e1rio pode ser parte da solu\u00e7\u00e3o do freio da emerg\u00eancia clim\u00e1tica\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Um dos objetivos do setor \u00e9 fazer com que os produtos agropecu\u00e1rios, como a carne e o leite, cheguem ao consumidor emitindo menos metano. Para Renata Potenza, coordenadora no Instituto de Manejo e Certifica\u00e7\u00e3o Florestal e Agr\u00edcola (Imaflora), h\u00e1, por\u00e9m, um distanciamento entre a cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es e o alcance at\u00e9 o produtor rural: \u201cPrecisamos falar a linguagem das pessoas que v\u00e3o implementar essas medidas. S\u00e3o as pessoas que est\u00e3o no campo que v\u00e3o reduzir o metano\u201d, afirmou a pesquisadora.<br \/>\nO Brasil como protagonista&nbsp;<br \/>\nPara os participantes, o Brasil pode liderar o processo de redu\u00e7\u00e3o. \u201cO Brasil \u00e9 o quinto maior emissor global de metano. Mas \u00e9 um pa\u00eds t\u00e3o diverso, que serve como um laborat\u00f3rio do que funciona e n\u00e3o funciona para outros pa\u00edses\u201d, disse Henrique Bezerra, l\u00edder para Am\u00e9rica Latina do Global Methane Hub.<\/p>\n<p>Outro caminho apontado para minimizar as emiss\u00f5es de metano \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o de res\u00edduos org\u00e2nicos. Para os especialistas, a COP30 abre oportunidades para que sejam colocados em pr\u00e1tica projetos voltados para o reaproveitamento do lixo org\u00e2nico.<\/p>\n<p>Victor Argentino, coordenador de projetos do Instituto P\u00f3lis, observou que um desafio \u00e9 estabelecer modelos financeiros sustent\u00e1veis para isso. Argentino ressaltou que h\u00e1 cidades europeias com altas taxas de reciclagem por causa da concess\u00e3o de incentivos econ\u00f4micos. \u201cNo Brasil, parte da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem acesso \u00e0 coleta de lixo e outra parte, que vive em comunidades, tem acesso indireto\".<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico.<\/p>\n<p><b>Mapa estabelece metodologia para avaliar perdas de rendimento agr\u00edcola de munic\u00edpios atingidos por intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas<br \/>\n<\/b><br \/>\n1.419 munic\u00edpios est\u00e3o aptos \u00e0s linhas de cr\u00e9dito para liquidar ou amortizar d\u00edvidas rurais<\/p>\n<p>Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) publicou no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o a Portaria n\u00ba 114\/2025, que estabelece a metodologia de aferi\u00e7\u00e3o de perdas de rendimento agr\u00edcola dos munic\u00edpios eleg\u00edveis, como crit\u00e9rio para acesso \u00e0 linha de cr\u00e9dito destinada \u00e0 renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas rurais, prevista no art. 1\u00ba, da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 5.247\/2025 do Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN).&nbsp;<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m traz a rela\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios nos quais os produtores rurais poder\u00e3o acessar a linha de cr\u00e9dito rural para liquidar ou amortizar opera\u00e7\u00f5es de d\u00edvidas referentes a atividades prejudicadas por eventos clim\u00e1ticos adversos. A linha de cr\u00e9dito decorre da Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 1.314\/2025, que autorizou a cria\u00e7\u00e3o da linha de cr\u00e9dito e da Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 1.316\/2025, que abriu cr\u00e9dito extraordin\u00e1rio de R$12 bilh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao todo, 1.363 munic\u00edpios brasileiros est\u00e3o aptos a buscar a renegocia\u00e7\u00e3o. Sendo eles: na Regi\u00e3o Norte: RO (5), AM (17), RR (1), PA (8), TO (1); na Regi\u00e3o Nordeste: MA (10), PI (82), CE (55), RN (89), PB (150), PE (101), AL (45), SE (7), BA (82); na Regi\u00e3o Sudeste: MG (123), ES (8), RJ (9), SP (5); na Regi\u00e3o Sul: PR (50), SC (108), RS (403); por fim, na Regi\u00e3o Centro-Oeste: MS (2) e GO (2).&nbsp;<\/p>\n<p>Adicionalmente, no dia 10 de outubro, foi publicada a Resolu\u00e7\u00e3o CMN N\u00ba 5.257, que altera a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 5.247 para admitir, em substitui\u00e7\u00e3o aos crit\u00e9rios de que trata o inciso I, do \u00a7 2\u00ba, o acesso \u00e0 linha de cr\u00e9dito por produtores rurais e cooperativas de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, na qualidade de produtores rurais, cujos empreendimento financiado, objeto da liquida\u00e7\u00e3o ou amortiza\u00e7\u00e3o, esteja localizado em munic\u00edpios do Rio Grande do Sul que tenham decretado estado de calamidade p\u00fablica ou situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia em pelo menos tr\u00eas anos no per\u00edodo de 1\u00ba de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2024.&nbsp;<\/p>\n<p>Na quarta-feira (15), foi publicada uma nova Portaria SPA\/MAPA n\u00ba 117\/2025 com a lista dos 56 munic\u00edpios ga\u00fachos eleg\u00edveis pelo novo crit\u00e9rio. Assim, segundo o secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Mapa, Guilherme Campos, produtores rurais e cooperativas de 1.419 munic\u00edpios brasileiros est\u00e3o aptos a renegociarem suas d\u00edvidas rurais, a taxas de juros favorecidas, que variam entre 6% e 10% ao ano, com prazo de at\u00e9 9 anos para pagamento. (MAPA)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Associados do Sindilat\/RS t\u00eam desconto no Dairy Vision 2025<\/b><br \/>\nAssociados do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) tem 10% de desconto nas inscri\u00e7\u00f5es para o Dairy Vision 2025, evento que ocorre nos dias 11 e 12 de novembro, durante o Expo Dom Pedro, na cidade de Campinas (SP). O encontro concentrar\u00e1 mais de 20 palestras de especialistas nacionais e internacionais em dois dias de programa\u00e7\u00e3o, para debater o tema \u201cL\u00e1cteos voltando ao protagonismo?\u201d. Ser\u00e3o cinco pain\u00e9is que desdobram o tema na amplia\u00e7\u00e3o de mercados, sustentabilidade, oportunidades e desafios de produtos com alta prote\u00edna, estrat\u00e9gias comerciais e a aplica\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas no segmento. As inscri\u00e7\u00f5es podem ser feitas no site oficial www.dairyvision.com.br. Para ter acesso ao desconto, associados do Sindilat\/RS devem realizar<a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/09\/12\/associados-do-sindilat-rs-tem-desconto-no-dairy-vision-2025\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/09\/12\/associados-do-sindilat-rs-tem-desconto-no-dairy-vision-2025\/\">&nbsp;o cadastro no link.&nbsp;<\/a><\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20&nbsp; de outubro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.500 CCGL celebra 17 anos como refer\u00eancia nacional em leite em p\u00f3 17 anos de excel\u00eancia cooperativa: tecnologia, sustentabilidade <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/10\/20\/20-10-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/10\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17864","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17864","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17864"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17864\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17868,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17864\/revisions\/17868"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17864"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17864"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17864"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}