{"id":1786,"date":"2017-11-20T18:31:48","date_gmt":"2017-11-20T18:31:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/11\/20\/20-11-2017\/"},"modified":"2017-11-20T18:31:48","modified_gmt":"2017-11-20T18:31:48","slug":"20-11-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/11\/20\/20-11-2017\/","title":{"rendered":"20\/11\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 20 de novembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.624<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Alternativas ao impasse\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> Para especialistas em com\u00e9rcio internacional, o impasse que envolve a circula\u00e7\u00e3o de produtos agropecu\u00e1rios no Mercosul est\u00e1 longe de ser resolvido em definitivo por meio de restri\u00e7\u00f5es aos demais pa\u00edses-membros. As alternativas, na avalia\u00e7\u00e3o deles, passam por refor\u00e7ar a competitividade dos produtos brasileiros frente aos parceiros comerciais. \"A sa\u00edda para esse processo \u00e9 mais ganhos de produtividade\", defende o professor Marco Antonio Montoya, coordenador do curso de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da Universidade de Passo Fundo (UPF). Na avalia\u00e7\u00e3o dele, as medidas de barreiras protecionistas s\u00e3o transit\u00f3rias e costumam ser adotadas em momentos de crise. Montoya toma como exemplo a cadeia do leite no Rio Grande do Sul. Em algumas regi\u00f5es, a produtividade \u00e9 alta e o setor tem condi\u00e7\u00f5es de competitividade.\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Mas, na m\u00e9dia estadual, percebe-se que ainda h\u00e1 muito por fazer. \"O que \u00e9 preocupante \u00e9 que n\u00e3o exista uma pol\u00edtica concreta de qualifica\u00e7\u00e3o do leite, que busque incorporar o produto permanentemente na merenda escolar, por exemplo, j\u00e1 que ele tem um componente social nas cadeias produtivas\", lamenta Montoya. Segundo o professor Charles Pennaforte, do curso de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o embate deve-se a uma quest\u00e3o estrutural de um bloco econ\u00f4mico onde todos os pa\u00edses s\u00e3o exportadores de produtos agr\u00edcolas. Com seus 207 milh\u00f5es de habitantes, o Brasil \u00e9 visto como um \"gigante\" pelos seus vizinhos, que tentam comercializar seus produtos neste mercado. \"Para o Uruguai, o que justifica estar no Mercosul \u00e9 justamente o acesso aos mercados brasileiros e argentino. Essa troca de produtos sempre vai existir\", detalha Pennaforte. Um dos fatores que mais prejudicam a competitividade brasileira \u00e9 a carga tribut\u00e1ria, que, segundo ele, deveria ser readequada.(Correio do Povo)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Argentina - A \"febre da manteiga\" amortece, mas os pre\u00e7os continuam elevados<\/strong><\/p>\n<p> Neste m\u00eas de novembro a filial argentina da Saputo declarou exporta\u00e7\u00f5es de 173 toneladas de manteiga a granel pelo valor m\u00e9dio ponderado de US$ 5.885\/tonelada, tendo o valor m\u00e1ximo chegado a US$ 5.955\/tonelada. Os destinos forma I\u00eamen, L\u00edbano, Emirados \u00c1rabes Unidos e Mal\u00e1sia. Segundo dados da alf\u00e2ndega, em novembro de 2016 foram registradas vendas de 209 toneladas de manteiga a granel, ao pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 4.908\/tonelada, enquanto no mesmo m\u00eas de 2015, as exporta\u00e7\u00f5es declaradas foram de 469 toneladas ao valor m\u00e9dio de US$ 2.790\/tonelada. O pre\u00e7o FOB m\u00e9dio da manteiga exportada pelos pa\u00edses da Europa Ocidental come\u00e7ou a ceder nas \u00faltimas semanas, mas ainda continuam sendo muito elevados em termos hist\u00f3ricos. Atualmente - segundo dados do USDA - se encontra na faixa de US$ 5.750 a US$ 6.100\/tonelada, depois de haver alcan\u00e7ado o m\u00e1ximo anual de US$ 7.875 a US$ 8.400\/toneladas na primeira quinzena de setembro de 2017. Uma queda da produ\u00e7\u00e3o europeia de leite - incentivada por um programa comunit\u00e1rio para evitar desequil\u00edbrio nos pre\u00e7os internos - fez com que as ind\u00fastrias privilegiassem a elabora\u00e7\u00e3o de queijos (produto mais rent\u00e1vel) em detrimento de outros (como o leite em p\u00f3 desnatado) que resulta no aumento da disponibilidade de creme e de manteiga.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"> \"Na Fran\u00e7a o setor supermercadista est\u00e1 quase completamente concentrado em cinco grandes cadeias, as quais, tradicionalmente, negociam contratos de pre\u00e7os uma vez ao ano, usualmente em fevereiro\", diz um recente boletim do USDA. Essa metodologia, da lei francesa foi criada com o prop\u00f3sito de conter press\u00f5es inflacion\u00e1rias, mas, gera transtornos quando produtos export\u00e1veis registram grandes varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os. \"As ind\u00fastrias de latic\u00ednios francesas pediram \u00e0s cadeias a possibilidade de renegociar os contratos quando os valores internacionais da manteiga come\u00e7aram a registrar altas no segundo trimestre de 2017, mas as redes de distribui\u00e7\u00e3o negaram\", explica o boletim. Resultado: as ind\u00fastrias de latic\u00ednios privilegiaram a exporta\u00e7\u00e3o de manteiga em detrimento do mercado interno. \"Muitos consumidores franceses, alarmados pelas not\u00edcias sobre a baixa disponibilidade de manteiga, incrementaram as compras para congelar o produto e armazen\u00e1-lo. Al\u00e9m disso, confeitarias e restaurante compraram grandes volumes de manteiga nos supermercados, a pre\u00e7os regulados, o que agravou o problema do abastecimento do produto\", acrescenta o relat\u00f3rio do USDA.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"> Se bem que a Fran\u00e7a importe grandes volumes de manteiga de outros pa\u00edses europeus, as cadeias de supermercados se negaram a realizar opera\u00e7\u00f5es em grande escala e aceitar os elevad\u00edssimos pre\u00e7os. Atualmente est\u00e3o sendo negociados acordos de pre\u00e7os com as ind\u00fastrias de latic\u00ednios para evitar agravar a escassez da oferta. A manteiga est\u00e1 sendo substitu\u00edda pela margarina em diversos processos industriais, dado que este \u00faltimo produto (elaborado usualmente com \u00f3leo de palma hidrogenado) est\u00e1 sendo cada vez mais percebido como prejudicial para a sa\u00fade em diversas regi\u00f5es do mundo. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>Dispositivo criado na USP analisa qualidade de leite e evita desperd\u00edcio na produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> O grupo desenvolveu um dispositivo de baixo custo para coleta e an\u00e1lise de amostras de leite durante a ordenha. Estudantes que integram uma startup iniciada na Universidade S\u00e3o Paulo (USP), em S\u00e3o Carlos, viajam para \u00cdndia neste fim de semana para fazer um estudo de mercado e tentar fechar parcerias. O grupo, que desenvolveu um dispositivo de baixo custo para coleta e an\u00e1lise de amostras de leite durante a ordenha, venceu em 1\u00ba lugar o pr\u00eamio Social Impact Award Switzerland (SIA Summit 2017), na Sui\u00e7a, no m\u00eas passado.<\/p>\n<p> Ap\u00f3s arrecadarem cerca de R$ 2,6 mil em uma \"vaquinha virtual\" para custear parte da viagem, os alunos da USP receberam um pr\u00eamio no valor de R$ 13 mil, que ser\u00e1 investido no projeto. A estimativa \u00e9 que o prot\u00f3tipo esteja pronto at\u00e9 abril do ano que vem e dispon\u00edvel aos produtores no primeiro semestre de 2019. O projeto, que teve o apoio da Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) e do Instituto de F\u00edsica de S\u00e3o Carlos (IFSC) da USP, concorreu no SIA Summit com outras inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas de 18 pa\u00edses, sendo que 13 finalistas foram escolhidos em Genebra.<\/p>\n<p> O grupo de S\u00e3o Carlos faz parte agora de uma rede global que apoia empreendedores de impacto social e, por meio de um programa do governo su\u00ed\u00e7o em parceria com universidades e institui\u00e7\u00f5es do Brasil e da \u00cdndia, os estudantes v\u00e3o para Bangalore em busca de expans\u00e3o. A \u00cdndia \u00e9 o segundo produtor de leite no mundo, mas possui problemas muito parecidos com os enfrentados no Brasil, que \u00e9 o 5\u00ba maior produtor.<\/p>\n<p> Qualidade do leite<br \/> Um dos objetivos da Thinkmilk \u00e9 exibir informa\u00e7\u00f5es sobre a qualidade do leite, tra\u00e7os de antibi\u00f3ticos e poss\u00edveis doen\u00e7as do animal. Com isso, \u00e9 poss\u00edvel aumentar a produtividade de pequenos fazendeiros, ajudar na redu\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio e no combate \u00e0 mastite, um dos maiores problemas da pecu\u00e1ria de leite brasileira.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2515\" style=\"width: 500px; height: 329px;\" \/><\/p>\n<p> Segundo o estudante Bruno Azevedo, equipamentos baseados em sensores de baixo custo podem explorar um vasto mercado que ainda n\u00e3o tem acesso a alta tecnologia.<\/p>\n<p> \"Com produtos de maior qualidade, o Brasil pode aumentar a exporta\u00e7\u00e3o para mercados bastante exigentes, como o europeu. Isso melhora a competitividade e a renda de nossos pequenos fazendeiros, reduzindo a pobreza em regi\u00f5es rurais e democratizando o acesso a alimentos de qualidade\", avaliou.<\/p>\n<p> O estudante participou de um interc\u00e2mbio na Su\u00ed\u00e7a durante um ano e essa experi\u00eancia gerou possibilidades para a tecnologia iniciada em S\u00e3o Carlos. \"Os consultores e pesquisadores que nos apoiam t\u00eam experi\u00eancia de anos trabalhando com outras startups que desenvolveram sensores e sistemas inovadores e, o que \u00e9 mais importante, souberam transform\u00e1-los em produtos, levando-os para o mercado\", ressaltou Azevedo.<\/p>\n<p> Aprimoramento<br \/> Aperfei\u00e7oar o sensor e integr\u00e1-lo ao sistema que monitora os sinais e processa os dados \u00e9 o pr\u00f3ximo passo da startup nos meses seguintes. \"Temos uma expectativa de pre\u00e7o baseada no custo do prot\u00f3tipo, mas ainda \u00e9 cedo para afirmar\", disse o estudante. O grupo pesquisa as institui\u00e7\u00f5es brasileiras que t\u00eam contato direto com fazendeiros, pois precisa de dados mais precisos sobre o tamanho do mercado e as reais necessidades do produtor.<\/p>\n<p> \"Queremos oferecer uma solu\u00e7\u00e3o completa por um pre\u00e7o menor que as existentes e que se pague em pouqu\u00edssimo tempo, gerando resultados vis\u00edveis ao fazendeiro logo nas primeiras semanas de uso\", ressaltou Azevedo.<\/p>\n<p> Al\u00e9m dele, fazem parte do grupo o doutorando Rodrigo Duarte Pechoneri, o servidor do Grupo de \u00d3ptica do IFSC Jo\u00e3o Marcelo Pereira Nogueira, al\u00e9m de outros parceiros su\u00ed\u00e7os. Eles recebem orienta\u00e7\u00e3o do professor de engenharia mec\u00e2nica Daniel Varela Magalh\u00e3es e t\u00eam como mentor o professor de engenharia de produ\u00e7\u00e3o Daniel Capaldo Amaral. (G1)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Entre Aspas<br \/> \"Li as justificativas do decreto e dento do regulamento do Mercosul diz que deve haver simetria entre produtos negociados.\"<\/em><\/div>\n<div><em>Darlan Palharini - Secret\u00e1rio Executivo Sindilat, em rela\u00e7\u00e3o ao projeto apresentado por deputados para reintroduzir \"cobran\u00e7a de direitos alfandeg\u00e1rios na circula\u00e7\u00e3o de alguns produtos agropecu\u00e1rios\" no \u00e2mbito do Mercosul.\u00a0<\/em><em>\u200b(Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de novembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.624 \u00a0 Alternativas ao impasse\u00a0 Para especialistas em com\u00e9rcio internacional, o impasse que envolve a circula\u00e7\u00e3o de produtos agropecu\u00e1rios no Mercosul est\u00e1 longe <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/11\/20\/20-11-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/11\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1786","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1786","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1786"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1786\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1786"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1786"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1786"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}