{"id":17726,"date":"2025-09-24T20:19:39","date_gmt":"2025-09-24T20:19:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17726"},"modified":"2025-09-24T20:21:20","modified_gmt":"2025-09-24T20:21:20","slug":"24-09-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/09\/24\/24-09-2025\/","title":{"rendered":"24\/09\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 24 de setembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.487<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Queda no pre\u00e7o da dieta reduz custos de produ\u00e7\u00e3o em agosto na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d<br \/>\n<\/b><br \/>\nEm agosto, os custos de produ\u00e7\u00e3o voltaram a cair na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d, com retra\u00e7\u00e3o de 0,38% no Custo Operacional Efetivo (COE). Entre as pra\u00e7as monitoradas, o comportamento foi distinto, com eleva\u00e7\u00f5es em SP e no PR e recuos no RS, MG, GO, SC e BA.Na nutri\u00e7\u00e3o dos animais, as ra\u00e7\u00f5es apresentaram queda de 1,02% na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d . Apesar de a maioria das regi\u00f5es acompanhadas ter seguido esse movimento, houve eleva\u00e7\u00f5es no PR e em SP, enquanto na BA, os pre\u00e7os permaneceram est\u00e1veis. Em agosto, os gr\u00e3os se valorizaram: a saca de milho avan\u00e7ou 0,38% e a de soja, 2,64%, em rela\u00e7\u00e3o a julho. O farelo registrou um aumento mais brando, de 0,6% no m\u00eas. Mesmo com a valoriza\u00e7\u00e3o dos insumos base da ra\u00e7\u00e3o, a queda nas cota\u00e7\u00f5es pode estar relacionada a estoques mais folgados nas ind\u00fastrias, que adotaram estrat\u00e9gias de manuten\u00e7\u00e3o dos valores para garantir escoamento.Ainda assim, no acumulado parcial do ano, o pre\u00e7o da dieta permanece acima dos patamares do in\u00edcio de 2025. Em contrapartida, a categoria de suplementos minerais subiu 0,26% de julho para agosto, na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d<br \/>\n.<br \/>\nEsse comportamento \u00e9 t\u00edpico desta \u00e9poca do ano,quando a menor disponibilidade de pastagens eleva a demanda por esses produtos em diversas regi\u00f5es \u2013 esse cen\u00e1rio vem sendo captado desde junho.Os custos com opera\u00e7\u00f5es mecanizadas, por sua vez, registraram leve alta de 0,22%\u00b8entre julho e agosto, na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d , devido aos reajustes no pre\u00e7o do diesel.Apesar da eleva\u00e7\u00e3o mensal, na parcial do ano, a categoria ainda acumula queda de 3,69%. Para os insumos agr\u00edcolas, agosto foi marcado por retra\u00e7\u00f5es: adubos e corretivos ca\u00edram 0,29% e os defensivos, 1,37%, ambos na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O per\u00edodo \u00e9 caracterizado pela demanda mais reduzida na utiliza\u00e7\u00e3o desses insumos na maioria dos estados brasileiros, o que tende a refletir em pre\u00e7os mais baixos no balc\u00e3o. No mercado de medicamentos, as varia\u00e7\u00f5es foram pequenas, com estabilidade nas categorias de antibi\u00f3ticos, vacinas e produtos para controle parasit\u00e1rio. A exce\u00e7\u00e3o foi a categoria de antimast\u00edticos, com forte retra\u00e7\u00e3o de 7,75% na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d, pressionada principalmente pelo PR, onde foram verificadas os maiores recuos do m\u00eas.<\/p>\n<p>PODER DE COMPRA \u2013 Em julho, o produtor de leite precisou de 24,25 litros para adquirir uma saca de 60 kg de milho, 5,79% a menos que em junho. No per\u00edodo, o cereal se desvalorizou expressivos 6,63% (para R$ 63,63\/sc de 60 kg), enquanto o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite caiu (0,90%), em R$ 2,62\/litro. Dessa forma, o poder de compra em julho se mostrou melhor que a m\u00e9dia dos \u00faltimos 12 meses (26,8 litros\/saca).&nbsp; (CEPEA)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/nNJ45dABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/nNJ45dABF0416\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><b>Projeto bilion\u00e1rio criar\u00e1 maior f\u00e1brica integrada de latic\u00ednios do mundo<\/b><\/p>\n<p><i>Com investimento de US$ 3,5 bi, Arg\u00e9lia ter\u00e1 mega fazenda com 272 mil vacas e usina que produzir\u00e1 100 mil t\/ano de leite em p\u00f3. Confira<br \/>\n<\/i><br \/>\nA Arg\u00e9lia deu um passo decisivo para reduzir sua depend\u00eancia de importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 ao anunciar um projeto de US$ 3,5 bilh\u00f5es que promete ser o maior complexo de latic\u00ednios do planeta. A iniciativa \u00e9 fruto de uma parceria estrat\u00e9gica entre o governo argelino, por meio do Fundo Nacional de Investimento, e a Baladna, uma das maiores produtoras de latic\u00ednios do Catar. A joint venture resultou na cria\u00e7\u00e3o da Baladna Algeria SPA, empresa respons\u00e1vel por implementar e administrar o empreendimento.<\/p>\n<p>O plano prev\u00ea a instala\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias fazendas na prov\u00edncia de Adrar, totalizando 272 mil vacas em 117 mil hectares de terra. O projeto inclui ainda a constru\u00e7\u00e3o de uma unidade industrial com capacidade para produzir at\u00e9 200 mil toneladas de leite em p\u00f3 por ano.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o deve come\u00e7ar em 2026 e a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para iniciar no final de 2027. Quando atingir sua capacidade plena, a planta ter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de atender cerca de 50% da demanda nacional por leite em p\u00f3, reduzindo de forma significativa a depend\u00eancia externa.<\/p>\n<p>Segundo estimativas oficiais, o projeto dever\u00e1 criar aproximadamente 5 mil empregos qualificados, impulsionando a economia local e transformando a Arg\u00e9lia em um polo estrat\u00e9gico do mercado de latic\u00ednios no norte da \u00c1frica. Atualmente, o pa\u00eds importa mais de 400 mil toneladas anuais de l\u00e1cteos, com valor pr\u00f3ximo a US$ 800 milh\u00f5es, sendo o quarto maior consumidor de leite em p\u00f3 do mundo, atr\u00e1s apenas da China, do Brasil e da Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>Pontos-chave do projeto:<\/p>\n<p>Investimento total de US$ 3,5 bilh\u00f5es<\/p>\n<p>Instala\u00e7\u00e3o de 272 mil vacas em 117 mil hectares<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o estimada de 200 mil toneladas de leite em p\u00f3\/ano<\/p>\n<p>Cria\u00e7\u00e3o de cerca de 5 mil empregos qualificados<\/p>\n<p>In\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o em 2026 e produ\u00e7\u00e3o a partir de 2027<\/p>\n<p>Capacidade para atender 50% da demanda nacional argelina<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do The Fence Post, do Dairy News 7x7 e do Ecofin Agency traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint<\/p>\n<p><b>Efeitos do calor sobre a sa\u00fade, reprodu\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras<br \/>\n<\/b><br \/>\nEntenda como o estresse t\u00e9rmico compromete a produ\u00e7\u00e3o e a reprodu\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras, afetando qualidade do leite e rentabilidade da fazenda.<\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 reparou no seu gado, vacas com baixa produ\u00e7\u00e3o em \u00e9pocas mais quentes? Isso pode estar interligado ao estresse t\u00e9rmico, que \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica adversa que ocorre quando um organismo \u00e9 incapaz de dissipar o calor gerado pelo metabolismo, comprometendo suas fun\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas normais.<\/p>\n<p>Esse fen\u00f4meno \u00e9 especialmente relevante na pecu\u00e1ria leiteira, pois afeta diretamente a produtividade e o bem-estar dos animais. Quando expostos a temperaturas elevadas, os bovinos ativam mecanismos fisiol\u00f3gicos para&nbsp; dissipar o calor excessivo, como o aumento da frequ\u00eancia respirat\u00f3ria e do suor,&nbsp; por\u00e9m, quando esses mecanismos n\u00e3o s\u00e3o suficientes, ocorre o estresse&nbsp; t\u00e9rmico (PEGORINI, 2011).&nbsp;<\/p>\n<p>As vacas leiteiras, por apresentarem alta produ\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica, s\u00e3o particularmente suscet\u00edveis a esse estresse, o que pode resultar em perdas&nbsp; significativas para a ind\u00fastria leiteira.&nbsp;<\/p>\n<p>Esse tipo de estresse \u00e9 comum em situa\u00e7\u00f5es de ondas de calor repentinas, onde os animais n\u00e3o t\u00eam tempo suficiente para se adaptar ou quando a exposi\u00e7\u00e3o ao calor excessivo ocorre de maneira cont\u00ednua, provocando altera\u00e7\u00f5es hormonais que podem comprometer a efici\u00eancia produtiva e reprodutiva dos animais (PEGORINI, 2011).<\/p>\n<p>A ocorr\u00eancia do estresse t\u00e9rmico cal\u00f3rico agudo est\u00e1 diretamente associada a mudan\u00e7as bruscas nas condi\u00e7\u00f5es ambientais, especialmente em regi\u00f5es com clima tropical e subtropical. Durante esses epis\u00f3dios, os bovinos&nbsp; apresentam sinais evidentes de desconforto t\u00e9rmico, como a busca por sombra&nbsp; e o aumento da ingest\u00e3o de \u00e1gua (FIALHO et al., 2018). Al\u00e9m disso, h\u00e1 uma eleva\u00e7\u00e3o da temperatura corporal, que pode desencadear quadros de hipertermia se n\u00e3o forem adotadas medidas de mitiga\u00e7\u00e3o. Em situa\u00e7\u00f5es extremas, esse tipo de estresse pode levar \u00e0 exaust\u00e3o t\u00e9rmica e at\u00e9 \u00e0 morte dos animais, tornando essencial a implementa\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para reduzir seus impactos. Em rebanhos leiteiros de alta produ\u00e7\u00e3o, esse fen\u00f4meno compromete a ingest\u00e3o de alimentos, reduzindo a disponibilidade de nutrientes essenciais para a lacta\u00e7\u00e3o e a reprodu\u00e7\u00e3o (PEGORINI, 2011).&nbsp;<\/p>\n<p>Entre os principais efeitos do estresse t\u00e9rmico na reprodu\u00e7\u00e3o, destaca-se&nbsp; a interfer\u00eancia nos horm\u00f4nios reprodutivos, gerando um aumento da incid\u00eancia&nbsp; de falhas reprodutivas, tornando-se um desafio para a manuten\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia produtiva das propriedades leiteiras (ROCHA et al., 2012).&nbsp;<\/p>\n<p>Estudos indicam que a eleva\u00e7\u00e3o da temperatura corporal materna prejudica o ambiente uterino, comprometendo o desenvolvimento embrion\u00e1rio nas fases iniciais da gesta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a defici\u00eancia na vasculariza\u00e7\u00e3o&nbsp; placent\u00e1ria resulta em menor suprimento de nutrientes para o feto, o que pode levar a abortos espont\u00e2neos ou ao nascimento de bezerros com baixo peso (MOTTA NETO, 2017).&nbsp;<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre bem-estar animal e produtividade \u00e9 amplamente estudada e evidencia que vacas submetidas a melhores condi\u00e7\u00f5es ambientais apresentam maior produ\u00e7\u00e3o leiteira, sendo que o estresse gerado por instala\u00e7\u00f5es inadequadas, manejo incorreto e intera\u00e7\u00f5es humanas negativas pode&nbsp; comprometer o consumo alimentar e o desempenho metab\u00f3lico dos animais&nbsp; (Ferreira et al., 2013). Al\u00e9m disso, ambientes desfavor\u00e1veis favorecem o&nbsp; desenvolvimento de doen\u00e7as, como mastite e claudica\u00e7\u00e3o, resultando em maiores custos com tratamento e redu\u00e7\u00e3o da longevidade produtiva dos bovinos (Santos; Neves; Ribeiro, 2021).&nbsp;<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o do leite \u00e9 sens\u00edvel \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais e ao manejo dos animais. Estudos indicam que o estresse t\u00e9rmico, a superlota\u00e7\u00e3o e a falta de conforto afetam negativamente a produ\u00e7\u00e3o e a qualidade do leite (Fonseca et&nbsp; al., 2024). O leite de vacas submetidas a condi\u00e7\u00f5es adversas pode apresentar menor teor de prote\u00ednas e gorduras, al\u00e9m de um aumento na presen\u00e7a de horm\u00f4nios do estresse, que influenciam negativamente suas propriedades nutricionais e tecnol\u00f3gicas (Silva et al., 2022). Dessa forma, estrat\u00e9gias que garantam o conforto t\u00e9rmico, como sombreamento ou resfriamento artificial, e o manejo adequado dos animais s\u00e3o essenciais para assegurar a qualidade do leite. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Grupo Piracanjuba obt\u00e9m certifica\u00e7\u00e3o in\u00e9dita em seguran\u00e7a de alimentos<\/b><br \/>\nNo Grupo Piracanjuba, qualidade n\u00e3o se negocia, se garante. Com essa m\u00e1xima, o Laborat\u00f3rio de Microbiologia da f\u00e1brica de Bela Vista de Goi\u00e1s (BVG) conquistou a acredita\u00e7\u00e3o ISO 17025 do Inmetro em ensaio de pat\u00f3genos Salmonella e Listeria. Essa certifica\u00e7\u00e3o, reconhecida pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) e pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), \u00e9 in\u00e9dita no setor de latic\u00ednios e constata a compet\u00eancia t\u00e9cnica do laborat\u00f3rio. O resultado \u00e9 fruto de mais de um ano de trabalho e refor\u00e7a o compromisso da empresa com a qualidade e a seguran\u00e7a dos alimentos, assegurando testes mais precisos, confi\u00e1veis e em conformidade com os mais altos padr\u00f5es nacionais. A ISO 17025 estabelece os crit\u00e9rios gerais para a compet\u00eancia de laborat\u00f3rios de ensaio e calibra\u00e7\u00e3o, garantindo que operem com precis\u00e3o e confiabilidade. Essa norma abrange aspectos como a gest\u00e3o da qualidade, a qualifica\u00e7\u00e3o do pessoal, o controle de equipamentos e as condi\u00e7\u00f5es ambientais. (Terra Viva)<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 24 de setembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.487 Queda no pre\u00e7o da dieta reduz custos de produ\u00e7\u00e3o em agosto na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d Em agosto, os custos de produ\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/09\/24\/24-09-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/09\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17726","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17726","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17726"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17726\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17732,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17726\/revisions\/17732"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17726"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17726"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17726"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}