{"id":17685,"date":"2025-09-17T18:51:00","date_gmt":"2025-09-17T18:51:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17685"},"modified":"2025-09-17T18:54:36","modified_gmt":"2025-09-17T18:54:36","slug":"17-09-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/09\/17\/17-09-2025\/","title":{"rendered":"17\/09\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 17 de setembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.482<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Setor de prote\u00edna animal re\u00fane especialistas para debater impactos da Reforma Tribut\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>O evento \"Encontro sobre reforma tribut\u00e1ria - aspectos pr\u00e1ticos para o setor de prote\u00edna animal\" reuniu especialistas, lideran\u00e7as e produtores no dia 5 de setembro, na Casa do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal do Estado do Rio Grande do Sul (Fundesa), durante a 48\u00aa Expointer, realizada em Esteio, entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro. O objetivo foi debater temas importantes para o agroneg\u00f3cio, sendo um dos temas os impactos pr\u00e1ticos da Reforma Tribut\u00e1ria sobre a cadeia de prote\u00edna animal, analisando quem ser\u00e1 afetado com as mudan\u00e7as e como adaptar contratos e opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura (Asgav), em conjunto com a Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas e M\u00e9dias Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Apil), o Sindicato das Ind\u00fastrias de Carnes e Derivados do RS (Sicadergs), o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS) e o Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos do Estado do Rio Grande do Sul, o evento contou com a participa\u00e7\u00e3o de representantes e t\u00e9cnicos das cadeias produtivas de avicultura, suinocultura e latic\u00ednios, em conjunto com juristas e t\u00e9cnicos e representantes do governo estadual que integraram os debates.<\/p>\n<p>Ao reunir an\u00e1lises t\u00e9cnicas e experi\u00eancias jur\u00eddicas em um ambiente de debate, o evento proporcionou diretrizes operacionais para produtores, cooperativas e empresas ajustarem seus fluxos de caixa, planejamento tribut\u00e1rio e renegocia\u00e7\u00e3o de contratos. O resultado \u00e9 mais previsibilidade para investimento e seguran\u00e7a jur\u00eddica, fortalecendo o papel do agroneg\u00f3cio como motor de desenvolvimento econ\u00f4mico no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>\u201cA inclus\u00e3o das carnes na cesta b\u00e1sica com al\u00edquota zero, conforme aprovada, tende a reduzir custos e fortalecer a competitividade interna e externa do setor. Mas h\u00e1 o outro lado da moeda: o fim de benef\u00edcios fiscais e a ado\u00e7\u00e3o de uma al\u00edquota \u00fanica de IBS\/CBS podem elevar a carga tribut\u00e1ria do produtor de forma significativa, especialmente por conta da perda de cr\u00e9ditos fiscais e da centraliza\u00e7\u00e3o da tributa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o desafio operacional para pequenos produtores \u00e9 real \u2014 adapta\u00e7\u00e3o ao novo sistema tribut\u00e1rio, fluxo de caixa e burocracia podem exigir uma reestrutura\u00e7\u00e3o urgente\u201d, disse Jos\u00e9 Eduardo dos Santos, presidente executivo da Asgav.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat\/RS, Darlan Palharini, participou do evento.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Asgav adaptado pelo Sindilat<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<div><b>GDT 388: estabilidade para o leite em p\u00f3 e queda forte para mu\u00e7arela<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>GDT registra estabilidade nos pre\u00e7os do leite em p\u00f3 e Cheddar, enquanto mu\u00e7arela segue em queda. Confira os efeitos para o Brasil.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>No 388\u00ba leil\u00e3o da plataforma Global Dairy Trade (GDT), realizado em 16 de setembro, o pre\u00e7o m\u00e9dio dos produtos negociados ficou em US$ 4.041 por tonelada, praticamente est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao evento anterior \u2014 a menor varia\u00e7\u00e3o registrada entre dois leil\u00f5es neste ano (-0,05%, ou seja, USD 2\/ton). Essa estabilidade foi sustentada, sobretudo, pelos leites em p\u00f3, cujos pre\u00e7os m\u00e9dios tamb\u00e9m permaneceram pr\u00f3ximos aos do \u00faltimo evento.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Gr\u00e1fico 1. Pre\u00e7o m\u00e9dio leil\u00e3o GDT<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uXVR45ABF0454\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uXVR45ABF0454\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O leite em p\u00f3 integral (LPI), principal refer\u00eancia do mercado, manteve-se relativamente est\u00e1vel, com varia\u00e7\u00e3o negativa de apenas -0,8%, cotado a US$ 3.790 por tonelada, ap\u00f3s a forte queda registrada no \u00faltimo evento. O leite em p\u00f3 desnatado (LPD) acompanhou a mesma tend\u00eancia, permanecendo est\u00e1vel, com leve varia\u00e7\u00e3o negativa de -0,3%, cotado a US$ 2.615 por tonelada, ap\u00f3s as quedas observadas nos \u00faltimos leil\u00f5es.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Gr\u00e1fico 2. Pre\u00e7o m\u00e9dio LPI<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/lxjO20ABF0417\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/lxjO20ABF0417\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Cheddar manteve-se como o \u00fanico produto a registrar alta, repetindo o movimento do \u00faltimo evento, com valoriza\u00e7\u00e3o de +2,2% e cota\u00e7\u00e3o de US$ 4.814 por tonelada.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Entre os demais produtos, o movimento foi de retra\u00e7\u00e3o: a gordura anidra do leite recuou -1,5%; a manteiga acumulou a sexta queda consecutiva, ainda que mais moderada (-0,8%); e a mu\u00e7arela manteve a trajet\u00f3ria de baixa, com s\u00e9tima queda seguida, de -9,6%, somando desvaloriza\u00e7\u00e3o de -19,8% desde junho.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>J\u00e1 a lactose e o leitelho n\u00e3o foram negociados neste evento.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A Tabela 1 apresenta os pre\u00e7os m\u00e9dios dos derivados ao fim do evento, assim como suas respectivas varia\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o anterior.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Tabela 1. Pre\u00e7o e varia\u00e7\u00e3o do \u00edndice dos produtos negociados no leil\u00e3o GDT em 16\/09\/2025.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/KgRg6bABa1K0463\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/KgRg6bABa1K0463\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2025.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Volume negociado mostra certo padr\u00e3o<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O volume negociado neste leil\u00e3o somou aproximadamente 39,1 mil toneladas, um recuo de -5,7% em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo evento. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao evento correspondente no ano passado, o aumento \u00e9 de +0,7%.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Gr\u00e1fico 3. Volumes negociados nos eventos do leil\u00e3o GDT.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/w500a1ABF0456\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/w500a1ABF0456\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2025.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Impacto nos contratos futuros<\/div>\n<div>Os contratos futuros de leite em p\u00f3 na NZX registraram nova queda nas proje\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os em compara\u00e7\u00e3o com as proje\u00e7\u00f5es no \u00faltimo leil\u00e3o, mas a previs\u00e3o de queda vista nos \u00faltimos meses deu lugar \u00e0 uma tend\u00eancia de estabilidade at\u00e9 fevereiro de 2026.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Gr\u00e1fico 4. Contratos futuros de leite em p\u00f3 integral (NZX Futures).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TqbracABF0410\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TqbracABF0410\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Fonte: NZX Futures, elaborado pelo MilkPoint Mercado, 2025.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>E como os resultados do leil\u00e3o GDT afetam o mercado brasileiro?<\/div>\n<div>Ap\u00f3s a forte queda registrada no primeiro leil\u00e3o de setembro, os pre\u00e7os no GDT voltaram a mostrar estabilidade, o que pode trazer um al\u00edvio moment\u00e2neo ao mercado brasileiro, j\u00e1 que Argentina e Uruguai \u2014 principais fornecedores de l\u00e1cteos \u2014 seguem de perto as refer\u00eancias desse mercado. Caso o GDT retome a trajet\u00f3ria de queda, aliado \u00e0 cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar pr\u00f3xima de R$ 5,30, a competitividade dos produtos do Mercosul tende a aumentar, ampliando a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os nacionais.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para a mu\u00e7arela, o cen\u00e1rio \u00e9 ainda mais delicado: os pre\u00e7os no mercado interno t\u00eam registrado quedas sucessivas e, combinados \u00e0 tend\u00eancia baixista do mercado internacional, podem sinalizar novas desvaloriza\u00e7\u00f5es do produto.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para compreender as tend\u00eancias do mercado, tra\u00e7ar estrat\u00e9gias assertivas, se conectar com os l\u00edderes do setor e participar ativamente da transforma\u00e7\u00e3o do leite no mundo, o Dairy Vision 2025 \u00e9 o espa\u00e7o ideal. (Milkpoint)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><b>Banco de ant\u00edgenos para febre aftosa \u00e9 inaugurado nas Am\u00e9ricas para facilitar acesso r\u00e1pido a vacinas de emerg\u00eancia<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Banco Regional de Ant\u00edgenos contra a Febre Aftosa (BANVACO) est\u00e1 oficialmente em opera\u00e7\u00e3o a partir de hoje, marcando um marco importante na capacidade das Am\u00e9ricas de responder a emerg\u00eancias sanit\u00e1rias relacionadas a essa doen\u00e7a.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O objetivo do BANVACO, que realizou sua primeira reuni\u00e3o regular em 28 e 29 de agosto, \u00e9 garantir um fornecimento cont\u00ednuo de ant\u00edgenos e vacinas para conter potenciais surtos de todos os sorotipos virais relevantes da febre aftosa por meio da vacina\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia. Embora a reintrodu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a seja improv\u00e1vel nas Am\u00e9ricas, \u00e9 essencial que os pa\u00edses estejam preparados, j\u00e1 que um surto grave poderia comprometer a seguran\u00e7a alimentar nacional e internacional, al\u00e9m do desenvolvimento socioecon\u00f4mico e do bem-estar das comunidades afetadas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Gerido pela Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade (OPAS), por meio de seu Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Sa\u00fade P\u00fablica Veterin\u00e1ria (PANAFTOSA), o BANVACO n\u00e3o \u00e9 uma instala\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Trata-se de uma rede coordenada de laborat\u00f3rios fornecedores que armazenam ant\u00edgenos, os quais seriam formulados em vacinas em caso de emerg\u00eancia. Essa abordagem inovadora garante resposta r\u00e1pida, custo-benef\u00edcio e flexibilidade em situa\u00e7\u00f5es de crise.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O diretor da OPAS, Dr. Jarbas Barbosa, chamou a iniciativa de um passo ousado rumo a uma regi\u00e3o mais preparada e coesa. \u201cO BANVACO \u00e9 um compromisso pol\u00edtico e operacional dos pa\u00edses para fortalecer a prepara\u00e7\u00e3o regional, a sa\u00fade e a seguran\u00e7a alimentar, garantindo acesso ao r\u00e1pido fornecimento de vacinas em uma emerg\u00eancia para preservar a sa\u00fade animal e o bem-estar das comunidades\u201d, afirmou.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Febre aftosa<\/div>\n<div>A febre aftosa \u00e9 uma doen\u00e7a viral altamente contagiosa que afeta animais de produ\u00e7\u00e3o, incluindo bovinos, su\u00ednos e outros de casco fendido. Pode ter consequ\u00eancias socioecon\u00f4micas significativas, com perdas anuais que podem ultrapassar bilh\u00f5es de d\u00f3lares nos pa\u00edses afetados.<\/div>\n<div>Nos \u00faltimos anos, as Am\u00e9ricas avan\u00e7aram significativamente na erradica\u00e7\u00e3o da febre aftosa. Neste ano, Brasil e Bol\u00edvia foram certificados pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OMSA\/WOAH) como pa\u00edses livres de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Atualmente, quase 80% do rebanho bovino das Am\u00e9ricas est\u00e1 em pa\u00edses reconhecidos pela OMSA como livres da doen\u00e7a sem vacina\u00e7\u00e3o, cerca de 18% em pa\u00edses ou territ\u00f3rios livres com vacina\u00e7\u00e3o, e apenas 2% ainda sem status oficial de livre. Esse progresso \u00e9 uma conquista hist\u00f3rica, resultado de pol\u00edticas s\u00f3lidas de sa\u00fade animal, vigil\u00e2ncia aprimorada e controles de fronteira eficazes.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u201cO reconhecimento oficial da Bol\u00edvia e do Brasil como pa\u00edses livres de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o representa um marco significativo para o Programa Hemisf\u00e9rico de Erradica\u00e7\u00e3o da Febre Aftosa (PHEFA), que busca a erradica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a\u201d, acrescentou o diretor da OPAS.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Historicamente, a vacina\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica do rebanho tem sido a principal estrat\u00e9gia para controlar surtos e prevenir novos casos. No entanto, uma vez confirmada a aus\u00eancia de infec\u00e7\u00e3o e eliminados os riscos internos, os pa\u00edses podem suspender a vacina\u00e7\u00e3o. Em uma crise sanit\u00e1ria animal, a vacina\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia \u00e9 reconhecida mundialmente como a ferramenta mais eficaz e socialmente aceita para o manejo de surtos, pois reduz a necessidade de abates em larga escala, mitiga perdas econ\u00f4micas e contribui para a recupera\u00e7\u00e3o do status sanit\u00e1rio. Essa estrat\u00e9gia, por\u00e9m, s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel se existir uma reserva estrat\u00e9gica pr\u00e9via de ant\u00edgenos adequados, o que requer planejamento e coordena\u00e7\u00e3o entre os setores p\u00fablico e privado.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A cria\u00e7\u00e3o do BANVACO est\u00e1 alinhada com recomenda\u00e7\u00f5es de longa data das autoridades regionais de febre aftosa, incluindo a Comiss\u00e3o Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (COSALFA), o Comit\u00ea Hemisf\u00e9rico para a Erradica\u00e7\u00e3o da Febre Aftosa (COHEFA) e a Reuni\u00e3o Interamericana de Sa\u00fade Animal em N\u00edvel Ministerial (RIMSA). Seu objetivo \u00e9 proteger os territ\u00f3rios livres de febre aftosa, evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus em caso de surto e resguardar os avan\u00e7os conquistados pelo PHEFA.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Todos os pa\u00edses das Am\u00e9ricas podem aderir ao BANVACO, sejam eles livres da doen\u00e7a com ou sem vacina\u00e7\u00e3o. Integram o Conselho Diretor do BANVACO:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u2022 Brasil, por meio do Departamento de Sa\u00fade Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u2022 Equador, representado pela Ag\u00eancia de Regulamenta\u00e7\u00e3o e Controle da Sa\u00fade Vegetal e Animal (AGROCALIDAD)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u2022 Paraguai, por meio do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade e Qualidade Animal (SENACSA)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Fonte original:&nbsp;<\/div>\n<div>https:\/\/www.paho.org\/en\/news\/29-8-2025-antigen-bank-foot-and-mouth-disease-opens-americas-facilitate-quick-access-emergency<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Traduzida para portugu\u00eas via intelig\u00eancia artificial&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>SOJA\/CEPEA: \u00d3leo de soja tem participa\u00e7\u00e3o recorde na margem de lucro da ind\u00fastria<br \/>\n<\/b>Levantamento do Cepea mostra que a participa\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de soja na margem de lucro da ind\u00fastria de esmagamento praticamente se igualou \u00e0 do farelo na semana passada, configurando um cen\u00e1rio hist\u00f3rico. Pesquisadores explicam que o movimento reflete o avan\u00e7o da demanda pelo \u00f3leo brasileiro, sobretudo por parte do setor de biodiesel. No \u00faltimo dia 11 de setembro, a participa\u00e7\u00e3o do farelo na margem da ind\u00fastria foi de 51% e a do \u00f3leo atingiu 49% \u2013 como compara\u00e7\u00e3o, a participa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do farelo no ano passado foi 62,2% e a do \u00f3leo, de 37,8%, considerando-se como base os pre\u00e7os da soja em gr\u00e3o, do \u00f3leo e do farelo no estado de S\u00e3o Paulo levantados pelo Cepea. (Cepea via Terra Viva)<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de setembro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.482 Setor de prote\u00edna animal re\u00fane especialistas para debater impactos da Reforma Tribut\u00e1ria O evento \"Encontro sobre reforma tribut\u00e1ria - aspectos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/09\/17\/17-09-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/09\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17685","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17685","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17685"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17685\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17689,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17685\/revisions\/17689"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17685"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17685"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17685"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}