{"id":1738,"date":"2017-10-05T16:38:19","date_gmt":"2017-10-05T16:38:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/10\/05\/05-10-2017\/"},"modified":"2017-10-05T16:38:19","modified_gmt":"2017-10-05T16:38:19","slug":"05-10-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/10\/05\/05-10-2017\/","title":{"rendered":"05\/10\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de outubro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.598<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><\/span><strong>Latic\u00ednios retornar\u00e3o \u00e0 Bras\u00edlia para cobrar compra governamental de leite<\/strong><\/p>\n<p> Entidades do setor l\u00e1cteo ir\u00e3o \u00e0 Bras\u00edlia na pr\u00f3xima semana para cobrar o Governo Federal a compra governamental de 50 mil toneladas de leite em p\u00f3 e 400 milh\u00f5es de litros de leite UHT. O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) voltou a defender a medida nesta quinta-feira (5\/10), durante reuni\u00e3o do Grupo de Trabalho da Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Cooperativismo da Assembleia Legislativa que trata sobre a importa\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 do Mercosul. No encontro, a comiss\u00e3o validou documento que foi entregue no dia 12 de setembro ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, formalizando o pedido de compra. O mesmo documento tamb\u00e9m foi entregue nesta quinta-feira ao deputado Z\u00e9 Nunes, que coordenou a reuni\u00e3o.<\/p>\n<p> Com a presen\u00e7a do presidente do sindicato, Alexandre Guerra, a demanda do setor foi debatida como medida emergencial para reverter a situa\u00e7\u00e3o de crise do setor leiteiro ga\u00facho. A ida da comitiva a Bras\u00edlia tamb\u00e9m ser\u00e1 uma oportunidade para reivindicar solu\u00e7\u00f5es para a poss\u00edvel triangula\u00e7\u00e3o de leite uruguaio.<\/p>\n<p> Segundo o diretor da Farsul, Jorge Rodrigues, \u00e9 fundamental que se fa\u00e7a uma regula\u00e7\u00e3o de produtos importados para atender o abastecimento nacional de forma equilibrada. \"S\u00e3o dois pontos-chaves dessa quest\u00e3o: manuten\u00e7\u00e3o da suspens\u00e3o de incentivos de importa\u00e7\u00e3o e de estoques por via de compras governamentais\". O deputado Z\u00e9 Nunes reiterou a fala, alertando para a necessidade de unidade do setor produtivo. \"Precisamos ter uma voz \u00fanica na quest\u00e3o do leite neste momento\".<\/p>\n<p> A reuni\u00e3o tamb\u00e9m contou com a presen\u00e7a de representantes da Secretaria da Agricultura (Seapi), Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do RS (Fetag), Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do RS (Fetraf), Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Munic\u00edpios do RS (Famurs), Instituto Ga\u00facho do Leite (IGL) e Cosulati. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2448\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><br \/> <em>Foto: Vitorya Paulo<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b><span style=\"font-size: 9.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/b><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><strong>RS pede investiga\u00e7\u00e3o das compras<\/strong><\/p>\n<p> O governo do Rio Grande do Sul vai solicitar ao Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (MDIC) que abra investiga\u00e7\u00e3o para apurar os n\u00fameros de importa\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos do Uruguai, alegando suspeita de pr\u00e1tica ilegal de comercializa\u00e7\u00e3o. O documento foi assinado ontem pela Farsul, Fetag e Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), e deve ser protocolado ainda nesta semana em Bras\u00edlia. O texto apresenta dados que sugerem que o Uruguai estaria importando leite de outros pa\u00edses para exportar para o Brasil.\u00a0<\/p>\n<p> Utilizando fontes como o Banco Mundial e o pr\u00f3prio MDIC, o of\u00edcio aponta que em 2016 o Uruguai produziu 1,775 bilh\u00e3o de litros de leite, sendo 791 milh\u00f5es de litros para o mercado interno. Sobrariam ao pa\u00eds 984 milh\u00f5es de litros para exporta\u00e7\u00e3o. No ano passado, o MDIC registrou a entrada de 1,036 bilh\u00e3o de litros de produtos l\u00e1cteos vindos do Uruguai, entre queijo, leite em p\u00f3, manteiga, butter oil e leite UHT, 52,7 milh\u00f5es de litros a mais do que o produzido por aquele pa\u00eds. \"S\u00e3o indicativos muito fortes de que algo est\u00e1 errado, porque o Uruguai n\u00e3o exporta leite apenas para o mercado brasileiro\", comentou o secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo. \"N\u00f3s tomamos esta iniciativa para tentar proteger o produtor de leite ga\u00facho e brasileiro que vem enfrentando desde o ano passado a concorr\u00eancia do produto uruguaio, com preju\u00edzos\", justificou.\u00a0<\/p>\n<p> O presidente da Comiss\u00e3o de Leite e Gr\u00e3os da Farsul, Jorge Rodrigues, afirmou que o Departamento de Defesa Comercial do MDIC, caso acate a solicita\u00e7\u00e3o, deve conferir os n\u00fameros apresentados no documento ga\u00facho e pedir explica\u00e7\u00f5es ao pa\u00eds vizinho. \"Se a suspeita for comprovada, o Uruguai pode sofrer san- \u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas que est\u00e3o previstas na legisla\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio exterior\", apontou. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>O Agro cuida do meio ambiente<\/strong><\/p>\n<p> Grande produtor de alimentos, energia e fibras o Brasil \u00e9 uma pot\u00eancia em preserva\u00e7\u00e3o ambiental com cerca de 67% de seu territ\u00f3rio em vegeta\u00e7\u00e3o nativa preservada ou protegida. \u00c9 o que aponta a primeira an\u00e1lise das informa\u00e7\u00f5es de mais 4 milh\u00f5es de produtores inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR), realizada pela Embrapa Monitoramento por Sat\u00e9lite. Eles preservam mais vegeta\u00e7\u00e3o nativa em seus im\u00f3veis do que todas as unidades de conserva\u00e7\u00e3o juntas.<\/p>\n<p> Os c\u00e1lculos da Embrapa demonstram o papel \u00fanico da agropecu\u00e1ria na preserva\u00e7\u00e3o ambiental: as unidades de conserva\u00e7\u00e3o protegem em vegeta\u00e7\u00e3o nativa o equivalente a 13% do Brasil e os produtores mais de 20% do pa\u00eds, como \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente, reserva legal e vegeta\u00e7\u00e3o excedente.<\/p>\n<p> No Sul, as unidades de conserva\u00e7\u00e3o e terras ind\u00edgenas protegem 2% da regi\u00e3o. Nos im\u00f3veis rurais, os produtores preservam o equivalente a 17% dos estados, oito vezes mais. Dentro da \u00e1rea agr\u00edcola, os produtores preservam 26% das terras, n\u00famero superior \u00e0 exig\u00eancia do C\u00f3digo Florestal. No Sudeste, ainda sem os dados do Esp\u00edrito Santo, os produtores preservam em seus im\u00f3veis 17% da regi\u00e3o em vegeta\u00e7\u00e3o nativa contra 4% em \u00e1reas protegidas. Na \u00e1rea rural, eles preservam 29% de suas terras, n\u00famero tamb\u00e9m superior \u00e0 exig\u00eancia da legisla\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p> No centro-Oeste, ainda sem os dados do Mato Grosso do Sul, os produtores preservam em seus im\u00f3veis 33% das regi\u00f5es, contra 14% em \u00e1reas protegidas. Na \u00e1rea agr\u00edcola, eles preservam 49% de suas terras, praticamente a metade, n\u00famero bem superior a demanda do c\u00f3digo florestal.<\/p>\n<p> No Norte, no Tocantins, a agricultura preserva o dobro da \u00e1rea total das unidades ind\u00edgenas: 20% contra 10%. Nos im\u00f3veis, os produtores apresentam uma taxa de preserva\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o de 56%. Esse \u00e9 o \u00fanico estado da regi\u00e3o n\u00e3o inserido integralmente no bioma Amaz\u00f4nia. Nos estados amaz\u00f4nicos, a prote\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 muito abrangente: 71% Amap\u00e1, 53% do Amazonas e 50% do Par\u00e1, al\u00e9m de amplos territ\u00f3rios recobertos por floresta tropical em terras devolutas.<\/p>\n<p> No Nordeste, ainda faltam muitas \u00e1reas cadastr\u00e1veis no CAR. Mas, para indicar o papel dos agricultores na preserva\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o, os dados dispon\u00edveis j\u00e1 bastam. Na maioria dos estados nordestinos, os produtores preservam mais de 50% \u00e1rea de seus im\u00f3veis quando a exig\u00eancia \u00e9 de 20% (salvo em parte do maranh\u00e3o). A \u00e1rea preservada pela pequena parcela de agricultores cadastrados no CAR (34%) at\u00e9 2016, j\u00e1 representava certa de 20% da regi\u00e3o, enquanto as \u00e1reas protegidas conservam menos de 10%.<\/p>\n<p> O cadastramento segue at\u00e9 dezembro e os dados sempre ser\u00e3o atualizados. N\u00e3o h\u00e1 no Brasil nenhuma categoria profissional: minerador, medico, professor, industrial, militar, promotor, economista, que preserva tanto o meio ambiente como os agricultores. Salvo na Amaz\u00f4nia, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma institui\u00e7\u00e3o, secretaria, \u00f3rg\u00e3o federal ou estadual, empresa privada ou organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental que preserve tantas \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, como os produtores rurais: 19% do Brasil.<\/p>\n<p> Esse enorme esfor\u00e7o de preserva\u00e7\u00e3o nos im\u00f3veis rurais beneficia toda a na\u00e7\u00e3o. O custo decorrente de imobilizar e manter essas \u00e1reas recai apenas sobre o produtor, sem contrapartida da sociedade, principalmente dos consumidores urbanos. Destes, os produtores esperam no m\u00ednimo, o justo reconhecimento sem a demoniza\u00e7\u00e3o de suas atividades de produzir alimentos e mais conhecimento de suas realidades. (Revista Agro DBO)<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2447\" style=\"width: 500px; height: 392px;\" \/><\/div>\n<div><strong>Recupera\u00e7\u00e3o\/NZ\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> A Fonterra ir\u00e1 recuperar este m\u00eas NZ$ 193 milh\u00f5es de seus agricultores - que correspondem a empr\u00e9stimos especiais feitos h\u00e1 dois anos, durante a profunda recess\u00e3o do setor l\u00e1cteo. Os NZ$ 190 milh\u00f5es restantes seriam deduzidos dos pagamentos aos produtores, quando o pre\u00e7o do leite atingisse NZ$ 6\/kgMS, o que aconteceu a partir de agosto.\u00a0<\/p>\n<p> Os agricultores da Fonterra foram atingidos pelos baixos pre\u00e7os do leite nas temporadas 2014\/15 (NZ 4,40\/kgMS) e 2015\/16 (NZ$ 3,90\/kgMS). Para ajudar no fluxo de caixa das fazendas, a cooperativa emprestou a 76% de seus agricultores, NZ$ 383 milh\u00f5es, a justo zero at\u00e9 1\u00ba de junho de 2017, quando ent\u00e3o os produtores passariam a pagar 2,4%. Os reembolsos s\u00f3 come\u00e7aram quando o pagamento superou NZ$ 6\/kgMS. O presidente da Fonterra, John Wilson, disse que a concess\u00e3o dos empr\u00e9stimos foi \"muito bem sucedida\" para os produtores, que receberam o dinheiro quando mais precisavam. \"Fizemos porque confiamos no mercado internacional de l\u00e1cteos, e apenas come\u00e7amos a ser reembolsados quando o pagamento ao produtor atingiu NZ$ 6\/kgMS\", disse ao Rural News. Wilson disse tamb\u00e9m que est\u00e1 orgulhoso da ajuda concedida pela subsidi\u00e1ria Farm Source durante a recess\u00e3o. \"A Farm Source \u00e9 muito mais que um armaz\u00e9m, e deve dar retorno \u00e0 Fonterra, enquanto ajuda a reduzir os custos dos produtores de leite\". Acrescentou que um produtor m\u00e9dio economiza NZ$ 0,10\/kgMS comprando exclusivamente na Farm Source, em vez de em outros varejistas.<\/p>\n<p> \"Isto \u00e9 extraordin\u00e1rio, se voc\u00ea \u00e9 um jovem agricultor, este apoio faz uma grande diferen\u00e7a diante da volatilidade do mercado\". Durante a recess\u00e3o do setor l\u00e1cteo, a Farm Source liberou empr\u00e9stimos sem juros para 4.000 agricultores, j\u00e1 tendo recuperado US$ 17,8 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> A Fonterra anunciou na semana passada um pagamento final de NZ$ 6,12\/kgMS para a temporada 2016\/17, com dividendos de 40 centavos por a\u00e7\u00e3o, o que totalizar\u00e1 NZ$ 6,52\/kgMS. Para o ano fiscal encerrado em 31 de julho de 2017, a receita subiu 12%, para NZ$ 19,2 bilh\u00f5es, e o aumento de pre\u00e7os compensou a queda de 3% nos volumes de vendas, ou o equivalente leite de 22,9 bilh\u00f5es de litros. Diante das margens reduzidas o EBITDA caiu 15%, ficando em NZ$ 1,2 bilh\u00f5es, refletindo no lucro l\u00edquido que tamb\u00e9m encolheu 11%, e fechou em NZ$ 745 milh\u00f5es. Wilson destacou a capacidade da cooperativa manter o dividendo previsto apesar dos pre\u00e7os do leite subirem 57% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, o que resultaria em margens negativas.<\/p>\n<p> <u>N\u00fameros da Fonterra<\/u><br \/> - 2016\/17 pagou NZ$ 6,52\/kgMS, eleva\u00e7\u00e3o de 52%, composto de adiantamento de NZ$ 6,12\/kgMS, e dividendos de 40 centavos.<br \/> - Faturamento de NZ$ 19,2, com eleva\u00e7\u00e3o de 12%<br \/> - EBITDA de NZ$ 1,155 bilh\u00f5es, queda de 15%<br \/> - Lucro l\u00edquido de NZ$ 745 milh\u00f5es, menos 11%<br \/> - Grande crescimento de consumidores e foodservice: extra 576 milh\u00f5es de equivalente leite<br \/> - Crescimento de 9% na venda de ingredientes com valor agregado<br \/> - Retorno de capital do grupo, 11,1%\u00a0 \u00a0<br \/> (Rural News - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Cresce o estoque de gr\u00e3os nos EUA<br \/> Os americanos tinham 8,19 milh\u00f5es de toneladas de soja em estoque no dia 1\u00ba de setembro, segundo levantamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgado na sexta-feira (29). Esse volume \u00e9 53% superior ao observado no mesmo per\u00edodo do ano passado, quando o pa\u00eds ainda amargava os reflexos de uma quebra de safra. Apesar do aumento, o volume divulgado foi inferior \u00e0 m\u00e9dia das proje\u00e7\u00f5es de analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal, que era de 9,23 milh\u00f5es de toneladas. Com isso, as cota\u00e7\u00f5es do gr\u00e3o ganharam alguma sustenta\u00e7\u00e3o da bolsa de Chicago. Do total calculado pelo USDA, 2,39 milh\u00f5es de toneladas de soja estavam nas m\u00e3os dos produtores, 112% mais que em igual intervalo de 2016. O volume restante - 38% na mesma compara\u00e7\u00e3o - j\u00e1 estava fora das fazendas. No caso do milho, o USDA apontou que 58,17 milh\u00f5es de toneladas estavam em estoque no dia 1\u00ba de setembro, um incremento de 32%. Mas o volume divulgado tamb\u00e9m foi inferior \u00e0 m\u00e9dia das expectativas dos analistas, que era de 59,67 milh\u00f5es de toneladas, e a rea\u00e7\u00e3o em Chicago foi igualmente \"altista\". Do volume total do cereal estocado, 20 milh\u00f5es de toneladas estavam com os fazendeiros, 25% mais que na mesma data do ano passado. Outras 38,17 milh\u00f5es de toneladas estavam com traders, atravessadores, esmagadores e ind\u00fastrias. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de outubro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.598 \u00a0 \u00a0\u00a0Latic\u00ednios retornar\u00e3o \u00e0 Bras\u00edlia para cobrar compra governamental de leite Entidades do setor l\u00e1cteo ir\u00e3o \u00e0 Bras\u00edlia na pr\u00f3xima semana para <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/10\/05\/05-10-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/10\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1738","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1738","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1738"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1738\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1738"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1738"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1738"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}