{"id":17349,"date":"2025-08-05T17:51:34","date_gmt":"2025-08-05T17:51:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17349"},"modified":"2025-08-05T17:53:42","modified_gmt":"2025-08-05T17:53:42","slug":"05-08-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/08\/05\/05-08-2025\/","title":{"rendered":"05\/08\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 05 de agosto de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.451<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>GDT - Global Dairy Trade<\/b><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hkZT75ABF0170\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hkZT75ABF0170\"><\/p>\n<p>\u200bFonte: GDT editado pelo Sindilat&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div><b>CEPEA: M\u00e9dia Brasil fecha junho a R$ 2,6474\/litro<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Leite fecha junho a R$ 2,6474\/litro. Oferta maior que demanda pressiona cota\u00e7\u00f5es e derivados tamb\u00e9m recuam, mostram Cepea e pesquisa do MilkPoint Mercado<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, mostra que o pre\u00e7o do leite captado em junho fechou a R$ 2,6474\/litro na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Gr\u00e1fico 1. S\u00e9rie de pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelo produtor (l\u00edquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de maio\/2025)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TzGG8cABF0487\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TzGG8cABF0487\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>No momento, a oferta de leite continua maior que a demanda, o que tem pressionado os pre\u00e7os pagos ao produtor. Em junho, a capta\u00e7\u00e3o de leite subiu 3,31% em rela\u00e7\u00e3o a maio, segundo o ICAP-L do Cepea, reflexo dos investimentos feitos pelos produtores nos \u00faltimos meses.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Mesmo com uma leve alta de 0,55% no custo de produ\u00e7\u00e3o (COE) em junho, os gastos com nutri\u00e7\u00e3o do rebanho ca\u00edram 0,37%, ajudando a manter a atividade vi\u00e1vel.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p>Apesar disso, a demanda por derivados ainda n\u00e3o acompanha o aumento da produ\u00e7\u00e3o. De acordo com pesquisas do MilkPoint Mercado, os pre\u00e7os de venda de alguns dos principais derivados l\u00e1cteos pela ind\u00fastria t\u00eam recuado nas \u00faltimas semanas, frente a um mercado que tem se mostrado menos comprador. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><b>O agro precisa se comunicar melhor<br \/>\n<\/b><\/div>\n<div>\n<p>Recentemente, tive a oportunidade de visitar a Nova Zel\u00e2ndia como parte do programa da Nuffield, do qual sou uma das bolsistas de 2025. A Nuffield International Farming Network nasceu em 1947, no Reino Unido, fruto de um ato filantr\u00f3pico, para estimular produtores a buscar conhecimento e inova\u00e7\u00e3o fora de seus pa\u00edses de origem, em um momento extremamente cr\u00edtico do p\u00f3s-guerra. O fundador foi Mr. William Morris, empres\u00e1rio e filantropo, que come\u00e7ou a proporcionar viagens internacionais aos agricultores brit\u00e2nicos com o objetivo de identificar boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas e abrir novos mercados para estimular a produ\u00e7\u00e3o de alimentos e a economia.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Todos os integrantes selecionados entram com um t\u00f3pico de pesquisa que, na ess\u00eancia, deve trazer solu\u00e7\u00f5es, inova\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es para o setor agr\u00edcola em um mundo em constante mudan\u00e7a. Minha pesquisa est\u00e1 relacionada \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o e visa \u00e0 melhoria da imagem do agroneg\u00f3cio no Brasil. Como podemos romper a bolha, deixar de converter aqueles que j\u00e1 est\u00e3o convertidos e acessar verdadeiramente o p\u00fablico urbano? As pessoas perderam a conex\u00e3o entre o produto que consomem e sua respectiva origem, e eu acredito que \u00e9 parte da responsabilidade do setor restabelecer essa ponte por meio do acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Durante meus dias por l\u00e1, fiz algumas visitas interessantes:<\/p>\n<\/div>\n<div>\u25cf conheci uma fazenda de leite com cerca de 600 vacas em lacta\u00e7\u00e3o em Matamata;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf participei de uma experi\u00eancia de agroturismo que recebe entre 400 e 1.000 pessoas diariamente na regi\u00e3o de Rotorua;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p>\u25cf uma produ\u00e7\u00e3o integrada e verticalizada de leite de ovelha, que se transforma em f\u00f3rmula infantil com alt\u00edssimo valor agregado e \u00e9 exportada para a \u00c1sia.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Tamb\u00e9m fui mais ao sul da Ilha Norte para visitar produtores de ab\u00f3bora que enxergaram uma imensa oportunidade de mercado ao desenvolver branding na categoria de frutas e vegetais (algo na mesma linha do que a Zespri fez), al\u00e9m de promoverem um estreitamento na rela\u00e7\u00e3o com o varejo no Jap\u00e3o por meio de a\u00e7\u00f5es inovadoras. Na mesma regi\u00e3o, tive ainda a chance de conhecer a \u00fanica produ\u00e7\u00e3o de frango org\u00e2nico do pa\u00eds e, enquanto via os animais ciscando entre macieiras e oliveiras, ouvia da respons\u00e1vel pelo marketing os desafios de posicionamento de marca.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Foram muitos aprendizados e insights sobre a imagem do setor, as dificuldades enfrentadas pelos diferentes segmentos e o papel da ind\u00fastria no elo entre produtor e consumidor. Acontece que, no caminho entre Auckland e Rotorua, enquanto eu me concentrava para dirigir na m\u00e3o inglesa e me distra\u00eda com as paisagens id\u00edlicas, fiquei impressionada com a quantidade de vacas. Logo ali, na beira da estrada. De uma ponta a outra.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 rural. Transborda natureza. Campo e mata nativa andam juntos. Essa ilha pequena, com 5,3 milh\u00f5es de habitantes, exporta entre 80% e 90% de sua produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria e, mesmo com apenas 15% da popula\u00e7\u00e3o vivendo na \u00e1rea rural, carrega o campo em sua ess\u00eancia. Ouvi de uma das pessoas com quem conversei que o agroturismo definitivamente n\u00e3o \u00e9 uma das melhores ferramentas de marketing para aproximar o campo da cidade \u2014 justamente porque o neozeland\u00eas j\u00e1 est\u00e1 acostumado com essa realidade.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Acredito que um dos principais problemas da imagem deturpada do agroneg\u00f3cio no Brasil \u00e9 o abismo que se formou entre o campo e a cidade. Crescer vendo vacas pastando \u00e0 beira da estrada ajuda a materializar a realidade. Aproxima. Naturaliza. E, se j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil associar o leite \u00e0 vaca, imaginem a soja \u00e0 carne.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Vejo esse como um dos maiores obst\u00e1culos para o nosso pa\u00eds, t\u00e3o cheio de vida, jovens, recursos, terras, energia e um potencial produtivo gigante: \u00e9 essencial integrarmos a cadeia e contarmos a hist\u00f3ria do pasto ao prato, da soja \u00e0 carne, do algod\u00e3o \u00e0 camiseta, do fertilizante ao queijo da pizza.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u00c9 verdade que a Nova Zel\u00e2ndia tem uma vantagem: \u00e9 mais f\u00e1cil falar, para leigos, de vaca feliz quando ela est\u00e1 no pasto, e n\u00e3o dentro do est\u00e1bulo. Em tempos de transpar\u00eancia radical, especialmente quando se trata de sustentabilidade e bem-estar animal, o storytelling da produ\u00e7\u00e3o de leite do pa\u00eds j\u00e1 nasce pronto e \u00e9 extremamente valorizado na \u00c1sia, seu principal mercado de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Por outro lado, existe tamb\u00e9m um enorme aprendizado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. A maioria dos habitantes do pa\u00eds, justamente por estarem t\u00e3o pr\u00f3ximos da viv\u00eancia das fazendas, entende a import\u00e2ncia do setor para a sustentabilidade econ\u00f4mica, desde a gera\u00e7\u00e3o de empregos e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos para o pa\u00eds inteiro at\u00e9 o papel fundamental na economia por meio das exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Para mim, fica o enorme aprendizado de como \u00e9 essencial termos um setor unido. Falar sobre vaca feliz no pasto \u00e9 mais f\u00e1cil, mas definitivamente n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o, especialmente quando falamos de contextos diferentes da Nova Zel\u00e2ndia ou da Irlanda, por exemplo. Funciona para algumas realidades, mas n\u00e3o para outras. Simples assim.<\/p>\n<\/div>\n<div>\u00c9 desafiador explicar a um consumidor habituado a imagens buc\u00f3licas que, na maioria das vezes, para n\u00e3o dizer sempre, existe mais conforto animal dentro de um compost barn do que em um pasto no maior pa\u00eds da Am\u00e9rica do Sul.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o<\/div>\n<div>\u00c9 dif\u00edcil explicar toda a diversidade e os 6 biomas que cabem dentro de um pa\u00eds cerca de 32 vezes maior que a Nova Zel\u00e2ndia, com diversos microclimas, sem esta\u00e7\u00f5es bem definidas, quente e com chuvas \u201cfora de \u00e9poca\u201d para quem n\u00e3o vive essa realidade. O Brasil transborda diversidade e realidades bastante espec\u00edficas que exigem muito esfor\u00e7o para que a mensagem chegue at\u00e9 o consumidor, rompendo com ideias que importamos de outros pa\u00edses. Precisamos ser nossa pr\u00f3pria refer\u00eancia.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p>Por l\u00e1, ainda na escola, as crian\u00e7as e jovens aprendem sobre agricultura e agroind\u00fastria. Existem diversos projetos, desde o Farmer Time for Schools, no qual turmas s\u00e3o conectadas a fazendeiros reais para conversar sobre a realidade da produ\u00e7\u00e3o de alimentos, at\u00e9 iniciativas integradas nas disciplinas de ci\u00eancias e estudos sociais, como o Garden to Table, Wool in Schools e Soil, Food and Society.<\/p>\n<\/div>\n<div>O acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o dentro do ambiente escolar refor\u00e7a a import\u00e2ncia de a popula\u00e7\u00e3o compreender o impacto do agroneg\u00f3cio na economia de um pa\u00eds inteiro, contribuindo para uma imagem horizontal, com senso de comunidade, e n\u00e3o carregada de superioridade. N\u00e3o vejo outra sa\u00edda al\u00e9m do investimento em educa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existe comunica\u00e7\u00e3o sem educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 urgente a cria\u00e7\u00e3o de acessos.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Emiss\u00f5es de GEEs<\/div>\n<div>A discuss\u00e3o sobre emiss\u00e3o de metano \u00e9 a mais latente, no momento, dentro da pecu\u00e1ria na Nova Zel\u00e2ndia. As empresas de gen\u00e9tica falam sobre isso, os l\u00edderes classistas falam sobre isso, o consumidor fala sobre isso. Todos, de alguma forma, est\u00e3o transformando suas realidades para se adequar ao que o novo mundo pede. Afinal, sustentabilidade deixa de ser uma vantagem competitiva e passa a ser obrigat\u00f3ria para sobreviver no mercado.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O protagonismo da ind\u00fastria<\/div>\n<div>\n<p>Dentro dessa realidade, n\u00e3o vejo melhor resolu\u00e7\u00e3o sen\u00e3o a ind\u00fastria assumindo o protagonismo no elo entre produtor e consumidor, possibilitando vis\u00e3o de futuro, bancabilidade, investimento alinhado \u00e0 demanda e pagamento de pr\u00eamios por uma produ\u00e7\u00e3o de alimentos diferenciada, que atenda ao novo consumidor.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u00c9 papel da ind\u00fastria se encarregar de contar a melhor e mais verdadeira hist\u00f3ria, para que o consumidor esteja disposto a pagar por tudo isso e o produtor seja estimulado a se diferenciar e a fazer mais pelo meio ambiente. N\u00e3o se trata mais apenas de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis: trata-se do que devolvemos \u00e0 terra e de como o agroneg\u00f3cio, especialmente a pecu\u00e1ria, seja de leite ou de corte, possui um enorme potencial e uma grande oportunidade de ser um dos \u00fanicos setores capazes de ir al\u00e9m, contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es do planeta.<\/p>\n<\/div>\n<div>O mundo est\u00e1 repleto de bons exemplos quando se trata de comunica\u00e7\u00e3o. Tor\u00e7o para que o Brasil seja um pa\u00eds que saiba se inspirar, sem jamais esquecer de ser protagonista e contar suas incr\u00edveis hist\u00f3rias, que nascem em um territ\u00f3rio \u00fanico. Sem compara\u00e7\u00f5es. N\u00f3s somos o que somos. (Diana Jank\/MilkPoint\/Forbes)<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>MILHO\/CEPEA: Cota\u00e7\u00f5es voltam a recuar<br \/>\n<\/b>Ap\u00f3s um leve movimento de fato, as cota\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas do milho voltaram a cair na \u00faltima semana, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a press\u00e3o veio sobretudo da aus\u00eancia de consumidores, que aguardam maiores desvaloriza\u00e7\u00f5es com os avan\u00e7os da colheita de segunda safra. Al\u00e9m disso, as exporta\u00e7\u00f5es est\u00e3o menores em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado e ainda muito distantes do estimado pela Conab. Apesar do atraso frente ao ano anterior na m\u00e9dia nacional, algumas pra\u00e7as dos estados de Mato Grosso e Goi\u00e1s t\u00eam apresentado bom ritmo de colheita e produtividades elevadas, aumentando de forma pontual a oferta dispon\u00edvel para neg\u00f3cios, ainda conforme explicam pesquisadores. Quanto \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, dados da Secex analisados pelo Cepea mostram que, de fevereiro at\u00e9 a quarta semana de julho, o volume embarcado limitou-se a 4,3 milh\u00f5es de toneladas, ante os 7 milh\u00f5es enviados no mesmo per\u00edodo de 2024 e ainda bem distante das 34 milh\u00f5es projetadas pela Conab at\u00e9 janeiro\/26. (CEPEA)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de agosto de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.451 GDT - Global Dairy Trade \u200bFonte: GDT editado pelo Sindilat&nbsp; CEPEA: M\u00e9dia Brasil fecha junho a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/08\/05\/05-08-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/08\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17349","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17349"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17349\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17354,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17349\/revisions\/17354"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}