{"id":17336,"date":"2025-07-31T18:50:59","date_gmt":"2025-07-31T18:50:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17336"},"modified":"2025-07-31T18:52:07","modified_gmt":"2025-07-31T18:52:07","slug":"31-07-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/07\/31\/31-07-2025\/","title":{"rendered":"31\/07\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 31 de julho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.448<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>Sem medidas m\u00e1gicas<\/strong><\/p>\n<p>Terceiro maior produtor mundial de leite, com estimativa de capta\u00e7\u00e3o de 37 bilh\u00f5es de litros neste ano, o Brasil re\u00fane condi\u00e7\u00f5es para se tornar um grande exportador, segundo especialistas. Essa perspectiva tem mobilizado alguns dos maiores players desse mercado nos \u00faltimos anos, em um movimento que envolve principalmente qualifica\u00e7\u00e3o dos produtores e melhoria da qualidade e da produtividade m\u00e9dia dos rebanhos, hoje de 2.280 litros por vaca\/ano, baixa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia global, de 2.660 litros, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa).<\/p>\n<p>Por enquanto, o pa\u00eds est\u00e1 longe da meta de vender ao exterior e ainda importa leite. No ano passado, foram 6,348 milh\u00f5es de litros\/dia, de acordo com o Centro de Intelig\u00eancia do Leite (CILeite), da Embrapa, vindos principalmente da Argentina e do Uruguai, que t\u00eam produ\u00e7\u00e3o mais eficiente, pre\u00e7os mais baixos e ainda s\u00e3o isentos de tarifa por integrarem o Mercosul. As exporta\u00e7\u00f5es foram de apenas 179 mil litros\/dia, dada a falta de competitividade do pa\u00eds no mercado externo. Ap\u00f3s forte alta dos pre\u00e7os, o litro pago ao produtor chegou, em m\u00e9dia, a R$ 3,19 em julho de 2022, recuando para R$ 2,77 em julho de 2023 com aumento das importa\u00e7\u00f5es, conforme dados do CILeite. Neste ano, a m\u00e9dia tem oscilado em torno de R$ 2,70.<\/p>\n<p>Embora esteja em queda, o pre\u00e7o ao produtor no Brasil \u00e9, segundo Guilherme Portella, diretor de ESG da Lactalis, o quinto mais alto do mundo. \u201c\u00c9 preciso melhorar a produtividade, de modo que o pre\u00e7o baixe e, ainda assim, remunere bem o produtor\u201d, diz Portella. Uma das companhias que primeiro enxergaram o potencial leiteiro do Brasil, a francesa Lactalis projeta transformar o pa\u00eds em um hub de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. A empresa consolidou sua presen\u00e7a no Brasil h\u00e1 cerca de dez anos, ao comprar os ativos de latic\u00ednios da BRF, que inclu\u00edram as marcas Batavo e Eleg\u00ea e, em seguida, a f\u00e1brica e a marca Itamb\u00e9, da mineira Cooperativa Central de Produtores Rurais (CCPR), a maior cooperativa de capta\u00e7\u00e3o de leite do Brasil. Hoje, a Lactalis \u00e9 l\u00edder em capta\u00e7\u00e3o, com 2,7 bilh\u00f5es de litros em 2024, quando faturou R$ 17 bilh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5kFxa4ABF0462\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5kFxa4ABF0462\"><\/p>\n<p>A companhia adquiriu nos \u00faltimos anos v\u00e1rias outras marcas, algumas da su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9, e 21 plantas fabris, instaladas em oito Estados, que produzem de compostos l\u00e1cteos, leite UHT e requeij\u00e3o a queijos especiais, que j\u00e1 exporta para v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e Estados Unidos. A meta agora \u00e9 dobrar as vendas em cinco anos, apostando que o setor leiteiro passar\u00e1 por movimento semelhante ao que consolidou o Brasil como grande exportador de aves e su\u00ednos nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Um dos pilares daquele movimento foi a organiza\u00e7\u00e3o de pequenos e m\u00e9dios produtores em cooperativas, que tamb\u00e9m vem caracterizando a cadeia produtiva do leite. Entre os maiores fornecedores da Lactalis, a CCPR vende exclusivamente para a companhia os cerca de 90 milh\u00f5es de litros\/m\u00eas que consegue captar, segundo a empresa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a venda da Itamb\u00e9, h\u00e1 oito anos, a CCPR concentrou-se em capta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de nutri\u00e7\u00e3o animal, em suas cinco f\u00e1bricas em Minas Gerais, que produzem cerca de 300 mil toneladas por ano. Neste ano, a companhia desenvolve um projeto de origina\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os para integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria, com apoio da Embrapa e do governo do Estado de Minas Gerais.<\/p>\n<p>O projeto deve ser iniciado ainda neste ano e se consolidar em cerca de dez anos, na expectativa de Marcelo Candiotto, presidente da CCPR. Ao verticalizar a produ\u00e7\u00e3o, a tend\u00eancia, ele diz, \u00e9 garantir empregabilidade, recuperar terras degradadas, ser mais sustent\u00e1vel e reduzir custos. J\u00e1 a Cooperativa Central Aurora Alimentos, a Aurora Coop, terceiro maior grupo agroindustrial de prote\u00edna animal do Brasil, come\u00e7ou a operar com l\u00e1cteos em 2004, por meio de cooperativas que produziam leite j\u00e1 nos anos 1980. Neste ano, adquiriu a Gran Mestri, ingressando no segmento de queijos especiais. Do faturamento da Aurora Coop, de R$ 24,9 bilh\u00f5es em 2024 (36,4% no mercado externo), 12% referem-se a l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>A Aurora Coop compra a maior parte do leite (80%) de produtores do oeste de Santa Catarina, onde est\u00e3o localizadas 70% das tr\u00eas mil cooperativas associadas ao sistema, com capta\u00e7\u00e3o de aproximadamente 450 milh\u00f5es de litros de leite\/ano, segundo Selvino Giesel, gerente de capta\u00e7\u00e3o da companhia. Ele conta que aqueles produtores vendiam no mercado spot pelo pre\u00e7o mais baixo de todo o pa\u00eds at\u00e9 serem integrados \u00e0 Aurora Coop, que passou a comprar toda a produ\u00e7\u00e3o das cooperativas singulares e dos demais associados. O resultado, relata, foi a melhoria da qualidade do leite e dos pre\u00e7os pagos ao produtor. Como diz Geraldo Borges, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), n\u00e3o h\u00e1 medidas m\u00e1gicas e isoladas para melhorar a competitividade da cadeia do leite: \u201c\u00c9 um processo lento, inclusive pela heterogeneidade dos produtores e dos latic\u00ednios\/cooperativas. Mas estamos avan\u00e7ando, com melhores tecnologias, efici\u00eancia, escala de produ\u00e7\u00e3o e qualidade\u201d. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p><b>SC fortalece leite local com nova pol\u00edtica fiscal<br \/>\n<\/b><br \/>\nPara assegurar a competitividade da cadeia produtiva do leite em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello decidiu prorrogar por mais 12 meses a suspens\u00e3o dos incentivos fiscais voltados \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de leite e derivados. A medida entrou em vigor em julho do ano passado, junto de outras a\u00e7\u00f5es do Programa Leite Bom, e foi renovada por decreto nesta quarta-feira, 30.<\/p>\n<p>Com a prorroga\u00e7\u00e3o at\u00e9 31 de julho de 2026, as importa\u00e7\u00f5es desses produtos continuar\u00e3o sujeitas ao pagamento integral do ICMS, com al\u00edquotas que variam de 7% a 17%, dependendo da mercadoria. Antes da suspens\u00e3o, o benef\u00edcio fiscal fazia com que a carga tribut\u00e1ria m\u00e9dia sobre essas opera\u00e7\u00f5es fosse de apenas 1,4%, o que favorecia a entrada de produtos estrangeiros a pre\u00e7os mais baixos.<\/p>\n<p>\"Quem trabalha no campo merece respeito e apoio do governo. A gente sabe o quanto \u00e9 dif\u00edcil acordar cedo, enfrentar sol, chuva e ainda competir com o produto que vem de fora. Essa medida \u00e9 pra proteger o nosso leite e garantir que o esfor\u00e7o dos nossos produtores tenha valor e mercado justo aqui em Santa Catarina\", destacou o governador Jorginho Mello.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o adotada pelo Governo de Santa Catarina corrigiu um desequil\u00edbrio de mercado que vinha prejudicando os produtores catarinenses, especialmente diante da concorr\u00eancia de pa\u00edses como Argentina e Uruguai, onde a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 fortemente subsidiada. Um dos casos mais cr\u00edticos era o leite em p\u00f3 integral: a importa\u00e7\u00e3o em Santa Catarina cresceu 249% nos dois anos que antecederam o decreto estadual.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Reflexos positivos na ind\u00fastria catarinense<br \/>\n<\/u>A suspens\u00e3o dos incentivos voltados \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de leite e derivados teve reflexos positivos para a ind\u00fastria catarinense. Indicadores monitorados pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF\/SC) mostram que o volume de importa\u00e7\u00f5es de leite e derivados caiu quase 75% no primeiro semestre deste ano comparado ao mesmo per\u00edodo do ano passado: baixou de R$ 512,5 milh\u00f5es para R$ 135,2 milh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o catarinense teve um salto de 26% no mesmo per\u00edodo, subindo de R$ 5,4 bilh\u00f5es no primeiro semestre de 2024 para R$ 6,8 bilh\u00f5es nos primeiros seis meses deste ano.&nbsp;<\/p>\n<p>\"Os n\u00fameros confirmam que a suspens\u00e3o dos incentivos fiscais para a importa\u00e7\u00e3o surtiu efeito: reduzimos expressivamente a entrada de leite importado e, ao mesmo tempo, impulsionamos a produ\u00e7\u00e3o local. Essa \u00e9 uma resposta concreta a um pleito antigo dos produtores de leite catarinenses, que vinham enfrentando dificuldades para competir com o excesso de subs\u00eddios governamentais concedidos pelos pa\u00edses exportadores\", analisa o secret\u00e1rio Cleverson Siewert (Fazenda).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Incentivo ao produtor local&nbsp;<br \/>\n<\/u>Al\u00e9m de frear a entrada de produtos l\u00e1cteos importados, que geravam um cen\u00e1rio de concorr\u00eancia desleal com a produ\u00e7\u00e3o catarinense, o Governo do Estado tamb\u00e9m garantiu uma s\u00e9rie de incentivos fiscais \u00e0 agroind\u00fastria leiteira de Santa Catarina por meio do Programa Leite Bom.<\/p>\n<p>A partir de um projeto aprovado na Assembleia Legislativa (Alesc) em agosto do ano passado, a ind\u00fastria catarinense passou a contar com benef\u00edcios similares aos praticados no Paran\u00e1 e no Rio Grande do Sul, aumentando o equil\u00edbrio competitivo entre os Estados.<\/p>\n<p>A garantia de cr\u00e9dito presumido para leite UHT, queijos e derivados do leite tem impacto financeiro escalonado de R$ 150 milh\u00f5es em tr\u00eas anos: R$ 75 milh\u00f5es (ano 1); R$ 50 milh\u00f5es (ano 2) e R$ 25 milh\u00f5es (ano 3). S\u00e3o mais de 100 empresas beneficiadas, que empregam cerca de 7,3 mil funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria do leite \u00e9 a 3\u00ba maior cadeia produtiva de SC, tem cerca de 80 mil produtores e faz do Estado o 4\u00ba maior produtor de leite do Brasil (atr\u00e1s apenas de MG, PR e RS), com 3,2 bilh\u00f5es de litros\/ano.<\/p>\n<p>\u201cO Programa Leite Bom SC est\u00e1 fortalecendo toda a cadeia produtiva do leite. \u00c9 mais uma demonstra\u00e7\u00e3o concreta do compromisso do nosso Estado com a bovinocultura leiteira. Somos o quarto maior produtor de leite do pa\u00eds, e com esses investimentos criamos condi\u00e7\u00f5es para que o produtor possa investir na propriedade, aumentar sua renda e continuar no campo. Ao mesmo tempo, estimulamos o crescimento e a competitividade da ind\u00fastria leiteira\u201d, destaca o secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Carlos Chiodini. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Secretaria de Estado da Fazenda)<\/p>\n<p><b>Rabobank alerta: pre\u00e7o do leite deve cair com consumo fraco<br \/>\n<\/b><br \/>\nO pre\u00e7o do leite no Brasil deve sofrer nova retra\u00e7\u00e3o no terceiro trimestre de 2025, segundo an\u00e1lise do Rabobank, que projeta um cen\u00e1rio de press\u00e3o para o setor diante da combina\u00e7\u00e3o de alta na oferta e consumo interno estagnado.<\/p>\n<p>A perspectiva \u00e9 de um mercado mais competitivo e menos rent\u00e1vel para o produtor, mesmo com margens operacionais ainda positivas.<\/p>\n<p>A capta\u00e7\u00e3o industrial de leite subiu 4,5% no primeiro trimestre do ano, resultado direto de boas margens no campo.<\/p>\n<p>Em maio, o indicador \u201creceita menos custo de alimenta\u00e7\u00e3o por vaca\u201d chegou a R$ 37, valor acima dos R$ 34 registrados em maio de 2024.<\/p>\n<p>Essa melhora \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 queda nos custos de ra\u00e7\u00e3o \u2014 impulsionada pela ampla oferta de gr\u00e3os \u2014 e aos pre\u00e7os ainda elevados pagos ao produtor na primeira metade do ano.<\/p>\n<p>No entanto, a demanda interna segue desaquecida. Embora o desemprego esteja em baixa, a renda real desacelerou em 2025, limitando o crescimento do consumo de l\u00e1cteos no varejo. Com isso, o banco projeta uma leve queda nos pre\u00e7os pagos ao produtor, revertendo a tend\u00eancia de alta observada nos trimestres anteriores.<\/p>\n<p><u>Oferta global em expans\u00e3o e importa\u00e7\u00f5es pressionam ainda mais<br \/>\n<\/u>No mercado internacional, a produ\u00e7\u00e3o de leite cresce nos principais polos exportadores \u2014 Europa, Estados Unidos e Am\u00e9rica do Sul \u2014 com expectativa de avan\u00e7o de 1,4% no volume produzido neste trimestre. Trata-se da maior expans\u00e3o desde 2021.<\/p>\n<p>Paralelamente, o consumo global permanece enfraquecido diante de juros altos e instabilidades econ\u00f4micas e geopol\u00edticas, o que limita o f\u00f4lego das commodities l\u00e1cteas.<br \/>\nOutro fator de press\u00e3o vem do c\u00e2mbio. A valoriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar tem facilitado as importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre janeiro e maio de 2025, o Brasil aumentou as compras externas de l\u00e1cteos em 1% em volume e 9% em valor, tend\u00eancia que deve se intensificar com a queda dos pre\u00e7os internacionais, prejudicando a competitividade do produto nacional \u2014 especialmente no caso das exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><u>Gest\u00e3o de custos ser\u00e1 crucial<br \/>\n<\/u>Com margens mais apertadas no horizonte, o Rabobank recomenda que os produtores redobrem a aten\u00e7\u00e3o com a gest\u00e3o dos custos.<\/p>\n<p>A efici\u00eancia no uso dos insumos, a qualidade da alimenta\u00e7\u00e3o e o controle de produtividade do rebanho ser\u00e3o cruciais para manter a viabilidade do neg\u00f3cio.<br \/>\nEmbora o setor tenha se beneficiado recentemente de uma combina\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel entre pre\u00e7os e custos, o cen\u00e1rio aponta para um ajuste de mercado que exigir\u00e1 estrat\u00e9gias mais rigorosas por parte dos produtores e da ind\u00fastria. (Adaptado para eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es de Feed&amp;Food)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b><i>Webinar apresenta projeto de monitoramento de microrganismos resistentes e res\u00edduos de antimicrobianos em alimentos<\/i><\/b><i><br \/>\nNa pr\u00f3xima segunda-feira (4\/8), \u00e0s 15h, a Anvisa ir\u00e1 realizar um webinar para apresentar o projeto-piloto do Programa Nacional de Monitoramento de Microrganismos Resistentes e Res\u00edduos de Antimicrobianos em Alimentos. O encontro virtual tem como objetivo promover alinhamento t\u00e9cnico-operacional entre os participantes e fortalecer a articula\u00e7\u00e3o entre a Anvisa, os Laborat\u00f3rios Oficiais de Sa\u00fade P\u00fablica e as Vigil\u00e2ncias Sanit\u00e1rias estaduais e municipais.&nbsp; Para participar do webinar, basta&nbsp;<a href=\"https:\/\/teams.microsoft.com\/l\/meetup-join\/19%3ameeting_ZWIwMDNlMzgtMjIxMy00OTY1LWI4ZWMtNWRmZGZjMTA4Y2Zj%40thread.v2\/0?context=%7B%22Tid%22%3A%22b67af23f-c3f3-4d35-80c7-b7085f5edd81%22%2C%22Oid%22%3A%22852bc3a5-582b-4b11-94bf-961c750eb84b%22%2C%22IsBroadcastMeeting%22%3Atrue%2C%22role%22%3A%22a%22%7D&amp;btype=a&amp;role=a\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/teams.microsoft.com\/l\/meetup-join\/19%3ameeting_ZWIwMDNlMzgtMjIxMy00OTY1LWI4ZWMtNWRmZGZjMTA4Y2Zj%40thread.v2\/0?context=%7B%22Tid%22%3A%22b67af23f-c3f3-4d35-80c7-b7085f5edd81%22%2C%22Oid%22%3A%22852bc3a5-582b-4b11-94bf-961c750eb84b%22%2C%22IsBroadcastMeeting%22%3Atrue%2C%22role%22%3A%22a%22%7D&amp;btype=a&amp;role=a\">CLICAR AQUI<\/a>, no dia e hor\u00e1rio agendados. N\u00e3o \u00e9 preciso fazer cadastro pr\u00e9vio. (Fonte: Anvisa)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de julho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.448 Sem medidas m\u00e1gicas Terceiro maior produtor mundial de leite, com estimativa de capta\u00e7\u00e3o de 37 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/07\/31\/31-07-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/07\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17336","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17336","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17336"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17336\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17340,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17336\/revisions\/17340"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17336"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17336"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17336"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}