{"id":17326,"date":"2025-07-29T19:15:59","date_gmt":"2025-07-29T19:15:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17326"},"modified":"2025-07-29T19:35:09","modified_gmt":"2025-07-29T19:35:09","slug":"29-07-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/07\/29\/29-07-2025\/","title":{"rendered":"29\/07\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 29 de julho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.446<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Trabalhadores rurais t\u00eam alta de 5,5% na renda no 1\u00ba tri de 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nO rendimento m\u00e9dio mensal dos trabalhadores e trabalhadoras da agropecu\u00e1ria brasileira teve um avan\u00e7o expressivo de 5,5% no primeiro trimestre de 2025, em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior. Os dados fazem parte do Anu\u00e1rio Estat\u00edstico da Agricultura Familiar, divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag).Segundo o levantamento, realizado em parceria com o Dieese, o sal\u00e1rio m\u00e9dio no setor agropecu\u00e1rio passou de R$ 2.022 para R$ 2.133, considerando trabalhadores ocupados nas atividades de agricultura, pecu\u00e1ria, pesca, aquicultura e produ\u00e7\u00e3o florestal.&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/lmrV8aABF0494\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/lmrV8aABF0494\"><\/div>\n<div>O crescimento representa uma recupera\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 varia\u00e7\u00e3o de apenas 0,2% registrada em 2024, no mesmo recorte. \u201cO aumento do rendimento refor\u00e7a que estamos no caminho certo na luta pela dignidade no meio rural, que passa necessariamente pela gera\u00e7\u00e3o de renda e por um desenvolvimento rural sustent\u00e1vel\u201d, afirma V\u00e2nia Marques Pinto, presidenta da Contag.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Crescimento por regi\u00e3o<br \/>\n<\/u>A recupera\u00e7\u00e3o da renda foi impulsionada principalmente por duas regi\u00f5es: o Norte, que avan\u00e7ou 21%, e o Sul, com alta de 9,7%. O Nordeste aparece na sequ\u00eancia, com 7,5%, seguido pelo Sudeste, com 1,7%.J\u00e1 o Centro-Oeste foi a \u00fanica regi\u00e3o que registrou queda, com recuo de 7,9% na m\u00e9dia salarial. Ainda assim, a regi\u00e3o permanece no topo da renda nacional, com R$ 3.492 mensais \u2014 o maior valor entre todas as regi\u00f5es. O Nordeste, por outro lado, segue com o menor rendimento m\u00e9dio, de R$ 1.081. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p><b>Leite no Brasil: escala n\u00e3o garante lucro, mostra estudo da Labor Rural<br \/>\n<\/b><br \/>\nA rentabilidade da pecu\u00e1ria leiteira no Brasil n\u00e3o depende apenas da escala de produ\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a principal conclus\u00e3o de uma ampla an\u00e1lise conduzida pela consultoria Labor Rural, com dados de 2023 em Minas Gerais.<\/p>\n<p>Mesmo entre produtores com menos de 500 litros di\u00e1rios, a efici\u00eancia t\u00e9cnica e a gest\u00e3o criteriosa provaram ser mais determinantes para o sucesso financeiro do que o volume de leite produzido.<\/p>\n<p>Segundo o Anu\u00e1rio do Leite 2025, publicado pela Embrapa Gado de Leite, o setor vive um momento de reestrutura\u00e7\u00e3o acelerada: menos produtores, maior produtividade por vaca e concentra\u00e7\u00e3o em m\u00e9dias e grandes propriedades. Mas a pergunta persiste \u2014 \u00e9 poss\u00edvel ser lucrativo mesmo em pequena escala?<\/p>\n<p>A resposta, com base nos dados da Labor Rural, \u00e9 sim \u2014 desde que se adote uma gest\u00e3o eficiente. No grupo dos pequenos produtores, os 25% mais rent\u00e1veis obtiveram uma remunera\u00e7\u00e3o do capital de 7,16% ao ano, que salta para 16,59% quando se exclui o valor da terra. A margem l\u00edquida mensal m\u00e9dia foi de R$ 6.267, j\u00e1 incluindo o valor do trabalho familiar.<\/p>\n<p>O segredo? Custos de produ\u00e7\u00e3o 25,4% menores do que os colegas menos eficientes, mesmo vendendo o leite por apenas 2,8% a mais. Por outro lado, os menos rent\u00e1veis amargaram um preju\u00edzo m\u00e9dio mensal de R$ 4.609.<\/p>\n<p>Entre os produtores com mais de 4.000 litros por dia, a l\u00f3gica se manteve. A diferen\u00e7a no pre\u00e7o do leite entre os mais e menos rent\u00e1veis foi de apenas 2,6%.<\/p>\n<p>No entanto, os mais eficientes conseguiram cortar 22,3% dos custos, o que se traduziu em uma remunera\u00e7\u00e3o do capital de 19,9% ao ano \u2014 ou expressivos 30,82% sem considerar a terra.<\/p>\n<p>A margem l\u00edquida por hectare chegou perto dos R$ 13 mil, valor considerado alto frente a outras atividades agropecu\u00e1rias. J\u00e1 os menos rent\u00e1veis dessa faixa mal ultrapassaram 1% de retorno sobre o capital investido.<\/p>\n<p>A produtividade se destaca como fator decisivo. Em ambos os perfis \u2014 pequeno ou grande \u2014 os produtores mais lucrativos apresentaram melhores indicadores em produtividade animal, uso da terra, estrutura de rebanho e efici\u00eancia da m\u00e3o de obra.<\/p>\n<p>Ou seja, vender mais leite ou conseguir um pre\u00e7o melhor n\u00e3o basta: a chave est\u00e1 no uso inteligente dos recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>O Anu\u00e1rio da Embrapa refor\u00e7a essa vis\u00e3o ao apontar para uma profissionaliza\u00e7\u00e3o crescente do setor. Fazendas que investem em gest\u00e3o, tecnologia e controle de custos v\u00eam colhendo bons frutos \u2014 e isso independe do tamanho da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda que a escala traga vantagens como b\u00f4nus por volume e dilui\u00e7\u00e3o de custos fixos, os resultados demonstram que a rentabilidade nasce da porteira para dentro.<\/p>\n<p>Produtores tecnicamente preparados, mesmo com volume modesto, t\u00eam plena capacidade de competir no mercado e alcan\u00e7ar resultados expressivos.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio atual da pecu\u00e1ria leiteira brasileira, volume e pre\u00e7o continuam relevantes \u2014 mas n\u00e3o s\u00e3o determinantes isolados.<\/p>\n<p>A sustentabilidade da atividade est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 soma de boa gest\u00e3o, controle de custos e efici\u00eancia produtiva. Em um mercado cada vez mais exigente, \u00e9 essa tr\u00edade que define quem prospera e quem fica para tr\u00e1s. (Adaptado para eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es de O Presente Rural)<\/p>\n<p><b>Forte previs\u00e3o para o setor l\u00e1cteo da Nova Zel\u00e2ndia na temporada 2025\/2026&nbsp;<br \/>\n<\/b><br \/>\nEconomistas do banco ANZ afirmam que a produ\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos do leite, no m\u00eas de junho, aumentou acentuadamente, o que leva \u00e0 previs\u00e3o de uma excelente primavera.&nbsp; Junho, historicamente, \u00e9 um m\u00eas fraco para a produ\u00e7\u00e3o de leite em decorr\u00eancia do inverno. No entanto, os n\u00fameros do m\u00eas passado s\u00e3o promissores para toda a temporada 2025\/26.&nbsp; \u201cO in\u00edcio est\u00e1 compat\u00edvel com uma forte primavera \u2013 de agosto a outubro \u2013 liderado pelo sinal do mercado de que o mundo precisa de mais leite\u201d, disseram.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0W9gb6ABF0449\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0W9gb6ABF0449\"><\/p>\n<p>Isso ajudou a elevar os pre\u00e7os globais dos l\u00e1cteos, o que incentiva os produtores a aumentar a produ\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia do pre\u00e7o de abertura da Fonterra que foi de NZ$ 10,00 por quilo de s\u00f3lidos (kgMS), [R$ 2,56\/litro], acima dos pre\u00e7os do ano passado, e bem distante dos NZ$ 6,69 de 2017 e 2018.&nbsp; Os economistas do banco ANZ tamb\u00e9m ressaltam o forte crescimento das pastagens, o que foi poss\u00edvel pela recupera\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es secas que atingiram Waikato e Taranaki de janeiro a mar\u00e7o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Eles acrescentam que mais vacas est\u00e3o prenhas dentro do prazo desejado de seis semanas, poucos animais foram descartados, ou ser\u00e3o enviados para corte no decorrer da temporada, e mais animais est\u00e3o sendo retidos para a produ\u00e7\u00e3o de leite, o que contribui para aumento da produ\u00e7\u00e3o nas fazendas.&nbsp; Um outro indicador para o aumento da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o crescimento de 34% nas importa\u00e7\u00f5es do extrato de palma (PKE), uma torta resultante da tritura\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos da extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de palma. Esse produto \u00e9 exportado do Sudeste Asi\u00e1tico para a Nova Zel\u00e2ndia, que servir\u00e1 de suplemento alimentar para as vacas leiteiras.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os analistas do banco ANZ disseram que a produ\u00e7\u00e3o de leite da temporada 2024\/2025 subiu 3% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, e foi o maior percentual anual de aumento desde 2014\/15. \u201c\u00c9 dif\u00edcil obter grandes ganhos por dois anos consecutivos, mas \u2018havendo alinhamento dos astros\u2019, \u00e9 muito prov\u00e1vel que a temporada 2025\/2026 cres\u00e7a de 1 a 3%, principalmente se o tempo colaborar\u201d, disseram os economistas. As perspectivas otimistas do setor l\u00e1cteo se estendem \u00e0 carne bovina.&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, o gado de corte est\u00e1 diante de potenciais problemas com o aumento das tarifas estadunidenses, um desafio que tem um impacto, relativamente pequeno na ind\u00fastria de latic\u00ednios. \u201cAs exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia para os Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA) s\u00e3o de alto valor agregado, mas de baixo volume\u201d, disse o economista Matt Dilly.&nbsp; \u201cEnt\u00e3o, \u00e9 um com\u00e9rcio resiliente a potenciais aumentos de tarifas, a menos que sejam exageradamente elevadas\u201d.&nbsp; Dilly acrescenta que outros fatores favorecem a ind\u00fastria de latic\u00ednios da Nova Zel\u00e2ndia. A produ\u00e7\u00e3o de outras regi\u00f5es \u00e9 insuficiente, criando uma escassez global.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cOs pre\u00e7os dos l\u00e1cteos est\u00e3o elevados h\u00e1 pouco mais de um ano e os pre\u00e7os dos gr\u00e3os, baixos. Isso \u00e9 pouco relevante para a Nova Zel\u00e2ndia, mas de suma import\u00e2ncia para sistemas de produ\u00e7\u00e3o de leite em confinamento. Ent\u00e3o, os pre\u00e7os baixos dos gr\u00e3os indicam lucros que poder\u00e3o levar todos a produzirem mais leite.&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, isso n\u00e3o ocorreu no \u00faltimo ano, em decorr\u00eancia de outros fatores. E essas quest\u00f5es est\u00e3o se acumulando, e as dificuldades enfrentadas por produtores de outros pa\u00edses acabam beneficiando a Nova Zel\u00e2ndia.&nbsp; Na Am\u00e9rica do Sul, o clima tem sido bastante adverso. No ano passado, a gripe avi\u00e1ria afetou fazendas na Am\u00e9rica do Norte. E, na Europa, o surto do v\u00edrus da l\u00edngua azul impactou fortemente a produ\u00e7\u00e3o de leite.&nbsp; Portanto, as fazendas leiteiras no exterior, encontram-se diante de grandes desafios para expandir a produ\u00e7\u00e3o de leite, deixando a Nova Zel\u00e2ndia em uma boa situa\u00e7\u00e3o, e com retornos acima do custo de produ\u00e7\u00e3o\u201d.&nbsp; (Fonte: interest.co.nz \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>FestiQueijo encerra com p\u00fablico total de 34 mil pessoas<br \/>\n<\/b>O 33\u00ba FestiQueijo encerrou no domingo (27) com n\u00fameros que comprovam o sucesso de mais uma edi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Em cinco finais de semana, o festival gastron\u00f4mico reuniu mais de 34 mil pessoas, desde a abertura oficial, passando pelo FestiQueijo dedicado exclusivamente aos idosos, at\u00e9 o fechamento, no Centro Cultural M\u00e3e de Deus, em Carlos Barbosa, que desfrutaram de sabores inigual\u00e1veis e de 72 atra\u00e7\u00f5es culturais. Outros destaques da edi\u00e7\u00e3o deste ano foram os eventos paralelos ao festival, como a Feira Feito em Barbosa, com 32 expositores locais, e a Esta\u00e7\u00e3o das Etnias, uma homenagem aos povos que colonizaram o munic\u00edpio.&nbsp; O presidente do 33\u00ba FestiQueijo, Francisco Guazzelli, enfatiza que o festival deste ano marcou uma retomada ap\u00f3s um ano sem poder ser realizado em fun\u00e7\u00e3o das fortes chuvas ocorridas em maio de 2024. O presidente valorizou o esp\u00edrito comunit\u00e1rio que se fortaleceu ainda mais nesta edi\u00e7\u00e3o, contribuindo para que o festival seja um dos principais atrativos da Serra Ga\u00facha durante o inverno. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 29 de julho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.446 Trabalhadores rurais t\u00eam alta de 5,5% na renda no 1\u00ba tri de 2025 O rendimento <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/07\/29\/29-07-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/07\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-17326","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17326","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17326"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17326\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17331,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17326\/revisions\/17331"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}