{"id":1731,"date":"2017-09-29T16:15:04","date_gmt":"2017-09-29T16:15:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/29\/29-09-2018\/"},"modified":"2017-09-29T16:15:04","modified_gmt":"2017-09-29T16:15:04","slug":"29-09-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/29\/29-09-2018\/","title":{"rendered":"29\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 29 de setembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.594<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b><span style=\"font-size: 9.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;\">\u00a0\u00a0<\/span><\/b><strong style=\"text-align: justify;\">IBGE: produ\u00e7\u00e3o de leite cai 2,9% em 2016; pesquisa aponta aumento dos rebanhos bovinos<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A pesquisa Produ\u00e7\u00e3o da Pecu\u00e1ria Municipal (PPM), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), apontou que a produ\u00e7\u00e3o de leite foi de 33,62 bilh\u00f5es de litros em 2016, 2,9% menor do que no ano anterior.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Minas Gerais continuou como maior produtor de leite do pa\u00eds, apesar de ter produzido 1,9% a menos do que em 2015 (8,97 bilh\u00f5es de litros). A produ\u00e7\u00e3o mineira representou 26,7% da produ\u00e7\u00e3o nacional. O pre\u00e7o m\u00e9dio nacional do leite ao produtor foi de R$ 1,17 por litro, um aumento de 15,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2015. Isso representou um valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 39,44 bilh\u00f5es.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Segundo a PPM, o rebanho bovino do pa\u00eds alcan\u00e7ou o recorde de 218,23 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em 2016, 1,4% mais que em 2015. Mas o aumento n\u00e3o se refletiu nos abates - foram abatidas 29,67 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de bovinos, queda de 3,2%. \"A oferta de animais prontos para abate e para reposi\u00e7\u00e3o continuou restrita em fun\u00e7\u00e3o do grande abate de matrizes nos anos anteriores, elevando o pre\u00e7o da arroba e do bezerro\", informou o IBGE. De acordo com os dados da PPM, o Brasil continuou com o segundo maior efetivo de bovinos do mundo e representou 22,2% do rebanho global em 2016, atr\u00e1s da \u00cdndia. O pa\u00eds foi tamb\u00e9m o segundo maior produtor de carne bovina, com 15,4% do total mundial.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O plantel de galin\u00e1ceos tamb\u00e9m cresceu no pa\u00eds no ano passado - 1,9%, para 1,35 bilh\u00e3o de cabe\u00e7as. Conforme o IBGE, a crise econ\u00f4mica, que achatou o poder de compra dos brasileiros, levou ao aumento do consumo de carne de frango e levou os produtores a investir em expans\u00e3o. O movimento ajudou o Brasil a manter o status de maior exportador mundial de carne de frango. A produ\u00e7\u00e3o de ovos de galinha, por sua vez, foi de 3,82 bilh\u00f5es de d\u00fazias em 2016, 1,3% superior a 2015. Isso representa um rendimento de R$ 11,46 bilh\u00f5es.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o aos su\u00ednos, o rebanho brasileiro cresceu 0,4% no ano passado, para 39,95 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, o quarto maior do mundo, atr\u00e1s de China, UE e EUA. A pesquisa tamb\u00e9m contabilizou um rebanho efetivo de 1,37 milh\u00e3o de cabe\u00e7as de bubalinos e de 5,58 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de equinos. O efetivo de caprinos somou 9,78 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em 2016, crescimento de 1,7% na compara\u00e7\u00e3o ao ano anterior, enquanto o rebanho efetivo de ovinos chegou a 18,43 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, praticamente est\u00e1vel. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico e do IBGE)<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><u>Evolu\u00e7\u00e3o da Produ\u00e7\u00e3o de leite 2004-2016*<\/u><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2437\" style=\"height: 313px; width: 500px;\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div><strong>Ind\u00fastria de latic\u00ednios\/Brasil\u00a0<\/strong><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div> Latic\u00ednios brasileiros querem medidas do governo para enxugar o mercado e aliviar a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os internos de leite e derivados. Representantes do setor reclamam de sobreoferta e da concorr\u00eancia com o produto importado, mas competitivo e mais barato.\u00a0A ind\u00fastria de l\u00e1cteos pede que o governo compre 50 mil toneladas de leite em p\u00f3 e 400 milh\u00f5es de litros de UHT, que poderiam ter como destino a merenda escolar e programas sociais. Lideran\u00e7as disseram a Globo Rural n\u00e3o ter recebido uma resposta de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p> \"A ideia \u00e9 de que o governo fa\u00e7a uma compra imediata ou pelo menos d\u00ea uma sinaliza\u00e7\u00e3o ao mercado\", resume o secret\u00e1rio executivo do Sindicato dos Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini.\u00a0A conta apresentada pelo setor ao governo n\u00e3o \u00e9 pequena. A considerar os volumes propostos e os pre\u00e7os de refer\u00eancia utilizados para reivindicar as aquisi\u00e7\u00f5es oficiais - R$ 14,30 o quilo de leite em p\u00f3 e R$ 2,21 o litro do UHT - o valor fica perto de R$ 1,6 bilh\u00e3o. \"Esse seria o mundo perfeito\", diz o representante dos latic\u00ednios ga\u00fachos. \"Se for olhar isoladamente, \u00e9 um valor consider\u00e1vel, mas, dividindo por Estado, n\u00e3o \u00e9 nada assustador\", argumenta.<\/p>\n<p> No in\u00edcio deste m\u00eas, lideran\u00e7as da ind\u00fastria se reuniram com ministros e representantes de \u00f3rg\u00e3os do governo federal. A Casa Civil delegou aos Minist\u00e9rios do Desenvolvimento Social (MDS) e da Agricultura (Mapa) a an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o. Entre o que quer o setor e o que talvez seja poss\u00edvel, a dist\u00e2ncia pode ser grande. \u00c0s voltas com o ajuste das suas pr\u00f3prias contas e com a necessidade de promover a retomada da atividade econ\u00f4mica, a dificuldade maior \u00e9 exatamente de onde tirar o dinheiro nas atuais condi\u00e7\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 prazo para tomar uma decis\u00e3o.<\/p>\n<p> \"A proposta do setor ficou para os minist\u00e9rios. A quest\u00e3o \u00e9 como resolver. \u00c9 um valor bem alto, uma quest\u00e3o de alto vulto, tem que tratar com responsabilidade\", diz o secret\u00e1rio nacional de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social, Caio Rocha. Em Goi\u00e1s, a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 que uma eventual aquisi\u00e7\u00e3o por parte do governo seja limitada a poucos fornecedores. Alfredo Luiz Correia, diretor executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Estado (Sindileite), defende que m\u00e9dios e grandes produtores possam tamb\u00e9m participar. \"O governo tem que entrar para regular o mercado porque o problema \u00e9 nacional, n\u00e3o s\u00f3 do produtor familiar. A aquisi\u00e7\u00e3o tem que ser feita de produtores de todos os tamanhos\", diz Correia, afirmando esse assunto ainda est\u00e1 em debate entre representantes do setor.<\/p>\n<p> Mas o Minist\u00e9rio da Agricultura \u00e9 taxativo. O secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola, Neri Geller, avalia ser poss\u00edvel executar as compras apenas no \u00e2mbito dos programas sociais. O governo n\u00e3o tem estrutura para estocar grandes volumes de leite e derivados. \"N\u00e3o h\u00e1 como fazer isso. Mesmo se for leite em p\u00f3, como vamos fazer a manuten\u00e7\u00e3o disso? Agora, o mecanismo do PAA (Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos) e aquisi\u00e7\u00e3o para distribui\u00e7\u00e3o, estamos trabalhando o or\u00e7amento. Vamos fazer o que for fact\u00edvel\", diz.<\/p>\n<p> <u>Importa\u00e7\u00f5es<\/u><br \/> Diante do excedente interno que pressiona os pre\u00e7os, a op\u00e7\u00e3o mais vi\u00e1vel \u00e9 limitar importa\u00e7\u00f5es, pelo menos na vis\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura. Para Neri Geller, a concorr\u00eancia com o produto do exterior \u00e9 o principal problema a ser atacado para tentar reequilibrar o quadro de oferta e demanda do setor l\u00e1cteo brasileiro. Uma medida neste sentido tamb\u00e9m atenderia a demanda dos latic\u00ednios. A ind\u00fastria reclama, principalmente, da entrada do produto do Uruguai. Mais competitivo, o leite em p\u00f3 do pa\u00eds vizinho chega a valores mais baixos, impondo uma paridade ao produto nacional.<\/p>\n<p> Representantes dos latic\u00ednios dizem que esse movimento acontece mesmo quando as importa\u00e7\u00f5es diminuem, como vem ocorrendo neste ano. No primeiro semestre, o Brasil comprou do Uruguai 17,9 mil toneladas de leite em p\u00f3. Entre janeiro e junho do ano passado, foram 30,3 mil toneladas. Palharini, do Rio Grande do Sul, explica que o leite em p\u00f3 uruguaio \u00e9 comprado atualmente a R$ 10,50 o quilo. O brasileiro custa em torno de R$ 12. Meses atr\u00e1s, a cota\u00e7\u00e3o interna estava superior a R$ 14 o quilo. \"O que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 vem caindo, mas de outros derivados, como queijo e soro, est\u00e3o aumentando\", preocupa-se o secret\u00e1rio executivo do Sindilat do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> Ele defende o estabelecimento de uma cota de importa\u00e7\u00e3o de todos os derivados fornecidos pelo Uruguai. Uma eventual san\u00e7\u00e3o seria mais rigorosa do que a aplicada \u00e0 Argentina, cujo limite vale s\u00f3 para o leite em p\u00f3. Havendo sucesso com os uruguaios, diz ele, a ideia seria retomar a discuss\u00e3o e elevar as restri\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m aos argentinos. O secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola, Neri Geller, refor\u00e7a tese j\u00e1 defendida pelo pr\u00f3prio ministro Blairo Maggi. Entende que o leite deve ser retirado da pauta do Mercosul. \"N\u00e3o \u00e9 vedar a importa\u00e7\u00e3o, mas criar mecanismos para a concorr\u00eancia n\u00e3o ser desleal. Temos conversado porque o problema do leite \u00e9 grave e n\u00e3o podemos desarticular o setor porque recuperar \u00e9 muito dif\u00edcil.\" A discuss\u00e3o passa pelo Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (MDIC), que chegou a propor a cria\u00e7\u00e3o de um grupo de trabalho para tratar do assunto, inclusive, com o Uruguai. Procurado, o MDIC n\u00e3o deu uma resposta at\u00e9 a conclus\u00e3o desta reportagem. (Globo Rural)<\/p>\n<p> <strong>Agropecu\u00e1ria vai passar por onda de rejuvenescimento, diz ex-ministro Roberto Rodrigues<\/strong><\/p>\n<p> A agropecu\u00e1ria brasileira evoluiu muito nos \u00faltimos anos. Produziu mais, abasteceu o mercado interno de alimentos e ganhou amplo espa\u00e7o no exterior. Est\u00e1 chegando, no entanto, a hora de os mentores dessa agropecu\u00e1ria sa\u00edrem de campo e deixarem espa\u00e7o para os sucessores. E esse ser\u00e1 um dos principais desafios do setor a partir de agora, segundo Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e presidente do Lide Agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p> Rodrigues, que coordena semin\u00e1rio sobre o assunto no pr\u00f3ximo s\u00e1bado (30) em Campinas (SP), diz que a sucess\u00e3o, apesar de eventuais dificuldades, poder\u00e1 dar novo \u00e2nimo ao setor. A nova agricultura \u00e9 dependente de tecnologia, e a lideran\u00e7a agr\u00edcola que est\u00e1 por vir est\u00e1 mais ligada \u00e0 essa nova tend\u00eancia do que os que saem de comando. Essa sucess\u00e3o deve ocorrer em todos os segmentos do agroneg\u00f3cio, segundo ele.<\/p>\n<p> Come\u00e7a dentro da porteira, na sucess\u00e3o de comando das fazendas. Passa pelas empresas do agroneg\u00f3cio e deve atingir tamb\u00e9m as institui\u00e7\u00f5es e as associa\u00e7\u00f5es representantes de classes do setor. A sucess\u00e3o deve abrir novos campos para o uso de tecnologia, tanto no controle interno das propriedades como na gest\u00e3o financeira e na gest\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p> N\u00e3o h\u00e1 um modelo \u00fanico de gest\u00e3o no pa\u00eds, devido \u00e0s dist\u00e2ncias e diversidades regionais. Uma gest\u00e3o com base na tecnologia dever\u00e1 estar presente em todas essas regi\u00f5es. \"Vem vindo uma onda que vai determinar um rejuvenescimento da agropecu\u00e1ria brasileira\", diz Rodrigues. ''As novas lideran\u00e7as j\u00e1 nasceram dentro da tecnologia, e esta vai permitir gest\u00f5es financeiras, de recursos e ambiental rejuvenescidas.\"<\/p>\n<p> O ex-ministro destaca ainda a necessidade de uma boa sucess\u00e3o empresarial para que haja uma continuidade saud\u00e1vel das atividades das empresas. Ele cita exemplos que j\u00e1 se concretizaram como os da Jacto, empresa de S\u00e3o Paulo do segmento de m\u00e1quinas, e da cooperativa Cocamar, de Maring\u00e1 (PR). A sucess\u00e3o tem de passar tamb\u00e9m pelas institui\u00e7\u00f5es ligadas ao agroneg\u00f3cio. Rodrigues destaca que algumas das modernas associa\u00e7\u00f5es j\u00e1 exigem a troca constante de lideran\u00e7as para que haja uma renova\u00e7\u00e3o de ideias. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Folha de S\u00e3o Paulo)\u00a0<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Pnad: desemprego recua para 12,6% em agosto<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A taxa de desemprego medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) recuou para 12,6% no trimestre encerrado em agosto, quando atingiu 13,1 milh\u00f5es de pessoas, divulgou o IBGE na manh\u00e3 desta sexta-feira. A taxa correspondeu exatamente \u00e0s proje\u00e7\u00f5es de analistas consultados pela Bloomberg. Nos tr\u00eas meses encerrados em maio, per\u00edodo que serve como base de compara\u00e7\u00e3o, a taxa ainda estava na casa de 13% (13,3%), maior patamar atingido desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica dessa pesquisa, que \u00e9 de 2012. H\u00e1 um ano, no entanto, o desemprego atingia uma parcela menor da for\u00e7a de trabalho do pa\u00eds: 11,8%. Essa melhora no mercado de trabalho vai ao encontro do que mostram os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Minist\u00e9rio do Trabalho, que contabiliza o fluxo de empregos no mercado formal. Em agosto, na onda de indicadores econ\u00f4micos positivos, foram criados 35,4 mil empregos. Esse foi o quinto m\u00eas consecutivo de gera\u00e7\u00e3o de vagas com carteira assinada. Em igual per\u00edodo do ano passado, foram fechados 33.953 postos de trabalho. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Globo)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 29 de setembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.594 \u00a0 \u00a0\u00a0IBGE: produ\u00e7\u00e3o de leite cai 2,9% em 2016; pesquisa aponta aumento dos rebanhos bovinos A pesquisa Produ\u00e7\u00e3o da Pecu\u00e1ria Municipal (PPM), <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/29\/29-09-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/09\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1731","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1731","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1731"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1731\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1731"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1731"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1731"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}