{"id":1719,"date":"2017-09-22T17:21:55","date_gmt":"2017-09-22T17:21:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/22\/22-09-2017\/"},"modified":"2017-09-22T17:21:55","modified_gmt":"2017-09-22T17:21:55","slug":"22-09-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/22\/22-09-2017\/","title":{"rendered":"22\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 22 de setembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.589<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b><span style=\"font-size: 9.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;\">\u00a0\u00a0<\/span><\/b><strong style=\"text-align: justify;\">Competitividade\/Uruguai\u00a0<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Rural do Uruguai (ARU), Pablo Zerbino, defendeu \"competitividade, competitividade, competitividade\", estabelecendo um paralelo com o discurso de posse do ex-presidente Jos\u00e9 Mujica na Assembleia Geral, quando prop\u00f4s \"educa\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o, e educa\u00e7\u00e3o\". No discurso, que abordou diferentes aspectos vinculados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, \u00e0 pol\u00edtica nacional e internacional, mas tamb\u00e9m a temas sociais como fome, pobreza, e moradia, Zerbino destacou que a atual situa\u00e7\u00e3o de perda de competitividade lembra momentos anteriores a crises profundas, como a vivida pelo pa\u00eds, em 2002. O dirigente destacou que muitos produtores est\u00e3o ficando pelo caminho, sobretudo os com menores recursos, e nesse sentido disse que nos \u00faltimos 10 anos foram fechadas 502 fazendas de leite no Uruguai.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Acrescentou que o setor agropecu\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 problema, e se deixarem pode ser parte da solu\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do mais, alertou que o setor est\u00e1 em uma situa\u00e7\u00e3o de tal fragilidade que qualquer advento adverso, seja clim\u00e1tico, sanit\u00e1rio ou de mercado, pode ser mortal. O presidente da ARU manifestou a preocupa\u00e7\u00e3o da entidade com a crise que atravessa o setor leiteiro, com o fechamento de ind\u00fastrias, propriedades e postos de trabalho, al\u00e9m do grande endividamento que atualmente equivale a todo o rebanho de vacas de leite do pa\u00eds. Ressaltou a grande perda de rentabilidade do setor agropecu\u00e1rio, documentada por institui\u00e7\u00f5es como o Instituto Plano Agropecu\u00e1rio e Fucrea.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Mostrou tamb\u00e9m que o grande peso salarial leva a cortes de m\u00e3o de obra e perda de produtividade. Zerbino salientou que existe lastro para cr\u00e9ditos, mas que houve perda na capacidade de pagamento. Destacou a grande produ\u00e7\u00e3o de soja e de arroz da \u00faltima safra, mas, alertou que os arrozeiros est\u00e3o indo produzir em outros pa\u00edses porque no Uruguai n\u00e3o conseguem rentabilidade. \"Parece que os produtores uruguaios s\u00e3o os primeiros da classe a fazerem os deveres, mas, os \u00faltimos a receberem as notas\", afirmou. Por outro lado, Zerbino destacou a import\u00e2ncia da exporta\u00e7\u00e3o de gado em p\u00e9 para sustentar o pre\u00e7o do bezerro, produ\u00e7\u00e3o do setor de recria, o elo que, historicamente, foi o menos favorecido na cadeia pecu\u00e1ria.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <u style=\"text-align: justify;\">Economia<\/u><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente da ARU disse que o governo usa o c\u00e2mbio com \u00e2ncora para controlar a infla\u00e7\u00e3o, e isto aumenta os custos em d\u00f3lares do pa\u00eds. O Uruguai est\u00e1 caro em d\u00f3lares e aumenta a press\u00e3o fiscal, gerando impostos que n\u00e3o est\u00e3o relacionados com o esp\u00edrito da reforma tribut\u00e1ria, que \u00e9 vincular a arrecada\u00e7\u00e3o \u00e0 renda. Segundo a ARU o Impostos sobre o Patrim\u00f4nio n\u00e3o deveria existir, porque o setor est\u00e1 sendo tributado na renda e pela Contribui\u00e7\u00e3o Territorial Rural. Zerbino considerou que deve ser mais eficiente no gasto, antes de buscar arrecadar mais. Disse que se deveria aprender com o Chile, pa\u00eds que boa poupan\u00e7a, para resistir os maus momentos. \"A riqueza antes de ser repartida, precisa ser gerada\", disse Pablo Zerbino, e acrescentou que s\u00e3o geradas atrav\u00e9s de empresas privadas, de forma genu\u00edna, com educa\u00e7\u00e3o e com trabalho. \"Trope\u00e7amos outra vez, e na mesma pedra. O Uruguai parece conviver com a desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial. \u00c9 algo que est\u00e1 no DNA\", afirmou.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <u style=\"text-align: justify;\">Inser\u00e7\u00e3o internacional<\/u><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Destacou que em mat\u00e9ria de inser\u00e7\u00e3o internacional o Uruguai retrocede, enquanto outros pa\u00edses avan\u00e7am com estrat\u00e9gias comerciais. A participa\u00e7\u00e3o do Uruguai no contexto internacional \u00e9 muito pouco ou quase nada. As s\u00f3lidas rela\u00e7\u00f5es comerciais da Austr\u00e1lia e Nova Zel\u00e2ndia tornam a competi\u00e7\u00e3o do Uruguai mais dif\u00edcil. O principal limitante do Uruguai \u00e9 o com\u00e9rcio ineficiente, e \u00e9 necess\u00e1ria maior inser\u00e7\u00e3o internacional para participar adequadamente do com\u00e9rcio mundial. As pequenas economias s\u00e3o grandes exportadoras, e para ter sucesso a participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es no PIB ficam em torno de 55%. A exporta\u00e7\u00e3o no PIB do Uruguai \u00e9 de 23%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <u style=\"text-align: justify;\">Pol\u00edticas<\/u><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os pre\u00e7os dos combust\u00edveis e da energia el\u00e9trica devem ser equivalentes aos pre\u00e7os de exporta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o devem ser utilizados com fins de arrecada\u00e7\u00e3o, disse Zerbino, aproveitando para protestar contra a posterga\u00e7\u00e3o de investimentos em infraestrutura, que qualificou como fundamentais para o desenvolvimento do pa\u00eds. A ARU pleiteia, al\u00e9m disso que n\u00e3o se pode destinar recursos para educa\u00e7\u00e3o sem metas concretas de realiza\u00e7\u00f5es no m\u00e9dio prazo. N\u00e3o faltou no discurso da ARU o tema da inseguran\u00e7a, e desta vez n\u00e3o foi feito refer\u00eancia a roubos de gado, mas, aos assaltos, que geram grande preocupa\u00e7\u00e3o para a entidade. Outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com o atraso nas aprova\u00e7\u00f5es de novos produtos biotecnol\u00f3gicos de soja e milho, tecnologias transg\u00eanicas que foram aprovadas em pa\u00edses concorrentes e que ao n\u00edvel local continuam sendo discutidos. Nesse sentido Zerbino disse que n\u00e3o existem argumentos t\u00e9cnicos, nem sanit\u00e1rios, que impe\u00e7am a aprova\u00e7\u00e3o dessas tecnologias. O empres\u00e1rio defendeu a exporta\u00e7\u00e3o de gado em p\u00e9, por ser um produto de grande inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento, porque com o gado se exporta muito valor agregado. \"Queremos que os empres\u00e1rios continuem produzindo com confian\u00e7a para servir melhor a uma crescente demanda mundial\", destacou.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <u style=\"text-align: justify;\">Consci\u00eancia agropecu\u00e1ria<\/u><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente da entidade organizadora da Expo Prado se mostrou otimista e que n\u00e3o perde a esperan\u00e7a de que algum dia a popula\u00e7\u00e3o do Uruguai entenda que o planejamento \u00e9 de grande import\u00e2ncia para o crescimento econ\u00f4mico. Disse que o agroneg\u00f3cio \u00e9 subestimado, quando se diz que n\u00e3o gera valor. Explicou que o in\u00edcio da agrega\u00e7\u00e3o de valor da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o melhoramento gen\u00e9tico, e destacou que os grandes campe\u00f5es no p\u00e1tio da exposi\u00e7\u00e3o, eram a prova disso.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <u style=\"text-align: justify;\">Projetar o mundo de 2050<\/u><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Na segunda parte de seu discurso Zerbino convidou todos a projetar o mundo de 2050, e levou parte de um estudo realizado pela FAO. O documento destaca que a popula\u00e7\u00e3o urbana atualmente representa 49% do total, e que em 2050 passar\u00e1 a ser 70%, com maior poder aquisitivo, e essa popula\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser alimentada. Mas, segundo as an\u00e1lises, em 2050, n\u00e3o ser\u00e3o solucionados os problemas da alimenta\u00e7\u00e3o do mundo se os governos n\u00e3o aplicarem pol\u00edticas de apoio aos agricultores. O presidente da ARU \u00e9 da opini\u00e3o de que o panorama internacional \u00e9 bom para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Acrescentou que 85% das exporta\u00e7\u00f5es de bens s\u00e3o agroindustriais, e o agro \u00e9 o setor mais dinamizador da economia. \"Quando o campo vai bem, o pa\u00eds tamb\u00e9m vai\", disse. Insistiu que a elimina\u00e7\u00e3o da fome e da pobreza \u00e9 um grande desafio mundial, e um compromisso para um pa\u00eds que produz alimentos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <u style=\"text-align: justify;\">Reconhecimentos<\/u><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente da ARU disse que recebeu com grande satisfa\u00e7\u00e3o a not\u00edcia da abertura do mercado dos Estados Unidos para a carne ovina com osso, e destacou a grande colabora\u00e7\u00e3o que a entidade, assim como outras institui\u00e7\u00f5es, para alcan\u00e7ar esse mercado. Tamb\u00e9m destacou como algo positivo a prorroga\u00e7\u00e3o da bancariza\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3rio do agro, fato que geraria grandes inconvenientes para os produtores e assalariados rurais. Zerbino homenageou as mulheres rurais no Ano Internacional da Mulher; tamb\u00e9m os jovens que integram a Associa\u00e7\u00e3o Rural de Jovens do Uruguai (ARJU), a quem agradeceu a colabora\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o da Expo prado, e aos diferentes meios de comunica\u00e7\u00e3o pela cobertura da feira. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/div>\n<div>\n<p> <strong>Arrecada\u00e7\u00e3o mostra recupera\u00e7\u00e3o e cresce 10%\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> A melhora econ\u00f4mica mostrada em indicadores como aumento da produ\u00e7\u00e3o, vendas no com\u00e9rcio e da massa salarial - somada ao desempenho dos programas de refinanciamento de d\u00edvidas (Refis) - fez a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos dar sinal mais forte de recupera\u00e7\u00e3o em agosto. O crescimento no m\u00eas foi 10,78% (em rela\u00e7\u00e3o a um ano antes), totalizando R$ 104,206 bilh\u00f5es. Foi o melhor desempenho para o m\u00eas nos \u00faltimos dois anos. No acumulado do ano, a arrecada\u00e7\u00e3o chega a R$ 862,739 bilh\u00f5es, alta de 1,73%. Segundo o chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios e Aduaneiros, Claudemir Malaquias, o resultado demonstra o \"rompimento da in\u00e9rcia recessiva\". A melhora na atividade tamb\u00e9m levou \u00e0 expectativa de melhores resultados de empresas e bancos, o que impulsionou a arrecada\u00e7\u00e3o sobre o lucro (IRPJ\/CSLL).\u00a0<\/p>\n<p> Al\u00e9m da melhora na atividade, ajudaram os n\u00fameros fatores como o aumento da al\u00edquota de PIS\/Cofins sobre combust\u00edveis. \"Podemos dizer que o resultado em agosto foi impactado fortemente pelo aumento da arrecada\u00e7\u00e3o dos tributos sobre o lucro, pela receita dos parcelamentos, pela eleva\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas sobre combust\u00edveis, pela atividade econ\u00f4mica como um todo e pelos trabalhados da administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria\", destacou Malaquias. \"Os n\u00fameros permitem analisar que a arrecada\u00e7\u00e3o at\u00e9 aqui est\u00e1 sendo puxada pela atividade econ\u00f4mica\", disse. \"Se a recupera\u00e7\u00e3o mantiver o patamar para os pr\u00f3ximos meses, certamente a arrecada\u00e7\u00e3o ser\u00e1 positiva.\" Os programas de parcelamentos especiais de d\u00edvida, conhecidos como Refis, contribu\u00edram com R$ 3,017 bilh\u00f5es para a arrecada\u00e7\u00e3o no m\u00eas passado. O prazo para ades\u00e3o do programa em vigor termina em 29 de setembro. No acumulado do ano, a ajuda chegou a R$ 5,455 bilh\u00f5es. Outro fator que chamou a aten\u00e7\u00e3o em agosto foi o comportamento da arrecada\u00e7\u00e3o de IRPJ\/CSLL (excluindo o efeito dos parcelamentos especiais), cuja arrecada\u00e7\u00e3o teve aumento de 15,37% somando R$ 11,498 bilh\u00f5es. Considerando os efeitos do parcelamento das d\u00edvidas, o aumento foi de 24,6% somando R$ 12,711 bilh\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p> Segundo Malaquias, os bancos e as empresas est\u00e3o com a expectativa de que ter\u00e3o um lucro maior neste ano e esse comportamento est\u00e1 relacionado \u00e0 atividade econ\u00f4mica e expans\u00e3o dos neg\u00f3cios. No m\u00eas passado, o recolhimento de IRPJ\/CSLL com base na estimativa mensal registrou um aumento de 29,36% somando R$ 7,395 bilh\u00f5es. Desse total, R$ 2,729 bilh\u00f5es foram pagos pelo setor financeiro (aumento de 43,48% ante mesmo m\u00eas de 2016) e R$ 4,667 bilh\u00f5es pelas demais empresas (22,32%). \"O recolhimento de estimativa em agosto foi positivo, de perspectiva de realiza\u00e7\u00e3o de lucros pelas empresas, que estimam um resultado mais positivo, mais favor\u00e1vel, para o ano. H\u00e1 expectativa de lucro maior e isso est\u00e1 atrelado \u00e0 atividade econ\u00f4mica e expans\u00e3o dos neg\u00f3cios\", explicou Malaquias. Em julho, por exemplo, a arrecada\u00e7\u00e3o de IRPJ\/CSLL por estimativa do setor financeiro teve desempenho fraco, comportamento que continua sendo investigado pela Receita. \"Agora que est\u00e1 se consolidando o aquecimento em diversos setores\", frisou, acrescentando que os dados da Receita mostram que uma recupera\u00e7\u00e3o mais ampla da economia est\u00e1 alcan\u00e7ando todos os setores econ\u00f4micos.\u00a0<\/p>\n<p> A arrecada\u00e7\u00e3o no m\u00eas passado tamb\u00e9m foi afetada pelo aumento das al\u00edquotas do PIS\/Cofins-Combust\u00edveis, que rendeu R$ 1,851 bilh\u00e3o \u00e0 Receita Federal, um aumento de 72,71% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2016. O chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios e Aduaneiros, explicou que, mesmo que fossem exclu\u00eddas receitas como do IRPJ\/CSLL, programas de parcelamentos especiais e o aumento da al\u00edquota de PIS\/Cofins-Combust\u00edveis, a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos em agosto registraria um crescimento real de 5,57% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado. Ou seja, isso demonstra que a recupera\u00e7\u00e3o da economia realmente est\u00e1 ajudando a alavancar as receitas. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2421\" style=\"width: 755px; height: 286px;\" \/><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>Leite continua sendo alimento b\u00e1sico dos americanos, apesar da queda no consumo<\/strong><\/p>\n<p> O consumo per capita de bebidas \u00e0 base de leite de vaca tem ca\u00eddo h\u00e1 muitos anos e a taxa de decl\u00ednio tamb\u00e9m se acentuou nos \u00faltimos anos. O consumo per capita caiu a uma taxa m\u00e9dia anual de 0,9% entre 1995 e 2010, mas a taxa de decl\u00ednio aumentou para 2,6% entre 2010 e 2015. Ao contr\u00e1rio do leite de vaca, as vendas de bebidas \u00e0 base de plantas est\u00e3o em ascens\u00e3o e ganhando mais espa\u00e7o no corredor de l\u00e1cteos. Esses produtos incluem am\u00eandoa, soja, coco, caju, arroz e outras bebidas \u00e0 base de plantas.<\/p>\n<p> Um relat\u00f3rio recente do Servi\u00e7o de Pesquisa Econ\u00f4mica (ERS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), \"Em diferentes trajet\u00f3rias: um olhar sobre as vendas de leite de vaca e sobre os an\u00e1logos \u00e0 base de plantas\" destaca as recentes tend\u00eancias de consumo de leite de vaca e an\u00e1logos vegetais com base em dados das fam\u00edlias.<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2423\" style=\"width: 570px; height: 448px;\" \/><br \/> Os dados podem ser usados para examinar as compras no n\u00edvel dom\u00e9stico de todos os itens de supermercado, por isso \u00e9 \u00fatil para comparar os padr\u00f5es de consumo de leite de vaca e bebidas \u00e0 base de plantas. Os dados indicam que, mesmo que o consumo de leite de vaca tenha diminu\u00eddo, esse ainda \u00e9 um alimento b\u00e1sico na maioria das casas americanas.<\/p>\n<p> Em 2015, os dados do Industrial Research Institute (IRI) ilustram que 92,2% dos consumidores compraram leite de vaca e 32,2% compraram uma bebida vegetal em algum momento durante o ano. De acordo com o ERS, 89,7% das fam\u00edlias que compraram uma ou mais das bebidas vegetais tamb\u00e9m compraram leite de vaca.<\/p>\n<p> Apenas 3,3% das fam\u00edlias compraram uma ou mais bebidas vegetais, mas nenhum leite de vaca. Os dados do IRI mostram que as bebidas vegetais s\u00e3o geralmente mais caras do que o leite de vaca. Em 2015, meio gal\u00e3o [1,89 litros] de leite de vaca era vendido por US$ 2,42, em m\u00e9dia. Os pre\u00e7os m\u00e9dios do leite de am\u00eandoa, soja e outros produtos vegetais foram de US$ 2,87, US $ 2,98 e US $ 3,03 por meio gal\u00e3o, respectivamente.<br \/> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2422\" style=\"text-align: justify; width: 570px; height: 308px;\" \/><br \/> Os dados do IRI mostram que a participa\u00e7\u00e3o de mercado do leite de vaca caiu de 94,3% em 2013 para 92,4% em 2015. Ao mesmo tempo, a participa\u00e7\u00e3o de mercado de bebidas de am\u00eandoas passou de 3,4% para 5,1%, enquanto as bebidas de soja ca\u00edram de 1,8% para 1,4%. As vendas de outras bebidas vegetais aumentaram de 0,4% para 1,1%.<\/p>\n<p> \u00c9 interessante notar que grandes companhias de l\u00e1cteos - como DannoneWave e Lactalis - t\u00eam fortes interesses comerciais em bebidas vegetais. E, enquanto a Calif\u00f3rnia \u00e9 o Estado de maior produ\u00e7\u00e3o de leite dos EUA, \u00e9 tamb\u00e9m o l\u00edder na produ\u00e7\u00e3o de am\u00eandoas. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Daily Dairy Report e USDA, traduzidas pela Equipe MilkPoint)\u00a0<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Uruguaios e europeus amea\u00e7am leite brasileiro<br \/> Al\u00e9m da entrada leite em p\u00f3 do Uruguai, os produtores brasileiros agora sofrem amea\u00e7a da importa\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos da Uni\u00e3o Europeia. O assunto \u00e9 antigo e voltou a ser pauta depois da opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca, quando o governo europeu usou o leite como moeda de troca para compra de carne bovina do Brasil. De Porto Alegre, o secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini, comenta. <a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/videos\/jornal-da-pecuaria\/uruguaios-europeus-ameacam-leite-brasileiro-82562\">CLIQUE AQUI <\/a>para assistir ao v\u00eddeo. (Canal Rural)<\/em><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 22 de setembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.589 \u00a0 \u00a0\u00a0Competitividade\/Uruguai\u00a0 O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Rural do Uruguai (ARU), Pablo Zerbino, defendeu \"competitividade, competitividade, competitividade\", estabelecendo um paralelo com o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/22\/22-09-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/09\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1719","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1719","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1719"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1719\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1719"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1719"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1719"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}