{"id":17181,"date":"2025-07-03T18:46:57","date_gmt":"2025-07-03T18:46:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17181"},"modified":"2025-07-03T18:48:16","modified_gmt":"2025-07-03T18:48:16","slug":"03-07-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/07\/03\/03-07-2025\/","title":{"rendered":"03\/07\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 03 de julho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.427<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Inverno n\u00e3o prejudica a produ\u00e7\u00e3o de leite no RS, afirma coordenador do Conseleite<br \/>\n<\/b><br \/>\nO coordenador do Conseleite, Darlan Palharini, afirmou que o per\u00edodo de inverno n\u00e3o representa um problema para a produ\u00e7\u00e3o leiteira no Rio Grande do Sul. Segundo ele, as caracter\u00edsticas do rebanho e a estrutura produtiva do estado s\u00e3o adaptadas \u00e0s baixas temperaturas.<\/p>\n<p>De acordo com Palharini, esse desempenho est\u00e1 diretamente relacionado \u00e0 origem europeia do plantel leiteiro ga\u00facho. \u201cNosso gado leiteiro tem origem em ra\u00e7as europeias, como a holandesa e a jersey, que s\u00e3o naturalmente mais adaptadas ao frio. Isso faz com que o inverno, ao contr\u00e1rio do que muitos imaginam, n\u00e3o afete negativamente a produ\u00e7\u00e3o de leite\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O coordenador ainda destacou que, em muitos casos, o clima ameno do inverno pode at\u00e9 favorecer o desempenho do rebanho. \u201cO gado sofre menos estresse t\u00e9rmico no frio do que no calor intenso do ver\u00e3o. Isso pode resultar em uma produ\u00e7\u00e3o mais est\u00e1vel, especialmente em propriedades com boa estrutura de manejo e alimenta\u00e7\u00e3o\u201d, complementou.<\/p>\n<p>Palharini tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia de pol\u00edticas p\u00fablicas e de apoio t\u00e9cnico aos produtores para garantir que essa estabilidade produtiva seja mantida ao longo de todas as esta\u00e7\u00f5es. \u201cCom assist\u00eancia t\u00e9cnica adequada e investimentos em infraestrutura, o Rio Grande do Sul pode continuar sendo refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o leiteira do pa\u00eds\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>FONTE - JORNALISMO R\u00c1DIO MUNDIAL<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<p><b>Inovar no setor leiteiro \u00e9 poss\u00edvel - e necess\u00e1rio<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>*Por Ana Paula Forti, Diretora da \u00e1rea de Processamento da Tetra Pak Brasil.&nbsp; &nbsp;<br \/>\n<\/i><br \/>\nO mercado l\u00e1cteo \u00e9 um setor alto potencial de crescimento: 80% da popula\u00e7\u00e3o mundial consome leite ou derivados de maneira regular, de acordo com o relat\u00f3rio Dairy and Socio-Economic Development, da Global Dairy Plataform. Por\u00e9m, mesmo que o consumo de leite fa\u00e7a parte da rotina dessas pessoas, o setor de latic\u00ednios ainda carrega caracter\u00edsticas de uma ind\u00fastria tradicional, marcada por pr\u00e1ticas consolidadas e estruturas que mudaram pouco ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Por outro lado, a humanidade passou por mudan\u00e7as que resultaram em novas maneiras de pensar, ver e vivenciar o mundo \u2013 que tamb\u00e9m passou por altera\u00e7\u00f5es \u2013 e a cadeia leiteira, mesmo que seja uma ind\u00fastria tradicional, precisa acompanhar. Modernizar processos, investir em equipamentos mais eficientes e incorporar tecnologias sustent\u00e1veis n\u00e3o \u00e9 mais uma op\u00e7\u00e3o: \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o para seguir competitivo.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma cobran\u00e7a crescente do mercado por qualidade, seguran\u00e7a, rastreabilidade, uso respons\u00e1vel de recursos e inova\u00e7\u00e3o. E, ao mesmo tempo, tamb\u00e9m temos uma mudan\u00e7a no consumidor, que hoje presta muito mais aten\u00e7\u00e3o em aspectos como origem, composi\u00e7\u00e3o e impacto dos alimentos. Ele quer produtos alinhados aos seus valores: mais saud\u00e1veis, com menos impacto ambiental e que entreguem conveni\u00eancia sem perder o frescor. Em um cen\u00e1rio como esse, n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para a estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Inovar em um setor tradicional, como \u00e9 o caso do leiteiro, come\u00e7a dentro da planta. Maquin\u00e1rios novos, com maior n\u00edvel de automa\u00e7\u00e3o, efici\u00eancia energ\u00e9tica e precis\u00e3o nos processos, al\u00e9m de solu\u00e7\u00f5es de digitaliza\u00e7\u00e3o e controle em tempo real, j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis no mercado e oferecem ganhos concretos de produtividade, economia de insumos e previsibilidade operacional. Mais do que isso: permitem uma produ\u00e7\u00e3o mais inteligente, capaz de se adaptar com agilidade \u00e0s demandas do mercado e \u00e0s exig\u00eancias regulat\u00f3rias.<\/p>\n<p>E a transforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m passa pelo impacto ambiental. \u00c9 poss\u00edvel reduzir o consumo de energia e \u00e1gua, minimizar perdas e valorizar subprodutos por meio de tecnologias voltadas ao uso eficiente da mat\u00e9ria-prima e ao aproveitamento integral do leite. Essas mudan\u00e7as impactam positivamente n\u00e3o s\u00f3 o meio ambiente, mas tamb\u00e9m a rentabilidade dos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Por sua vez, a tecnologia, assim como o mundo, a humanidade e a maneira de produzir, tamb\u00e9m passou por altera\u00e7\u00f5es e agora \u00e9 mais acess\u00edvel. Embora exista uma percep\u00e7\u00e3o de que muitas dessas inova\u00e7\u00f5es em equipamentos e linha de processamento sejam caras e, por isso, devam ficar restritas apenas a grandes empresas, hoje, produtores de pequeno e m\u00e9dio porte tamb\u00e9m podem ter acesso a tecnologias de ponta, com efici\u00eancia, seguran\u00e7a e sustentabilidade, tudo isso sem comprometer o custo-benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Por isso, mesmo em um setor consolidado como o leiteiro, h\u00e1 espa\u00e7o para avan\u00e7os cont\u00ednuos. Por\u00e9m, vale lembrar, o tempo, como diz o ditado, pode ser um grande aliado da ind\u00fastria nesse momento: a inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o precisa vir de uma disrup\u00e7\u00e3o radical, mas sim da atualiza\u00e7\u00e3o constante de processos, equipamentos e mentalidade. Mesmo que ela ocorra em pequenos passos, essa transforma\u00e7\u00e3o exige dos produtores aten\u00e7\u00e3o \u00e0s tend\u00eancias e abertura para investimentos que trazem a possibilidade de retorno financeiro \u2013 muitas vezes a curto prazo. O futuro dos latic\u00ednios passa, necessariamente, por decis\u00f5es tomadas agora, com base em dados, vis\u00e3o de longo prazo e disposi\u00e7\u00e3o para sair do lugar comum. (N\u00e9ctar comunica\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p><b>Agricultura familiar ter\u00e1 cr\u00e9dito para gen\u00e9tica bovina<\/b><\/p>\n<p>Plano Safra 2025\/26 inclui linha do Pronaf para transfer\u00eancia de embri\u00f5es, ampliando produtividade e renda em pequenas propriedades leiteiras.<\/p>\n<p>O melhoramento gen\u00e9tico dos rebanhos leiteiros foi uma das novidades anunciadas pelo governo federal no Plano Safra da Agricultura Familiar 2025\/2026, divulgado nesta segunda-feira, 30, no Pal\u00e1cio do Planalto, em Bras\u00edlia. O Programa de Transfer\u00eancia de Embri\u00f5es prev\u00ea uma linha de cr\u00e9dito do Pronaf ( Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) para o uso dessa tecnologia nas pequenas propriedades produtoras de leite do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o ministro de Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, o Brasil possui uma das melhores tecnologias gen\u00e9ticas do mundo e, com essa linha, o produtor ter\u00e1 acesso a esse trabalho. \u201cO Pronaf ir\u00e1 financiar o melhoramento gen\u00e9tico por embri\u00f5es, o que pode fazer toda a diferen\u00e7a. A vaca que o produtor tem vale R$ 3 mil, a bezerra vai valer R$ 6 mil. Se produzir 5 litros de leite, vai produzir 15 a 20 litros. E o produtor poder\u00e1 dizer que tem uma vaca pura de origem\u201d, disse o ministro durante o lan\u00e7amento.<\/p>\n<p>Ronei Volpi, presidente da C\u00e2mara Setorial de Leite e Derivados do Minist\u00e9rio da Agricultura (MAPA), disse que todo e qualquer programa que traga ganhos em qualidade e novas tecnologia \u00e9 bem-vindo. No entanto, segundo ele, o pequeno produtor ainda tem outras necessidades. \u201cA agricultura familiar precisa de coisas mais b\u00e1sicas, como sanidade do rebanho, insemina\u00e7\u00e3o artificial e assist\u00eancia t\u00e9cnica. Enquanto a transfer\u00eancia de embri\u00f5es \u00e9 uma tecnologia de ponta, ainda \u00e9 preciso avan\u00e7ar em coisas mais b\u00e1sicas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Paulo Martins, pesquisador da Embrapa Gado de Leite, achou a medida \u201clouv\u00e1vel\u201d. \u201cO programa que o governo lan\u00e7ou \u00e9 de suma import\u00e2ncia. Mostra uma vontade imensa de que os produtores brasileiros aumentem a produtividade por hectare. No entanto, melhoramento gen\u00e9tico \u00e9 um passo importante, mas n\u00e3o definitivo\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador, no Brasil, a cada tr\u00eas litros de leite produzidos, dois s\u00e3o origin\u00e1rios de propriedades da agricultura familiar. \u201cEstamos dando um passo importante, para aumentar a rentabilidade do produtor de leite brasileiro. Isso interioriza a renda e mant\u00e9m empregos e fam\u00edlia unida no interior do Brasil\u201d, completou.<\/p>\n<p>Apoio das associa\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a<br \/>\nO presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores de Bovinos da Ra\u00e7a Holandesa, Armando Rabbers, considerou o an\u00fancio um avan\u00e7o muito forte para esses produtores, mas destacou que a tecnologia deve vir acompanhada de apoio no manejo dos animais e na nutri\u00e7\u00e3o de qualidade.<\/p>\n<p>\u201cSeria importante incentivar que estes produtores, que iniciarem esse trabalho, como v\u00e3o pegar animais de ra\u00e7a pura com registro, continuassem fazendo o registro na associa\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a. Assim, o produtor faz o trabalho de genealogia, tipifica\u00e7\u00e3o e controle leiteiro com o apoio da associa\u00e7\u00e3o para fazer o melhor trabalho de melhoramento gen\u00e9tico\u201d, acrescentou Rabbers.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><i><b>Mapa lan\u00e7a banco de dados do AgroInsight com oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o identificadas por adidos agr\u00edcolas<br \/>\n<\/b>O Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) acaba de lan\u00e7ar, seguindo a diretriz do ministro Carlos F\u00e1varo, uma nova funcionalidade do AgroInsight: um banco de dados que re\u00fane, em um s\u00f3 lugar, todas as oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o identificadas pelos adidos agr\u00edcolas do Brasil no exterior. Na \u00faltima semana o volume 6 do AgroInsight foi divulgado ao p\u00fablico e junto a ele, o banco de dados exclusivo com todas as oportunidades identificadas e listadas pelos adidos agr\u00edcolas brasileiros no exterior. O sistema permite buscas por produto, pa\u00eds ou tema, facilitando o acesso a informa\u00e7\u00f5es sobre tend\u00eancias de mercado, demandas espec\u00edficas e potenciais compradores.&nbsp; \u201cAo centralizar esse conte\u00fado, damos um passo importante para ampliar a intelig\u00eancia comercial do setor agropecu\u00e1rio. Produtores e exportadores agora conseguem, de forma r\u00e1pida, identificar onde est\u00e3o as maiores oportunidades para os seus produtos\u201d, destacou o secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, Lu\u00eds Rua.&nbsp; O sistema foi desenvolvido com foco na usabilidade. A navega\u00e7\u00e3o \u00e9 simples e acess\u00edvel. A ferramenta oferece filtros simples e permite uma visualiza\u00e7\u00e3o clara das informa\u00e7\u00f5es, promovendo maior assertividade.&nbsp; A iniciativa \u00e9 mais uma a\u00e7\u00e3o que visa fortalecer a atua\u00e7\u00e3o internacional do Brasil. Em um cen\u00e1rio global competitivo e em constante transforma\u00e7\u00e3o, ferramentas digitais como essa contribuem para ampliar a presen\u00e7a de produtos brasileiros no com\u00e9rcio exterior e oferecem suporte direto aos que movimentam a cadeia produtiva do agro. (MAPA)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de julho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.427 Inverno n\u00e3o prejudica a produ\u00e7\u00e3o de leite no RS, afirma coordenador do Conseleite O coordenador <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/07\/03\/03-07-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/07\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17181","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17181","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17181"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17181\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17184,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17181\/revisions\/17184"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17181"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17181"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}