{"id":17161,"date":"2025-06-30T17:39:08","date_gmt":"2025-06-30T17:39:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17161"},"modified":"2025-06-30T17:50:49","modified_gmt":"2025-06-30T17:50:49","slug":"30-06-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/06\/30\/30-06-2025\/","title":{"rendered":"30\/06\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 30 de junho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.424<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>CEPEA: pre\u00e7o do leite recua pelo 2\u00ba m\u00eas seguido<\/b><\/span><\/p>\n<p>Leite fecha maio a R$ 2,64\/litro na \"M\u00e9dia Brasil\", com queda de 3,9%. Alta oferta, baixa demanda e press\u00e3o nos derivados explicam o recuo, aponta o Cepea.<\/p>\n<p>Levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, mostra que o pre\u00e7o do leite captado em maio fechou a R$ 2,6431\/litro na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d, com quedas de 3,9% frente ao de abril\/25 e de 7,4% em rela\u00e7\u00e3o ao de maio\/24, em termos reais (deflacionamento pelo IPCA de maio). Apesar de at\u00edpica para o per\u00edodo, a baixa nos valores pagos ao produtor era esperada pelos agentes do setor e ocorre em fun\u00e7\u00e3o do aumento da oferta e do enfraquecimento na demanda por l\u00e1cteos na ponta final da cadeia.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. S\u00e9rie de pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelo produtor (l\u00edquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de maio\/2025)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZCDMe8ABF0463\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZCDMe8ABF0463\"><\/p>\n<p>O volume de leite captado no campo subiu 1,13% de abril para maio, segundo o ICAP-L do Cepea. Esse crescimento foi acima do normal para o per\u00edodo e se deve aos maiores investimentos feitos pelos produtores, impulsionados pelas boas margens dos \u00faltimos meses.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o Custo Operacional Efetivo (COE) caiu 0,72% em maio, ap\u00f3s quatro meses de alta. A queda foi puxada, principalmente, pela baixa nos pre\u00e7os de insumos para a alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho. Isso ajudou a manter a produ\u00e7\u00e3o firme.<\/p>\n<p>Por outro lado, a demanda mais enfraquecida continua limitando as vendas dos derivados. Segundo pesquisas do MilkPoint, o Leite UHT tem registrado certa estabilidade nas vendas da ind\u00fastria, favorecido pelos estoques mais enxutos. J\u00e1 a mu\u00e7arela, por sua vez, enfrenta elevados volumes estocados nas ind\u00fastrias, o que mant\u00e9m a press\u00e3o de baixa sobre os pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os leites em p\u00f3 voltaram a sofrer press\u00e3o baixista no \u00faltimo m\u00eas, acompanhando a tend\u00eancia do mercado internacional. A queda nos pre\u00e7os externos tem mantido os produtos importados mais competitivos em rela\u00e7\u00e3o aos nacionais, dificultando a sustenta\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es das marcas nacionais. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<p><b>Pesquisa transforma desafio ambiental em solu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Soro do queijo, antes descartado como res\u00edduo, passa a ser usado como base para prote\u00ednas funcionais.<\/p>\n<p>Desde 2009, a doutora em Biologia Celular e Molecular, Claucia de Souza, lidera pesquisas que buscam solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para um dos principais res\u00edduos da ind\u00fastria de latic\u00ednios: o soro do queijo. O trabalho, desenvolvido no Tecnovates e em laborat\u00f3rios de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Univates, tem como foco o aproveitamento dos nutrientes presentes nesse subproduto, que ainda hoje representa um desafio ambiental significativo.<\/p>\n<p>\u201cPara cada quilo de queijo produzido, s\u00e3o necess\u00e1rios dez litros de leite, e cerca de nove litros de soro s\u00e3o gerados\u201d, explica Claucia. \u201c\u00c9 realmente um problema ambiental. Imagine a quantidade de soro que precisa ser tratada na regi\u00e3o?\u201d, questiona. A subst\u00e2ncia, apesar de rica em mat\u00e9ria org\u00e2nica e nutrientes, pode causar desequil\u00edbrios em corpos d\u2019\u00e1gua se descartada de forma inadequada, afetando a oxigena\u00e7\u00e3o e a vida aqu\u00e1tica por meio do desenvolvimento de microrganismos indesejados.<\/p>\n<p>A proposta da pesquisadora \u00e9 inverter essa l\u00f3gica. Em vez de tratar o soro como res\u00edduo, a equipe busca formas de extrair valor dele. \u201cHoje, a prote\u00edna isolada do soro j\u00e1 \u00e9 utilizada em suplementos alimentares, por exemplo, e vem justamente desse material. No laborat\u00f3rio, os alunos estudam diferentes processos de concentra\u00e7\u00e3o dessas prote\u00ednas, com foco em benef\u00edcios para o organismo humano.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna isolada, a equipe trabalha com enzimas que quebram essas prote\u00ednas em cadeias menores de amino\u00e1cidos \u2014 compostos bioativos com grande potencial para a sa\u00fade humana. Esses processos resultam em produtos em p\u00f3 com at\u00e9 90% de concentra\u00e7\u00e3o proteica, que podem ser comercializados por diferentes segmentos da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Grupo A Hora.<\/p>\n<p><b>Ordenha robotizada e gest\u00e3o digital mudam o rumo do leite<br \/>\n<\/b><br \/>\nSucessores do agro adotam tecnologias como softwares zoot\u00e9cnicos e ordenha robotizada e transformam propriedades familiares em empresas modernas.<\/p>\n<p>Dezembro de 2021 foi o \u00faltimo m\u00eas em que o produtor Jo\u00e3o Vitor Secco e dois primos, respons\u00e1veis pela Cabanha DS, propriedade rural em Vila L\u00e2ngaro (RS), ordenharam manualmente as vacas holandesas que criam. Desde ent\u00e3o, a tarefa passou a ser feita por dois rob\u00f4s.&nbsp;<\/p>\n<p>A fam\u00edlia Secco est\u00e1 na agropecu\u00e1ria h\u00e1 tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es. Come\u00e7ou com os av\u00f3s de Jo\u00e3o Vitor. Em 1989, a propriedade passou a investir na pecu\u00e1ria leiteira, atividade que avan\u00e7ou por 25 anos, at\u00e9 que um problema sanit\u00e1rio comprometeu o projeto. O rebanho, que contava com 400 animais, foi reduzido para 50. \u201cA gente n\u00e3o aguentava mais financeira e emocionalmente. Decidimos encerrar as atividades\u201d, conta Secco.<\/p>\n<p>Em 2019, motivados pela vontade de retomar a tradi\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o Vitor e os primos assumiram a gest\u00e3o dos neg\u00f3cios, compraram 40 novilhas e, em seguida, um rebanho fechado com 162 cabe\u00e7as. \u201cComo a gente fazia tr\u00eas ordenhas por dia, teve um per\u00edodo em que ficava mais de 24 horas acordado para dar conta de todo trabalho. Superamos os limites do corpo\u201d, relata.<\/p>\n<p>Foi quando perceberam que precisavam profissionalizar a gest\u00e3o e transformar a fazenda em empresa. Para isso, decidiram investir em tecnologia. Os equipamentos de ordenha robotizada, comprados da multinacional holandesa Lely, foram instalados em estruturas de confinamento coberto, no modelo compost barn. Ao entrar no rob\u00f4 de forma espont\u00e2nea, para aliviar a press\u00e3o do \u00fabere ou se alimentar, a vaca recebe tratamento personalizado. A tecnologia define a quantidade adequada de alimento e o n\u00famero de ordenhas conforme a fase de lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cCom o sistema, cada vaca pode ser ordenhada at\u00e9 seis vezes por dia. Mas, se uma estiver em final de ciclo e o rob\u00f4 definir que ser\u00e3o duas, na terceira ele n\u00e3o ordenha\u201d, explica Secco. Isso \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as ao armazenamento de dados coletados durante as ordenhas. Com a robotiza\u00e7\u00e3o, a produtividade das 89 vacas em lacta\u00e7\u00e3o aumentou em at\u00e9 cinco litros por animal por dia, o que representa um ganho di\u00e1rio de cerca de 445 litros. Hoje, elas produzem 3.700 litros\/dia, e o sistema tamb\u00e9m liberou tempo para os produtores cuidarem de outras atividades, como o cultivo de soja, milho e trigo.<\/p>\n<p>Gest\u00e3o&nbsp;<br \/>\nDados do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) mostram que o Brasil produz leite em 98% dos munic\u00edpios, que, juntos, somam mais de 34 bilh\u00f5es de litros por ano \u2014 o terceiro maior volume do mundo. S\u00e3o mais de 1 milh\u00e3o de propriedades dedicadas \u00e0 atividade. Para 2030, a Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Mapa projeta que apenas os produtores mais eficientes permanecer\u00e3o na atividade, n\u00e3o apenas pelo uso de tecnologia, mas tamb\u00e9m por avan\u00e7os na gest\u00e3o.<\/p>\n<p>Com esse cen\u00e1rio em mente, Silvana Kluger, de Carambe\u00ed (PR), que obt\u00e9m oito mil litros di\u00e1rios de 200 vacas holandesas em lacta\u00e7\u00e3o, adotou um software que integra dados zoot\u00e9cnicos com o controle financeiro. \u201cSei quantos partos teremos por m\u00eas, quantas vacas v\u00e3o secar, quais teremos que inseminar. N\u00e3o d\u00e1 para ser como antigamente. A leiteria \u00e9 uma empresa, n\u00e3o mais um neg\u00f3cio familiar. Digo que n\u00e3o tiramos, mas produzimos leite.\u201d<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as na propriedade a motivaram a deixar o cargo p\u00fablico de professora para ajudar o marido e a m\u00e3e \u2014 que assumiram a atividade ap\u00f3s o falecimento do pai, em 2010. Operar o software \u00e9 sua responsabilidade. \u201cO desafio, agora, \u00e9 continuar acompanhando o desenvolvimento tecnol\u00f3gico\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Giandro Masson, fundador e CEO da Leigado, empresa que forneceu a solu\u00e7\u00e3o, acredita que, como a tecnologia ajuda a tornar a atividade mais competitiva, \u00e9 mais f\u00e1cil segurar a sucess\u00e3o no campo. \u201cA falta de gest\u00e3o e de sucess\u00e3o est\u00e3o entre as principais dores dos produtores. Muitos sucessores veem a pecu\u00e1ria leiteira como algo amador e v\u00e3o para a cidade aceitando at\u00e9 ganhar menos\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com o empres\u00e1rio, s\u00e3o muitas, por\u00e9m, as propriedades atrasadas. Seja porque resistem ou n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de investir, principalmente entre as pequenas.&nbsp;&nbsp;<br \/>\nAlternativas<\/p>\n<p>Olhando para esse nicho, a Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, em S\u00e3o Carlos (SP), oferece um aplicativo gratuito e est\u00e1 testando a ordenha robotizada em um sistema alternativo ao confinamento. O pesquisador Andr\u00e9 Novo, coordenador do programa Balde Cheio, que atende 3.200 pecuaristas leiteiros, explica que o Roda da Reprodu\u00e7\u00e3o \u2014 aplicativo mais baixado da Embrapa, com cerca de 15 mil usu\u00e1rios e que ser\u00e1 atualizado ainda este ano \u2014 permite a criadores com at\u00e9 150 animais visualizar um mapa completo do ciclo reprodutivo do rebanho ao longo de um ano.<\/p>\n<p>Segundo Novo, a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias nas propriedades permite uma aproxima\u00e7\u00e3o com os jovens. \u201cSei de muitos que usam seus smartphones para ajudar os pais que n\u00e3o conhecem tanto as possibilidades tecnol\u00f3gicas. Um dos produtos que vamos lan\u00e7ar em breve \u00e9 pensando, justamente, na sucess\u00e3o no campo\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico da ordenha, o rob\u00f4 da Embrapa foi instalado entre tr\u00eas \u00e1reas de pastagem. Inicialmente, as vacas permanecem em uma \u00e1rea irrigada, com aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada. Ap\u00f3s passarem pelo equipamento, acessam outras duas, em meio a eucaliptos. \u201cNesse sistema, \u00e9 poss\u00edvel colocar uma grande quantidade de \u00e1rvores para sequestrar carbono\u201d, observa.<\/p>\n<p>Novo destaca que a experi\u00eancia a pasto tem custo de produ\u00e7\u00e3o menor do que o confinamento, embora a produtividade seja mais baixa. Por outro lado, como as vacas se movimentam mais e passam com menor frequ\u00eancia pelo rob\u00f4, \u00e9 poss\u00edvel ordenhar um n\u00famero maior de animais. Enquanto no confinamento a m\u00e9dia \u00e9 de 60 vacas por dia, com mais ordenhas por animal, no sistema a pasto o n\u00famero sobe para 90.<\/p>\n<p>\u201cQuando planejamos o sistema, foi pensando em como ser\u00e1 a pecu\u00e1ria leiteira no futuro. Ainda \u00e9 dif\u00edcil definir o perfil do produtor no Brasil, pois temos desde grandes produtores at\u00e9 aqueles que mant\u00eam a atividade por subsist\u00eancia. Mas sabemos que o caminho \u00e9 a tecnifica\u00e7\u00e3o. At\u00e9 porque existe car\u00eancia de m\u00e3o de obra no setor\u201d, analisa o pesquisador.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><i><b>Associados do Sindilat\/RS t\u00eam 10% de desconto no F\u00f3rum MilkPoint Mercado e no Interleite Brasil 2025<\/b><br \/>\nOs associados do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) t\u00eam 10% de desconto garantido para aquisi\u00e7\u00e3o de ingressos nos dois principais eventos da cadeia leiteira brasileira: o F\u00f3rum MilkPoint Mercado e o Interleite Brasil 2025, que acontecem em Goi\u00e2nia (GO) nos dias 19, 20 e 21 de agosto. O F\u00f3rum MilkPoint Mercado, com o tema \u201cTransforma\u00e7\u00f5es e Novas Oportunidades no Leite Brasileiro\u201d, ser\u00e1 realizado no dia 19 de agosto, em formato h\u00edbrido (presencial e on-line). O evento reunir\u00e1 os principais agentes do setor para debater as mudan\u00e7as no ambiente de neg\u00f3cios e as perspectivas para o mercado l\u00e1cteo nacional, diante de um cen\u00e1rio marcado pela acirrada concorr\u00eancia entre ind\u00fastrias e press\u00e3o sobre as margens de comercializa\u00e7\u00e3o. Ser\u00e3o 17 palestrantes ao longo do dia, com certificado emitido pela MilkPoint e material dispon\u00edvel para download. J\u00e1 o Interleite Brasil 2025, que ocorre nos dias 20 e 21 de agosto, ser\u00e1 exclusivamente presencial. Com o tema \u201cComo fazer mais produtores participarem do futuro do leite no Brasil?\u201d, o evento tem como objetivo discutir formas de integrar tecnologia, gest\u00e3o eficiente e produtividade na atividade leiteira. A programa\u00e7\u00e3o trar\u00e1 reflex\u00f5es sobre como otimizar o uso do tempo, implementar ferramentas digitais e tornar a produ\u00e7\u00e3o mais rent\u00e1vel. Conforme o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat\/RS, Darlan Palharini, a participa\u00e7\u00e3o contribui para a qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais e para o fortalecimento da cadeia produtiva. \u201cEsses eventos possibilitam a discuss\u00e3o de quest\u00f5es estrat\u00e9gicas para o desenvolvimento e a moderniza\u00e7\u00e3o da cadeia leiteira, aproximando os diversos segmentos do setor na busca por alternativas e caminhos em comum\u201d, destacou. Os ingressos est\u00e3o dispon\u00edveis em lotes limitados e podem ser adquiridos com desconto exclusivo de 10% para associados do Sindilat\/RS por meio de link no site do Sindilat\/RS, clicando aqui.&nbsp;<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de junho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.424 CEPEA: pre\u00e7o do leite recua pelo 2\u00ba m\u00eas seguido Leite fecha maio a R$ 2,64\/litro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/06\/30\/30-06-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/06\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17161","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17161","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17161"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17161\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17167,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17161\/revisions\/17167"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17161"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}