{"id":1715,"date":"2017-09-18T17:26:52","date_gmt":"2017-09-18T17:26:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/18\/18-09-2017\/"},"modified":"2017-09-18T17:26:52","modified_gmt":"2017-09-18T17:26:52","slug":"18-09-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/18\/18-09-2017\/","title":{"rendered":"18\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 18 de setembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.586<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b><span style=\"font-size: 9.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;\">\u00a0 \u00a0<\/span><\/b><strong>Leite uruguaio provoca discuss\u00e3o sobre bloco<\/strong><\/p>\n<p> O crescimento da importa\u00e7\u00e3o de leite do Uruguai, e a discuss\u00e3o do governo brasileiro sobre a ado\u00e7\u00e3o de cotas e at\u00e9 uma poss\u00edvel retirada do produto do acordo de livre com\u00e9rcio, colocou em debate as regras do Mercosul, bloco econ\u00f4mico formado com base na livre circula\u00e7\u00e3o de bens entre os seus cinco pa\u00edses membros. Para especialistas em com\u00e9rcio internacional, as possibilidades do governo brasileiro em rela\u00e7\u00e3o ao caso s\u00e3o limitadas. Eles defendem que, antes de adotar barreiras, o Brasil garanta condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o mais competitivas e incentive o consumo do produto.\u00a0<\/p>\n<p> Para o professor Argemiro Lu\u00eds Brum, coordenador da Central Internacional de An\u00e1lises Econ\u00f4micas e de Estudos de Mercado Agropecu\u00e1rio, da Uniju\u00ed, o leite, no contexto das regras do Mercosul, deveria circular livremente. No entanto, ressalta que o Brasil tem a possibilidade de negociar para convencer os uruguaios da necessidade das cotas. Outra alternativa seria obter a comprova\u00e7\u00e3o da triangula\u00e7\u00e3o de leite no Uruguai, a partir da mat\u00e9ria-prima de outros pa\u00edses, o que \u00e9 ilegal.\u00a0<\/p>\n<p> A pr\u00e1tica de dumping \u00e9 outra reclama\u00e7\u00e3o do setor produtivo ga\u00facho. Ela ocorre quando um produto \u00e9 colocado \u00e0 venda a um pre\u00e7o inferior ao de mercado. Mas, segundo Brum, a den\u00fancia deve levar em conta a compara\u00e7\u00e3o entre o pre\u00e7o do produto no Rio Grande do Sul e o custo de produ\u00e7\u00e3o dele no Uruguai. \"O certo seria que a nossa atividade leiteira conseguisse ser mais competitiva, alcan\u00e7asse um poder de competitividade superior ou igual ao que vem do Uruguai, para n\u00e3o precisar destes artif\u00edcios\", recomenda o especialista.\u00a0<\/p>\n<p> O professor Paulo Waquil, do Departamento de Economia da Ufrgs, acredita que a ado\u00e7\u00e3o de barreiras poderia apresentar resultados moment\u00e2neos, mas sem resolver a quest\u00e3o do excedente do produto no mercado. \"A postura que considero adequada \u00e9 de di\u00e1logo e de negocia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o para barrar a entrada do produto, mas para que tenhamos condi\u00e7\u00f5es de competi\u00e7\u00e3o semelhantes\", observa. Neste sentido, considera positiva a revoga\u00e7\u00e3o d o decreto estadual 53.059\/2016, que contava com uma obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria mais favor\u00e1vel para a importa\u00e7\u00e3o do produto.\u00a0<\/p>\n<p> A normaliza\u00e7\u00e3o, no entanto, vai depender da demanda, conforme Waquil - j\u00e1 que nos \u00faltimos anos houve acr\u00e9scimo na produ\u00e7\u00e3o, enquanto o consumo se manteve est\u00e1vel ou com pequenas redu\u00e7\u00f5es. Uma das alternativas, segundo ele, seria a atua\u00e7\u00e3o em bloco, com Uruguai e Argentina, para exportar o excedente a outros pa\u00edses. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<strong>Projeto investir\u00e1 em pesquisa e capacita\u00e7\u00e3o de agricultores na Serra<\/strong><\/p>\n<p> A Secretaria da Agricultura (Seapi), por meio do Departamento de Diagn\u00f3stico e Pesquisa Agropecu\u00e1ria (DDPA), assinou, nesta sexta-feira (15\/9), um conv\u00eanio para implantar o Projeto Integrado de Pesquisa Agr\u00edcola e Capacita\u00e7\u00e3o de Agricultores, T\u00e9cnicos e Extensionistas Rurais na serra ga\u00facha. Fazem parte do acordo a Emater, o Senar e a Universidade de Caxias do Sul (UCS). O projeto tem como objetivo estabelecer a\u00e7\u00f5es conjuntas de pesquisa aplicada e capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para a regi\u00e3o da serra, utilizando a estrutura do Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, em Fazenda Souza, distrito de Caxias do Sul.<\/p>\n<p> A partir deste conv\u00eanio, a ideia \u00e9 desenvolver pesquisas agr\u00edcolas com foco na demanda local, futuramente servindo de base para a realiza\u00e7\u00e3o de cursos de capacita\u00e7\u00e3o e treinamento para os produtores. De acordo com o secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, o projeto desenvolver\u00e1 pesquisas em diversas \u00e1reas da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, inclusive no setor l\u00e1cteo. \"Todas as atividades, seja ela a produ\u00e7\u00e3o de leite ou outras, ter\u00e3o espa\u00e7o\", garantiu Polo refor\u00e7ando que o objetivo da iniciativa \u00e9 fortalecer, fomentar e capacitar produtores e t\u00e9cnicos por meio do Senar e da Emater.\u00a0<\/p>\n<p> Aproximadamente R$ 7 milh\u00f5es ser\u00e3o investidos no projeto, destinado \u00e0 compra de estufas de alta tecnologia e instala\u00e7\u00e3o de parreiras modelo, entre outras medidas para o desenvolvimento de pesquisas, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o de um pequeno audit\u00f3rio para realiza\u00e7\u00e3o de palestras de capacita\u00e7\u00e3o e dias de campo. O conv\u00eanio ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o de 50 t\u00e9cnicos para auxiliar cerca de 2,5 mil agricultores, produtores e t\u00e9cnicos rurais. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>Governo da \u00cdndia vai investir US$ 1,7 bilh\u00e3o na ind\u00fastria de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> O Comit\u00ea de Assuntos Econ\u00f4micos da \u00cdndia, presidido pelo primeiro-ministro Shri Narendra Modi, aprovou um Fundo de Desenvolvimento de Infraestrutura e Processamento de L\u00e1cteos (DIDF) com um investimento de Rs$ 108,8 bilh\u00f5es (US$ 1,69 bilh\u00e3o) no per\u00edodo de 2017-18 a 2028-29. O DIDF ser\u00e1 criado com o Banco Nacional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (NABARD).<\/p>\n<p> Do total, Rs 80 bilh\u00f5es (US$ 1,24 bilh\u00e3o) ser\u00e3o um empr\u00e9stimo do NABARD para o Comit\u00ea Nacional de Desenvolvimento de L\u00e1cteos (NDDB) e Coopera\u00e7\u00e3o Nacional para o Desenvolvimento de L\u00e1cteos (NCDC).<\/p>\n<p> O NABARD desembolsar\u00e1 Rs 20 bilh\u00f5es (US$ 311 milh\u00f5es), Rs 30 bilh\u00f5es (US$ 467 milh\u00f5es) e Rs 29,9 bilh\u00f5es (US$ 465 milh\u00f5es) em cada um dos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. O projeto do DIDF se concentrar\u00e1 na constru\u00e7\u00e3o de um sistema eficiente de compra de leite, criando uma infraestrutura de refrigera\u00e7\u00e3o; instalando equipamentos eletr\u00f4nicos de teste de adultera\u00e7\u00e3o de leite e criando, modernizando e expandindo a infraestrutura de processamento e instala\u00e7\u00f5es de fabrica\u00e7\u00e3o de produtos de valor agregado para uni\u00f5es de produtores de leite e empresas produtoras de leite. O projeto ser\u00e1 implementado pelo NDDB e NCDC.<\/p>\n<p> Uma c\u00e9lula de implementa\u00e7\u00e3o e monitoramento (IMC) localizada no NDDB gerenciar\u00e1 a implementa\u00e7\u00e3o e o monitoramento das atividades do projeto no dia a dia. Os mutu\u00e1rios finais receber\u00e3o empr\u00e9stimos com 6,5% de juros por ano. O per\u00edodo de reembolso ser\u00e1 de 10 anos com uma morat\u00f3ria inicial de dois anos. Os respectivos governos estaduais garantir\u00e3o o reembolso do empr\u00e9stimo. O investimento beneficiar\u00e1 9,5 milh\u00f5es de produtores em cerca de 50 mil vilarejos.<\/p>\n<p> O governo disse que antecipa uma capacidade adicional de processamento de leite de 12,6 milh\u00f5es de litros por dia; capacidade de secagem do leite de 210 toneladas por dia; capacidade de resfriamento do leite de 14 milh\u00f5es de litros por dia; instala\u00e7\u00e3o de 28.000 refrigeradores de leite a granel (BMCs), juntamente com equipamento eletr\u00f4nico de teste de adultera\u00e7\u00e3o de leite e capacidade de produ\u00e7\u00e3o de produtos de valor agregado de 6 milh\u00f5es de litros por dia.<\/p>\n<p> Inicialmente, 39 uni\u00f5es de produtores de leite em 12 estados estar\u00e3o envolvidos no projeto. O governo disse que ser\u00e3o criadas oportunidades de emprego direto para cerca de 40 mil pessoas.\u00a0<\/p>\n<p> Em 15\/09\/17 - 1 R\u00fapia Indiana = US$ 0,01557<br \/> 64,1032 R\u00fapia Indiana = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/> (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Languiru integra ranking anual do jornal Valor Econ\u00f4mico com as maiores empresas do Brasil<\/strong><\/div>\n<div> A Cooperativa Languiru integra o ranking Valor 1000 - Maiores Empresas 2017, publica\u00e7\u00e3o anual do jornal Valor Econ\u00f4mico, do Grupo Globo, cuja divulga\u00e7\u00e3o ocorreu na edi\u00e7\u00e3o no. 17, revista publicada no \u00faltimo m\u00eas de agosto.<\/p>\n<p> No ranking geral nacional, a Cooperativa Languiru figura na 450\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre as 1000 empresas, cooperativas ou n\u00e3o (era 483\u00ba no ranking que considerava os \u00edndices de 2015). Levando em conta apenas as cooperativas que integram o ramo agropecu\u00e1rio, a Languiru figura na 21\u00aa posi\u00e7\u00e3o no Brasil. Nesse mesmo ramo agropecu\u00e1rio nacional, a Languiru est\u00e1 em 4\u00ba lugar no crit\u00e9rio de crescimento sustent\u00e1vel (varia\u00e7\u00e3o da receita l\u00edquida sobre varia\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio ajustado).<\/p>\n<p> Numa an\u00e1lise mais detalhada, a Languiru surge na 26\u00aa posi\u00e7\u00e3o no Brasil entre as empresas do ramo agropecu\u00e1rio, cooperativas ou n\u00e3o. Considerando este mesmo crit\u00e9rio, no Rio Grande do Sul a Languiru \u00e9 a 4\u00aa colocada do setor agropecu\u00e1rio, sejam essas empresas cooperativas ou n\u00e3o.<\/p>\n<p> Em se tratado das cooperativas ranqueadas pelo Valor 1000, a Languiru figura no 3\u00ba lugar entre as maiores do ramo agropecu\u00e1rio no Rio Grande do Sul. Levando em conta a realidade local, a Languiru \u00e9 a primeira cooperativa do Vale do Taquari a figurar no ranking do Valor Econ\u00f4mico.<\/p>\n<p> <u>Cen\u00e1rio<\/u><br \/> No espa\u00e7o da Carta ao Leitor da revista Valor 1000, o texto destaca o ambiente de incerteza que assombra os cen\u00e1rios pol\u00edtico e econ\u00f4mico do pa\u00eds e como as maiores empresas brasileiras enfrentaram esse grande desafio, com foco na excel\u00eancia da gest\u00e3o e estrat\u00e9gias bem-sucedidas de consolida\u00e7\u00e3o em seus setores.<\/p>\n<p> Na sess\u00e3o que trata especificamente do agroneg\u00f3cio no atual exerc\u00edcio, texto editado pelo rep\u00f3rter Lauro Veiga Filho enfatiza os volumes produtivos elevados, \u00edndice que pode compensar parte da queda nos pre\u00e7os. \"O desempenho da agropecu\u00e1ria, al\u00e9m de ajudar a segurar a infla\u00e7\u00e3o, puxou a economia como um todo no primeiro trimestre deste ano\", escreveu, acrescentando que o crescimento da produ\u00e7\u00e3o dever\u00e1 contribuir para compensar perdas eventuais em outros setores da economia.<\/p>\n<p> Ainda analisando o desempenho do setor agropecu\u00e1rio, o rep\u00f3rter Cristiano Zaia escreveu sobre a s\u00e9ria crise da carne brasileira, desencadeada pela Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca e aprofundada pela dela\u00e7\u00e3o premiada de executivos da JBS, \"abrindo um mar de incertezas para as empresas do segmento, embora o agroneg\u00f3cio tenha puxado a volta do crescimento da economia nacional\". Nesse contexto, ele fala do case da Nutriza Agroindustrial, dona da marca Friato, companhia que pelo terceiro ano consecutivo \u00e9 vencedora no setor de agropecu\u00e1ria de Valor 1000. A empresa com base em Pires do Rio\/GO, distante 140Km da capital Goi\u00e2nia, pontuou em sete dos oito crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o. Atua nos mercados de carnes congeladas e embutidos, ra\u00e7\u00f5es animais e derivados de soja, tendo como sua principal mat\u00e9ria-prima o frango.<\/p>\n<p> <u>Como \u00e9 feito o ranking<\/u><br \/> Conforme consta detalhadamente na revista, o ranking \u00e9 elaborado a partir de diferentes an\u00e1lises. As empresas preenchem question\u00e1rio com informa\u00e7\u00f5es sobre o perfil do neg\u00f3cio, setor de atua\u00e7\u00e3o, perfil dos produtos e servi\u00e7os, composi\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria e disponibilizam os \u00faltimos tr\u00eas balan\u00e7os consolidados. Serasa Experian e Valor tamb\u00e9m captam essas informa\u00e7\u00f5es de fonte p\u00fablica.<\/p>\n<p> O agrupamento das companhias se d\u00e1 em 28 diferentes setores. Todas as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o analisadas e auditadas pela Serasa, pelo Valor e pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas. Em 2016 foram quatro mil empresas mapeadas, conforme escreveu o rep\u00f3rter Felipe Datt.<\/p>\n<p> Os crit\u00e9rios utilizados por Valor 1000 no ranking das maiores t\u00eam a chancela da Escola de Administra\u00e7\u00e3o de Empresas da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas de S\u00e3o Paulo e da Serasa Experian. A classifica\u00e7\u00e3o final considera a pontua\u00e7\u00e3o obtida pelas empresas em oito crit\u00e9rios: receita l\u00edquida, crescimento sustent\u00e1vel, margem da atividade, giro do ativo, margem Ebitda, rentabilidade, liquidez corrente e cobertura de juros.<\/p>\n<p> <u>Melhor momento da Languiru<\/u><br \/> Para o presidente da Languiru, Dirceu Bayer, a presen\u00e7a e evolu\u00e7\u00e3o da Languiru no ranking Valor 1000 refletem o melhor momento vivido pela cooperativa. \"Depois de enfrentarmos grandes dificuldades, as perspectivas de futuro s\u00e3o muito otimistas. Entre erros e acertos, \u00e9 poss\u00edvel comemorar muito mais acertos, o que coloca a Languiru nesta situa\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel, apesar da crise, moral e \u00e9tica, que assola a nossa economia e pol\u00edtica nacional\", avalia.<br \/> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<br \/> O presidente ressalta que a crise ensina grandes li\u00e7\u00f5es. \"Estamos fazendo o 'dever de casa' e hoje colhemos os frutos do processo de gest\u00e3o eficiente e do uso de ferramentas de controle. \u00c9 fundamental manter o otimismo, trabalhar em conjunto, valorizando a confian\u00e7a e dedica\u00e7\u00e3o de todos os associados e colaboradores. Quando tudo isso passar, vamos estar muito melhores, pois aproveitamos a crise para fazer o que precisa ser feito. \u00c9 a Cooperativa Languiru alimentando gera\u00e7\u00f5es com muita seriedade e compet\u00eancia, destacando o Vale do Taquari a n\u00edvel de cen\u00e1rio nacional\", frisa Bayer, mencionando outros recentes pr\u00eamios conquistados, como Destaque Mercadol\u00f3gico no 45\u00ba Pr\u00eamio Exporta\u00e7\u00e3o RS e posi\u00e7\u00e3o destacada no Pr\u00eamio Quem \u00e9 Quem (3\u00ba lugar Social, 4\u00ba lugar Econ\u00f4mico-Financeiro, 4\u00ba lugar Sustentabilidade e 12\u00ba lugar entre as empresas exportadoras de carne su\u00edna).<\/p>\n<p> <u>Acreditar no potencial<\/u><br \/> O vice-presidente da Languiru, Renato Kreimeier, tamb\u00e9m avalia a evolu\u00e7\u00e3o da cooperativa. \"Na \u00faltima d\u00e9cada a Languiru cresceu muito e resgatou sua credibilidade no mercado, fruto da gest\u00e3o e do trabalho comprometido de todos os colaboradores e associados. A marca Languiru est\u00e1 cada vez mais consolidada no mercado nacional e internacional, tornando-se refer\u00eancia em produtos diferenciados e de qualidade\", ressalta.<\/p>\n<p> Kreimeier acrescenta que o atual momento da Languiru coroa o trabalho de associados e colaboradores, dos Conselhos de Administra\u00e7\u00e3o e Fiscal. \"A Languiru atravessa um per\u00edodo de mudan\u00e7a cultural, cujo foco do trabalho est\u00e1 no associado, na redu\u00e7\u00e3o de despesas e no resultado. Toda essa dedica\u00e7\u00e3o reflete no desempenho da Languiru, a cooperativa est\u00e1 forte e s\u00f3lida, com perspectivas de futuro muito otimistas. Crises sempre v\u00e3o existir, mas precisamos acreditar no nosso potencial\", conclui o vice-presidente. (Assessoria de Imprensa Languiru)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Dia de Campo do Leite apresenta tecnologias para o setor<br \/> A Embrapa Clima Tempero promove, no dia 4 de outubro, o Dia de Campo Institucional do Leite junto \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Terras Baixas. O evento ocorre a partir das 9 horas, no audit\u00f3rio da unidade, em Cap\u00e3o do Le\u00e3o (RS). Durante o dia, ser\u00e3o apresentadas as tecnologias da Embrapa que ajudam a resolver as demandas do setor e promover o interc\u00e2mbio e a articula\u00e7\u00e3o com os diversos representantes da cadeia produtiva. A visita\u00e7\u00e3o para estudantes de universidades e escolas t\u00e9cnicas ocorrer\u00e1 das 9h \u00e0s 12h e a abertura oficial ser\u00e1 \u00e0s 13h. O evento deve se estender at\u00e9 \u00e0s 17h. De acordo com o pesquisador respons\u00e1vel pelo evento, Rog\u00e9rio Dereti, o Dia de Campo Institucional do Leite \u00e9 de grande import\u00e2ncia para Embrapa divulgar os trabalhos de pesquisa que vem realizando durante o ano. \"N\u00f3s mostramos a import\u00e2ncia das boas pr\u00e1ticas e o que elas s\u00e3o\", explicou o pesquisador sobre a a\u00e7\u00e3o. Segundo ele, esta \u00e9 uma oportunidade para os produtores tirarem as d\u00favidas que possuem sobre a atividade. \"Mostramos solu\u00e7\u00f5es para os problemas do dia a dia dos produtores\", ressaltou Dereti. O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) estar\u00e1 presente no Dia de Campo. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de setembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.586 \u00a0 \u00a0 \u00a0Leite uruguaio provoca discuss\u00e3o sobre bloco O crescimento da importa\u00e7\u00e3o de leite do Uruguai, e a discuss\u00e3o do governo brasileiro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/18\/18-09-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/09\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1715","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1715","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1715"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1715\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1715"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1715"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1715"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}