{"id":1703,"date":"2017-09-11T17:45:01","date_gmt":"2017-09-11T17:45:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/11\/11-09-2017\/"},"modified":"2017-09-11T17:45:01","modified_gmt":"2017-09-11T17:45:01","slug":"11-09-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/11\/11-09-2017\/","title":{"rendered":"11\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 11 de setembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.581<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Compra emergencial de leite \u00e9 prioridade do setor l\u00e1cteo no Pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p> Sem o avan\u00e7o nos pleitos para barrar a entrada de leite em p\u00f3 uruguaio no Brasil, produtores e ind\u00fastrias do setor l\u00e1cteo v\u00e3o se centrar e unir suas for\u00e7as em torno da compra governamental. A medida emergencial \u00e9 considerada fundamental para aliviar o setor, e a press\u00e3o concentrada ter\u00e1 in\u00edcio nesta ter\u00e7a-feira, em um encontro entre representantes do setor e de diferentes minist\u00e9rios, todos em torno da mesa que dever\u00e1 ser capitaneada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. O setor est\u00e1 em crise mais acentuada desde o in\u00edcio do ano devido, em boa parte, ao produto que entra do Uruguai, sem limites de cotas. O baixo pre\u00e7o do leite uruguaio est\u00e1 sorvendo o lucro e dominando uma parcela consider\u00e1vel do mercado nacional. De acordo com a Carlos Joel da Silva, presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), nos \u00faltimos dois anos, 19 mil pessoas j\u00e1 deixaram a produ\u00e7\u00e3o no Estado.\u00a0<\/p>\n<p> A justicativa \u00e9 o pre\u00e7o, que, desde o in\u00edcio do ano, caiu cerca de R$ 0,30 por litro, colocando no ralo cerca de R$ 100 milh\u00f5es mensais que deveriam ir para o bolso do produtor. O c\u00e1lculo \u00e9 do presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat), Alexandre Guerra. De acordo com o executivo, outros R$ 200 milh\u00f5es deixam de ser faturados pela ind\u00fastria ga\u00facha a cada m\u00eas, e vai piorar se o governo n\u00e3o zer nada, diz o executivo. \"Isso tudo \u00e9 dinheiro que deixa de girar na economia local. A ind\u00fastria pode come\u00e7ar a fechar portas em 2018. Como a quest\u00e3o com o Uruguai n\u00e3o avan\u00e7a, o governo precisa fazer uma compra emergencial, para ontem, para equilibrar o mercado, ou ter\u00e1 problemas para abastecer o mercado interno logo, logo\", alerta Guerra. No encontro com Padilha, agendando pelo deputado federal Covatti Filho (PP-RS), tamb\u00e9m participar\u00e3o representantes do setor e deputados do Paran\u00e1 e de Santa Catarina.\u00a0<\/p>\n<p> A ideia \u00e9 convencer o governo federal a comprar 50 mil toneladas de leite em p\u00f3 e 400 milh\u00f5es de litros UHT para escolas e projetos sociais, por exemplo, o que daria vaz\u00e3o aos estoques. \"\u00c9 por isso que estar\u00e1 l\u00e1, tamb\u00e9m, um representante do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social, por exemplo. Agora, estamos entrando em uma fase de urg\u00eancia, e a prioridade \u00e9 garantir essa aquisi\u00e7\u00e3o, e por um valor acima do que o governo tem como base, R$ 11,80 o quilo do leite em p\u00f3, isso mal cobre o custo. Precisamos de no m\u00ednimo R$ 14,30 para o produto em p\u00f3 e R$ 2,20 para o u\u00eddo\", alerta o presidente do Sindilat.\u00a0<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Ainda que o foco mais urgente seja a compra governamental, o grupo tamb\u00e9m buscar\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o internacional, por meio do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os. Covatti Filho ressalta que, em breve, vencer\u00e1 o acordo de cotas estabelecido para ingresso de leite em p\u00f3 argentino no Brasil, agravando um cen\u00e1rio inundado pelo leite uruguaio. \"Os argentinos j\u00e1 sinalizam que querem a mesma liberdade uruguaia para vender para c\u00e1. Antes que tenha de abrir mercado aos dois e quebrar ind\u00fastria e produtor, \u00e9 melhor que o governo d\u00ea um jeito de limitar a importa\u00e7\u00e3o do Uruguai\", defende Covatti Filho. Para o presidente da Fetag, que tamb\u00e9m ressalta a necessidade de compras governamentais urgentes, outra a\u00e7\u00e3o que pode ser adotada pela Uni\u00e3o \u00e9 segurar licen\u00e7as de importa\u00e7\u00f5es, emergencialmente. \"Assim estancar\u00e1 um pouco essa entrada. Se continuar entrando o que ingressou nos \u00faltimos meses, mais produtores v\u00e3o seguir parando com a produ\u00e7\u00e3o\", diz Silva. De acordo com o presidente da Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Estado (Apil), Wlademir Dall'Bosco, falando sobre o tema durante a Expointer, entre 10 mil e 15 mil produtores ga\u00fachos ainda devem deixar a atividade leiteira em dois anos se n\u00e3o houver solu\u00e7\u00e3o para o caso neste ano.\u00a0<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2398\" style=\"width: 700px; height: 393px;\" \/><\/p>\n<p> O QUE EST\u00c1 OCORRENDO COM O SEGMENTO<br \/> Assim com o Rio Grande do Sul, o Uruguai \u00e9 um grande produtor de leite, mas, ao contr\u00e1rio<br \/> do Estado, tamb\u00e9m \u00e9 um importante player mundial. O Uruguai tem boa parte do seu foco produtivo e industrial nas exporta\u00e7\u00f5es. E sofreu dois revezes nesse segmento nos \u00faltimos anos, no mercado europeu e no mercado venezuelano. Em 2012, com pouco leite em p\u00f3 nos estoques mundiais e o pre\u00e7o valorizado, o produto tornou-se ainda mais relevante para as exporta\u00e7\u00f5es uruguaias, com foco nos pa\u00edses europeus e na Venezuela, por exemplo. O alimento em p\u00f3 tem como grande vantagem o f\u00e1cil transporte em rela\u00e7\u00e3o ao leite flu\u00eddo, o que estimula as exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> Em 2015, por\u00e9m, a Europa extinguiu as cotas que fixavam patamares de produ\u00e7\u00e3o para os seus produtores. A produ\u00e7\u00e3o local aumentou, e o produto uruguaio perdeu espa\u00e7o. O mesmo ocorreu com outro importante parceiro do pa\u00eds, mas por outro motivo. A crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica na Venezuela se agravou, a demanda caiu, e muitas empresas deram calote e n\u00e3o pagaram as ind\u00fastrias uruguaias, e quem pagou reduziu encomendas.<\/p>\n<p> Sem receber dos venezuelanos, a ind\u00fastria uruguaia tamb\u00e9m parou de mandar o produto, que se avolumava em estoques j\u00e1 crescentes pela redu\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es \u00e0 Europa. O produto, especialmente a partir de 2016, come\u00e7ou a ser redirecionado ao Brasil. O Uruguai produziu 1,7 bilh\u00e3o de litros de leite em 2016 e consumiu 700 milh\u00f5es de litros. Segundo dados divulgados pelo pr\u00f3prio pa\u00eds, o saldo, se convertido em p\u00f3, renderia 120 mil toneladas. S\u00f3 o Brasil recebeu 100 mil toneladas de leite em p\u00f3 naquele ano.<\/p>\n<p> Ao contr\u00e1rio da Argentina, que tem acordo que limita a certo volume de ingresso as exporta\u00e7\u00f5es ao Brasil, o Uruguai n\u00e3o tem acordo. E, pela regras do Mercosul, n\u00e3o se pode impor cotas para neg\u00f3cios dentro de pa\u00edses do grupo sem um acordo.<\/p>\n<p> O problema \u00e9 que a balan\u00e7a comercial uruguaia j\u00e1 \u00e9 deficit\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil e, para negociar cotas, o Uruguai diz que ficar\u00e1 ainda mais desequilibrado na balan\u00e7a e deixar\u00e1 de comprar outros itens do Brasil, como eletrodom\u00e9sticos e carros brasileiros, e o governo teria de tamb\u00e9m aceitar limita\u00e7\u00f5es uruguaias aos produtos brasileiros. (Jornal do Com\u00e9rcio)\u00a0<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/span>A SA\u00cdDA \u00c9 ELEVAR A PRODUTIVIDADE<\/strong><br \/> ANDR\u00c9 SALLES, CEO DA LACTALIS NO BRASIL<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2399\" style=\"width: 500px; height: 417px;\" \/><\/p>\n<p> Com passagens por Vonpar e Brasil Kirin, o carioca Andr\u00e9 Salles acaba de assumir como CEO da Lactalis no Brasil. A partir de agora \u00e0 frente da maior ind\u00fastria de latic\u00ednios do Estado e uma das l\u00edderes nacionais, respondeu a uma s\u00e9rie de questionamentos de Zero Hora sobre a pol\u00edtica da empresa em rela\u00e7\u00e3o aos produtores, aten\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade da mat\u00e9ria-prima e estrat\u00e9gia comercial. Uma das metas \u00e9 aumentar em 30% a produtividade dos criadores. Francesa, a Lactalis chegou ao Estado em 2014, com a aquisi\u00e7\u00e3o de ativos da LBR e da BRF. No horizonte, o posto de maior companhia do setor no pa\u00eds. Leia abaixo as principais respostas de Salles.<\/p>\n<p> Crise dos pre\u00e7os pagos ao produtor de leite<br \/> O mercado de leites no Brasil, pela aus\u00eancia de regula\u00e7\u00e3o dos excessos da safra (existente em outros pa\u00edses), opera em ciclos de alta e baixa conforme a demanda. Entendemos que no pr\u00f3ximo m\u00eas j\u00e1 deveremos ter uma estabiliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, com retomada de valor no mercado interno.<\/p>\n<p> Como chegar ao equil\u00edbrio<br \/> O Rio Grande do Sul \u00e9 o segundo maior produtor do Brasil, com cerca 4 bilh\u00f5es de litros (ano). O consumo local \u00e9 de apenas 40% desse volume. \u00c9 preciso vender 60% dos volumes captados e produzidos localmente em outros Estados. Ocorre que existem outras regi\u00f5es produtoras no Brasil com as mesmas oscila\u00e7\u00f5es em volume e necessidade de escoamento e, por vezes, os pre\u00e7os praticados na disputa de mercado s\u00e3o muito agressivos. A sa\u00edda para estabiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a melhoria da produtividade, para ter um produto final competitivo em outros Estados e, inclusive, pa\u00edses, com produtores bem remunerados.<\/p>\n<p> <em>\"A sa\u00edda para estabiliza\u00e7\u00e3o do mercado \u00e9 a melhoria da produtividade, para ter um produto final competitivo em outros Estados e, inclusive, pa\u00edses, com produtores bem remunerados.\"<\/em><\/p>\n<p> Perfil de produtor<br \/> Trabalhamos com 8 mil produtores no Rio Grande do Sul, de todos os perfis de volume poss\u00edveis, com leite de excelente qualidade. Cerca de 70% s\u00e3o produtores de at\u00e9 300 litros di\u00e1rios. O desafio \u00e9 ajud\u00e1-los a aumentar a produtividade. Para isso, criamos programa gratuito chamado Lactaleite, onde trabalhamos o aumento de 30% da produtividade m\u00e9dia desses parceiros. Mais de 1 mil produtores no RS j\u00e1 aderiram, o que deve melhorar a competitividade do produto final e a rentabilidade do pecuarista.<\/p>\n<p> Pol\u00edtica de remunera\u00e7\u00e3o<br \/> Remuneramos por qualidade. Contabilizamos uma s\u00e9rie de indicadores t\u00e9cnicos que permitem incentivar os produtores que entregam leite cru com caracter\u00edsticas de pureza. Isso \u00e9 indispens\u00e1vel para a qualidade da nossa mat\u00e9ria-prima e \u00e9 muito importante na nossa vis\u00e3o de mercado.<\/p>\n<p> <em>\"A Lactalis implantou uma s\u00e9rie de an\u00e1lises com padr\u00e3o europeu, de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, em suas plataformas de recebimento de leite, t\u00e3o logo chegou ao Brasil.<\/em><\/p>\n<p> Cuidado com fraudes<br \/> A Lactalis implantou uma s\u00e9rie de an\u00e1lises com padr\u00e3o europeu, de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, em suas plataformas de recebimento de leite, t\u00e3o logo chegou ao Brasil. Passou a remunerar transportadores somente por quil\u00f4metro rodado, e n\u00e3o por volume transportado, o que \u00e9 muito importante. Fixamos severos padr\u00f5es de qualidade e manuten\u00e7\u00e3o nas carretas, auditadas periodicamente. Em alguns casos, inclusive, criamos rotas com caminh\u00f5es pr\u00f3prios para demonstra\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o exigido. Asseguramos que 100% do leite \u00e9 rigorosamente analisado antes do seu recebimento nas unidades beneficiadoras. A triagem do leite nas plataformas, por meio de testes rigorosos, garante a industrializa\u00e7\u00e3o de produtos com alto padr\u00e3o de qualidade.<\/p>\n<p> O que falta para o Brasil se tornar exportador de leite<br \/> Precisamos melhorar a competitividade, o que passa pelo aumento da produtividade no campo. Com assist\u00eancia t\u00e9cnica, correta aplica\u00e7\u00e3o dos insumos e gen\u00e9tica adequada \u00e9 poss\u00edvel produzir com custos menores e ter um produtor melhor remunerado. Assim, teremos competitividade para exportar nossos produtos l\u00e1cteos para outros pa\u00edses e regulamos o mercado interno. Temos uma \u00f3tima not\u00edcia: estamos em meio a um processo de exporta\u00e7\u00e3o de queijos, bebidas l\u00e1cteas e outros produtos l\u00e1cteos produzidos no Rio Grande do Sul para Argentina e Uruguai. Isso \u00e9 in\u00e9dito e s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel pela for\u00e7a das nossas marcas internacionais Pr\u00e9sident e Parmalat naqueles mercados. Nossa expectativa \u00e9 de que esses volumes cres\u00e7am junto com a produtividade local para que possamos ajudar ainda mais na regula\u00e7\u00e3o do mercado ga\u00facho.<\/p>\n<p> Importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 pela empresa.<br \/> Isso n\u00e3o procede.<\/p>\n<p> Marcas internacionais fabricadas no RS<br \/> O foco da empresa nesse momento \u00e9 o desenvolvimento da Pr\u00e9sident, Eleg\u00ea, Batavo e Parmalat. Com Pr\u00e9sident, estamos complementando nossa linha de queijos, possibilitando acesso ao consumidor a distintos tipos de queijo especiais, al\u00e9m de mussarela, prato, requeij\u00e3o e queijos frescos.<\/p>\n<p> Diferen\u00e7a de pagamento em rela\u00e7\u00e3o ao mercado<br \/> O objetivo \u00e9 pagar o pre\u00e7o do mercado. Se pagar mais, perdemos competitividade para vender os volumes que compramos de nossos produtores. Se pagamos menos, o produtor perde rentabilidade e corre o risco de ter que baixar a produ\u00e7\u00e3o. Nosso objetivo n\u00e3o \u00e9 ter uma pol\u00edtica agressiva. Ao contr\u00e1rio. Queremos desenvolver a produ\u00e7\u00e3o de nossos fornecedores reduzindo o custo por meio da assist\u00eancia t\u00e9cnica, da disponibiliza\u00e7\u00e3o de insumos com pre\u00e7os competitivos, de excelente qualidade e com desconto na folha de pagamento atrav\u00e9s do nosso Clube do Produtor de Leite Lactalis. Nos orgulhamos de adquirir mais de 900 milh\u00f5es de litros de leite apenas no RS, o que representa quase um quarto de todo o leite do Estado, e vendemos 80% desse volume, ou seja, cerca de 720 milh\u00f5es de litros de leite, em produtos l\u00e1cteos para outros Estados. Sabemos da nossa import\u00e2ncia para o equil\u00edbrio da produ\u00e7\u00e3o local e, por isso, fizemos do Rio Grande do Sul nossa principal base \"exportadora\" de leite no pa\u00eds.<\/p>\n<p> Aquisi\u00e7\u00f5es, ap\u00f3s tentativa de comprar a Vigor<br \/> A Lactalis n\u00e3o comenta rumores de mercado. Por outro lado, podemos assegurar que nossa vis\u00e3o \u00e9 ser a maior empresa de l\u00e1cteos no Brasil e, neste momento, nossa prioridade \u00e9 consolidar nossas atividades atuais. (Zero Hora)<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>\"EM UM M\u00caS, A INDUSTRIA PERDEU R$ 200 MILH\u00d5ES EM FATURAMENTO E, OS PRODUTORES R$ 100 MILH\u00d5ES\" ALEXANDRE GUERRA PRESIDENTE SINDILAT\" <\/em>(Zero Hora)<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de setembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.581 \u00a0 Compra emergencial de leite \u00e9 prioridade do setor l\u00e1cteo no Pa\u00eds Sem o avan\u00e7o nos pleitos para barrar a entrada de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/11\/11-09-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/09\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1703","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1703","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1703"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1703\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1703"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1703"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1703"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}