{"id":17005,"date":"2025-06-02T19:51:05","date_gmt":"2025-06-02T19:51:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=17005"},"modified":"2025-06-02T19:52:56","modified_gmt":"2025-06-02T19:52:56","slug":"02-06-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/06\/02\/02-06-2025\/","title":{"rendered":"02\/06\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 02 de junho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.404<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Desistir n\u00e3o \u00e9 op\u00e7\u00e3o: a hist\u00f3ria da pecuarista que superou desafios pessoais e crises no setor para se manter na pecu\u00e1ria leiteira no Rio Grande do Sul<\/b><\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria da pecuarista Rosane Sabiel, do interior do Rio Grande do Sul, representa a hist\u00f3ria da pecu\u00e1ria leiteira brasileira, que \u00e9 marcada por persist\u00eancia, supera\u00e7\u00e3o e uma rotina onde o recome\u00e7o virou regra. Enquanto o setor enfrenta uma sequ\u00eancia de desafios \u2014 da concorr\u00eancia com o leite importado do Mercosul, os altos custos de produ\u00e7\u00e3o, efeitos da pandemia e, mais recentemente, as enchentes no Estado \u2014, Rosane tamb\u00e9m precisou lutar com diversos obst\u00e1culos pessoais para seguir na atividade.<\/p>\n<p>Na propriedade familiar Granja Santo Ant\u00f4nio, localizada no munic\u00edpio de Carlos Barbosa, Rosane cresceu envolvida na produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as, atividade que garante o sustento da fam\u00edlia atrav\u00e9s da comercializa\u00e7\u00e3o no CEASA da capital ga\u00facha. Paralelamente, a fam\u00edlia possu\u00eda uma pequena cria\u00e7\u00e3o de gado leiteiro, com o objetivo de atender \u00e0s necessidades do consumo familiar.<\/p>\n<p>A produtora relembra que foi na inf\u00e2ncia, observando a dedica\u00e7\u00e3o da av\u00f3 ao rebanho de vacas holandesas, que a paix\u00e3o pela pecu\u00e1ria de leite come\u00e7ou a florescer. Apesar da pouca idade, Rosane j\u00e1 possu\u00eda uma vis\u00e3o clara sobre a import\u00e2ncia da qualifica\u00e7\u00e3o e da ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias para impulsionar a produtividade e o crescimento do rebanho.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cQuem sempre cuidou do rebanho foi minha av\u00f3 paterna. Com ela, eu aprendi&nbsp; a cuidar e amar dos animais. Quando eu tinha 12 anos,&nbsp; a minha av\u00f3 machucou o joelho e n\u00e3o conseguiu mais fazer os tratos e nem a ordenha. Ent\u00e3o, eu comecei a trabalhar mais intensivamente. E naquela \u00e9poca, era tudo ordenha manual\u201d, comentou ao Not\u00edcias Agr\u00edcolas.&nbsp;<\/p>\n<p>Aos 14 anos, Rosane come\u00e7ou a investir em sua forma\u00e7\u00e3o na bovinocultura leiteira atrav\u00e9s de cursos pr\u00e1ticos ministrados por t\u00e9cnicos da cooperativa do munic\u00edpio. \"Aprendi insemina\u00e7\u00e3o artificial, manejo do rebanho, nutri\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m como lidar com os animais quando adoeciam\", explica.<\/p>\n<p>Conforme a an\u00e1lise da Coordenadora de Leite e Derivados do Sebrae\/RS, Aline Balbinoto, a atividade leiteira historicamente desempenhou um papel coadjuvante nas economias das propriedades, sendo os rendimentos destinados \u00e0 quita\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00f5es financeiras b\u00e1sicas, como as despesas de supermercado. \"Tradicionalmente, a pecu\u00e1ria leiteira era gerida pelas mulheres e seus lucros eram voltados para as necessidades alimentares da fam\u00edlia\", aponta.<\/p>\n<p>A Coordenadora destaca as diversas mudan\u00e7as pelas quais o setor tem passado nos \u00faltimos anos, marcadas pela transi\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es, em que os filhos est\u00e3o buscando investir em qualifica\u00e7\u00e3o e tecnologia para impulsionar a rentabilidade na atividade.<\/p>\n<p>\u201cNo Sebrae, notamos uma prefer\u00eancia dos propriet\u00e1rios das fazendas para que seus sucessores se qualifiquem por meio de cursos e apliquem o conhecimento adquirido na gest\u00e3o da propriedade\u201d, informou.<\/p>\n<p>O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) observa que alguns fatores t\u00eam motivado a sa\u00edda dos produtores da atividade, por\u00e9m a melhora na rentabilidade nos \u00faltimos dois anos tem incentivado alguns produtores a continuarem. Segundo a entidade, esse cen\u00e1rio tem sido decisivo para atrair e manter jovens no campo, estimulando o processo de sucess\u00e3o familiar.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 a rentabilidade que motiva o produtor a permanecer na atividade, especialmente os mais jovens\u201d, avalia Darlan Palharini, secret\u00e1rio executivo do Sindilat. Ele destaca que, diante de um ambiente mais favor\u00e1vel, tem crescido o n\u00famero de filhos que optam por seguir ao lado dos pais na produ\u00e7\u00e3o, dando continuidade ao neg\u00f3cio familiar.<\/p>\n<p>Para o sindicato, esse movimento \u00e9 essencial para evitar o abandono da pecu\u00e1ria leiteira e garantir o andamento do setor a longo prazo. \u201cQuando h\u00e1 planejamento e participa\u00e7\u00e3o ativa da nova gera\u00e7\u00e3o, vemos a sucess\u00e3o acontecer de forma mais estruturada, o que fortalece toda a cadeia produtiva\u201d, conclui Palharini.<\/p>\n<p>Para Rosane, os primeiros desafios na atividade come\u00e7aram ainda crian\u00e7a, na qual sempre foi marcado por seus esfor\u00e7os em convencer a fam\u00edlia sobre a import\u00e2ncia de investir no setor. No entanto, o pai n\u00e3o dava a devida aten\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de leite, o que sempre deixou Rosane chateada.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAinda crian\u00e7a meu pai tentou vender o lote de bovinos de leite tr\u00eas vezes, s\u00f3 que a minha m\u00e3e interferiu a meu favor, pois eu sempre caia aos prantos toda vez que tentavam vend\u00ea-las\u201d, relatou.&nbsp;<\/p>\n<p>Quando ela tinha 19 anos, o pai ent\u00e3o comprou uma ordenhadeira \u201cbalde ao p\u00e9\u201d e, naquela \u00e9poca, a produ\u00e7\u00e3o estava em torno de 120 litros&nbsp; a 130 litros\/dia. A atividade permaneceu de forma secund\u00e1ria ainda por um bom tempo, j\u00e1 que Rosane cresceu, se casou e teve dois filhos e continuava ajudando a fam\u00edlia na produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as.<\/p>\n<p>\"Assim como eu sempre gostei do trabalho com a pecu\u00e1ria leiteira, meu pai sempre amou cuidar da horta para vender no CEASA e ele segue se dedicando na atividade com muita convic\u00e7\u00e3o e amor\u201d, relatou.<\/p>\n<p>Assim como na propriedade da fam\u00edlia, a atividade leiteira teve que ficar em segundo plano na vida pessoal de Rosane, que passou por uma separa\u00e7\u00e3o no relacionamento e foi diagnoticada com c\u00e2ncer e depress\u00e3o, assim&nbsp; precisou se afastar de todo o trabalho agr\u00edcola.<\/p>\n<p>\u201cDurante o per\u00edodo que eu estive doente, eu precisei vender meu ve\u00edculo para custear o meu tratamento de sa\u00fade j\u00e1 que o plano se recusou a pagar meu tratamento. Naquele momento, a minha vida estava acima de tudo e quando estivesse recuperada tinha certeza que iria recome\u00e7ar novamente\u201d, disse Saibel.<\/p>\n<p>Assim que se recuperou do tratamento de sa\u00fade, Rosane decidiu buscar oportunidade de trabalho fora do campo j\u00e1 que n\u00e3o podia ficar exposta ao sol e ter contato com os produtos qu\u00edmicos. Foi ent\u00e3o que come\u00e7ou a realizar fretes e ganhar dinheiro como caminhoneira. \u201cFoi um per\u00edodo muito complicado, pois exigia que eu ficasse longe dos meus filhos e muito tempo na estrada, pricipalmente de madrugada\u201d, comentou.<\/p>\n<p>Rosane recordou o in\u00edcio de sua trajet\u00f3ria, quando auxiliava a av\u00f3 no manejo do rebanho, ent\u00e3o decidiu fazer uma proposta para o seu pai e disse que iria ter sucesso com a produ\u00e7\u00e3o de leite. Depois de muitas conversas e negocia\u00e7\u00f5es, o pai aceitou que ela continuasse investindo na pecu\u00e1ria leiteira, mas com a contrapartida de cobran\u00e7a de uma porcentagem do uso da estrutura e maquin\u00e1rios da propriedade.<\/p>\n<p>Assim, em janeiro de 2019, tomando como um grande desafio pessoal, Rosane passou a manejar sozinha do rebanho de vacas de leite mesmo com poucos recursos financeiros e tendo 17 animais no plantel (10 vacas em lacta\u00e7\u00e3o e 7 terneiras). Com orienta\u00e7\u00e3o do t\u00e9cnico da cooperativa, come\u00e7ou a reformula\u00e7\u00e3o das dietas e passou a trabalhar exclusivamente com a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>\u201cNo in\u00edcio, a propriedade comprava os insumos para a alimenta\u00e7\u00e3o animal e depois investimos na produ\u00e7\u00e3o de feno de pr\u00e9-secado, silagem de milho e feno de azev\u00e9m\u201d, disse.<\/p>\n<p>Determinada em tornar a atividade mais eficiente e produtiva, a produtora come\u00e7ou a investir na atividade com recursos pr\u00f3prios e \u00e0 medida que juntava o dinheiro com o trabalho. Dentre os investimentos realizados est\u00e1 a amplia\u00e7\u00e3o do confinamento, compra de animais, investiu em uma nova ordenhadeira, plataforma basculante, grade aradora, uma semeadora adubadora com acoplamento, pulverizador com comando hidr\u00e1ulico, segadeira para cortar pasto, ancinho, rolo compactador, espalhador de esterco com acionamento hidr\u00e1ulico de 4000L e dois tratores para as opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cOs investimentos s\u00e3o necess\u00e1rios para se manter na atividade, mas eu costumo falar que eu invisto conforme a perna aguenta. Eu n\u00e3o fa\u00e7o nada que vai me prejudicar e comprometer o meu trabalho\u201d, comentou.<\/p>\n<p>Rosane decidiu buscar financiamento banc\u00e1rio apenas uma vez para adquirir dois tratores, mas que precisavam ser da cor rosa, pois al\u00e9m de ser um sonho pessoal a cor era uma demonstra\u00e7\u00e3o de toda a&nbsp; for\u00e7a, empenho e dedica\u00e7\u00e3o das mulheres rurais, que apesar das diversidades n\u00e3o desistem da atividade.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEra o meu sonho e n\u00e3o iria desistir disso t\u00e3o f\u00e1cil, eu fiz um financiamento junto ao banco e j\u00e1 quitei h\u00e1 dois anos com todo o meu empenho no trabalho\u201d, completou. Com os investimentos realizados nos \u00faltimos quatros anos, a produ\u00e7\u00e3o leiteira passou de 120 a 130 litros\/dia para uma produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 500 a 600 litros\/dia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Not\u00edcias Agr\u00edcolas, editadas pelo Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<p><b>CEPEA: pre\u00e7o do leite volta a recuar<br \/>\n<\/b><br \/>\nEm abril, o pre\u00e7o do leite ao produtor caiu 3,3%, chegando a R$ 2,7415\/litro, segundo o Cepea. Apesar da queda, o valor segue 5,7% acima do registrado h\u00e1 um ano, em termos reais.<\/p>\n<p>Pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, mostra que o pre\u00e7o do leite captado em abril caiu 3,3%, chegando a R$ 2,7415\/litro na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d. Ainda assim, o valor \u00e9 5,7% maior que o registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado, em termos reais (deflacionado pelo IPCA de abril).<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. S\u00e9rie de pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelo produtor (l\u00edquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de abril\/2025)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Kajc1eABF0454\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Kajc1eABF0454\"><\/p>\n<p>Os pre\u00e7os do leite ao produtor ca\u00edram em um momento at\u00edpico, mas essa queda se explica pela redu\u00e7\u00e3o da demanda por l\u00e1cteos no mercado final. De acordo com analistas do MilkPoint Mercado, os pre\u00e7os ainda elevados nas g\u00f4ndolas dos supermercados e o menor otimismo para o consumo geral da popula\u00e7\u00e3o t\u00eam refletido em um consumo mais retra\u00eddo, impactando negativamente no volume consumido de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a oferta de leite no campo se manteve firme, mesmo com a chegada da entressafra. O \u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o de Leite (ICAP-L) subiu quase 3% entre mar\u00e7o e abril, um aumento maior do que o normal para essa \u00e9poca. Isso se deve ao clima favor\u00e1vel, \u00e0 boa qualidade da silagem e \u00e0s margens melhores da atividade.<\/p>\n<p>Com a oferta mais est\u00e1vel, o consumo em baixa e a queda na rentabilidade das ind\u00fastrias, o mercado espera que os pre\u00e7os ao produtor sigam caindo no terceiro trimestre. (Milkpoint)<\/p>\n<p><b>Leite\/Am\u00e9rica do Sul<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>Com a chegada do inverno a produ\u00e7\u00e3o de leite sul-americana fica est\u00e1vel<br \/>\n<\/i><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de leite na Am\u00e9rica do Sul encontra-se est\u00e1vel nos principais pa\u00edses produtores com a proximidade do inverno. O clima mais ameno do que o esperado contribuiu positivamente para a produ\u00e7\u00e3o leite durante o outono. Outrossim, alguns observadores indicam que a produ\u00e7\u00e3o de leite nas fazendas, em 2025, est\u00e1 inferior em compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o de 2024. Os relat\u00f3rios indicam que os custos da alimenta\u00e7\u00e3o animal est\u00e3o acess\u00edveis. A demanda dos compradores da regi\u00e3o \u00e9 forte. Os negociantes da Am\u00e9rica do Sul relatam compras intensas recentemente e os pre\u00e7os sobem continuamente, j\u00e1 que os compradores buscam assegurar mercadorias da Argentina e do Uruguai. A demanda brasileira continua forte.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aO21e8ABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aO21e8ABF0416\"><\/p>\n<p>Fonte: Relat\u00f3rio USDA:&nbsp;<br \/>\nhttps:\/\/www.ams.usda.gov\/marketnews\/individual-dairy-market-news-commodityreports#International<br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><i><b>LIVE\/MAPA: Registro de Estabelecimentos no SIF: tudo o que voc\u00ea precisa saber!<br \/>\n<\/b>No dia 4 de junho, \u00e0s 9h30, ser\u00e1 realizada uma live sobre o registro de estabelecimentos no SIF (Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal), transmitida pelo Canal da Enagro no YouTube. O evento, promovido pelo DIPOA\/SDA\/MAPA, apresentar\u00e1 as funcionalidades do sistema dentro da Plataforma SDA Digital e contar\u00e1 com uma sess\u00e3o interativa de perguntas e respostas. A iniciativa \u00e9 voltada a profissionais do setor agropecu\u00e1rio e demais interessados nos servi\u00e7os oferecidos pela Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria. A live \u00e9 uma oportunidade para esclarecer d\u00favidas e conhecer melhor os processos relacionados ao SIF. N\u00e3o perca!<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=FOPPyw4-Yx4\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=FOPPyw4-Yx4\">&nbsp;Clique aqui e assista.<\/a>&nbsp;(Sindilat com informa\u00e7\u00f5es do MAPA).<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 02 de junho de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.404 Desistir n\u00e3o \u00e9 op\u00e7\u00e3o: a hist\u00f3ria da pecuarista que superou desafios pessoais e crises no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/06\/02\/02-06-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/06\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17005","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17005","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17005"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17005\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17009,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17005\/revisions\/17009"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17005"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17005"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17005"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}