{"id":16974,"date":"2025-05-28T17:39:46","date_gmt":"2025-05-28T17:39:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16974"},"modified":"2025-05-28T18:36:08","modified_gmt":"2025-05-28T18:36:08","slug":"28-05-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/05\/28\/28-05-2025\/","title":{"rendered":"28\/05\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 28 de maio de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.401<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Conseleite Santa Catarina<br \/>\n<\/b><br \/>\nA diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 28 de Maio de 2025 atendendo os&nbsp;dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os valores de&nbsp;refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizados no m\u00eas de Abril de 2025 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de&nbsp;refer\u00eancia para o m\u00eas de Maio de 2025.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aDJm71ABF0117\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aDJm71ABF0117\"><\/p>\n<p>O leite padr\u00e3o \u00e9 aquele que cont\u00e9m entre 3,50 e 3,59% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de&nbsp;prote\u00edna, entre 450 e 499 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 251 a 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana&nbsp;e volume individual entregue de at\u00e9 50 litros\/dia. O Conseleite Santa Catarina n\u00e3o precifica leites&nbsp;com qualidades inferiores ao leite abaixo do padr\u00e3o. (Conseleite SC)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<p><b>Irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 ferramenta para aumento da produtividade e competitividade na agroind\u00fastria ga\u00facha<\/b><\/p>\n<p><i>Evento promovido pelo Sistema FIERGS, nesta ter\u00e7a-feira (27), debateu solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para driblar preju\u00edzos por eventos clim\u00e1ticos no RS&nbsp;&nbsp;<br \/>\n<\/i><br \/>\nO investimento em pr\u00e1ticas de irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 apontado como uma importante ferramenta para aumentar a produtividade e a competitividade na agroind\u00fastria ga\u00facha, ajudando a mitigar os preju\u00edzos bilion\u00e1rios causados por eventos clim\u00e1ticos extremos. Somente entre 2020 e 2024, o agroneg\u00f3cio do estado sofreu perdas de R$ 319 bilh\u00f5es devido \u00e0 estiagem, conforme estimativa da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).&nbsp;<\/p>\n<p>Essas considera\u00e7\u00f5es foram apresentadas por especialistas durante o evento Irriga\u00e7\u00e3o e Seguran\u00e7a H\u00eddrica: Caminhos Para a Evolu\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel da Agroind\u00fastria na Reconstru\u00e7\u00e3o do Estado, promovido pelo Sistema FIERGS nesta ter\u00e7a-feira (27). Reunindo autoridades governamentais, representantes da ind\u00fastria, produtores rurais e especialistas t\u00e9cnicos, a iniciativa refor\u00e7ou a urg\u00eancia do debate sobre solu\u00e7\u00f5es concretas para enfrentar as secas e inunda\u00e7\u00f5es devastadoras que historicamente atingem o Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o do presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, a irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos suportes para a estabilidade econ\u00f4mica, social e ambiental do estado. Por isso, considera fundamental desenvolver medidas estrat\u00e9gicas urgentes para lidar com o problema e garantir a competitividade do setor. \u201cA irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 o maior seguro que podemos dar, n\u00e3o s\u00f3 para a agricultura ga\u00facha, mas tamb\u00e9m para as nossas ind\u00fastrias\u201d, enfatizou.<\/p>\n<p>O coordenador do Conselho da Agroind\u00fastria (Conagro) da FIERGS, Alexandre Guerra, refor\u00e7ou a import\u00e2ncia do tema para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e salientou que o \u00f3rg\u00e3o trabalha em um projeto de irriga\u00e7\u00e3o desde 2021, realizando levantamentos e reunindo dados para medir as consequ\u00eancias da falta de \u00e1gua e os benef\u00edcios da medida. \u201cCada mil\u00edmetro de \u00e1gua guardado gera 2,5 empregos quando se fala no cultivo de milho. Isso mostra o diferencial que traz para n\u00f3s do setor quando se trabalha a irriga\u00e7\u00e3o\u201d, exemplificou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/X6N866ABF0115\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/X6N866ABF0115\"><\/p>\n<p>Cr\u00e9dito da foto: Dudu Leal<\/p>\n<p>POL\u00cdTICAS ESTADUAIS<br \/>\nEntre os painelistas convidados para o evento, estava a secret\u00e1ria estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, que destacou as pol\u00edticas e estrat\u00e9gias desenvolvidas pelo governo do estado nos \u00faltimos anos para a consolida\u00e7\u00e3o da irriga\u00e7\u00e3o no RS. Al\u00e9m de ressaltar a relev\u00e2ncia econ\u00f4mica do tema, a representante da pasta enfatizou a necessidade de alinhar o desenvolvimento e a prote\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>\"Se soma a import\u00e2ncia da irriga\u00e7\u00e3o como uma atividade da agricultura de baixo carbono, como uma atividade que potencializa a nossa capacidade de ter um solo coberto e de emitir menos gases de efeito estufa, contribuindo positivamente para a redu\u00e7\u00e3o daqueles efeitos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas locais\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio estadual da Agricultura, Edivilson Brum, apresentou dados relacionados aos efeitos da estiagem no estado, chamando a aten\u00e7\u00e3o para as quebras de safras, com consequente alta volatilidade econ\u00f4mica, e quedas no Produto Interno Bruto (PIB). Tamb\u00e9m destacou que o Rio Grande do Sul perde competitividade em diferentes setores, devido \u00e0 falta de irriga\u00e7\u00e3o: \u201cApenas 4% das \u00e1reas de sequeiro no Rio Grande do Sul s\u00e3o irrigadas. Isso \u00e9 muito pouco diante dos desafios clim\u00e1ticos que temos vivenciado nos \u00faltimos anos. Ent\u00e3o, o governo do estado est\u00e1 fazendo projetos para fomentar a quest\u00e3o da irriga\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, o advogado e consultor tribut\u00e1rio Luiz Ant\u00f4nio Bins refor\u00e7ou a import\u00e2ncia do Fundopem da Irriga\u00e7\u00e3o, um programa de expans\u00e3o da agricultura irrigada no Rio Grande do Sul, cuja cria\u00e7\u00e3o \u00e9 defendida h\u00e1 anos pelo presidente Claudio Bier. \u201cAs finalidades do Fundopem da Irriga\u00e7\u00e3o s\u00e3o reduzir os efeitos clim\u00e1ticos, a insufici\u00eancia h\u00eddrica na nossa atividade agropecu\u00e1ria, evitar perdas de produ\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia de estiagem e seca, aumentar a produtividade e qualificar o produto agr\u00edcola ga\u00facha\u201d, detalhou Bins.<\/p>\n<p>LICENCIAMENTO AMBIENTAL<br \/>\nO segundo painel do evento contou com a participa\u00e7\u00e3o do diretor t\u00e9cnico da Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (Fepam), Gabriel Simioni, e do chefe do Departamento Agrossilvipastoril da Fepam, Cristiano Prass. Durante a conversa, mediada pelo executivo do Conagro, Tiago Pereira, foram apresentadas informa\u00e7\u00f5es sobre os avan\u00e7os relacionados ao licenciamento ambiental de sistemas de irriga\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul.&nbsp;<br \/>\nPor fim, o encontro abordou os avan\u00e7os, tecnologias e pr\u00e1ticas inovadoras da irriga\u00e7\u00e3o no estado, a partir do depoimento do vice-presidente da Cotrisoja, Adriano Borghetti, do gerente na Cotripal Agropecu\u00e1ria Cooperativa, Tiago Kuntz, e do gerente corporativo PD&amp;I da Fockink, Alejandro Meyer. (FIERGS)<\/p>\n<p><b>Acordo prev\u00ea vota\u00e7\u00e3o \"a jato\" para projeto de reajuste do sal\u00e1rio m\u00ednimo ga\u00facho<br \/>\n<\/b><br \/>\nTexto encaminhado pelo governador Eduardo Leite na segunda-feira estipula \u00edndice de 8%, acima da infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo, que fechou em 4,83%. O governo do Estado construiu, nesta ter\u00e7a-feira (27), um acordo com os l\u00edderes dos partidos na Assembleia Legislativa para que o projeto de reajuste do sal\u00e1rio m\u00ednimo ga\u00facho \u2014 tamb\u00e9m chamado de piso regional \u2014 seja votado em 3 de junho. Caso isso se confirme, o texto poder\u00e1 ser aprovado oito dias depois de ser protocolado.&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto de lei, encaminhado em regime de urg\u00eancia na segunda-feira (26) pelo governador Eduardo Leite, prev\u00ea reajuste de 8% no m\u00ednimo regional. O \u00edndice \u00e9 superior \u00e0 infla\u00e7\u00e3o de 4,83% do \u00faltimo ano.&nbsp; Se aprovado sem mudan\u00e7as, o menor sal\u00e1rio pago formalmente no Estado passar\u00e1 de R$ 1.656,51 para R$ 1.789,04. Na justificativa do projeto de lei, o governo Leite aponta que a proposta \"prima pelo equil\u00edbrio entre a valoriza\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra regional e a preven\u00e7\u00e3o de distor\u00e7\u00f5es no mercado de trabalho, com a manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de emprego das categorias abrangidas\".&nbsp;<\/p>\n<p>A antecipa\u00e7\u00e3o na aprecia\u00e7\u00e3o do projeto foi uma sugest\u00e3o de centrais sindicais e deputados de oposi\u00e7\u00e3o. \u2014 Concordamos que este assunto n\u00e3o pode ficar como no ano passado, que foi at\u00edpico pela trag\u00e9dia, e foi se alongando o per\u00edodo de vota\u00e7\u00e3o do piso. Este ano, em que temos condi\u00e7\u00f5es normais, concordamos em fazer a vota\u00e7\u00e3o em maio \u2014 disse Frederico Antunes (PP), l\u00edder do governo Leite na Assembleia. Deputados aliados e de oposi\u00e7\u00e3o se manifestaram, nesta ter\u00e7a-feira, a respeito da proposta enviada pelo Piratini.&nbsp;<\/p>\n<p>Professor Bonatto (PSDB) avaliou positivamente o projeto, destacando que o sal\u00e1rio m\u00ednimo mais alto tem potencial de atrair profissionais para o Estado em um momento em que h\u00e1 dificuldade de preencher vagas. \u2014 Precisamos olhar a dificuldade que se tem para conseguir trabalhadores. Hoje temos d\u00e9ficit em todas as \u00e1reas. Eu acredito que este seja o grande desafio do governo, da sociedade, do empreendedor: ter trabalhadores eficientes.&nbsp;<\/p>\n<p>Para isso, precisamos fazer a roda da economia girar \u2014 disse Bonatto. Luciana Genro (PSOL) lembrou que os trabalhadores reivindicam perdas acumuladas ao longo dos \u00faltimos anos, mas tamb\u00e9m valorizou o \u00edndice encaminhado por Leite. \u2014 A proposta do governo est\u00e1 sempre aqu\u00e9m do que os trabalhadores reivindicam, mas \u00e9 positivo que o governo tenha mandado o projeto e que esteja um pouco acima da infla\u00e7\u00e3o \u2014 apontou a deputada Luciana Genro (PSOL).&nbsp; Cl\u00e1udio Tatsch (PL) se disse favor\u00e1vel, como regra, a reajustes para trabalhadores.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\u2014 Vejo com bons olhos. Em primeiro lugar, fica acima da infla\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma m\u00e9dia dos Estados de Santa Catarina e Paran\u00e1. O projeto vem para a gente dizer sim ou n\u00e3o. E quando vierem projetos de aumento salarial, tanto piso regional quanto qualquer tipo de aumento, vou sempre votar favor\u00e1vel ao trabalhador \u2014 ressaltou Tatsch. Na lista dos contr\u00e1rios, est\u00e3o Felipe Camozzato (Novo) e Guilherme Pasin (PP).&nbsp;<\/p>\n<p>\u2014 Eu voto contra, n\u00e3o pelo reajuste em si, mas por n\u00e3o concordar com essa ferramenta. Acredito que \u00e9 mais uma interfer\u00eancia do poder p\u00fablico perante \u00e0 sociedade civil. Sei que \u00e9 uma vis\u00e3o um pouco pol\u00eamica, algumas pessoas n\u00e3o compreendem isso, e acreditam que o Estado pode fomentar o aumento da remunera\u00e7\u00e3o. A minha posi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o conceitual \u2014 disse Pasin. O piso regional \u00e9 aplicado sobre os sal\u00e1rios daquelas categorias que n\u00e3o t\u00eam acordos coletivos e para trabalhadores informais. Tamb\u00e9m serve de base para o sal\u00e1rio de alguns funcion\u00e1rios p\u00fablicos estaduais, como os servidores de escolas. No ano passado, o reajuste foi aprovado em dezembro com \u00edndice de 5,25%. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><i><b>Piracanjuba escolhe RELCO para projeto de ponta em prote\u00ednas do soro e lactose no Paran\u00e1<br \/>\n<\/b>Empresa brasileira de latic\u00ednios investe mais de US$ 100 mi em nova planta no PR, com foco em queijos, WPC e lactose. Projeto inclui tecnologia da RELCO e amplia presen\u00e7a nacional. Genuinamente brasileira, uma das maiores empresas de latic\u00ednios do Brasil. Foi fundada em 1955, no estado de Goi\u00e1s, com um \u00fanico produto: manteiga. Hoje, algumas das principais marcas incluem Piracanjuba (marca principal), Emana, LeitBom e a licenciada Almond Breeze (leite de am\u00eandoa - leite n\u00e3o l\u00e1cteo), Ninho e Molico (leite UHT). Com mais de 4.000 funcion\u00e1rios, a empresa opera em sete f\u00e1bricas pr\u00f3prias e produz alimentos que s\u00e3o vendidos em todo o Brasil, com cerca de 200 itens em seu portf\u00f3lio, tornando-se uma das marcas mais populares nas casas de todo o pa\u00eds. Aumentando sua presen\u00e7a pelo Brasil, decidiu iniciar uma nova planta de queijos no estado do Paran\u00e1 e, como parte da melhoria do portf\u00f3lio, ir\u00e3o processar prote\u00ednas e lactose no mesmo local - S\u00e3o Jorge D\u2019Oeste, Paran\u00e1, Brasil. O total do investimento dever\u00e1 ser superior a US$ 100 milh\u00f5es neste projeto, incluindo a planta de queijos. A parte da Relco ser\u00e1 de aproximadamente US$ 22 milh\u00f5es. A Relco est\u00e1 fornecendo uma planta completa e turnkey composta por: Planta de WPC, incluindo evaporador TVR, secador Bustle com filtro de mangas e Central CIP (Cleaning in Place), manuseio, estocagem e ensacamento de p\u00f3. Planta de lactose de grau IFM, incluindo evaporador TVR, cristaliza\u00e7\u00e3o, solu\u00e7\u00e3o de secagem de lactose Relco Ltech, Central CIP, manuseio, estocagem e ensacamento de p\u00f3. Capacidade da planta de WPC: cerca de 5.000 toneladas por ano. Capacidade da planta de lactose: cerca de 20.000 toneladas por ano. (Fonte: Milkpoint)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de maio de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.401 Conseleite Santa Catarina A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 28 de Maio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/05\/28\/28-05-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/05\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16974","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16974","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16974"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16974\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16987,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16974\/revisions\/16987"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16974"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16974"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16974"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}