{"id":16964,"date":"2025-05-23T12:20:05","date_gmt":"2025-05-23T12:20:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16964"},"modified":"2025-05-23T12:21:32","modified_gmt":"2025-05-23T12:21:32","slug":"23-05-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/05\/23\/23-05-2025\/","title":{"rendered":"23\/05\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 23 de maio de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.398<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>Latic\u00ednios tem momento de estabilidade e boa renda<br \/>\n<\/b><br \/>\nDepois de atravessar algumas dificuldades no in\u00edcio de ano, ocasionadas pelo clima n\u00e3o ideal em algumas regi\u00f5es, e mesmo lidando perdas acumuladas nos \u00faltimos anos nas lavouras, o atual momento da ind\u00fastria de latic\u00ednios do Estado \u00e9 de estabilidade e boa rentabilidade.<\/span><\/p>\n<p>\"O valor pago pelo leite vem remunerando muito bem a atividade. H\u00e1 muitos anos, o produtor n\u00e3o tinha uma renda t\u00e3o boa com o leite como se viu em 2024\/2025. Foi poss\u00edvel organizar o caixa para manter investimentos mesmo com todas as dificuldades pontuais decorrentes das enchentes e das sucessivas estiagens\", avalia Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat).<\/p>\n<p>Conforme o dirigente, no entanto, h\u00e1 muito a ser feito, no curto e m\u00e9dio prazos, al\u00e9m da demandas desafiantes, como negocia\u00e7\u00f5es de ajustes tribut\u00e1rios para o segmento \u2014 uma batalha que exigiu articula\u00e7\u00e3o para manter a competitividade do setor e os investimentos sustentados no Rio Grande do Sul.&nbsp;<\/p>\n<p>\"Temos que ganhar competitividade, e essa \u00e9 a principal miss\u00e3o que temos pela frente para a pr\u00f3xima d\u00e9cada. Temos que conseguir atingir a escala de produ\u00e7\u00e3o e custo operacional dos nossos vizinhos do Prata (Uruguai e Argentina). S\u00f3 assim nos tornaremos competitivos para fazer frente aos l\u00e1cteos de outros pa\u00edses na disputa pelo mercado internacional\", afirma Palharini.<\/p>\n<p>Investimentos em nutri\u00e7\u00e3o adequada, que permita produzir leite com qualidade e na quantidade que as ind\u00fastrias precisam, assim como aplicar gen\u00e9tica de ponta nos rebanhos e melhorar a capacidade t\u00e9cnica da produ\u00e7\u00e3o, est\u00e3o no topo dos objetivos. Tamb\u00e9m se nota uma mudan\u00e7a no perfil produtor: est\u00e3o em menor n\u00famero mas entregando mais leite. Ainda assim, os parques industriais operam com capacidade operacional ociosa, ou seja, tem espa\u00e7o para processar mais leite e os produtores podem produzir mais. Essa expans\u00e3o percisa levar em conta a redu\u00e7\u00e3o nos custos e a manuten\u00e7\u00e3o de margens de rentabilidade est\u00e1veis e positivas.<\/p>\n<p>\"Quando h\u00e1 desejo de evoluir, a migra\u00e7\u00e3o para um modelo de neg\u00f3cio mais empresarial \u00e9 poss\u00edvel\", atesta o dirigente, defendendo que o setor assuma uma postura mais assertiva e profissional.\"Precisamos fazer o dever de casa. Olhar para nossos custos, assumir uma postura mais empresarial. Por sua origem com m\u00e3o de obra familiar, o leite geralmente \u00e9 gerenciado da mesma forma. Precisamos entender o neg\u00f3cio como uma empresa, trabalhando com dados, estat\u00edsticas e metas.\" (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>Prote\u00edna e gordura do leite: o caminho para um rebanho mais lucrativo - PARTE I<\/b><\/span><\/p>\n<p>An\u00e1lises de gordura e prote\u00edna s\u00e3o term\u00f4metros do rebanho e chave para renda maior. Veja como fazer e interpretar.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise dos teores de prote\u00edna e gordura do leite \u00e9 uma ferramenta estrat\u00e9gica e indispens\u00e1vel para a gest\u00e3o eficiente da pecu\u00e1ria leiteira, especialmente quando o objetivo \u00e9 aumentar a rentabilidade da atividade.<\/p>\n<p>Esses dois componentes fazem parte dos chamados s\u00f3lidos totais do leite e exercem influ\u00eancia direta n\u00e3o apenas na qualidade final do produto, mas tamb\u00e9m na forma como o produtor \u00e9 remunerado. Em diversos sistemas de pagamento adotados por latic\u00ednios, os teores de prote\u00edna e gordura s\u00e3o crit\u00e9rios centrais para a defini\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do litro de leite, com bonifica\u00e7\u00f5es aplicadas para composi\u00e7\u00f5es superiores aos padr\u00f5es m\u00ednimos exigidos (ARA\u00daJO et al., 2024).<\/p>\n<p>A gordura do leite \u00e9 um dos principais respons\u00e1veis pelo sabor, textura e valor energ\u00e9tico do produto. J\u00e1 a prote\u00edna, especialmente a case\u00edna, est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 capacidade de fabrica\u00e7\u00e3o de derivados como queijos e iogurtes. Dessa forma, quanto maior a concentra\u00e7\u00e3o desses s\u00f3lidos, maior o rendimento industrial do leite, o que aumenta seu valor comercial para a ind\u00fastria. Isso faz com que a composi\u00e7\u00e3o do leite seja um dos principais diferenciais competitivos do produtor no mercado.<\/p>\n<p>Esses componentes tamb\u00e9m refletem aspectos importantes da nutri\u00e7\u00e3o, manejo e sa\u00fade do rebanho (GAEHWILER &amp; NASCIMENTO, 2025). A produ\u00e7\u00e3o de gordura est\u00e1 altamente relacionada \u00e0 presen\u00e7a de fibra efetiva na dieta e ao bom funcionamento do r\u00famen. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna est\u00e1 mais relacionada ao balan\u00e7o energ\u00e9tico da vaca e ao fornecimento adequado de carboidratos ferment\u00e1veis. Quando os teores de gordura e prote\u00edna se mant\u00eam dentro dos padr\u00f5es ideais, isso indica que a dieta est\u00e1 equilibrada e o manejo nutricional est\u00e1 sendo bem executado.<\/p>\n<p>Tabela 1. Valores de refer\u00eancia para composi\u00e7\u00e3o e qualidade do leite cru de acordo com IN 76 e 77 de 2018 do MAPA<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Vo9O56ABF0418\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Vo9O56ABF0418\"><\/p>\n<p>Fonte: Dos autores, 2025.<\/p>\n<p>Por outro lado, quedas ou desequil\u00edbrios, nesses \u00edndices podem sinalizar problemas importantes. Por exemplo, uma rela\u00e7\u00e3o gordura\/prote\u00edna inferior a 1 pode indicar casos de acidose ruminal subcl\u00ednica, comum em dietas com excesso de concentrado e pouca fibra. J\u00e1 um aumento desproporcional da gordura, com redu\u00e7\u00e3o de prote\u00edna, pode sugerir mobiliza\u00e7\u00e3o de gordura corporal, caracter\u00edstica da cetose subcl\u00ednica em vacas no in\u00edcio da lacta\u00e7\u00e3o. Ou seja, os teores de prote\u00edna e gordura n\u00e3o s\u00e3o apenas indicadores de qualidade do leite, mas tamb\u00e9m verdadeiros term\u00f4metros da sa\u00fade metab\u00f3lica do rebanho.<\/p>\n<p>Do ponto de vista econ\u00f4mico, o impacto dessas an\u00e1lises \u00e9 significativo. Mesmo produtores com o mesmo volume de leite podem ter rendas distintas, dependendo da composi\u00e7\u00e3o do leite entregue. Um leite com altos teores de gordura e prote\u00edna pode garantir bonifica\u00e7\u00f5es que, ao final do m\u00eas, representam um valor expressivo na receita da propriedade, como exemplificado na Tabela 2. Al\u00e9m disso, esse tipo de an\u00e1lise permite ajustes nutricionais precisos, otimizando o uso de insumos, reduzindo desperd\u00edcios e melhorando o custo-benef\u00edcio da alimenta\u00e7\u00e3o \u2013 um dos principais componentes do custo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tabela 2. Exemplo de um comparativo de faturamento com base na qualidade do leite<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/jktd6fABF0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/jktd6fABF0415\"><\/p>\n<p>Fonte: Dos autores, 2025.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Milkpoint<\/p>\n<p><i>Observa\u00e7\u00e3o: a parte II da mat\u00e9ria ser\u00e1 publicada na newsletter de 26\/05\/2025.<\/i><\/p>\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1868 de 22 de maio de 2025<\/b><\/p>\n<p><i>BOVINOCULTURA DE LEITE<br \/>\n<\/i><br \/>\nOs rebanhos recebem manejo adequado, e houve suplementa\u00e7\u00e3o alimentar \u00e0 base de silagens e ra\u00e7\u00f5es, garantindo bom escore corporal e o in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o vazio forrageiro. A redu\u00e7\u00e3o de carrapatos e moscas-dos-chifres contribuiu para o bem-estar animal. Apesar da melhora nas condi\u00e7\u00f5es produtivas, os custos seguem elevados, impactando a rentabilidade da atividade.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, as chuvas regulares e em volumes moderados, nas \u00faltimas duas semanas, beneficiaram os campos nativos e as forrageiras cultivadas, mantendo, de forma geral, condi\u00e7\u00f5es de piso apropriadas para o acesso aos piquetes, para a sala de ordenha e para a \u00e1rea de alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, a sanidade das vacas leiteiras foi satisfat\u00f3ria, e houve necessidade de controle de ectoparasitas (berne, mi\u00edases e carrapatos). Diminu\u00edram as infesta\u00e7\u00f5es de moscas em raz\u00e3o dos per\u00edodos mais frios.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Erechim, as chuvas e o ambiente mais \u00famido aumentaram os desafios relacionados \u00e0s mastites cl\u00ednicas. Apesar dos dias mais curtos e das temperaturas mais amenas, algumas propriedades relatam alta incid\u00eancia de carrapatos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Frederico Westphalen, a produ\u00e7\u00e3o de leite se reduziu devido \u00e0 antecipa\u00e7\u00e3o do vazio forrageiro e \u00e0 influ\u00eancia das altas temperaturas. Na de Iju\u00ed, a qualidade do leite produzido continua muito boa. O clima mais seco tem contribu\u00eddo para a melhor higieniza\u00e7\u00e3o dos animais e das instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, segue a aten\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria voltada ao controle de carrapatos. Os agricultores est\u00e3o realizando a declara\u00e7\u00e3o anual do rebanho. O pastejo ocorre em \u00e1reas de campo nativo e de pastagens perenes de ver\u00e3o, considerando o encerramento do ciclo das anuais. Continuam as pr\u00e1ticas de implanta\u00e7\u00e3o das pastagens de inverno.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa de Santa Maria, o vazio forrageiro se prolongou devido \u00e0 falta de chuvas, comprometendo o crescimento das pastagens implantadas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de umidade do solo nos \u00faltimos dias proporcionaram o r\u00e1pido desenvolvimento inicial das pastagens de inverno, principalmente de aveia, que j\u00e1 permite pastejo nas primeiras \u00e1reas implantadas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Soledade, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas reduziram o crescimento das pastagens perenes e limitaram o desenvolvimento das pastagens de inverno. Diante disso, os bovinocultores de leite recorrem a alimentos conservados, com destaque para silagem de milho, al\u00e9m de feno, pr\u00e9-secado, ra\u00e7\u00e3o e suplementos minerais, a fim de garantir a nutri\u00e7\u00e3o do rebanho. (Emater adaptado pelo Sindilat).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><i><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA: Semana de chuva no Rio Grande do Sul<br \/>\n<\/b>Nos \u00faltimos sete dias, chuvas de intensidade moderada atingiram partes do centro, norte e do oeste do Rio Grande do Sul, enquanto as \u00e1reas a leste registraram volumes acumulados mais baixos.&nbsp; Os bovinos de leite receberam manejo adequado, e houve suplementa\u00e7\u00e3o alimentar \u00e0 base de silagens e ra\u00e7\u00f5es, garantindo bom escore corporal e o in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o vazio forrageiro. A redu\u00e7\u00e3o de carrapatos e moscas-dos-chifres contribuiu para o bem-estar animal. Apesar da melhora nas condi\u00e7\u00f5es produtivas, os custos seguem elevados, impactando a rentabilidade da atividade. A previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos dias indica a atua\u00e7\u00e3o de sistemas meteorol\u00f3gicos, resultando em chuvas de fraca a moderada intensidade, com possibilidade de tempestades isoladas no Rio Grande do Sul. Na sexta-feira (23\/05), o tempo est\u00e1vel persistir\u00e1 em todas as regi\u00f5es, com caracter\u00edsticas t\u00edpicas de amplitude t\u00e9rmica: madrugada com temperaturas mais baixas e eleva\u00e7\u00e3o ao longo do dia. Entre a sexta-feira e o s\u00e1bado (24\/05), uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o dever\u00e1 se deslocar do Oceano Atl\u00e2ntico Sul em dire\u00e7\u00e3o ao territ\u00f3rio ga\u00facho, provocando chuvas generalizadas em todo o estado. H\u00e1 possibilidade de ocorr\u00eancia de tempestades isoladas, inicialmente nas regi\u00f5es das Miss\u00f5es e Fronteira Oeste, avan\u00e7ando posteriormente para \u00e1reas da Campanha, regi\u00e3o Central e Sul do estado. Essa condi\u00e7\u00e3o inst\u00e1vel dever\u00e1 se estender at\u00e9 o domingo (25\/05), com possibilidade de novas tempestades isoladas, especialmente em pontos do leste ga\u00facho. A tend\u00eancia para o per\u00edodo entre os dias 26 e 28 de maio indica a forma\u00e7\u00e3o de novas \u00e1reas de instabilidade sobre o Rio Grande do Sul. Na segunda-feira (26\/05), uma nova \u00e1rea de baixa press\u00e3o deve se desenvolver no noroeste do estado, favorecendo a ocorr\u00eancia de chuvas, com possibilidade de tempestades em todas as regi\u00f5es. Esse sistema dever\u00e1 se deslocar sobre o territ\u00f3rio ga\u00facho ao longo da segunda-feira, mantendo sua influ\u00eancia principalmente sobre o norte do estado na ter\u00e7a-feira (27\/05). Ainda na ter\u00e7a, uma segunda \u00e1rea de baixa press\u00e3o, oriunda da Argentina, avan\u00e7ar\u00e1 sobre o RS, provocando novas chuvas generalizadas e potencial para ventos intensos, especialmente em \u00e1reas do litoral. A atua\u00e7\u00e3o desse sistema dever\u00e1 se encerrar at\u00e9 o in\u00edcio da quarta-feira (28\/05), restabelecendo gradualmente as condi\u00e7\u00f5es de estabilidade no estado. O progn\u00f3stico para os pr\u00f3ximos sete dias indica acumulados de chuva elevados no Rio Grande do Sul. As precipita\u00e7\u00f5es dever\u00e3o ser generalizadas, com os maiores volumes concentrando-se em uma extensa \u00e1rea que abrange a Fronteira Oeste, Miss\u00f5es, regi\u00f5es centrais, centro-norte do estado, Campanha e Regi\u00e3o Metropolitana. Nessas \u00e1reas, os acumulados dever\u00e3o ultrapassar os 50 mm, com possibilidade de volumes superiores a 100 mm, especialmente entre a Fronteira Oeste, Campanha e o centro do estado. J\u00e1 para o Litoral, partes da Serra, Alto Uruguai, Costa Doce e extremo sul, s\u00e3o esperados acumulados menores, variando entre 10 mm e 50 mm.<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de maio de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.398 Latic\u00ednios tem momento de estabilidade e boa renda Depois de atravessar algumas dificuldades no in\u00edcio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/05\/23\/23-05-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/05\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16964","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16964","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16964"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16964\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16967,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16964\/revisions\/16967"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16964"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16964"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16964"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}