{"id":1696,"date":"2017-09-01T17:42:13","date_gmt":"2017-09-01T17:42:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/01\/01-09-2017\/"},"modified":"2017-09-01T17:42:13","modified_gmt":"2017-09-01T17:42:13","slug":"01-09-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/01\/01-09-2017\/","title":{"rendered":"01\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 01 de setembro \u00a0de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.576<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Setor produtivo apresenta estudo sobre prote\u00edna animal no Estado<\/strong><\/p>\n<p> Entidades ligadas ao setor produtivo entregaram, na tarde desta quinta-feira (31\/8), ao governador do Rio Grande do Sul, Jos\u00e9 Ivo Satori, um estudo sobre a cadeia agroindustrial de prote\u00edna animal do Estado, durante a 40\u00b0 Expointer. O documento cont\u00e9m pontos levantados durante reuni\u00f5es dos grupos de trabalho do setor, realizadas no primeiro semestre deste ano.<\/p>\n<p> Segundo o presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, o diagn\u00f3stico visa recuperar a competitividade de todos os segmentos e, principalmente, o de latic\u00ednios. \"Trabalhamos para apontar as necessidades do setor atualmente, entre elas a guerra fiscal. Temos de tornar o setor competitivo para produzir mais e melhor\", afirmou. Al\u00e9m dos incentivos fiscais, o projeto ainda pontua quest\u00f5es como assist\u00eancia t\u00e9cnica, energia el\u00e9trica, infraestrutura e log\u00edstica.<\/p>\n<p> Na ocasi\u00e3o, o presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber, sugeriu a cria\u00e7\u00e3o de um f\u00f3rum permanente para a discuss\u00e3o prolongada do assunto. \"A sistematiza\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es nos d\u00e1 alternativas para qualificarmos as produ\u00e7\u00f5es do Estado. Temos potencial invej\u00e1vel e conhecimentos t\u00e9cnicos das pessoas envolvidas\". No ato, o presidente do BRDE, Odacir Klein, manifestou-se favor\u00e1vel e aceitou assumir a coordena\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos trabalhos. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2391\" style=\"width: 500px; height: 345px;\" \/><br \/> Setor produtivo apresenta estudo sobre prote\u00edna animal no Estado. Foto: Vitorya Paulo<\/div>\n<div>\u00a0\u00a0<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Projeto prop\u00f5e que r\u00f3tulos de alimentos tragam cores de acordo com composi\u00e7\u00e3o nutricional<\/strong><\/p>\n<p> R\u00f3tulos de alimentos - Os r\u00f3tulos das embalagens de alimentos dever\u00e3o trazer identifica\u00e7\u00e3o em cores distintas, para permitir ao usu\u00e1rio saber sua composi\u00e7\u00e3o nutricional. A nova regra est\u00e1 prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 489\/2008, aprovado pela Comiss\u00e3o de Transpar\u00eancia, Governan\u00e7a, Fiscaliza\u00e7\u00e3o e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) nesta quarta-feira. \u00a0A proposta, do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), ainda em tramita\u00e7\u00e3o, segue para a Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE), e tem como objetivo de levar o consumidor brasileiro a procurar uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel, criando um modo simplificado de inform\u00e1-lo, de maneira clara e ostensiva, sobre a qualidade nutricional do alimento que ele vai comprar.<\/p>\n<p> O senador justifica a medida com base no aumento dos \u00edndices de obesidade, diabetes e doen\u00e7as cardiovasculares na popula\u00e7\u00e3o. Segundo ele, a falta de tempo e a car\u00eancia de informa\u00e7\u00e3o adequada levam as pessoas a consumirem salgadinhos, sandu\u00edches e refrigerantes em vez de pratos saud\u00e1veis. O projeto, acredita o senador, ajudar\u00e1 na ado\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos de alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, o que pode contribuir para a diminui\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de subst\u00e2ncias nocivas causadoras de resist\u00eancia \u00e0 insulina e ao diabetes. A proposta apresentada inicialmente por Buarque foi modificada pelo relator, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que prop\u00f4s que os r\u00f3tulos apresentem informa\u00e7\u00f5es nutricionais em cores diferenciadas, de acordo com padr\u00f5es de alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, e n\u00e3o em vermelho, amarelo e verde, como previa o texto inicial, baseado na classifica\u00e7\u00e3o adotada pelo Reino Unido. Os detalhes sobre a defini\u00e7\u00e3o das cores mais apropriadas ser\u00e3o definidos em regulamento espec\u00edfico ap\u00f3s pesquisa.<\/p>\n<p> A proposta, recebeu algumas cr\u00edticas da nutricionista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Paula Bortoletto, que afirma que o projeto de lei proposto e aprovado na Comiss\u00e3o tem duas vertentes. A primeira, diz ela, \u00e9 o fato de o Senado querer regulamentar, com tantos detalhes, uma norma de rotulagem nutricional, o que afirma n\u00e3o \u00e9 a forma mais adequada para o processo regulat\u00f3rio.<\/p>\n<p> -- Isso porque a Anvisa (Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria) \u00e9 a ag\u00eancia respons\u00e1vel por regulamentar esse tipo de informa\u00e7\u00e3o para o consumidor. Ent\u00e3o, n\u00e3o seria necess\u00e1rio a atua\u00e7\u00e3o do Senado com esse detalhamento sobre o tema.<\/p>\n<p> O segundo problema, de acordo com a nutricionista, \u00e9 a quest\u00e3o da abordagem utilizada, pois o sem\u00e1foro nutricional n\u00e3o contribui para escolhas mais saud\u00e1veis.<\/p>\n<p> -- O fato de ter diferentes cores para diferentes nutrientes pode levar o consumidor ao engano quando, por exemplo, o produto receber dois s\u00edmbolos verdes e dois amarelos, ou tr\u00eas verdes e um vermelho. Neste caso, o consumidor se confunde sobre qual produto \u00e9 melhor. A princ\u00edpio, o sem\u00e1foro parece trazer uma informa\u00e7\u00e3o facilitada, mas, na verdade, n\u00e3o. Al\u00e9m disso, h\u00e1 um problema nos crit\u00e9rios que ser\u00e3o estabelecidos, pois nem sempre esses crit\u00e9rios v\u00e3o poder, de fato, identificar quais alimentos s\u00e3o mais saud\u00e1veis para o consumidor. A coordenadora do movimento P\u00f5e no R\u00f3tulo e doutora em rotulagem nutricional, Cec\u00edlia Cury, tamb\u00e9m n\u00e3o v\u00ea com bons olhos o modelo de rotulagem semaf\u00f3rica, pois, nesta situa\u00e7\u00e3o, um dado produto poder\u00e1 ter um alerta em verde sobre quantidade de a\u00e7\u00facar, um amarelo para quantidade de gordura e um vermelho para indicar que o produto cont\u00e9m muito s\u00f3dio.<\/p>\n<p> -- O consumidor poder\u00e1 ser levado a fazer uma esp\u00e9cie de m\u00e9dia a partir destas cores, mas, por vezes, ser\u00e1 uma escolha equivocada, at\u00e9 porque pode acontecer de a composi\u00e7\u00e3o estar muito pr\u00f3xima de a gordura mudar do amarelo para o vermelho e\/ou do a\u00e7\u00facar mudar para amarelo. E tem mais: ter menos a\u00e7\u00facar em um produto n\u00e3o compensa o fato de ser alto em s\u00f3dio -- alerta a advogada. (O Globo)<\/p>\n<p> <strong>Manteiga - a oportunidade para o descolamento das importa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p> Manteiga\/Reino Unido - O tamanho das potenciais barreiras comerciais para a manteiga em um ambiente p\u00f3s-Brexit \u00e9 significativo, com a atual tarifa da OMC a 1.896 \u20ac \/ tonelada.<br \/> No entanto, o Reino Unido teve um d\u00e9ficit comercial de 23mil toneladas de manteiga em 2016. Em outras palavras, o Reino Unido importou 23mil toneladas de manteiga a mais do exportou. A Irlanda foi respons\u00e1vel por cerca de 65% das importa\u00e7\u00f5es (38mil toneladas), sendo a Dinamarca (7mil toneladas) e a Fran\u00e7a (5mil toneladas) os outros maiores fornecedores.<br \/> A primeira vista, a possibilidade para a ind\u00fastria de latic\u00ednios do Reino Unido deslocar parte dessas importa\u00e7\u00f5es de manteiga com produto produzido internamente parece mais importante que o risco de perda de exporta\u00e7\u00f5es. No entanto, \u00e9 importante entender como o d\u00e9ficit comercial de manteiga se deslocou e seu impacto nos outros produtos.<br \/> \u00a0<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2392\" style=\"width: 500px; height: 358px;\" \/><br \/> \u00a0<br \/> Deslocamento da manteiga<br \/> Embora o com\u00e9rcio da manteiga esteja em d\u00e9ficit (em termos de valor e volume), a posi\u00e7\u00e3o melhorou significativamente desde 2013, por volta da \u00e9poca em que a M\u00fcller abriu uma nova f\u00e1brica de manteiga. Durante o mesmo per\u00edodo, a posi\u00e7\u00e3o comercial do creme no Reino Unido piorou - passando de exportador l\u00edquido de creme em 2012 para um importador l\u00edquido em 2016. Isso mostra a forte rela\u00e7\u00e3o entre os dois produtos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> Para produzir 23 mil toneladas de manteiga \u00e9 necess\u00e1rio cerca de 470 milh\u00f5es de litros de leite, um aumento de 3.5% na produ\u00e7\u00e3o leiteira no Reino Unido, ou cerca de 47 mil toneladas de creme. Para viabilizar isso, o Reino Unido precisaria produzir mais leite fora da fazenda ou desviar o leite \u00a0de outros produtos, como o creme. Se a manteiga fosse produzida a partir de leite cru, o Reino Unido tamb\u00e9m geraria mais leite desnatado ou leite em p\u00f3 desnatado, que tamb\u00e9m precisariam ser vendidos. No curto prazo, se o Reino Unido buscasse suprir o d\u00e9ficit comercial da manteiga, \u00e9 prov\u00e1vel que teria como resultado uma piora no d\u00e9ficit comercial do creme. Excetuando a capacidade existente, a produ\u00e7\u00e3o 23 mil toneladas de manteiga a mais exigiria uma f\u00e1brica com cerca de metade do tamanho da f\u00e1brica da M\u00fcller, inaugurada em 2013, com um investimento de 17 milh\u00f5es de libras. Ser fisicamente capaz de produzir a manteiga e suprir o abastecimento de mat\u00e9rias-primas representam apenas parte da equa\u00e7\u00e3o. Rela\u00e7\u00f5es, fidelidade \u00e0 marca, negocia\u00e7\u00f5es entre empresas e especifica\u00e7\u00e3o do produto tamb\u00e9m devem ser levadas em considera\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">Existem uma s\u00e9rie de cen\u00e1rios que podem afetar a agricultura do Reino Unido, e com as negocia\u00e7\u00f5es da Brexit apenas come\u00e7ando, ainda \u00e9 cedo demais para saber que acordo ser\u00e1 acertado. Se a OMC ou tarifas similares forem aplicadas tanto \u00e0s importa\u00e7\u00f5es como \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es de manteiga do Reino Unido, uma certeza \u00e9 que a balan\u00e7a comercial mudar\u00e1. Independentemente do acordo comercial do Brexit, o ponto principal. continua a ser a rentabilidade em toda a cadeia de suprimentos, a fim de poder competir em quaisquer \u00a0oportunidades que surjam. AHDB publicou uma s\u00e9rie de relat\u00f3rios Horizon que est\u00e3o dispon\u00edveis para download. No final deste ano, a AHDB explorar\u00e1 detalhadamente as perspectivas de com\u00e9rcio de produtos l\u00e1cteos e modelar\u00e1 o impacto de diferentes cen\u00e1rios da Brexit no setor. (AHDB Dairy - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Europa enfrenta crise de leite e derivados, adverte executivo do setor<br \/> Crise do leite\/Europa - Os pre\u00e7os do leite provavelmente ir\u00e3o aumentar nos pr\u00f3ximos meses na Europa, enquanto o continente se prepara para enfrentar uma escassez de leite, creme e manteiga para o Natal. A advert\u00eancia foi feita por Peter Tuborgh, presidente-executivo da Arla Foods, uma das maiores fabricantes de latic\u00ednios do mundo, com sede na Dinamarca. Segundo ele, os pre\u00e7os mundiais do leite, que aumentaram cerca de 28% nos \u00faltimos 12 meses depois que o setor cortou a produ\u00e7\u00e3o, se estabilizaram nos \u00faltimos meses. No entanto, garante Tuborgh, os estoques globais de leite s\u00e3o muito baixos. \"Tivemos uma escassez de leite em todo o mundo depois dos pre\u00e7os muito baixos no ano passado\", disse o executivo \u00e0 Reuters. \"H\u00e1 uma grande escassez de nata, creme e manteiga em toda a Europa. N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel atender a demanda para o Natal. Estas s\u00e3o as causas que est\u00e3o fazendo subir os pre\u00e7os de forma significativa\", acrescentou. Os pre\u00e7os do leite subiram no come\u00e7o deste ano depois que os produtores europeus reduziram a produ\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a retirada, em 2015, das quotas l\u00e1cteas por parte da Uni\u00e3o Europeia (UE), uma medida que, na \u00e9poca, se pensava que reduziria os pre\u00e7os. A Arla, uma cooperativa de propriedade de 12.500 criadores de gado da Dinamarca, Su\u00e9cia, Alemanha, Reino Unido, Luxemburgo, Holanda e B\u00e9lgica, informou, na sexta-feira, que aumentaria o pre\u00e7o que paga pelo leite aos seus produtores pelo terceiro m\u00eas consecutivo em setembro. O pre\u00e7o aumentar\u00e1 um centavo de euro, atingindo 38,3 centavos por quilo, e poderia voltar a subir antes do fim de ano. \"Pode ser que voltemos a aumentar uma vez mais este ano, mas ainda \u00e9 um pouco incerto\", disse Tuborgh. Segundo analistas, a pr\u00f3xima temporada primaveril na Nova Zel\u00e2ndia ser\u00e1 crucial para os pre\u00e7os do mercado global do leite. (Expointer\/Terra Viva)<\/em><br \/><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 01 de setembro \u00a0de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.576 \u00a0 Setor produtivo apresenta estudo sobre prote\u00edna animal no Estado Entidades ligadas ao setor produtivo entregaram, na tarde desta quinta-feira (31\/8), <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/09\/01\/01-09-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/09\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1696","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1696","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1696"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1696\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1696"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1696"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1696"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}