{"id":16874,"date":"2025-05-12T18:19:22","date_gmt":"2025-05-12T18:19:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16874"},"modified":"2025-05-12T18:30:58","modified_gmt":"2025-05-12T18:30:58","slug":"12-05-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/05\/12\/12-05-2025\/","title":{"rendered":"12\/05\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de maio de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.389<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Atualiza\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite apresenta dados regionalizados<br \/>\n<\/b><br \/>\nA mais recente edi\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite, elaborada pela Emater\/RS-Ascar, traz uma importante inova\u00e7\u00e3o: a apresenta\u00e7\u00e3o dos dados de forma regionalizada, permitindo um olhar mais preciso sobre a realidade da produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEmbora os n\u00fameros estaduais j\u00e1 fossem conhecidos, com destaque para os mais de 4,1 bilh\u00f5es de litros de leite produzidos anualmente pelos ga\u00fachos, a nova abordagem regional facilita o entendimento das din\u00e2micas locais e revela as voca\u00e7\u00f5es de cada territ\u00f3rio, permitindo que se trabalhe estrategicamente no desenvolvimento de todo o setor\u201d, destaca Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS).<\/p>\n<p>Entre as informa\u00e7\u00f5es, os dados do Quadro 16 sobre produ\u00e7\u00e3o conforme o destino, destacam a regi\u00e3o de Iju\u00ed, que se sobressai no fornecimento de leite cru para industrializa\u00e7\u00e3o, com 741,9 milh\u00f5es de litros\/ano; seguida por Santa Rosa, com 611,2 milh\u00f5es de litros\/ano e Passo Fundo como com 577,5 milh\u00f5es de litros\/ano.&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme Jaime Ries, extensionista rural e assistente t\u00e9cnico estadual da Emater\/RS-Ascar, a nova apresenta\u00e7\u00e3o dos dados traz transpar\u00eancia e precis\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise setorial, oferecendo subs\u00eddios para pol\u00edticas p\u00fablicas, estrat\u00e9gias industriais e a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento regional. \u201cA expectativa \u00e9 de que, com esse detalhamento, as decis\u00f5es se tornem ainda mais eficazes e conectadas \u00e0s realidades locais\u201d, indica.<\/p>\n<p>Os novos gr\u00e1ficos com dados regionalizados tanto para as informa\u00e7\u00f5es coletadas pelos escrit\u00f3rios da Emater no Estado, quanto para as agrupadas dos Coredes sobre diferentes aspectos da produ\u00e7\u00e3o leiteira ga\u00facha est\u00e3o disponibilizados a partir da p\u00e1gina 80 no relat\u00f3rio bianual que pode ser encontrado na biblioteca virtual da Emater\/RS, clicando aqui. A sexta edi\u00e7\u00e3o do estudo, apresentando os indicadores preliminares de 2025, ser\u00e1 apresentada na Expointer deste ano.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Assessoria de Imprensa do Sindilat\/RS<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<p><b style=\"font-size: 1rem;\">Estudo revela benef\u00edcios do leite fermentado na imunidade de atletas<\/b><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>Participar de uma maratona n\u00e3o exige apenas preparo f\u00edsico e resist\u00eancia muscular, mas tamb\u00e9m imp\u00f5e um grande desafio ao sistema imunol\u00f3gico.&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p>O exerc\u00edcio f\u00edsico intenso e prolongado pode influenciar temporariamente a imunidade, deixando o organismo mais vulner\u00e1vel a infec\u00e7\u00f5es, especialmente nas vias respirat\u00f3rias.Atletas submetidos a esfor\u00e7os de alta intensidade apresentam maior incid\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es do trato respirat\u00f3rio superior.<\/p>\n<\/div>\n<div>Embora estudos anteriores tenham sugerido que as manifesta\u00e7\u00f5es nas vias a\u00e9reas superiores estejam, em geral, relacionadas a infec\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m foram demonstradas associa\u00e7\u00f5es com eventos inflamat\u00f3rios e al\u00e9rgicos. Corroborando essa ideia, altera\u00e7\u00f5es nas concentra\u00e7\u00f5es de IL-6 e IL-10 \u2014 marcadores inflamat\u00f3rios \u2014 tanto no soro quanto na mucosa nasal, foram encontradas em maratonistas que apresentaram sintomas.<\/div>\n<div>\u00c9 justamente nesse contexto que os probi\u00f3ticos v\u00eam ganhando destaque como poss\u00edveis aliados da sa\u00fade de atletas.&nbsp;<\/div>\n<div>Pensando nisso, um estudo brasileiro publicado na revista Nutrients investigou os efeitos do consumo di\u00e1rio de leite fermentado contendo o probi\u00f3tico Lactobacillus casei Shirota (Lcs) sobre a imunidade de maratonistas.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O estudo<\/div>\n<div>Durante 30 dias antes da Maratona Internacional de S\u00e3o Paulo, 42 atletas amadores do sexo masculino foram divididos aleatoriamente em dois grupos: um recebeu diariamente 80 mL de leite fermentado contendo 40 bilh\u00f5es da cepa Lactobacillus casei Shirota, enquanto o outro recebeu uma bebida placebo sem microrganismos vivos, mas sensorialmente muito semelhante.&nbsp;<\/div>\n<div>Amostras de sangue e saliva foram coletadas antes do in\u00edcio da suplementa\u00e7\u00e3o, 30 dias depois (sendo antes da maratona) e logo ap\u00f3s a corrida, com o intuito de analisar marcadores inflamat\u00f3rios e imunol\u00f3gicos. A ideia era observar se esse consumo cont\u00ednuo do leite fermentado seria capaz de modular as respostas inflamat\u00f3rias provocadas pelo estresse f\u00edsico extremo da maratona.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Resultados promissores<\/div>\n<div>Os participantes que consumiram o leite fermentado probi\u00f3tico apresentaram melhor controle da resposta inflamat\u00f3ria sist\u00eamica ap\u00f3s a maratona. Em geral, ap\u00f3s atividades f\u00edsicas muito intensas, os n\u00edveis de IgA (imunoglobulina A secretora) tendem a cair, facilitando infec\u00e7\u00f5es. No grupo que consumiu o leite fermentado probi\u00f3tico, os n\u00edveis de IgA salivar se mantiveram mais est\u00e1veis.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m disso, o grupo consumidor do leite fermentado probi\u00f3tico apresentou aumento dos n\u00edveis nasais de IL-10 (uma citocina anti-inflamat\u00f3ria cl\u00e1ssica); redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis nasais de citocinas pr\u00f3-inflamat\u00f3rias; e diminui\u00e7\u00e3o da infiltra\u00e7\u00e3o de neutr\u00f3filos na mucosa nasal, demonstrando um efeito anti-inflamat\u00f3rio.&nbsp;<\/div>\n<div>Dessa forma, enquanto no grupo placebo, as citocinas pr\u00f3-inflamat\u00f3rias se elevaram de forma mais descontrolada ap\u00f3s a prova, no grupo que ingeriu leite fermentado os indicadores inflamat\u00f3rios permaneceram mais est\u00e1veis, indicando uma resposta de recupera\u00e7\u00e3o mais eficiente do organismo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A pesquisa refor\u00e7a o conceito de que alimentos funcionais, como o leite fermentado com probi\u00f3ticos, podem ir al\u00e9m da nutri\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e oferecer benef\u00edcios aos atletas, especialmente em condi\u00e7\u00f5es de estresse f\u00edsico elevado. Contudo, vale ressaltar que outras vari\u00e1veis tamb\u00e9m influenciam na resposta inflamat\u00f3ria do organismo, como sono e alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A cepa Lactobacillus casei Shirota j\u00e1 \u00e9 bastante estudada e reconhecida por sua a\u00e7\u00e3o no equil\u00edbrio da microbiota intestinal. Este estudo acrescenta \u00e0 literatura cient\u00edfica uma evid\u00eancia aplic\u00e1vel da cepa, demonstrando o potencial do leite fermentado como produto de valor agregado e aliado da sa\u00fade, abrindo caminho para o desenvolvimento de novos produtos voltados a p\u00fablicos espec\u00edficos e\/ou recomenda\u00e7\u00f5es diet\u00e9ticas associadas com nutri\u00e7\u00e3o esportiva.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>FONTE:<br \/>\n-&nbsp;Vaisberg, M.; Paix\u00e3o, V.; Almeida, E.B.; Santos, J.M.B.; Foster, R.; Rossi, M.; Pithon-Curi, T.C.; Gorj\u00e3o, R.; Momesso, C.M.; Andrade, M.S.; et al. Daily Intake of Fermented Milk Containing Lactobacillus casei Shirota (Lcs) Modulates Systemic and Upper Airways Immune\/Inflammatory Responses in Marathon Runners. Nutrients 2019, 11, 1678. https:\/\/doi.org\/10.3390\/nu11071678<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><b>Quais os benef\u00edcios do soro do leite?<br \/>\n<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O soro do leite \u00e9 rico em prote\u00ednas e minerais que fortalecem a imunidade e desempenho f\u00edsico. leia e entenda os benef\u00edcios.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Com crescimento significativo de aceita\u00e7\u00e3o no mercado consumidor, o soro de leite v\u00eam sendo objeto de pesquisas e desenvolvimento de produtos nas ind\u00fastrias.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O soro de leite sempre foi o maior subproduto da ind\u00fastria de latic\u00ednios e h\u00e1 algum tempo representava um grande problema. Mas o \u201cjogo virou\u201d e agora ele \u00e9 desejado por grande parte da popula\u00e7\u00e3o, principalmente no uso de suplementos esportivos e nutricionais, como o Whey Protein ou as bebidas proteicas, por exemplo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>NUTRI\u00c7\u00c3O E COMPOSI\u00c7\u00c3O: QUAIS OS BENEF\u00cdCIOS DO SORO DO LEITE?<\/div>\n<div>O soro cont\u00e9m: prote\u00ednas, lactose, minerais (c\u00e1lcio, f\u00f3sforo, magn\u00e9sio, zinco), vitaminas, e tra\u00e7os de gordura. Lembrando que as prote\u00ednas do leite s\u00e3o compostas basicamente por 80% case\u00ednas e 20% de prote\u00ednas do soro - sendo as fra\u00e7\u00f5es:&nbsp; beta-lactoglobulina (BLG), alfa-lactoalbumina (ALA), albumina do soro bovino (BSA), imunoglobulinas (Ig's) e glico-macropept\u00eddeos (GMP).&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Destacando que as prote\u00ednas sol\u00faveis do soro do leite apresentam um excelente perfil de amino\u00e1cidos, caracterizando-as como prote\u00ednas de alto valor biol\u00f3gico. As principais prote\u00ednas do soro do leite s\u00e3o: Alfa-Lactoalbumina (ALA), Beta-Lactoglobulina (BLG) e Albumina do Soro Bovino (BSA). Estas representam cerca de 20% no total de prote\u00ednas do leite.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A beta-lactoglobulina merece destaque, pois al\u00e9m de representar 50% do volume, ela \u00e9 o polipept\u00eddeo com maior teor de amino\u00e1cidos essenciais, ou seja, aqueles que n\u00e3o conseguimos sintetizar e precisamos obt\u00ea-los via alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A alfa-lactoalbumina \u00e9 a segunda prote\u00edna em maior volume no soro e caracteriza-se por ser de f\u00e1cil e r\u00e1pida digest\u00e3o. \u00c9 rica em amino\u00e1cidos como: triptofano, lisina, leucina, cistina e treonina. Al\u00e9m disso, devido a sua estrutura, a ALA consegue se ligar a minerais fundamentais ao organismo, como c\u00e1lcio e Zinco.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>J\u00e1 a Albumina do Soro Bovino (10%) \u00e9 rica em cistina, precursor da ciste\u00edna. E devido a sua afinidade \u00e9 respons\u00e1vel por auxiliar no transporte, via corrente sangu\u00ednea, de \u00e1cidos graxos\/l\u00edpidos.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Considerando a alta qualidade das prote\u00ednas presentes no soro do leite, as pesquisas relatam bioatividade ben\u00e9fica para os humanos, em especial associadas as prote\u00ednas, como:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\u25cf Atividades antimicrobiana e antiviral<\/div>\n<div>\u25cf Atividade de imunomodula\u00e7\u00e3o<\/div>\n<div>\u25cf Atividade antic\u00e2ncer<\/div>\n<div>\u25cf Sa\u00fade cardiovascular<\/div>\n<div>\n<p>\u25cf Performance f\u00edsica<\/p>\n<\/div>\n<div>FONTES:<\/div>\n<div>- U.S. Dairy Export Council. Reference Manual for U.S. Whey And Lactose Products. Arlington, VA: U.S. Dairy Export Council, 2003.&nbsp;<\/div>\n<div>- Zimecki, M., A. Wlaszczyk, R. Wojiechowski, et al. Arch. Immunol. Ther. Exp. 49: 325, 2001.<\/div>\n<div>- Low, P.P., K.J. Rutherfurd, H.S. Gill, et al. Int. Immunopharmacol. 3: 393, 2003.<\/div>\n<div>- Bounous, G., and J.H. Molson. Anticancer Res. 23(2B): 1411, 2003.<\/div>\n<div>-&nbsp; Walzem, R.L., C.J. Dillard, and J.B. German. Crit. Rev. Food Sci. &amp; Nutr. 42: 353, 2002.<\/div>\n<div>- Harper, W.J. Biological Properties of Whey Components. A Review. Chicago, IL: The American Dairy Products Institute, 2000 with updates 2001, 2003.&nbsp;<\/div>\n<div>- Whey protein: composition, nutritional properties, applications in sports and benefits for human health. Rev. Nutr. 19 (4). Ago 2006. https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1415-52732006000400007<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/em><\/strong><b style=\"font-size: 1rem;\"><i>Brasil vai exportar manteiga aos EUA<br \/>\n<\/i><\/b><i style=\"font-size: 1rem;\">A Lactalis Brasil se prepara para exportar aos Estados Unidos a manteiga com a marca Pr\u00e9sident. Atualmente,o mercado americano \u00e9 abastecido com manteiga Pr\u00e9sident produzida na opera\u00e7\u00e3o da Lactalis na Fran\u00e7a, mas com a menor oferta de gordura e a limita\u00e7\u00e3o de capacidade de produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds europeu, a multinacional decidiu atender os EUA a partir de sua unidade em Teut\u00f4nia (RS). Segundo a empresa, a menor oferta na Fran\u00e7a est\u00e1 relacionada \u00e0 din\u00e2mica do mercado de leite em p\u00f3 desnatado, j\u00e1 que a manteiga \u00e9 um sub produto do processo de fabrica\u00e7\u00e3o.\u201cQuando o mercado de leite em p\u00f3 desnatado n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o forte, voc\u00ea n\u00e3o tem disponibilidade de manteiga\u201d,diz Roosevelt J\u00fanior, CEO da Lactalis Brasil. (Valor Econ\u00f4mico)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de maio de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.389 Atualiza\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite apresenta dados regionalizados A mais recente <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/05\/12\/12-05-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/05\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16874","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16874","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16874"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16874\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16882,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16874\/revisions\/16882"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16874"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16874"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16874"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}