{"id":1682,"date":"2017-08-25T17:30:33","date_gmt":"2017-08-25T17:30:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/25\/25-08-2017\/"},"modified":"2017-08-25T17:30:33","modified_gmt":"2017-08-25T17:30:33","slug":"25-08-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/25\/25-08-2017\/","title":{"rendered":"25\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25 de agosto de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.571<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Chile - Importa\u00e7\u00f5es crescem 61,8% no primeiro semestre<\/strong><\/p>\n<p> As importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos no primeiro semestre de 2017 em compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2016 cresceram em volume (litros equivalentes) 61,8%, e em valor (d\u00f3lares) aumento de 75,1%, totalizando US$ 174,1 milh\u00f5es. No total, foram internalizados no pa\u00eds 414,2 milh\u00f5es de litros equivalentes leite, o correspondente a 43,8% da capta\u00e7\u00e3o nacional de leite no primeiro semestre de 2017, que totalizou 940,8 milh\u00f5es de litros. As exporta\u00e7\u00f5es, por sua vez, ca\u00edram 4,5%, chegando a 180,2 milh\u00f5es de litros. Em valor subiram 20,1%, totalizando US$ 110,1 milh\u00f5es.<br \/> Para a Federa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Leite do Chile (Fedeleche) os dados de importa\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos s\u00e3o preocupantes por seu efeito na atividade leiteira local, considerando que h\u00e1 um significativo recuo da demanda por mat\u00e9ria prima, cuja din\u00e2mica produtiva encontra-se estagnado, criando um cen\u00e1rio onde as importa\u00e7\u00f5es ganham terreno sobre as exporta\u00e7\u00f5es. O presidente da Fedeleche, Rodrigo Lav\u00edn, lembra que o setor prim\u00e1rio da cadeia l\u00e1ctea vem saindo de anos adversos diante de uma seca severa, queda dos pre\u00e7os. O aumento das importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos pode impactar, negativamente, nas condi\u00e7\u00f5es dos produtores de leite. \"Um terceiro ano com an\u00fancio de baixa seria o fim para muitos pequenos e m\u00e9dios produtores\", assegura o presidente da agremia\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m v\u00ea \"press\u00e3o\" sobre a disponibilidade leite no mercado interno como consequ\u00eancia dessa situa\u00e7\u00e3o. \"A disponibilidade de leite este ano no mercado interno foi consistentemente superior em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior\", alerta.<\/p>\n<p> Comportamento do mercado<br \/> Em termos de valor, dentros dos principais produtos importados sobressai o queijo gouda, produto que responde por 29,1% do valor das importa\u00e7\u00f5es, enquanto que o volume em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado \u00e9 de 198,7%, varia\u00e7\u00e3o que preocupa os produtores. Outros produtos tamb\u00e9m tiveram incrementos nos valores das importa\u00e7\u00f5es, o leite em p\u00f3 integral (10,5%), e o leite em p\u00f3 desnatado (10,2%). Essas categorias tiveram incrementos em volumes de 152,6%, e 40,5%, respectivamente, em rela\u00e7\u00e3o a 2016. Tamb\u00e9m em valor, os principais pa\u00edses de origem das importa\u00e7\u00f5es foram a Nova Zel\u00e2ndia, participando com 27,3%, Estados Unidos com 20,9%, e Argentina com 12,9%. O volume importado desses pa\u00edses, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior cresceram 163,7%, 40,7%, e 9,9%, respectivamente. As empresas que mais importaram no per\u00edodo foram a Prolesur e Nestl\u00e9, com 26,6% e 11,9% de participa\u00e7\u00e3o no valor pago. Em mat\u00e9ria de exporta\u00e7\u00f5es, os principais destinos foram: Estados Unidos, M\u00e9xico, e Peru, com os seguintes valores: 25,8%, 11,9%, e 10,6%. As empresas que mais exportaram foram a Nestl\u00e9, Col\u00fan, e Prolesur, respons\u00e1veis por 60,6%, 18,3%, e 12,7%, dos valores faturados, respectivamente. Os produtos l\u00e1cteos mais exportados no primeiro semestre foram, Preparados infantis, Leite condensado, e Queijo Gouda, mercadorias com participa\u00e7\u00f5es em termos de valor de 29,4%, 23,5%, e 10,6%, respectivamente.<br \/> \u00a0<br \/> Balan\u00e7a comercial<br \/> A balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos no primeiro semestre de 2017 mostra importa\u00e7\u00f5es de 232,4 milh\u00f5es de litros em equivalentes leite a mais que o que foi exportado, consolidando a tend\u00eancia negativa observada no d\u00e9ficit comercial negativo que j\u00e1 atinge 28 meses consecutivos, transformando o Chile em um importador l\u00edquido de leite. (Exporlac - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div>\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><\/div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>EUA: fazenda virtual usa intelig\u00eancia artificial para melhorar manejo da fazenda<\/strong><\/p>\n<p> A Universidade de Wisconsin-Madison (UW) iniciou um projeto de de dois anos que usar\u00e1 intelig\u00eancia artificial (IA) para analisar dados em tempo real ajudando os produtores de leite a melhorar suas decis\u00f5es de gest\u00e3o. \"Chamamos este projeto de 'c\u00e9rebro de fazenda leiteira virtual', porque estamos tentando imitar o pensamento de um \u00f3timo gerente de fazenda leiteira\", disse o l\u00edder da equipe, Victor Cabrera, professor de ci\u00eancia dos l\u00e1cteos da UW-Madison.<\/p>\n<p> A equipe multidisciplinar da UW inclui cientistas de l\u00e1cteos, economistas agr\u00edcolas e cientistas de computa\u00e7\u00e3o que come\u00e7aram a agregar dados de 4.000 vacas leiteiras para o servidor do campus. \"As fazendas leiteiras adotaram muitas tecnologias que geram grandes quantidades de dados\", afirmou Cabrera. \"O problema \u00e9 que os produtores n\u00e3o conseguiram integrar essas informa\u00e7\u00f5es para melhorar a tomada de decis\u00f5es de toda a fazenda\".<\/p>\n<p> O principal desafio ser\u00e1 filtrar os dados \u00fateis coletados das opera\u00e7\u00f5es di\u00e1rias leiteiras, de acordo com Cabrera. O tipo de dados coletados varia de libras de leite produzido e libras de alimentos animais consumidos por vacas leiteiras, quantos passos uma vaca d\u00e1, resultados de testes gen\u00f4micos, bem como dados gerais da fazenda, como padr\u00f5es clim\u00e1ticos e o pre\u00e7o do leite.\u00a0<\/p>\n<p> A equipe da UW usar\u00e1 intelig\u00eancia artificial para prever melhor o resultado de v\u00e1rias pr\u00e1ticas de manejo. Cientistas do Centro de Computa\u00e7\u00e3o de Alto Rendimento da Universidade est\u00e3o desenvolvendo algoritmos que analisam a atividade das fazendas de l\u00e1cteos, que ser\u00e3o usados para prever melhores pr\u00e1ticas de manejo.<\/p>\n<p> O passo final ser\u00e1 aplicar o que foi aprendido com os dados relevantes para criar ferramentas intuitivas de suporte baseadas na nuvem. A ideia, \u00e9 que os produtores usem dados em tempo real de suas fazendas para tomar decis\u00f5es de manejo 'mais inteligentes'. \"N\u00f3s pensamos que a metodologia deve ser aplicada a qualquer fazenda. Poderia ser ajustada para atender qualquer informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel. A abordagem b\u00e1sica seria muito semelhante em uma fazenda de 100 vacas ou em uma opera\u00e7\u00e3o de 8 mil vacas\".<\/p>\n<p> Cabrera adicionou que, uma vez que o projeto de dois anos estiver completo, ele espera iniciar um estudo maior envolvendo de 100 a 200 fazendas leiteiras que representam uma variedade de tamanhos e pr\u00e1ticas de manejo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Leite condensado volta a liderar exporta\u00e7\u00f5es e mostra oportunidades ao setor<\/strong><\/p>\n<p> A menor demanda venezuelana por leite em p\u00f3 trouxe de volta ao protagonismo das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos o leite condensado. De janeiro a julho de 2017, as vendas externas do produto totalizaram 12,2 mil toneladas, volume 25% maior do que o registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado. No primeiro semestre, as negocia\u00e7\u00f5es do leite condensado representaram 51% da quantidade total comercializada. Quanto \u00e0 receita, o montante foi de US$ 27,1 milh\u00f5es nos primeiros sete meses do ano, 57% maior frente ao mesmo per\u00edodo de 2016, representando 37% do total obtida pelo Brasil com a venda internacional de l\u00e1cteos. A volta do leite condensado \u00e0 lideran\u00e7a da pauta de exporta\u00e7\u00f5es veio tamb\u00e9m acompanhada da redu\u00e7\u00e3o de 7,8% no volume total de l\u00e1cteos embarcado e da queda de 4% da receita obtida com as exporta\u00e7\u00f5es de janeiro a julho deste ano em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado.\u00a0<\/p>\n<p> Por outro lado, a maior abertura do mercado consumidor deste produto e o maior valor agregado evidenciam oportunidades ao setor. O leite condensado brasileiro foi enviado para 25 pa\u00edses, sendo Ar\u00e1bia Saudita (25% do total do volume), Estados Unidos (18%), Trinidad e Tobago (11%) e Emirados \u00c1rabes (9%) os principais compradores. O pre\u00e7o m\u00e9dio do leite condensado exportado foi de US$ 2.214\/t no per\u00edodo, valor 43% superior \u00e0 m\u00e9dia de janeiro a julho de 2016. A produ\u00e7\u00e3o de leite condensado segue crescendo no Brasil. Com o processamento relativamente simples, sua fabrica\u00e7\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel por meio de adapta\u00e7\u00f5es em ind\u00fastrias de pequeno e m\u00e9dio porte. O l\u00e1cteo \u00e9 obtido a partir da desidrata\u00e7\u00e3o do leite fluido, seguida da refrigera\u00e7\u00e3o ou tratamento t\u00e9rmico (de acordo com o fim a que se destina), sendo conservado mediante a adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar. Ainda que tenha o termo condensado no nome, n\u00e3o passa pelo processo de condensa\u00e7\u00e3o (passagem do estado de vapor ao estado l\u00edquido mediante da libera\u00e7\u00e3o de calor).\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">Utiliza-se, na realidade, o processo de vaporiza\u00e7\u00e3o, que consiste na convers\u00e3o de um l\u00edquido em vapor por meio de aquecimento ou evapora\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o desenvolvimento de novas tecnologias, como as embalagens cartonadas, tamb\u00e9m favoreceu a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e o aumento de marcas no mercado nos \u00faltimos anos. Isso porque os os custos de produ\u00e7\u00e3o diminu\u00edram, deixando o derivado mais acess\u00edvel ao consumidor. O consumo, ali\u00e1s, \u00e9 um ponto importante. De acordo com pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel em 2015, o consumo de leite condensado no Brasil se mostrou relativamente est\u00e1vel frente \u00e0 crise econ\u00f4mica, uma vez que o derivado \u00e9 ingrediente central no preparo culin\u00e1rio de doces e sobremesas populares no Brasil (como o brigadeiro e o pudim). Apostar em qualidade dentro da porteira pode ser determinante para o setor. A fabrica\u00e7\u00e3o do leite condensado \u00e9 muito sens\u00edvel ao teor de sais minerais (c\u00e1lcio, magn\u00e9sio, fosfatos e citratos), prote\u00ednas e acidez.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> O desequil\u00edbrio entre esses elementos prejudica a forma\u00e7\u00e3o dos col\u00f3ides, afetando a estabilidade do produto e sua qualidade final. Assim, um dos crit\u00e9rios importantes \u00e9 a baixa contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) da mat\u00e9ria-prima. Em um mercado cada vez mais competitivo, a qualidade \u00e9 o fator chave: para a ind\u00fastria, pode significar a expans\u00e3o de seu market share, tanto no mercado dom\u00e9stico quanto no internacional; para o produtor, maior receita por meio de bonifica\u00e7\u00f5es; e para o consumidor, a certeza de adquirir um produto com maior qualidade. (Cepea)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Anvisa planeja mudar r\u00f3tulo de alimentos no Brasil<\/em><br \/><em> A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) estuda uma nova mudan\u00e7a nos r\u00f3tulos dos produtos aliment\u00edcios para advertir sobre a presen\u00e7a de ingredientes em excesso que podem fazer mal \u00e0 sa\u00fade. A ag\u00eancia planeja utilizar o sistema de sem\u00e1foro e oct\u00f3gonos para destacar a presen\u00e7a desses componentes e atrair a aten\u00e7\u00e3o do consumidor. A ideia foi debatida por um grupo de trabalho criado em 2014 para apresentar propostas para solucionar a quest\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o nutricional no pa\u00eds. Segundo a Anvisa, estudos cient\u00edficos apontam que a tabela nutricional presente nos produtos \"\u00e9 de dif\u00edcil compreens\u00e3o e pouco utilizada pelos consumidores\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do O Estado de S. Paulo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><a href=\"http:\/\/sindilat.com.br\/%__socialm_FCB%\" style=\"padding: 3px;\"><\/a><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 25 de agosto de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.571 \u00a0 Chile - Importa\u00e7\u00f5es crescem 61,8% no primeiro semestre As importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos no primeiro semestre de 2017 em compara\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/25\/25-08-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/08\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1682","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1682"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1682\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1682"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1682"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}