{"id":16742,"date":"2025-04-15T19:11:05","date_gmt":"2025-04-15T19:11:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16742"},"modified":"2025-04-15T19:14:27","modified_gmt":"2025-04-15T19:14:27","slug":"15-04-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/04\/15\/15-04-2025\/","title":{"rendered":"15\/04\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 15 de abril de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.373<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Teste in\u00e9dito indica o para cada caso de mastite antibi\u00f3tico certo<\/b><\/p>\n<p><i>Solu\u00e7\u00e3o apresentada por m\u00e9dica-veterin\u00e1ria e pesquisadora ga\u00facha indica ao produtor o medicamento para o combate de bact\u00e9rias causadoras da mastite de forma assertiva, reduzindo drasticamente custos e proporcionando maior qualidade do leite produzido<br \/>\n<\/i><br \/>\nUm teste in\u00e9dito que indica os antibi\u00f3ticos resistentes em casos de mastite no rebanho leiteiro, desenvolvido pela startup ga\u00facha Suport D Leite, fundada pela m\u00e9dica-veterin\u00e1ria e pesquisadora Denize da Rosa, est\u00e1 prestes a chegar ao mercado como solu\u00e7\u00e3o para um antigo problema enfrentado pelos pecuaristas, reduzindo drasticamente seus custos.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2021, Denize abriu o primeiro laborat\u00f3rio privado de an\u00e1lises de leite no Rio Grande do Sul, iniciando, com isso, a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os a t\u00e9cnicos e aos pr\u00f3prios produtores do noroeste ga\u00facho. Antes, j\u00e1 havia trabalhado com qualidade do leite no mestrado e, por dois anos, esteve em campo antes de ministrar aulas no ensino superior, em 2012.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2015, ela come\u00e7ou o doutorado em bovinocultura de leite e passou a conhecer ainda mais a realidade da cadeia do leite, dentro e fora da porteira, atuando com pesquisa, ensino e extens\u00e3o, al\u00e9m de participar da Rede Leite, uma iniciativa que re\u00fane v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es nesta \u00e1rea.&nbsp; \u201cConhecia muitas pessoas no setor e decidi abrir o laborat\u00f3rio, que, no in\u00edcio, funcionava na garagem da minha casa, com uma estrutura modesta e recursos limitados para investir. Inaugurei em fevereiro de 2020, mas em mar\u00e7o veio a pandemia e, sinceramente, se n\u00e3o fosse minha trajet\u00f3ria e conex\u00e3o com a cadeia do leite, teria desistido\u201d, conta Denize.&nbsp;<\/p>\n<p>Ela passou ent\u00e3o a pensar em como utilizar seus conhecimentos t\u00e9cnicos para contribuir com o avan\u00e7o do mercado sabendo das dificuldades que o produtor tem no dia a dia para manter a qualidade do leite e entendendo a import\u00e2ncia de um leite de qualidade para a nutri\u00e7\u00e3o das pessoas. \u201cAcabei salvando a vida da minha filha com f\u00f3rmula \u00e0 base de leite de vaca, porque n\u00e3o pude amament\u00e1-la devido a um c\u00e2ncer de mama que tive, e isso me motivou a ajudar os produtores\u201d, comenta.&nbsp;<\/p>\n<p>Passada a pandemia, as atividades do laborat\u00f3rio foram sendo ampliadas, incluindo servi\u00e7os de consultoria em parceria com o Sebrae-RS, al\u00e9m da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os para latic\u00ednios por meio do Programa Leite Mais Saud\u00e1vel, do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA). \u201cFocamos tamb\u00e9m na implementa\u00e7\u00e3o do Plano Nacional de Controle de Res\u00edduos e Contaminantes, alinhado ao objetivo da OMS de produzir alimentos de maior qualidade, reduzindo desperd\u00edcios e promovendo uma nutri\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>Com sua experi\u00eancia em pesquisa, atua\u00e7\u00e3o como professora na \u00e1rea de meio ambiente e sustentabilidade e v\u00ednculo com empresas focadas na melhoria da qualidade do leite, Denize teve um insight a partir do relato de um produtor que mencionou a dificuldade de encontrar um antibi\u00f3tico eficaz para tratar uma vaca com mastite, ap\u00f3s v\u00e1rias tentativas sem sucesso.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEle n\u00e3o tinha tempo de ir at\u00e9 a cidade para realizar um teste e me perguntou se eu n\u00e3o poderia desenvolver um kit para ser usado diretamente na fazenda com os medicamentos que ele costumava usar.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi nesse momento que percebi que esse produto ainda n\u00e3o existia e assim surgiu o teste\u201d. Atualmente, embora exista um teste com essa finalidade, ele s\u00f3 pode ser realizado em laborat\u00f3rios sediados na zona urbana, o que limita o acesso dos produtores rurais, muitas vezes localizados distantes da cidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Para superar essa limita\u00e7\u00e3o, a startup desenvolveu uma vers\u00e3o modificada desse teste para uso em campo. Este projeto est\u00e1 sendo validado por meio do Programa Manuten\u00e7\u00e3o de Talentos Tecnol\u00f3gicos \u2013 Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica, lan\u00e7ado pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), em outubro de 2024.&nbsp;<\/p>\n<p>Com essa inova\u00e7\u00e3o, espera-se reduzir em at\u00e9 80% as chances de erro nos tratamentos, prevenindo a sele\u00e7\u00e3o de superbact\u00e9rias. \u201cDesenvolvemos o kit e incubamos na Criatec, em Iju\u00ed-RS. Com esta inova\u00e7\u00e3o, participamos de diversas batalhas de startups regionais, ganhando alguns pr\u00eamios. Destaca-se que, em 2023, fomos selecionados para o programa \u2018Innovations in Sustainability 2023\u2019, uma iniciativa da Village Capital, com o apoio da Unilever, que selecionou 11 startups lideradas ou fundadas por mulheres na Am\u00e9rica Latina\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNosso objetivo era qualificar o produto para que, no futuro, tenha escala internacional, e fomos a \u00fanica empresa selecionada do Brasil\u201d, afirma Denize. Outra meta, segundo ela, \u00e9 permitir ao produtor ter acesso a amostras de antibi\u00f3ticos (de forma semelhante que se tem hoje a amostras de perfume), para test\u00e1-los diretamente e identificar rapidamente quais s\u00e3o eficazes e quais n\u00e3o funcionam, embora o resultado ainda n\u00e3o seja instant\u00e2neo, j\u00e1 que o processo leva cerca de 24 horas.&nbsp;<\/p>\n<p>A ideia tamb\u00e9m \u00e9 adaptar o teste para que fique dispon\u00edvel na pr\u00f3pria fazenda, em cooperativas ou em lojas de produtos agropecu\u00e1rios, facilitando o acesso e agilizando a tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, est\u00e1 em fase final de desenvolvimento um aplicativo que reunir\u00e1 todos os dados, facilitando a gest\u00e3o da propriedade e permitindo que empresas e \u00f3rg\u00e3os governamentais utilizem essas informa\u00e7\u00f5es para validar novos produtos e protocolos. O sistema tamb\u00e9m poder\u00e1 auxiliar na retirada do mercado de medicamentos que j\u00e1 n\u00e3o apresentem efic\u00e1cia, uma vez que estudos indicam que alguns antibi\u00f3ticos possuem mais de 90% de resist\u00eancia e n\u00e3o deveriam mais estar dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>Com o kit SuporTest Antibiograma, o produtor, ap\u00f3s realizar a cultura e identificar o tipo de bact\u00e9rias encontradas na amostra de leite, poder\u00e1 definir quais antibi\u00f3ticos est\u00e3o resistentes. Para isto, em uma placa de cultura \u2013 dispositivo utilizado para o cultivo de microrganismos, c\u00e9lulas ou tecidos \u2013, ir\u00e1 colocar as bact\u00e9rias em contato com os medicamentos e, em 24 horas, verificar\u00e1 se o antibi\u00f3tico dispon\u00edvel \u00e9 eficaz ou n\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ser\u00e1 poss\u00edvel realizar o teste com uma amostra de leite do resfriador, permitindo ao produtor obter uma vis\u00e3o ampla da sa\u00fade do rebanho. Atualmente o teste, que custa R$ 55,00, \u00e9 vendido apenas a t\u00e9cnicos e veterin\u00e1rios para uso nas propriedades assistidas por eles.&nbsp;<\/p>\n<p>Parceria \u2013 Dois anos atr\u00e1s, ap\u00f3s uma reuni\u00e3o com o empres\u00e1rio Dante Maur\u00edcio Tissot, propriet\u00e1rio da Dubai Alimentos \u2013 empresa de Iju\u00ed-RS especializada na comercializa\u00e7\u00e3o de aveia para nutri\u00e7\u00e3o humana e parceira de pelo menos cinco universidades \u2013, ele se interessou pela proposta e decidiu investir no neg\u00f3cio, reconhecendo seu potencial inovador.<\/p>\n<p>\u201cPercebi que talvez essa fosse a chance de avan\u00e7ar de uma forma mais r\u00e1pida e assertiva. Fechamos o neg\u00f3cio e a primeira coisa que fiz foi trocar de local, saindo da garagem. Contratamos mais funcion\u00e1rios, n\u00f3s nos qualificamos na quest\u00e3o de equipamentos e come\u00e7amos a fazer experimentos internos para modificar o teste\u201d, afirma Denize.<\/p>\n<p>O empres\u00e1rio, por sua vez, destaca que, apesar do seu interesse ter surgido apenas como investidor, tamb\u00e9m se sensibilizou justamente pelo prop\u00f3sito do projeto de levar qualidade e seguran\u00e7a alimentar para quem consome leite, pois sua empresa tamb\u00e9m participa desse mercado de seguran\u00e7a alimentar e produ\u00e7\u00e3o de alimentos de qualidade.<\/p>\n<p>l\u00e9m do aporte financeiro, cujo valor se absteve de revelar, colocou a equipe da sua empresa \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para ajudar na organiza\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da startup, no desenvolvimento do pr\u00f3prio aplicativo e no modelo de neg\u00f3cio. \u201cSempre que se fala em alimenta\u00e7\u00e3o, faz sentido para n\u00f3s, pelo neg\u00f3cio que j\u00e1 temos, e, quando podemos olhar com carinho essas iniciativas, a gente olha. Realmente, o projeto \u00e9 muito interessante, pois minimiza e faz com que o uso de antibi\u00f3ticos seja mais assertivo, com impacto direto na qualidade do que est\u00e1 sendo produzido. \u00c9 uma seguran\u00e7a alimentar e tamb\u00e9m para o produtor e para o consumidor. Isso nos levou a investir\u201d, revela.&nbsp;<\/p>\n<p>Produtores apontam vantagens no uso do teste<br \/>\nO primeiro contato da produtora Fernanda Fydryszewski com a Suport D Leite aconteceu atrav\u00e9s de uma influencer da regi\u00e3o, que publicou algo sobre o laborat\u00f3rio nos stories, chamando sua aten\u00e7\u00e3o. Ao comentar com o veterin\u00e1rio que presta assist\u00eancia \u00e0 sua propriedade, ele sugeriu que ela fizesse os testes no laborat\u00f3rio para ter mais assertividade e mais controle dos casos de mastite.\u201cHoje n\u00e3o sei mais tratar uma vaca sem o antibiograma, porque fazer isso sem ele e sem a cultura, com tantas bact\u00e9rias e tantos tipos de antibi\u00f3tico para combat\u00ea-las, \u00e9 como dar um tiro com os olhos vendados\u201d. Categoricamente, ela afirma que o tratamento antes era \u201cmuito ruim\u201d, porque tinha que ser feito duas, tr\u00eas e at\u00e9 quatro vezes na mesma vaca e quase sempre acontecia at\u00e9 de perder o animal.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO antibi\u00f3tico parecia curar, mas depois a bact\u00e9ria voltava ainda mais forte e mais avassaladora, sem muito mais a fazer. Poder usar o antibi\u00f3tico certeiro \u00e9 a melhor parte\u201d. Com o teste, ela consegue fazer tratamentos mais leves, n\u00e3o t\u00e3o invasivos, e certeiros, proporcionando mais qualidade de vida \u00e0s vacas, diminuindo o desperd\u00edcio e descarte de leite. A redu\u00e7\u00e3o \u201cdr\u00e1stica\u201d dos custos \u00e9 outra vantagem, pois o uso de antibi\u00f3ticos antes era quase que indiscriminado. \u201cO consumo caiu em torno de 70%, pois cheg\u00e1vamos a ter at\u00e9 seis vacas sendo tratadas de uma s\u00f3 vez, al\u00e9m do descarte que tamb\u00e9m era um absurdo\u201d. Por isso, ela afirma que n\u00e3o hesitaria em recomendar o teste a qualquer produtor, pois o considera \u201cuma m\u00e3o na roda, literalmente\u201d, al\u00e9m da excelente qualidade do leite obtido.&nbsp;<\/p>\n<p>Economia \u2013 Da mesma forma, na Agropecu\u00e1ria Lambrecht, do casal Di\u00e9ssica Lambrecht Amaral e Samoel Amaral, tamb\u00e9m de Iju\u00ed, os resultados da utiliza\u00e7\u00e3o do teste foram bastante promissores e, com isso, a ades\u00e3o foi imediata e sem volta. \u201cDescobri o laborat\u00f3rio atrav\u00e9s do veterin\u00e1rio que me atende, a quem sempre perguntava o melhor antibi\u00f3tico para utilizar e ele sempre recomendava que, para isso, o ideal seria saber exatamente que bact\u00e9ria estava atacando o animal. Em novembro de 2023, tive um caso de mastite na propriedade e decidi ir at\u00e9 o laborat\u00f3rio buscar os frasquinhos para coleta das amostras e foi assim que come\u00e7ou a nossa rela\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios\u201d, conta Amaral. Desde ent\u00e3o, ele j\u00e1 fez 47 testes na propriedade e, desses, 12 deram negativo, evitando \u201cjogar dinheiro fora\u201d com o uso desnecess\u00e1rio do antibi\u00f3tico. Nos demais testes, com bact\u00e9rias identificadas, o SuporTest Antibiograma propiciou o tratamento assertivo e a cura dos animais. Segundo Amaral, em cada tratamento, o custo fica em torno de R$ 1mil, entre antibi\u00f3ticos e o descarte do leite. \u201cOu seja, se fizermos a conta, s\u00f3 dos casos negativos tivemos uma economia de R$ 12 mil, um dinheiro que seria desperdi\u00e7ado\u201d, resume. (Balde Branco)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Global Dairy Trade - GDT<\/b><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dnY694ABF0168\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dnY694ABF0168\"><\/p>\n<p>Fonte: Global Dairy Trade editado pelo Sindilat<\/p>\n<p><b><br \/>\n\"N\u00e3o podemos mais ficar \u00e0 merc\u00ea das quest\u00f5es clim\u00e1ticas\"<\/b><\/p>\n<p>Entrevista - Edivilson Brum - Secret\u00e1rio estadual da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Duas das prioridades apontadas pelo novo titular da Secretaria Estadual da Agricultura, Edivilson Brum, est\u00e3o diretamente relacionadas ao clima: o avan\u00e7o da \u00e1rea irrigada e a solu\u00e7\u00e3o para o endividamento dos produtores.<\/p>\n<p>Como fazer a irriga\u00e7\u00e3o avan\u00e7ar no Estado?<br \/>\nO governador Eduardo Leite determinou a irriga\u00e7\u00e3o como prioridade n\u00famero um. Temos em aberto o projeto em que o produtor pode receber at\u00e9 R$100 mil do Estado. Quais os motivos pelos quais temos menos de 4% da lavoura de soja irrigada? Primeiro, pela quest\u00e3o cultural. Temos de ver a quest\u00e3o de financiamento, o custo, que tamb\u00e9m pode ser um dos gargalos.<\/p>\n<p>Por que ter uma subsecretaria, criada agora, para tratar do tema?<br \/>\nTemos v\u00e1rios projetos em diferentes setores, n\u00e3o s\u00f3 da secretaria, mas de outros \u00f3rg\u00e3os ligados ao governo. Ent\u00e3o, o governo acredita que criando a subsecretaria re\u00fane todos os projetos, inclusive do pr\u00f3prio Funrigs, do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o do Estado. Fica concentrado na Secretaria da Agricultura, sob uma lideran\u00e7a, para que o trabalho seja tocado com a efici\u00eancia e a celeridade que requer. N\u00e3o podemos mais ficar \u00e0 merc\u00ea das quest\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Outro foco deve ser as d\u00edvidas de produtores...<br \/>\nTem duas propostas, uma na C\u00e2mara e uma no Senado, e o governo do Estado tamb\u00e9m chamou todos os atores, entidades e parlamentares para apresentar uma alternativa, que seria buscar um recurso no fundo social para quitar essas d\u00edvidas e depois vai se devolvendo este recurso. Porque de nada adiantar\u00e1 fazer um grande projeto de irriga\u00e7\u00e3o se os produtores n\u00e3o tiverem acesso ao cr\u00e9dito. A nossa perspectiva \u00e9 de sensibilizar o governo (federal). (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Rob\u00f4s e softwares da Lely garantem decis\u00f5es estrat\u00e9gicas e maior controle<br \/>\n<\/b>Equipamentos, como rob\u00f4s de ordenha, e softwares de gest\u00e3o trouxeram \u00e0 pecu\u00e1ria leiteira a possibilidade de monitorar o rebanho em tempo real, identificando oportunidades de melhorias e problemas antes que estes se tornem cr\u00edticos. Um exemplo dessa transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 na hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o da Cabanha DS, localizada em Vila L\u00e2ngaro (RS). Ap\u00f3s enfrentar dificuldades que quase resultaram no encerramento da atividade leiteira, a propriedade retomou a produ\u00e7\u00e3o h\u00e1 pouco mais de um ano, agora focada em um modelo de gest\u00e3o automatizado. A propriedade \u00e9 administrada pela fam\u00edlia Secco, que, em processo de sucess\u00e3o familiar, apostou na moderniza\u00e7\u00e3o, com rob\u00f4s de ordenha da Lely e o software de gest\u00e3o Horizon, como caminho para superar os desafios e tornar o neg\u00f3cio sustent\u00e1vel e competitivo. Atualmente, cada vaca produz, em m\u00e9dia, 48 litros de leite por dia, performance que \u00e9 monitorada detalhadamente com dados coletados automaticamente durante a ordenha e enviados para an\u00e1lise no sistema. (Balde Branco)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de abril de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.373 Teste in\u00e9dito indica o para cada caso de mastite antibi\u00f3tico certo Solu\u00e7\u00e3o apresentada por m\u00e9dica-veterin\u00e1ria <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/04\/15\/15-04-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/04\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16742","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16742","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16742"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16742\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16746,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16742\/revisions\/16746"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16742"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16742"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16742"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}