{"id":1674,"date":"2017-08-21T17:18:03","date_gmt":"2017-08-21T17:18:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/21\/21-08-2017\/"},"modified":"2017-08-21T17:18:03","modified_gmt":"2017-08-21T17:18:03","slug":"21-08-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/21\/21-08-2017\/","title":{"rendered":"21\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 21 de agosto de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.567<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\u00a0<strong>\u00a0<span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Produtores querem limite para importa\u00e7\u00e3o de leite do Uruguai<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 caiu mais de 16% no acumulado de 2017 na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, mesmo assim a entrada de produto estrangeiro no mercado brasileiro \u00e9 apontada como uma das causas das dificuldades enfrentadas no setor. Por isso, a cadeia quer uma medida que limite a entrada do produto do Mercosul no Brasil.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">J\u00e1 h\u00e1 em vigor um acordo do Brasil com a Argentina que permite cotas para importa\u00e7\u00e3o aqui no pa\u00eds. Agora, produtores e ind\u00fastria querem que a mesma limita\u00e7\u00e3o vigente na Argentina tenha validade para o Uruguai. Al\u00e9m disso, o setor pediu ao governo que adote outras medidas emergenciais.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">\"A gente est\u00e1 pedindo uma compra emergencial de 50 mil toneladas de leite em p\u00f3 em termos de Brasil, para que isso possa dar uma regulada no mercado. Al\u00e9m disso, tem que dar celeridade ao acordo do Brasil com o M\u00e9xico, que \u00e9 um grande importador de leite em p\u00f3 e queijo\", explicou Darlan Palharini, secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A limita\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es \u00e9 uma medida que gera diverg\u00eancias no setor. H\u00e1 quem aponte que o protecionismo impede que os brasileiros aprendam a gerir a produ\u00e7\u00e3o e fiquem mais competitivos. De outro lado, os que defendem as cotas dizem que o Brasil n\u00e3o est\u00e1 em igualdade de condi\u00e7\u00f5es com outros membros do Mercosul e por isso o produto estrangeiro causa problemas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">\"\u00c9 bom lembrar que a zona de livre com\u00e9rcio pressup\u00f5e pol\u00edtica monet\u00e1ria e cambial sincronizada e como isso n\u00e3o ocorre, as importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o delet\u00e9rias, s\u00e3o predat\u00f3rias e vem num momento onde o pre\u00e7o j\u00e1 est\u00e1 caindo\", aponta Benedito Rosa, ex-secret\u00e1rio de pol\u00edtica agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura e comentarista do Canal Rural.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Especialistas do mercado de leite acham prov\u00e1vel que o acordo para limitar a importa\u00e7\u00e3o de leite do Uruguai vigore, a exemplo da limita\u00e7\u00e3o vigente com a Argentina. Mas alertam para a necessidade do setor leiteiro avan\u00e7ar a despeito de medidas governamentais.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">\" A dor \u00e9 real tanto para a ind\u00fastria quando para os produtores, mas o que temos argumentado \u00e9 que isso (limite para as importa\u00e7\u00f5es) seja sempre paliativo, \u00e9 importante que a gente saiba as consequ\u00eancias. N\u00f3s precisamos tomar uma decis\u00e3o, quem queremos ser no mercado de leite? Se n\u00f3s n\u00e3o conseguimos sobreviver com o pre\u00e7o pago atualmente, n\u00e3o estamos sendo competitivos. N\u00f3s temos uma faixa de produtores que est\u00e3o tendo lucro e eles tem que ser observados\", explica o s\u00f3cio-diretor da Transpondo Consultoria.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Independentemente de concordar ou n\u00e3o com as importa\u00e7\u00f5es, \u00e9 fato que a cada ano centenas de produtores deixam a atividade e \u00e9 uma tend\u00eancia que o pr\u00f3ximo censo agropecu\u00e1rio confirme o \u00eaxodo mais uma vez, assim como acontece em outros lugares do mundo. Entender porque poucos conseguem enquanto uma vasta maioria pena para se manter na produ\u00e7\u00e3o \u00e9 um desafio constante. Mesmo com todos os problemas, tem gente conseguindo viver de leite no Brasil e esses produtores e essas ind\u00fastrias merecem ser vistas com aten\u00e7\u00e3o, vale sempre olhar para eles com o foco em aprender o que fazem e tentar imitar os melhores. Enquanto em Bras\u00edlia as resolu\u00e7\u00f5es avan\u00e7am, mas ainda em passos mais lentos do que o setor gostaria.\u00a0<\/span><a href=\"http:\/\/http\/\/blogs.canalrural.com.br\/kellensevero\/2017\/08\/20\/produtores-querem-limite-para-importacao-de-leite-do-uruguai\/\" style=\"text-align: justify;\">CLIQUE AQUI<\/a><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">\u00a0para assistir ao v\u00eddeo.(Canal Rural)<\/span><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Estudantes criam sistema para monitorar vacas leiteiras<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> O bem estar das vacas faz toda a diferen\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o de leite. Mas, como saber se o ambiente possui as condi\u00e7\u00f5es ideais? Para ajudar neste trabalho, um grupo de estudantes do Paran\u00e1 criou um sistema para o monitoramento dos animais.\u00a0<\/p>\n<p> A expectativa agora \u00e9 que esta tecnologia chegar\u00e1 ao mercado ainda este ano. O conforto dos animais \u00e9 algo muito importante para a produ\u00e7\u00e3o de leite. As vacas precisam se sentir totalmente \u00e0 vontade no ambiente. E para ajudar na tarefa de observar o desempenho dos animais, um pequeno equipamento com sensores foi criado por um grupo de estudantes.\u00a0<\/p>\n<p> \"Podemos monitorar, por exemplo, a temperatura ambiente que o animal est\u00e1 inserido. Assim como a umidade, velocidade do vento, presen\u00e7a de gases nocivos (como am\u00f4nia) entre outros. Conseguimos avaliar tamb\u00e9m a luminosidade do ambiente, a temperatura da \u00e1gua que ele bebe. Tudo isso influencia no metabolismo do animal e consequentemente na produ\u00e7\u00e3o do leite\", garante o estudante de Engenharia Qu\u00edmica, Lucas Thomaz.<\/p>\n<p> O sistema manda estas informa\u00e7\u00f5es para o produtor e ajuda no manejo do rebanho. \"Os gr\u00e1ficos gerados ajudam o produtor a come\u00e7ar a cruzar as informa\u00e7\u00f5es. Ele olha a produtividade alta e precisa entender o que gerou isso, para replicar. O contr\u00e1rio \u00e9 o que acontece normalmente e com este monitoramento \u00e9 poss\u00edvel entender e melhorar o manejo\", conta Thomaz.<\/p>\n<p> Thomaz faz parte da equipe que criou o equipamento em uma maratona de tecnologia. O sistema j\u00e1 vem sendo testado e, se tudo correr bem, em poucos meses chega ao mercado. A novidade est\u00e1 sendo divulgada em primeira m\u00e3o no Agroleite, evento que acontece esta semana em Castro, no Paran\u00e1.\/ Luiz Fernando de Souza Frederico, coordenador de TI Castrolanda, foi quem teve a ideia de reunir os jovens ligados \u00e0 tecnologia e ao campo para criar solu\u00e7\u00f5es para a pecu\u00e1ria leiteira. Ele diz que os pequenos produtores ainda tem pouco acesso a tecnologia e a iniciativa deve ser repetida.<\/p>\n<p> \"A ideia \u00e9 que a Castrolanda, assim como realizou e patrocinou este, nos deu tamb\u00e9m a oportunidade de fazer outros, n\u00e3o s\u00f3 para o leite, que foi o primeiro, mas temos outras cadeias que queremos chegar. Tomara e que tenhamos as pr\u00f3ximas oportunidades tamb\u00e9m\", finaliza Frederico. <a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/pecuaria\/estudantes-criam-sistema-para-monitorar-vacas-leiteiras-68612\">CLIQUE AQUI<\/a> para assistir ao v\u00eddeo(Canal Rural)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Leite\/Oceania<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> Na Austr\u00e1lia, problemas financeiros de uma grande Cooperativa desencadearam uma s\u00e9rie de negocia\u00e7\u00f5es de plantas e venda de instala\u00e7\u00f5es industriais. Movimentos que continuam.<\/p>\n<p> A maioria das f\u00e1bricas continuaram operando normalmente com os novos propriet\u00e1rios, mas, os contratos de fornecimento de leite tiveram que ser refeitos, e uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as est\u00e3o ocorrendo para in\u00fameros produtores de leite. Um crescente descontentamento se alastra entre os produtores australianos diante dos pre\u00e7os que recebem pela mat\u00e9ria gorda do leite.<br \/> \u00a0<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2366\" style=\"width: 449px; height: 234px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> O aumento dos pre\u00e7os globais da manteiga n\u00e3o chegou ao produtor de leite da Austr\u00e1lia. O protesto geral \u00e9 de que a prote\u00edna estaria sendo subsidiada pela mat\u00e9ria gorda. Propriet\u00e1rios de rebanhos Jersey, em particular, reivindicam a necessidade de reconsiderar a rela\u00e7\u00e3o entre prote\u00edna e mat\u00e9ria gorda do leite, na forma\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o ao produtor. Na Nova Zel\u00e2ndia, a produ\u00e7\u00e3o de leite em junho de 2017 foi de 0,178 milh\u00f5es de toneladas, abaixo das 0,818 milh\u00f5es de toneladas verificadas em maio, de acordo com a DCNAZ. E junho de 2016, no entanto, a produ\u00e7\u00e3o tinha sido de 0,147 milh\u00f5es de toneladas. A produ\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos tamb\u00e9m ficou em 15,7 milh\u00f5es de quilos em junho, bem abaixo do volume de 84 milh\u00f5es de quilos verificados em maio. Em junho de 2016 foram registrados 13 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos. Embora alguns observadores continuem estimando crescimento sazonal da produ\u00e7\u00e3o de leite em 4%, a temporada iniciou como muita chuva e alagamentos, deteriorando as pastagens, que ficaram em condi\u00e7\u00f5es delicadas. \u00c9 ainda muito cedo para avaliar se essas condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis ser\u00e3o superadas. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2365\" style=\"text-align: justify; width: 650px; height: 399px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Miss\u00e3o G100\/Mapa\/Calif\u00f3rnia<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O G100 vai em Miss\u00e3o \u00e0 Calif\u00f3rnia entre 23\/09 a 01\/10\/17. H\u00e1 2 anos que o G100 est\u00e1 preparando essa Miss\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o do Mapa e apoio do USDA. Ainda h\u00e1 2 vagas para pessoas associadas ou n\u00e3o, em um grupo o qual ser\u00e1 composto por at\u00e9 15 pessoas, vagas estas que ser\u00e3o destinadas a produtores e latic\u00ednios. Ser\u00e3o agendas 2 ou 3 palestras sobre economia e qualidade, bio-sustentabilidade e seguran\u00e7a do alimento leite, al\u00e9m de visitas a 03 fazendas e 04 latic\u00ednios. \u00a0O Custo \u00e9 formado pelo valor da passagem a\u00e9rea, hot\u00e9is, alimenta\u00e7\u00e3o e taxa administrativa de R$ 500 reais ao G100 se associado, e R$ 1000 para n\u00e3o associados. Para mais informa\u00e7\u00f5es entrar em contato com o G100 atrav\u00e9s do e-mail: g100@g100.org.br - coordena\u00e7\u00e3o Miss\u00e3o \u00e0 Calif\u00f3rnia. (Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 21 de agosto de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.567 \u00a0 \u00a0\u00a0Produtores querem limite para importa\u00e7\u00e3o de leite do Uruguai A importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 caiu mais de 16% no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/21\/21-08-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/08\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1674","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1674","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1674"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1674\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1674"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1674"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1674"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}