{"id":16601,"date":"2025-03-21T19:45:52","date_gmt":"2025-03-21T19:45:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16601"},"modified":"2025-03-21T19:48:15","modified_gmt":"2025-03-21T19:48:15","slug":"21-03-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/21\/21-03-2025\/","title":{"rendered":"21\/03\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 21 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.352<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Outono 2025 dever\u00e1 ser mais quente no RS<br \/>\n<\/b><br \/>\nO outono iniciou ontem (20\/03), \u00e0s 6h01 da manh\u00e3, e deve terminar no dia 20 de junho, \u00e0s 23h42. \u00c9 uma esta\u00e7\u00e3o considerada de transi\u00e7\u00e3o entre o ver\u00e3o quente e \u00famido e o inverno frio e seco.De acordo com o coordenador do Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclim\u00e1ticos (Simagro-RS), meteorologista Fl\u00e1vio Varone, vai ser um per\u00edodo com condi\u00e7\u00e3o de mais neutralidade. \u201cAo contr\u00e1rio dos \u00faltimos anos, que n\u00f3s viemos passando sobre influ\u00eancia ou do El Ni\u00f1o ou do La Ni\u00f1a, neste ano, n\u00e3o teremos a influ\u00eancia destes fen\u00f4menos\u201d, afirma.Chuva: Durante este m\u00eas de mar\u00e7o e abril, a ocorr\u00eancia ser\u00e1 de pouca chuva.&nbsp; \u201cEsta condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o recupera mananciais, n\u00e3o recupera reservat\u00f3rios, devido \u00e0 estiagem, o que traz consequ\u00eancias para a agricultura\u201d, afirma Varone. J\u00e1 a partir de maio e, principalmente, em junho, a condi\u00e7\u00e3o de chuvas melhora no Rio Grande do Sul. \u201cEm resumo, o outono come\u00e7a com um tempo um pouco mais seco e aos poucos, vai voltando \u00e0 normalidade, com chuvas mais abundantes nos meses de maio e junho, recuperando esta perda h\u00eddrica registrada pelo estado\u201d, declara Varone.Temperatura: As temperaturas no outono ser\u00e3o mais quentes, um pouco acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica, em boa parte do Rio Grande do Sul, principalmente nos meses de abril e maio. As entradas de massas de ar mais frio, mais robustas, s\u00f3 s\u00e3o esperadas no final do outono. \u201cIsto n\u00e3o quer dizer que n\u00e3o entrem massas de ar frio em alguns per\u00edodos, mas ser\u00e3o mais espor\u00e1dicas\u201d, diz o meteorologista do Simagro.&nbsp;<\/p>\n<p>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA DE 20 A 26\/03\/2025<\/p>\n<p>A previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos dias indica tempo predominantemente seco na maior parte do Estado, com possibilidade de chuvas isoladas e passageiras nas regi\u00f5es Norte, Alto Uruguai, Miss\u00f5es, Central, Vale do Rio Pardo, Vale do Taquari, Serra, Campos de Cima da Serra, Metropolitana, Litoral Norte, Sul e Campanha. Os volumes mais expressivos s\u00e3o esperados para as regi\u00f5es Norte, Miss\u00f5es, Alto Uruguai e Sul. Na quinta-feira (20\/03), sexta-feira (21\/03) e s\u00e1bado (22\/03), o sistema de alta press\u00e3o, que vem atuando nos \u00faltimos dias, continuar\u00e1 influenciando o tempo em todo o Estado. Por isso, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de chuva significativa para nenhuma regi\u00e3o nesses dias. J\u00e1 no domingo (23\/03) e na segunda-feira (24\/03), efeitos de circula\u00e7\u00e3o podem favorecer a forma\u00e7\u00e3o de alguns n\u00facleos de precipita\u00e7\u00e3o isolados e passageiros em grande parte do Estado, com maior probabilidade nas regi\u00f5es Norte, Miss\u00f5es, Alto Uruguai, Metropolitana, Campanha e Sul. Na ter\u00e7a-feira (25\/03) e na quarta-feira (26\/03), o sistema de alta press\u00e3o volta a predominar, mantendo o tempo seco em todo o Estado, sem previs\u00e3o de chuva significativa.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s temperaturas m\u00e1ximas, na quinta-feira (20\/03), sexta-feira (21\/03) e s\u00e1bado (22\/03), os maiores valores devem ser registrados nas regi\u00f5es da Fronteira Oeste, Miss\u00f5es e Central, podendo atingir at\u00e9 35 \u00b0C. Nos dias seguintes (23, 24, 25 e 26\/03), al\u00e9m dessas regi\u00f5es, Vale do Rio Pardo, Metropolitana e Litoral Norte tamb\u00e9m devem apresentar eleva\u00e7\u00e3o nas temperaturas, podendo chegar a 36 \u00b0C na Regi\u00e3o Metropolitana. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temperatura m\u00ednima prevista, os menores valores dever\u00e3o ser observados nas regi\u00f5es de Campos de Cima da Serra e Serra, podendo atingir 8 \u00b0C em alguns munic\u00edpios. (SEAPI)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/nOAB80ABF0421\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/nOAB80ABF0421\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1859 de 20 de mar\u00e7o de 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nBOVINOCULTURA DE LEITE<\/p>\n<p>O rebanho leiteiro est\u00e1 em boas condi\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o do clima, que proporciona melhor conforto t\u00e9rmico aos animais. As fases da cria\u00e7\u00e3o variam conforme o planejamento de cada propriedade, sem anormalidades. O estado nutricional das vacas melhorou em virtude da queda das temperaturas, que beneficiaram o pastejo e a recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o ao aspecto sanit\u00e1rio, o clima seco diminuiu os problemas de casco e mastite, embora haja relatos de alta incid\u00eancia de carrapatos em algumas propriedades.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, a produ\u00e7\u00e3o de leite caiu 14% nas \u00faltimas semanas devido ao calor intenso, que levou os animais a passarem mais tempo na sombra e na \u00e1gua, reduzindo a alimenta\u00e7\u00e3o. Em algumas localidades, a escassez de \u00e1gua tamb\u00e9m tem impactado os rebanhos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, o calor afetou os rebanhos leiteiros, exigindo mitiga\u00e7\u00e3o com ventiladores, aspersores e manejo de sombra.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Erechim, o estresse t\u00e9rmico diminuiu a produ\u00e7\u00e3o, mas muitas propriedades j\u00e1 est\u00e3o profissionalizadas e adaptadas para enfrentar per\u00edodos de calor intenso.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Frederico Westphalen, o pre\u00e7o do leite continuou est\u00e1vel, e h\u00e1 expectativa de leve melhora nas pr\u00f3ximas semanas. A produ\u00e7\u00e3o segue em queda, influenciada pela sazonalidade e pelas altas temperaturas, que causam estresse t\u00e9rmico, limitando o consumo de alimentos e o bem-estar animal.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, as temperaturas mais baixas proporcionaram aos animais a retomada do consumo de pasto, mas a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 ainda mais cr\u00edtica em \u00e1reas sem sombra ou controle t\u00e9rmico.<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, continuam as vacina\u00e7\u00f5es e o controle de mosca-dos-chifres e carrapatos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, segue a vacina\u00e7\u00e3o de terneiras contra brucelose.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, a estiagem ampliou o vazio forrageiro entre as pastagens de ver\u00e3o e as de inverno.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, a produ\u00e7\u00e3o de leite sofreu queda de 20% em raz\u00e3o da estiagem, mas j\u00e1 houve&nbsp;<br \/>\nestabiliza\u00e7\u00e3o. A expectativa \u00e9 de recupera\u00e7\u00e3o da produtividade, auxiliada por ajustes na alimenta\u00e7\u00e3o e pelo uso de alimentos conservados.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Soledade, as temperaturas mais amenas amenizaram o estresse t\u00e9rmico no gado leiteiro. (Emater editado pelo Sindilat RS)<\/p>\n<p><b>Nota de Conjuntura: Mercado de Leite e Derivados - Mar\u00e7o de 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nAs perspectivas para o com\u00e9rcio internacional e para a economia mundial como um todo j\u00e1 est\u00e3o sendo impactadas pela iniciativa dos Estados Unidos de impor tarifas unilaterais decretadas sobre seus parceiros comerciais. Esta \u00e9 uma estrat\u00e9gia que aparentemente visa corrigir o enorme d\u00e9ficit comercial americano, desvalorizando o d\u00f3lar e incentivando maior produ\u00e7\u00e3o de bens e servi\u00e7os no pa\u00eds. Estas medidas t\u00eam gerado incertezas e volatilidade nos mercados, aumentando o risco de recess\u00e3o nos Estados Unidos e em outras pot\u00eancias econ\u00f4micas mundiais, o que pode refletir no Brasil.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o mundial de l\u00e1cteos segue se ajustando \u00e0 demanda, com algum aumento registrado na produ\u00e7\u00e3o, o que tem permitido recentemente ligeiro recuo nas cota\u00e7\u00f5es internacionais de l\u00e1cteos, ap\u00f3s um per\u00edodo de cont\u00ednuas altas. Ap\u00f3s duas quedas consecutivas, o \u00faltimo leil\u00e3o do GDT registrou estabilidade nas cota\u00e7\u00f5es e nos volumes comercializados, com pre\u00e7o m\u00e9dio de USD 4.245\/ t.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio dom\u00e9stico, os principais indicadores macroecon\u00f4micos sinalizam para um crescimento da economia em 2025, estimado em 2,0% no \u00faltimo Boletim Focus, embora isso represente significativa redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao observado no ano de 2024. Os indicadores de emprego e renda seguem favor\u00e1veis, garantindo a melhoria do poder de compra da popula\u00e7\u00e3o. Alguns indicadores da atividade econ\u00f4mica como servi\u00e7os e vendas do com\u00e9rcio apresentaram queda no primeiro m\u00eas do ano, mas com resultados positivos em 12 meses. Os \u00faltimos dados fiscais apontaram para uma pequena queda de 0,9% na d\u00edvida bruta brasileira no in\u00edcio de 2025. Estes dados e a evolu\u00e7\u00e3o da economia brasileira permitiram a queda da cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar no in\u00edcio deste ano. Mas ainda h\u00e1 incertezas, em fun\u00e7\u00e3o do crescente aumento das expectativas inflacion\u00e1rias, das altas taxas de juros e da gest\u00e3o dos gastos p\u00fablicos. Isso pode impactar o mercado de trabalho e a renda da popula\u00e7\u00e3o, que v\u00eam apresentando resultados positivos, e sustentando a demanda por leite e derivados.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite inspecionada cresceu pelo segundo ano consecutivo, aumentando 3,1% em 2024 em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Este \u00e9 o resultado de margens e termos de trocas mais favor\u00e1veis ao produtor,&nbsp; viabilizando&nbsp; a&nbsp; recupera\u00e7\u00e3o&nbsp; da&nbsp; produ\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/p>\n<p>dom\u00e9stica. No entanto, a importa\u00e7\u00e3o continua em patamar elevado. Com crescentes volumes exportados, a pecu\u00e1ria de leite argentina tem exibido aumento de produ\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos meses. A maior estabilidade econ\u00f4mica, o controle da infla\u00e7\u00e3o e a retirada de barreiras \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es explicam este crescimento e o Brasil \u00e9 importante destino deste fluxo.<\/p>\n<p>O m\u00eas de mar\u00e7o marca o in\u00edcio da entressafra do leite no Brasil. Nos cinco meses entre mar\u00e7o e julho historicamente a produ\u00e7\u00e3o mensal cai para abaixo da m\u00e9dia observada nos 12 meses do ano. Os pre\u00e7os do mercado spot, que sofreram expressiva eleva\u00e7\u00e3o no m\u00eas de mar\u00e7o, sinalizam menor disponibilidade de produto e demanda firme da ind\u00fastria. A menor disponibilidade dom\u00e9stica e uma postura mais agressiva de algumas empresas na capta\u00e7\u00e3o de novos fornecedores de mat\u00e9ria prima podem alavancar o pre\u00e7o ao produtor nos pr\u00f3ximos meses (Figura 1).<\/p>\n<p>A atividade econ\u00f4mica mais aquecida nos \u00faltimos anos, com o aumento da massa de rendimento das fam\u00edlias, tem mantido firme a demanda por l\u00e1cteos. Isso tem possibilitado o aumento da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite mesmo em um cen\u00e1rio de press\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es. A evolu\u00e7\u00e3o recente dos termos de troca tem favorecido a maior oferta dom\u00e9stica de leite e esta situa\u00e7\u00e3o pode prosseguir nos pr\u00f3ximos meses. As d\u00favidas sobre a evolu\u00e7\u00e3o do poder de compra da popula\u00e7\u00e3o e os custos dom\u00e9sticos mais altos que os internacionais lan\u00e7am incertezas sobre a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nacional em um cen\u00e1rio de menor crescimento do emprego e da renda, que \u00e9 uma das possibilidades para o ano de 2025.<\/p>\n<p>Figura 1. Sazonalidade da produ\u00e7\u00e3o leiteira inspecionada no Brasil. M\u00e9dias di\u00e1rias de produ\u00e7\u00e3o a cada m\u00eas comparada com a m\u00e9dia di\u00e1ria anual, expressas em valores percentuais, 2014-2023.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/AgqR97ABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/AgqR97ABF0416\"><\/p>\n<p>Fonte: Embrapa Gado de Leite, IBGE (2025).<\/p>\n<p>Resumo das informa\u00e7\u00f5es discutidas na reuni\u00e3o de conjuntura da equipe do Centro de Intelig\u00eancia do Leite, realizada em 18 de mar\u00e7o de 2025.<\/p>\n<p>Autores*: Samuel Jos\u00e9 de Magalh\u00e3es Oliveira, Alziro Vasconcelos Carneiro, Kennya Beatriz Siqueira, Lorildo Aldo Stock, Luiz Antonio Aguiar de Oliveira, Manuela Sampaio Lana, Marcos Cicarini Hott, Walter Coelho Pereira de Magalh\u00e3es Junior.&nbsp;<\/p>\n<p>*Pesquisadores e analistas da Embrapa Gado de Leite.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Leite Cepea<br \/>\n<\/b>O pre\u00e7o do leite ao produtor subiu neste come\u00e7o de 2025 a cota\u00e7\u00e3o do leite captado em janeiro foi de R$ 2,6492\/litro (\u201cM\u00e9dia Brasil\u201d), altas de 2,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 18,7% frente a janeiro\/24. Depois de registrar quedas ao longo do \u00faltimo trimestre de 2024, o pre\u00e7o do leite ao produtor voltou a subir neste come\u00e7o de 2025. Pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, mostra que a cota\u00e7\u00e3o do leite captado em janeiro foi de R$ 2,6492\/litro (\u201cM\u00e9dia Brasil\u201d), altas de 2,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 18,7% frente a janeiro\/24, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de janeiro). (CEPEA VIA TERRA VIVA)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 21 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.352 Outono 2025 dever\u00e1 ser mais quente no RS O outono iniciou ontem (20\/03), \u00e0s 6h01 da <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/21\/21-03-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/03\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16601","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16601","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16601"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16601\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16606,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16601\/revisions\/16606"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16601"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16601"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16601"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}