{"id":16581,"date":"2025-03-18T19:53:04","date_gmt":"2025-03-18T19:53:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16581"},"modified":"2025-03-18T19:55:09","modified_gmt":"2025-03-18T19:55:09","slug":"18-03-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/18\/18-03-2025\/","title":{"rendered":"18\/03\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 18 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.349<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>A aquisi\u00e7\u00e3o de leite, no 4\u00b0 trimestre de 2024, foi de 6,79 bilh\u00f5es de litros<br \/>\n<\/b><br \/>\nAcr\u00e9scimo \u00e9 de 4,6% em rela\u00e7\u00e3o ao 4\u00b0 trimestre de 2023, e aumento de 6,7% em compara\u00e7\u00e3o com o trimestre imediatamente anterior.No 4\u00ba trimestre de 2024, a aquisi\u00e7\u00e3o de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria (Federal, Estadual ou Municipal) foi de 6,79 bilh\u00f5es de litros, acr\u00e9scimo de 4,6% em rela\u00e7\u00e3o ao 4\u00b0 trimestre de 2023, e aumento de 6,7% em compara\u00e7\u00e3o com o trimestre imediatamente anterior. Trata-se da maior aquisi\u00e7\u00e3o de leite nesses estabelecimentos nos \u00faltimos quatro anos, performando a segunda maior aquisi\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie hist\u00f3rica, superada apenas pela ocorrida no quarto trimestre de 2020.&nbsp;No Gr\u00e1fico I.12 \u00e9 poss\u00edvel perceber um comportamento c\u00edclico no setor leiteiro, em que os 4 os trimestres regularmente apresentam pico de produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos trimestres anteriores, impulsionado pelo per\u00edodo de safra em algumas das principais bacias leiteiras do Pa\u00eds. O m\u00eas de maior capta\u00e7\u00e3o dentro do per\u00edodo foi dezembro, no qual foram contabilizados 2,34 bilh\u00f5es de litros de leite.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/vSyA3fABF0427\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/vSyA3fABF0427\"><\/p>\n<p>No comparativo do 4\u00ba trimestre de 2024 com o mesmo per\u00edodo em 2023, o acr\u00e9scimo de 295,7 milh\u00f5es de litros de leite captados, em n\u00edvel nacional, \u00e9 proveniente de aumento de produ\u00e7\u00e3o registrado em 12 das 26 UFs participantes da Pesquisa Trimestral do Leite. Em n\u00edvel de Unidades da Federa\u00e7\u00e3o, os acr\u00e9scimos mais relevantes ocorreram em Paran\u00e1 (+121,25 milh\u00f5es de litros), Minas Gerais (+98,64 milh\u00f5es de litros) e Santa Catarina (+43,29 milh\u00f5es 27 de litros). Em compensa\u00e7\u00e3o, as redu\u00e7\u00f5es mais significativas ocorreram em Rond\u00f4nia (-19,15 milh\u00f5es de litros), Goi\u00e1s (-12,19 milh\u00f5es de litros) e Esp\u00edrito Santo (-11,92 milh\u00f5es de litros).&nbsp; Minas Gerais continuou liderando o ranking de aquisi\u00e7\u00e3o de leite, com 25,2% da capta\u00e7\u00e3o nacional, seguido por Paran\u00e1 (15,9%) e Santa Catarina (12,8%) (Gr\u00e1fico I.13).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ifrQ72ABF0440\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ifrQ72ABF0440\"><\/p>\n<p>O pre\u00e7o m\u00e9dio do litro de leite cru pago ao produtor, no 4\u00ba trimestre de 2024, foi de R$ 2,76, valor 31,4% acima do praticado no trimestre equivalente do ano anterior. Em compara\u00e7\u00e3o ao pre\u00e7o m\u00e9dio auferido no 3\u00b0 trimestre de 2024, houve decr\u00e9scimo de 1,4%. (Gr\u00e1fico I.14)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/IdJ62fABF0452\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/IdJ62fABF0452\"><\/p>\n<p>Segundo o IPCA, o item Leite e derivados teve aumento de 10,37% no acumulado de janeiro a dezembro de 2024, superior ao \u00cdndice geral da infla\u00e7\u00e3o de +4,83% no mesmo per\u00edodo. Dos oito subitens desta lista, as maiores varia\u00e7\u00f5es no per\u00edodo foram verificadas no Leite longa vida (+18,83%), Leite em p\u00f3 (+9,26%) e Leite condensado (+8,46%). (Gr\u00e1fico I.15).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/v4rtc0ABF0417\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/v4rtc0ABF0417\"><\/p>\n<p>A maior parte da capta\u00e7\u00e3o de leite pelos latic\u00ednios brasileiros foi realizada por estabelecimentos de grande porte, que receberam mais de 150 mil litros de leite\/dia (6,4% do total de estabelecimentos) e foram respons\u00e1veis por 68,2% do volume de leite cru captado no 4\u00ba trimestre de 2024 (Tabela I.13).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/97eK7eAB3K90414\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/97eK7eAB3K90414\"><\/p>\n<p>No 4\u00ba trimestre de 2024, participaram da Pesquisa Trimestral do Leite 1 927 estabelecimentos, 678 (35,2%) registrados no Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF), 830 (43,1%) nos Servi\u00e7os de Inspe\u00e7\u00e3o Estadual (SIE) e 419 (21,7 %) nos Servi\u00e7os de Inspe\u00e7\u00e3o Municipal (SIM), respondendo, respectivamente, por 88,3%, 10,5% e 1,2% do total de leite captado. O Estado do Amap\u00e1 foi a \u00fanica Unidade da Federa\u00e7\u00e3o a n\u00e3o participar da Pesquisa, por n\u00e3o apresentar estabelecimento eleg\u00edvel ao universo investigado.&nbsp;<\/p>\n<p>(Fonte Indicadores IBGE: Estat\u00edstica da Produ\u00e7\u00e3o Pecu\u00e1ria - Aquisi\u00e7\u00e3o de Leite, editado pelo Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Intelig\u00eancia artificial na produ\u00e7\u00e3o leiteira<\/p>\n<p>Universidade de Passo Fundo prepara-se para desenvolver pesquisa in\u00e9dita no Rio Grande do Sul, a qual pretende monitorar a sa\u00fade animal a partir do uso de algoritmos e tecnologias que analisem amostras do leite<\/p>\n<p>No campo, cada detalhe faz a diferen\u00e7a para reduzir as perdas, aumentar a produtividade e a rentabilidade. Com olhar voltado para o futuro, a Universidade de Passo Fundo (UPF) prepara-se para utilizar a intelig\u00eancia artificial como ferramenta estrat\u00e9gica em uma pesquisa inovadora. A iniciativa pioneira da universidade no Rio Grande do Sul foi contemplada com R$ 2 milh\u00f5es em recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para a montagem do laborat\u00f3rio multidisciplinar que vai utilizar algoritmos combinados com tecnologia para diagn\u00f3sticos antecipados da sa\u00fade das vacas, por meio da coleta de amostras de leite.<\/p>\n<p>O coordenador do curso de Medicina Veterin\u00e1ria da UPF, professor Carlos Bondan, lidera o projeto de pesquisa e explica que o leite \u00e9 um fluido org\u00e2nico, a exemplo do sangue que \u00e9 utilizado para apurar doen\u00e7as atrav\u00e9s da an\u00e1lise de laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cVamos analisar inclusive par\u00e2metros que n\u00e3o s\u00e3o muito frequentes e solicita\u00e7\u00f5es por parte dos produtores\u201d, adianta, acrescentando que as novas avalia\u00e7\u00f5es t\u00eam potencial de identificar problemas nas f\u00eameas leiteiras, principalmente aqueles relacionados ao metabolismo e, \u00e0s condi\u00e7\u00f5es nutricionais, al\u00e9m das doen\u00e7as infecciosas.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um primeiro passo desafiador. Porque vamos precisar de amostras individuais por vaca e atualmente o controle leiteiro no Brasil n\u00e3o \u00e9 realizado de uma forma t\u00e3o intensa e corriqueira como em outros pa\u00edses\u201d, explica Bondan. Segundo ele, isso j\u00e1 \u00e9 comum no Canad\u00e1, Estados Unidos e alguns pa\u00edses da Europa. \u201cNa Holanda, uma vez por m\u00eas, os produtores coletam o leite das vacas em ordenha para esse tipo de an\u00e1lise, tendo informa\u00e7\u00f5es individuais de cada exemplar. Ent\u00e3o consegue-se, por vezes, at\u00e9 antever um problema sanit\u00e1rio prestes a ocorrer\u201d, sublinhou.<\/p>\n<p>Com o projeto, o coordenador do curso de Medicina Veterin\u00e1ria da UPF antecipa que se quer ir al\u00e9m, inclusive, com um progn\u00f3stico de uma doen\u00e7a subcl\u00ednica nas f\u00eameas em virtude de indicadores j\u00e1 existentes. \u201cA inten\u00e7\u00e3o \u00e9 mostrarmos problemas que ir\u00e3o resultar em perdas. Seja de bem-estar, produtiva ou de qualidade do leite\u201d, explica. Bondan, ressalta que as varia\u00e7\u00f5es do clima e do solo em que o alimento foi cultivado (para as vacas leiteiras) s\u00e3o altera\u00e7\u00f5es que tamb\u00e9m podem trazer comprometimentos para a produtividade, a qualidade e a sa\u00fade dos animais. \u201cPor isso, criaremos um banco de dados onde iniciaremos com as mais diferentes informa\u00e7\u00f5es. \u00c9 a\u00ed que entra a intelig\u00eancia artificial, avaliando estatisticamente um problema que vamos determinar\u201d, detalha.<\/p>\n<p>De acordo com Bondan, o objetivo final do projeto \u00e9 bem audacioso se a cadeia l\u00e1ctea se somar a ideia, que \u00e9 fazer com que o Rio Grande do Sul seja positivamente diferenciado no setor. \u201cTornar o nosso leite conhecido como o melhor em termos de qualidade, produ\u00e7\u00e3o e rentabilidade do Brasil\u201d, afirmou. Para isso, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 criar uma ferramenta em que todos os atores do sistema produtivo ga\u00facho possam ter acesso, tanto o produtor, quanto os t\u00e9cnicos e a ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Nessa dire\u00e7\u00e3o, o professor Carlos Bondan adianta que ser\u00e1 criada uma intelig\u00eancia artificial espec\u00edfica para o projeto. \u201cN\u00e3o compraremos nenhum software ou metodologia. Ser\u00e3o desenvolvidos \u00fanica e exclusivamente pela Universidade de Passo Fundo\u201d, garante.<\/p>\n<p>Bondan detalha que as equipes de trabalho j\u00e1 est\u00e3o formadas e que a iniciativa aguarda apenas a licita\u00e7\u00e3o para a aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos de alto valor. \u201cO projeto em si tem um or\u00e7amento de R$ 5 milh\u00f5es, mas com os recursos que obtivemos com a Finep j\u00e1 conseguiremos inici\u00e1-lo\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>O coordenador do curso de Medicina Veterin\u00e1ria da UPF antecipa ainda que a expectativa \u00e9 de que as primeiras conclus\u00f5es e resultados do projeto sejam apurados no per\u00edodo de dois a cinco anos.<\/p>\n<p>\u201cVai depender muito da ader\u00eancia da cadeia l\u00e1ctea porque eu n\u00e3o consigo produzir informa\u00e7\u00e3o se n\u00e3o tenho dados, an\u00e1lise de leite. E n\u00e3o \u00e9 avalia\u00e7\u00e3o do tanque refrigerador do leite, embora esse tamb\u00e9m seja importante, mas n\u00e3o mais do que as an\u00e1lises individuais\u201d, sublinhou.<\/p>\n<p>Bondan destaca que quanto mais propriedades leiteiras participarem mais robusto ser\u00e1 o banco de dados e mais assertiva ser\u00e1 a intelig\u00eancia artificial. \u201cPrecisaremos de rebanhos distribu\u00eddos em diversas regi\u00f5es do Rio Grande do Sul. Existem muitas diferen\u00e7as edafoclim\u00e1ticas (de clima e solo) que compreendem desde a temperatura, o \u00edndice pluviom\u00e9trico, o solo, as plantas. As condi\u00e7\u00f5es particulares de uma determinada regi\u00e3o ou microrregi\u00e3o influenciam o leite\u201d, explica.<\/p>\n<p>O professor acredita que o conjunto de informa\u00e7\u00f5es do banco de dados e suas correla\u00e7\u00f5es poder\u00e1 auxiliar na tomada de decis\u00f5es do produtor rural para entregar um leite ainda melhor. \u201cTemos uma preocupa\u00e7\u00e3o muito grande com o setor produtivo do leite. Entendemos que \u00e9 muito importante para as economias locais e do Estado do Rio Grande do Sul\u201d, conclui. Bondan chamou aten\u00e7\u00e3o para o fato de o alimento ga\u00facho possuir qualidade e sua produ\u00e7\u00e3o seguir uma s\u00e9rie de legisla\u00e7\u00f5es r\u00edgidas, estabelecidas por \u00f3rg\u00e3os federais, estaduais e municipais. \u201cQueremos torn\u00e1-lo ainda melhor. Tudo evolui e o produtor n\u00e3o pode ficar obsoleto no uso de tecnologia pois isso pode refletir diretamente na sua receita e ganho\u201d, finaliza. (Correio do Povo)<\/p>\n<p>F\u00f3rum MilkPoint Mercado: \u00c9 AMANH\u00c3! Confira a programa\u00e7\u00e3o completa<\/p>\n<p>Acontece amanh\u00e3, em Campinas, a 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum MilkPoint Mercado. Confira a programa\u00e7\u00e3o completa e participe!<\/p>\n<p>O F\u00f3rum MilkPoint Mercado 2025 est\u00e1 chegando. A sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o acontece amanh\u00e3, 18 de mar\u00e7o, em Campinas\/SP.<\/p>\n<p>No evento, vamos discutir os principais desafios e oportunidades para a ind\u00fastria l\u00e1ctea em 2025, trazendo insights estrat\u00e9gicos sobre temas essenciais. Confira a programa\u00e7\u00e3o completa:<\/p>\n<p>Bloco 1 - Cen\u00e1rios de Mercado<br \/>\nAbertura do Painel - Valter Galan, Diretor T\u00e9cnico e de Novos Neg\u00f3cios da MilkPoint Ventures<\/p>\n<p>Cen\u00e1rio do consumo de l\u00e1cteos: como fechamos 2024 e como come\u00e7amos 2025 - Andr\u00e9 Penariol, CEO da BU Rock Conecta<\/p>\n<p>Cen\u00e1rio econ\u00f4mico e poss\u00edveis impactos do novo governo americano no mercado l\u00e1cteo no mundo - Glauco Carvalho, Pesquisador da Embrapa<\/p>\n<p>Do Campo ao Mercado: Sustentabilidade, Gest\u00e3o Financeira e Log\u00edstica no Setor L\u00e1cteo - Ben French, Diretor Associado do Programa de Suprimentos Sustent\u00e1veis VIVE na Czarnikow e Tom Soutter, Trader S\u00eanior na Czarnikow<\/p>\n<p>Tend\u00eancias do Mercado L\u00e1cteo no Mercosul para 2025 - Andres Padilla, Industry Specialist na Rabobank Brasil<\/p>\n<p>Prote\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os de milho e soja: o que j\u00e1 poder\u00edamos ter feito e o que ainda podemos fazer olhando o cen\u00e1rio para 2025? - Alberto Pessina, Fundador e CEO da Agromove<\/p>\n<p>Cen\u00e1rios para o mercado l\u00e1cteo - Matheus Napolitano, Analista de Mercado na MilkPoint Ventures<\/p>\n<p>O futuro da produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil - Marcelo Pereira de Carvalho, CEO da MilkPoint Ventures<\/p>\n<p>Perguntas e Debate<\/p>\n<p>Bloco 2 - Gest\u00e3o de Custos e Efici\u00eancia Operacional na Cadeia L\u00e1ctea<\/p>\n<p>Log\u00edstica compartilhada na distribui\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos: oportunidades e limita\u00e7\u00f5es do mercado brasileiro - Graciela Civolani, Diretora de Suply Chain na Danone<\/p>\n<p>Gargalos e Oportunidades nos custos da cadeia de abastecimento de leite de produtores - Juliana Santiago, Consultora de Projetos da MilkPoint Ventures e Luana Chiminasso, Consultora de Projetos Jr. da MilkPoint Ventures<\/p>\n<p>Uso de Instrumentos FOSS para otimiza\u00e7\u00e3o dos processos l\u00e1cteos adicionando valor a cadeia - Priscila Tortelli, Diretora Geral da FOSS no Brasil<\/p>\n<p>Perguntas e Debate<\/p>\n<p>Milk break<\/p>\n<p>Oportunidades na precifica\u00e7\u00e3o do leite mat\u00e9ria-prima - onde estamos\/dificuldades\/oportunidades - Valter Galan, Diretor T\u00e9cnico e de Novos Neg\u00f3cios da MilkPoint Ventures<\/p>\n<p>Desbloqueando a Performance por meio da Digitaliza\u00e7\u00e3o da Cadeia de Suprimentos - Fede Lang, Head of Customer Success, MADCAP<\/p>\n<p>Perguntas e Debate<\/p>\n<p>Mesa Redonda: Sistemas de remunera\u00e7\u00e3o do leite: para qual dire\u00e7\u00e3o caminha a ind\u00fastria?<br \/>\nArmindo Jos\u00e9 Soares Neto, Diretor Executivo de Capta\u00e7\u00e3o na Alvoar L\u00e1cteos<br \/>\nEdney Murillo Secco, Diretor de Compra de L\u00e1cteos no Grupo Piracanjuba<br \/>\nRafael Junqueira, Diretor de Capta\u00e7\u00e3o de Leite - Lactalis do Brasil e Uruguai<br \/>\nRicardo Rodrigues, Diretor Compras de Leite &amp; Agropecu\u00e1ria na Scala<br \/>\nRoberto Victor Hegg, Diretor de Supply Chain na Tirolez<\/p>\n<p>Encerramento e Queijos &amp; Vinhos<\/p>\n<p>Estes e outros temas ser\u00e3o abordados por especialistas do setor, reunindo os principais players da cadeia l\u00e1ctea para um dia de muito conhecimento e networking.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o puder estar presencialmente, voc\u00ea ainda tem a chance de acompanhar todas as an\u00e1lises estrat\u00e9gicas e debates do F\u00f3rum MilkPoint Mercado na modalidade online, com transmiss\u00e3o ao vivo e acesso \u00e0s grava\u00e7\u00f5es por 30 dias.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea ainda n\u00e3o garantiu sua participa\u00e7\u00e3o, essa \u00e9 a sua \u00faltima chance! 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Segundo o Centro de Pesquisas, o impulso vem da combina\u00e7\u00e3o de estoques baixos com a demanda aquecida pelo cereal. No encerramento da semana passada, o Indicador ESALQ\/BM&amp;FBovespa (Campinas \u2013 SP) se aproximava dos R$ 90\/saca de 60 kg, patamar nominal verificado pela \u00faltima vez em abril de 2022. Dados da Conab indicam que os estoques iniciais da temporada 2024\/25 s\u00e3o de apenas 2,04 milh\u00f5es de toneladas, inferior \u00e0s 2,1 milh\u00f5es de toneladas apontadas em fevereiro\/25 e bem abaixo das 7,2 milh\u00f5es de toneladas da safra 2023\/24. O atual estoque representa apenas 2,4% do consumo anual do milho pelo mercado interno, estimado pela Conab em 86,97 milh\u00f5es de toneladas em 2024\/25. (Terra Viva)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.349 A aquisi\u00e7\u00e3o de leite, no 4\u00b0 trimestre de 2024, foi de 6,79 bilh\u00f5es de litros Acr\u00e9scimo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/18\/18-03-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/03\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16581","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16581","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16581"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16581\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16586,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16581\/revisions\/16586"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}