{"id":16567,"date":"2025-03-14T17:04:32","date_gmt":"2025-03-14T17:04:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16567"},"modified":"2025-03-14T17:07:06","modified_gmt":"2025-03-14T17:07:06","slug":"14-03-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/14\/14-03-2025\/","title":{"rendered":"14\/03\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.347<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Como melhorar o ambiente das vacas?<br \/>\n<\/b><br \/>\nPesquisadores da Universidade de Nottingham destacam a import\u00e2ncia do enriquecimento ambiental para um manejo mais estimulante e saud\u00e1vel para os animais. Confira!Compreender o comportamento das vacas leiteiras tem sido um tema de destaque na pesquisa em ci\u00eancia leiteira nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Em uma edi\u00e7\u00e3o especial do JDS Communications dedicada ao comportamento dos animais leiteiros, um novo estudo destaca a import\u00e2ncia do enriquecimento ambiental para melhorar o bem-estar das vacas mantidas em confinamento.Pesquisadores da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram que a introdu\u00e7\u00e3o de um objeto novo e simples no ambiente das vacas pode reduzir significativamente comportamentos associados ao t\u00e9dio, tornar o ambiente mais envolvente e ajudar a comunidade cient\u00edfica a compreender melhor os efeitos do confinamento no comportamento animal.<\/p>\n<p>Alison L. Russell, pesquisadora da School of Veterinary Medicine and Science da Universidade de Nottingham e investigadora principal do estudo, explicou: \u201cA pesquisa tem se concentrado cada vez mais em garantir o melhor bem-estar poss\u00edvel para as vacas leiteiras sob nossos cuidados, especialmente aquelas mantidas em ambientes fechados. O confinamento pode ser ben\u00e9fico para a sa\u00fade e o bem-estar das vacas, al\u00e9m de trazer vantagens para as fazendas. No entanto, tamb\u00e9m pode levar a condi\u00e7\u00f5es mon\u00f3tonas que predisp\u00f5em os animais ao t\u00e9dio, um estado emocional negativo que devemos evitar.\u201d<\/p>\n<p>Embora estudos sobre enriquecimento ambiental tenham demonstrado resultados positivos na redu\u00e7\u00e3o do t\u00e9dio em outras esp\u00e9cies animais, h\u00e1 pouca pesquisa nessa \u00e1rea para vacas leiteiras confinadas.<\/p>\n<p>Russell e sua equipe buscaram entender se a oferta de um objeto de enriquecimento novo, como \u00e9 frequentemente feito para su\u00ednos, poderia estimular as vacas e ajudar a comunidade leiteira a compreender melhor os comportamentos associados ao t\u00e9dio. O estudo envolveu 71 vacas Holandesas alojadas em baias com camas de areia e acesso a uma escova autom\u00e1tica, ferramenta j\u00e1 amplamente reconhecida como uma fonte positiva de enriquecimento para bovinos.<\/p>\n<p>Os pesquisadores ent\u00e3o introduziram um novo objeto no ambiente das vacas \u2013 uma boia infl\u00e1vel de navega\u00e7\u00e3o suspensa na altura dos ombros dos animais \u2013 instalada na \u00e1rea de descanso dos currais por um per\u00edodo de tr\u00eas semanas.<\/p>\n<p>Russell explicou: \u201cEscolhemos a boia porque \u00e9 segura, praticamente indestrut\u00edvel e oferece uma oportunidade totalmente nova de intera\u00e7\u00e3o para as vacas.\u201d<\/p>\n<p>O comportamento das vacas durante esse per\u00edodo foi comparado com as semanas anteriores, quando nenhum enriquecimento adicional estava presente. Os pesquisadores registraram continuamente as intera\u00e7\u00f5es com a boia, bem como dados coletados no sistema de ordenha robotizado usado no experimento.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s registramos n\u00e3o apenas se as vacas interagiam com a boia, mas tamb\u00e9m dois comportamentos associados ao t\u00e9dio, al\u00e9m de comportamentos de autocuidado\u201d, explicou Russell.<\/p>\n<p>Os comportamentos associados ao t\u00e9dio inclu\u00edam ficar parada sem interagir com o ambiente, um sinal de desengajamento, e recusas na ordenha autom\u00e1tica, quando as vacas entram no rob\u00f4 de ordenha buscando estimula\u00e7\u00e3o, mesmo ap\u00f3s j\u00e1 terem atingido sua produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria ou antes do intervalo m\u00ednimo necess\u00e1rio entre as ordenhas, al\u00e9m de autocuidados, como lamber, mastigar e co\u00e7ar-se.<\/p>\n<p>\u201cAs vacas interagiram prontamente e repetidamente com a boia em um n\u00edvel compar\u00e1vel ao da escova, o que sugere que a consideraram uma adi\u00e7\u00e3o positiva ao ambiente\u201d, disse Russell.<\/p>\n<p>Os resultados do estudo tamb\u00e9m mostraram uma redu\u00e7\u00e3o tanto no tempo ocioso quanto nas recusas de ordenha quando a boia estava dispon\u00edvel, sugerindo que ferramentas de enriquecimento podem tornar o confinamento mais estimulante.<\/p>\n<p>Curiosamente, o estudo encontrou um aumento no comportamento de autocuidado quando o enriquecimento estava presente. Embora a literatura sobre esse tema seja contradit\u00f3ria, esses comportamentos podem estar ligados a mudan\u00e7as nos n\u00edveis de estresse ou excita\u00e7\u00e3o \u2013 que podem ser tanto positivos quanto negativos.<\/p>\n<p>\u201cAs vacas interagiram livremente com a boia, sugerindo que a experi\u00eancia foi positiva, e n\u00e3o estressante. No entanto, mais pesquisas s\u00e3o necess\u00e1rias para compreender completamente esses comportamentos, avaliar se o enriquecimento traria benef\u00edcios a longo prazo e identificar os tipos mais eficazes de enriquecimento para vacas leiteiras\u201d, disse Russell.<\/p>\n<p>O uso de enriquecimento ambiental para vacas leiteiras confinadas ainda \u00e9 um campo pouco explorado e que merece mais investiga\u00e7\u00e3o. Este estudo contribui para preencher uma lacuna importante no entendimento do comportamento das vacas e refor\u00e7a a necessidade de estrat\u00e9gias para melhorar seu ambiente de confinamento.<\/p>\n<p>\u201cEsperamos que essas descobertas abram caminho para mais pesquisas sobre o t\u00e9dio e estados emocionais negativos em vacas leiteiras confinadas \u2013 em sintonia com o crescente compromisso de oferecer experi\u00eancias positivas para os animais e melhorar ainda mais seu bem-estar. Nossa meta \u00e9 incentivar o desenvolvimento de estrat\u00e9gias de enriquecimento mais eficazes para o setor leiteiro\u201d, concluiu Russell.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Feedstuffs, traduzidas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1858 de 13 de mar\u00e7o de 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>BOVINOCULTURA DE LEITE<br \/>\n<\/i><br \/>\nO bem-estar dos animais foi prejudicado pelas altas temperaturas, resultando em queda na produtividade. Em algumas regi\u00f5es, as chuvas ajudaram a amenizar o calor e a manter as pastagens.Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, a produ\u00e7\u00e3o de leite em Hulha Negra ainda est\u00e1 est\u00e1vel, mas j\u00e1 apresenta leve queda em raz\u00e3o do estresse t\u00e9rmico e do fim do ciclo das pastagens de ver\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>A suplementa\u00e7\u00e3o segue predominantemente com ra\u00e7\u00e3o e feno, pois poucos produtores ensilaram o milho.&nbsp;<\/p>\n<p>Na Fronteira Oeste, as pastagens come\u00e7am a se recuperar em fun\u00e7\u00e3o das chuvas, mas a produ\u00e7\u00e3o de leite ainda est\u00e1 limitada.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, a qualidade do leite ficou dentro dos padr\u00f5es, sem exclus\u00f5es pelos latic\u00ednios. O controle de ectoparasitas exigiu mais aten\u00e7\u00e3o, e a alimenta\u00e7\u00e3o foi garantida com silagem e ra\u00e7\u00e3o, evitando restri\u00e7\u00f5es nutricionais.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Erechim, o excesso de umidade nos est\u00e1bulos favoreceu os casos de mastite e os problemas nos cascos. No mercado, o pre\u00e7o do leite caiu devido ao aumento da oferta nacional.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Frederico Westphalen, para mitigar os efeitos do estresse t\u00e9rmico causado pelo calor, os produtores t\u00eam utilizado silagem para manter a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais, o que pode aumentar os custos de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o de leite sofreu leve queda, atribu\u00edda principalmente ao calor excessivo, que afetou o bem-estar dos animais.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, a expectativa \u00e9 de recupera\u00e7\u00e3o da produtividade, impulsionada pela retomada das chuvas, pela queda nas temperaturas e pela complementa\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o com alimentos conservados e ajustes nas dietas com concentrados.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, h\u00e1 um aumento significativo na popula\u00e7\u00e3o de moscas e carrapatos, o que pode impactar a produ\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, o rebanho continua em adequada condi\u00e7\u00e3o corporal e sanit\u00e1ria, e a produtividade est\u00e1 satisfat\u00f3ria, apesar do calor excessivo. O controle sanit\u00e1rio segue frequente, com foco em carrapatos e bernes.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, os produtores ainda realizaram suplementa\u00e7\u00e3o alimentar para minimizar perdas na produ\u00e7\u00e3o. O calor tamb\u00e9m tem impactado o bem-estar e a produtividade das vacas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, o calor intenso prejudicou a atividade leiteira, reduzindo o tempo de pastejo e aumentando casos de mastite. J\u00e1 nas propriedades tecnificadas, os efeitos foram minimizados pela ventila\u00e7\u00e3o e aspers\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Soledade, as altas temperaturas causaram estresse t\u00e9rmico no rebanho leiteiro, diminuindo a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o Emater, adaptadas pelo Sindilat<\/p>\n<p><b>BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROL\u00d3GICO N\u00ba 11\/2025 \u2013 SEAPI&nbsp;<br \/>\n<\/b><br \/>\nNos \u00faltimos sete dias o estado do Rio Grande do Sul experimentou mudan\u00e7as significativas nas condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas. A onda de calor que vinha atingindo todo o estado esteve atuante no in\u00edcio do per\u00edodo, sendo que a partir do dia 09\/03 uma frente fria come\u00e7ou a avan\u00e7ar trazendo chuvas, queda de temperatura e ventos fortes, especialmente nas regi\u00f5es sul e noroeste do estado (Litoral Sul, Sul, Campanha e Fronteira Oeste).&nbsp;<\/p>\n<p>A colheita de milho de silagem est\u00e1 em est\u00e1gio avan\u00e7ado, e aproximadamente 80% da \u00e1rea cultivada foi ensilada. Restam 10% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, semeadas em safrinha, e 10% entre as fases reprodutivas e o ponto ideal de corte. A produtividade m\u00e9dia para safra 2024\/2025 foi reavaliada em 36.760 kg\/ha, representando redu\u00e7\u00e3o de 6,8% nos 39.457 kg\/ha estimados na ocasi\u00e3o do plantio.&nbsp;<\/p>\n<p>As altas temperaturas e a baixa umidade impactaram negativamente o crescimento das pastagens, afetando principalmente os campos nativos em solos rasos. As chuvas do per\u00edodo favoreceram a recupera\u00e7\u00e3o das forrageiras perenes de ver\u00e3o, mas o consumo ainda est\u00e1 limitado em raz\u00e3o do estresse t\u00e9rmico aos animais. Os produtores j\u00e1 preparam \u00e1reas para a implanta\u00e7\u00e3o de forrageiras de inverno e trigo para pastejo, visando amenizar o vazio forrageiro.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o leiteira passou por dificuldades devido \u00e0s altas temperaturas, que afetam o bem estar dos bovinos de leite e resultaram em queda na produtividade. Apenas ap\u00f3s dia 09\/03, \u00e0s chuvas ajudaram a amenizar o calor. O controle de ectoparasitas exigiu mais aten\u00e7\u00e3o, e a alimenta\u00e7\u00e3o foi garantida com silagem e ra\u00e7\u00e3o, evitando restri\u00e7\u00f5es nutricionais.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos dias indica que o ciclone associado \u00e0 frente fria estar\u00e1 em deslocamento para leste, se afastando do litoral sul do estado em dire\u00e7\u00e3o ao oceano. Ainda s\u00e3o esperadas chuvas associadas a esse sistema nas regi\u00f5es Sul e Litoral Sul entre os dias 13 e 14, com volumes que podem atingir de 30 a 50 mm, al\u00e9m da regi\u00e3o da Campanha e por\u00e7\u00e3o sul do Vale do Taquari, Metropolitana e Litoral Norte com volumes menos expressivos nestes dias. H\u00e1 tamb\u00e9m progn\u00f3stico de chuvas da ordem de 10 a 20 mm no extremo leste da regi\u00e3o de Serra e Campos de Cima da Serra entre os dias 13 e 14. Para os dias 15 e 16 n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de precipita\u00e7\u00e3o no estado. As temperaturas voltam a subir gradativamente no per\u00edodo, com m\u00e1ximas acima dos 30\u00b0C esperadas para as regi\u00f5es das Miss\u00f5es e Alto Uruguai j\u00e1 nos dias 13 e 14, podendo atingir os 35\u00b0C ap\u00f3s o dia 15. Nas demais regi\u00f5es do estado as temperaturas m\u00e1ximas devem ultrapassar os 28\u00b0C tamb\u00e9m nos dias 15 e 16.&nbsp;<\/p>\n<p>A tend\u00eancia para os dias subsequentes indica a manuten\u00e7\u00e3o de temperaturas elevadas e sem precipita\u00e7\u00e3o. A condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s frontal perde for\u00e7a e as temperaturas seguem elevadas em todo o estado entre os dias 17 e 19 de mar\u00e7o, especialmente nas regi\u00f5es das Miss\u00f5es e Alto Uruguai. Na tarde do dia 19, instabilidades locais podem trazer precipita\u00e7\u00e3o leve para as regi\u00f5es da Fronteira Oeste e Campanha.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/GkoO8dABF0414\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/GkoO8dABF0414\">&nbsp;<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Seapi adaptadas pelo Sindilat<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><strong>Debate Correio Rural desta quinta-feira abordou produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel na cadeia leiteira<\/strong><br \/>\nO encontro foi mediado pelo jornalista Poti Silveira Campos, na Casa do Correio do Povo na Expodireto Cotrijal. Foram convidados desta edi\u00e7\u00e3o Jair da Silva Mello, Gerente de Suprimentos de Leite da CCGL; Geomar Corassa, Gerente de Pesquisa da CCGL; Frederico Trindade, Gerente de Produ\u00e7\u00e3o Animal da COTRISAL de Sarandi; Leandro Siede, Produtor de Leite, de Ajuricaba; Vit\u00f3ria Siede, Produtora de Leite, de Ajuricaba; Eduardo Condorelli, Diretor Superintendente do SENAR\/RS.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.correiodopovo.com.br\/not%C3%ADcias\/rural\/expodireto\/expodireto-2025-debate-correio-rural-desta-quinta-feira-aborda-produ%C3%A7%C3%A3o-sustent%C3%A1vel-na-cadeia-leiteira-1.1588332\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.correiodopovo.com.br\/not%C3%ADcias\/rural\/expodireto\/expodireto-2025-debate-correio-rural-desta-quinta-feira-aborda-produ%C3%A7%C3%A3o-sustent%C3%A1vel-na-cadeia-leiteira-1.1588332\">Assista clicando aqui.<\/a>&nbsp; (Correio do Povo)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.347 Como melhorar o ambiente das vacas? Pesquisadores da Universidade de Nottingham destacam a import\u00e2ncia do enriquecimento <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/14\/14-03-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/03\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16567","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16567","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16567"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16567\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16572,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16567\/revisions\/16572"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16567"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16567"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16567"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}