{"id":16553,"date":"2025-03-13T19:53:12","date_gmt":"2025-03-13T19:53:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16553"},"modified":"2025-03-14T17:08:50","modified_gmt":"2025-03-14T17:08:50","slug":"13-05-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/13\/13-05-2025\/","title":{"rendered":"13\/03\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 13 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.346<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Depois das enchentes, setor leiteiro projeta recupera\u00e7\u00e3o para 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nDiferentemente da soja, a produ\u00e7\u00e3o de leite vive um momento de boas expectativas apesar da estiagem. Com a boa safra de milho, a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais permite uma produ\u00e7\u00e3o expressiva no Estado. De acordo com o secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Darlan Palharini, a expectativa \u00e9 que o setor registre um crescimento de 5% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, quando o RS produziu 4 bilh\u00f5es de litros. Quest\u00f5es relacionadas \u00e0 atividade foram debatidas no 20\u00ba F\u00f3rum do Leite, realizado nesta quarta-feira (12) durante a 25\u00aa Expodireto, em N\u00e3o-Me-Toque.\u201cO momento \u00e9 positivo. Estamos com estabilidade de pre\u00e7os e vi\u00e9s de alta para o produtor. Quem trabalha com gr\u00e3os enfrenta dificuldades por conta da estiagem, mas, com a profissionaliza\u00e7\u00e3o no leite, estamos conseguindo superar esses desafios\u201d, ponderou Palharini. Ele acrescenta que nem mesmo a importa\u00e7\u00e3o tem causado efeitos t\u00e3o negativos no setor, uma vez que o consumo interno tamb\u00e9m tem aumentado.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/1G9ae2ABF0264\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/1G9ae2ABF0264\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Em 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou problemas com mat\u00e9ria-prima e as enchentes impactaram os resultados no segundo semestre. \u201cTemos, para este ano, uma recupera\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o. A silagem foi boa e n\u00e3o faltou chuva para o milho. Podemos chegar a mais de 4,3 bilh\u00f5es de litros de produ\u00e7\u00e3o\u201d, projetou.O gerente de produ\u00e7\u00e3o animal da Cotrijal, Eduardo Bosse, destaca que a produ\u00e7\u00e3o de leite tem se mostrado uma alternativa para complementar a renda dos produtores, especialmente em per\u00edodos de seca que afetam a soja e outros gr\u00e3os. \u201c\u00c9 uma forma de os produtores pagarem suas contas, diversificando a produ\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.Apesar disso, tanto Bosse quanto Palharini ressaltam que a sucess\u00e3o familiar e a falta de m\u00e3o de obra t\u00eam prejudicado o setor. \u201cO maior desafio \u00e9 o abandono na sucess\u00e3o. Muitos jovens est\u00e3o deixando o campo\u201d, disse Palharini. \u201cTrabalhar com leite \u00e9 uma atividade di\u00e1ria, que exige dedica\u00e7\u00e3o do produtor. Ainda h\u00e1 desafios clim\u00e1ticos, mas o ciclo do leite \u00e9 mensal, o que proporciona maior capacidade de recupera\u00e7\u00e3o\u201d, acrescentou Bosse.Uma resposta a essas dificuldades tem sido a informatiza\u00e7\u00e3o e a robotiza\u00e7\u00e3o da atividade, al\u00e9m do aumento da produtividade sustent\u00e1vel por animal, temas debatidos no f\u00f3rum. \u201cAqui estamos vendo que uma propriedade mais produtiva minimiza as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. \u00c9 fundamental que avancemos em propriedades sustent\u00e1veis\u201d, destacou Palharini.<\/p>\n<p>Aumento da efici\u00eancia nas fazendas reduz pegada de carbono<br \/>\nReconhecido por sua pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel, o Rio Grande do Sul pode avan\u00e7ar ainda mais na efici\u00eancia das fazendas leiteiras. Um dos palestrantes do 20\u00ba F\u00f3rum do Leite, o professor associado do Departamento de Medicina Veterin\u00e1ria e Ci\u00eancia Animal da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, Luiz Pereira, explicou que a perda de energia em uma fazenda resulta no aumento da emiss\u00e3o de metano, um dos principais gases de efeito estufa. \u201cSe aumentamos a efici\u00eancia, reduzimos a pegada de carbono\u201d, afirmou. A pegada de carbono \u00e9 a quantidade total de gases de efeito estufa, principalmente di\u00f3xido de carbono (CO\u2082) e metano (CH\u2084). Ela mede o impacto ambiental dessas emiss\u00f5es no aquecimento global e pode ser reduzida por meio de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, como efici\u00eancia energ\u00e9tica, uso de fontes renov\u00e1veis e manejo adequado de res\u00edduos.<\/p>\n<p>Uma das formas de alcan\u00e7ar esse objetivo \u00e9 melhorando a efici\u00eancia alimentar, ou seja, fornecendo mais amido para os animais. Segundo um levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) realizado em 1.743 fazendas, apenas duas foram classificadas como de baixa pegada de carbono, enquanto a maioria se enquadrava nas categorias m\u00e9dia ou alta.<\/p>\n<p>Outros fatores que influenciam na pegada de carbono s\u00e3o o combust\u00edvel utilizado nas fazendas e o manejo de dejetos. Al\u00e9m disso, a gen\u00e9tica tamb\u00e9m contribui para o melhor desempenho dos animais. \u201cS\u00e3o medidas que aumentam a produ\u00e7\u00e3o e reduzem a intensidade das emiss\u00f5es\u201d, explicou o professor.<\/p>\n<p>Uma fazenda com \u00edndice abaixo de 1 \u00e9 considerada de baixa pegada de carbono, enquanto aquelas acima de 2 s\u00e3o classificadas como de alta pegada. \u201cAs propriedades de baixo carbono precisam de investimentos. J\u00e1 as de alta pegada enfrentam problemas estruturais e demandam melhor gest\u00e3o do rebanho. Se n\u00e3o fizerem isso, \u00e9 prov\u00e1vel que o produtor desista. As que est\u00e3o na faixa intermedi\u00e1ria precisam de uma alimenta\u00e7\u00e3o com maior teor de amido e melhoramento gen\u00e9tico\u201d, detalhou.<\/p>\n<p>Essas fazendas com baixa emiss\u00e3o de gases de efeito estufa est\u00e3o agregando valor aos seus produtos e encontrando mercados importantes, especialmente na Europa, onde os consumidores buscam alimentos de origem sustent\u00e1vel. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Conseleite Minas Gerais<br \/>\n<\/b><br \/>\nA diretoria do Conseleite Minas Gerais no dia 11 de Mar\u00e7o de 2025, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I e de acordo com metodologia definida pelo Conseleite Minas Gerais que considera os pre\u00e7os m\u00e9dios e o mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes, aprova e divulga:a) os valores de refer\u00eancia do leite base, maior, m\u00e9dio e menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Fevereiro\/2025 a ser pago em Mar\u00e7o\/2025.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/6xxUc8ABF0492\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/6xxUc8ABF0492\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TuSE65ABF0445\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/TuSE65ABF0445\"><br \/>\nOs valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite denominada leite base se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,30% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 400 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml, 100 mil ufc\/ml de contagem bacteriana e produ\u00e7\u00e3o individual di\u00e1ria de at\u00e9 160 litros\/dia. Os valores s\u00e3o posto propriedade incluindo 1,5% de Funrural.CALCULE O SEU VALOR DE REFER\u00caNCIA<br \/>\nO Conseleite Minas Gerais gera mais valores do que apenas o do leite base, maior, m\u00e9dio e menor valor de refer\u00eancia, a partir de uma escala de \u00e1gios e des\u00e1gios por par\u00e2metros de qualidade e \u00e1gio pelo volume de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1rio individual, apresentados na tabela acima. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade e o volume, o Conseleite Minas Gerais disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas, contagem bacteriana e pela produ\u00e7\u00e3o individual di\u00e1ria. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitemg.org.br.&nbsp;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Bebidas l\u00e1cteas \u2018Sabores Extraordin\u00e1rios\u2019 da Santa Clara chegam \u00e0s prateleiras<br \/>\n<\/b><br \/>\nO desenvolvimento deste produto in\u00e9dito aconteceu em parceria com a empresa TetraPak e demandou mais de um ano de pesquisa, para que a bebida proporcionasse esta experi\u00eancia sensorial \u00fanica.&nbsp;<\/p>\n<p>A Cooperativa Santa Clara apresenta ao mercado as bebidas l\u00e1cteas \u201cSabores Extraordin\u00e1rios\u201d em duas vers\u00f5es para surpreender a garotada: morango azedinho e chocolate que gela.<br \/>\nMais do que sabores, s\u00e3o experi\u00eancias \u00fanicas que s\u00f3 podem ser descobertas ao provar.&nbsp;<\/p>\n<p>Com embalagens nas cores rosa e azul, os produtos chamam a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico infantil, mas conquistam paladares de todas as idades, despertando curiosidade e proporcionando uma nova sensa\u00e7\u00e3o a cada gole.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0ea707ABF0465\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0ea707ABF0465\"><\/p>\n<p>Esse lan\u00e7amento refor\u00e7a a inova\u00e7\u00e3o no portf\u00f3lio da Cooperativa Santa Clara, atendendo uma faixa-et\u00e1ria mais espec\u00edfica, sem abrir m\u00e3o de agradar diferentes p\u00fablicos. Os \u201cSabores Extraordin\u00e1rios\u201d s\u00e3o produzidos na unidade industrial de Casca, onde s\u00e3o fabricadas todas as linhas de UHT.&nbsp;<\/p>\n<p>O desenvolvimento deste produto in\u00e9dito aconteceu em parceria com a empresa TetraPak e demandou mais de um ano de pesquisa, para que a bebida proporcionasse esta experi\u00eancia sensorial \u00fanica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os produtos chegar\u00e3o aos supermercados da regi\u00e3o Sul e S\u00e3o Paulo nos pr\u00f3ximos dias. (Coop Santa Clara)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Faturamento com exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos do Uruguai cresceu 39% em fevereiro<\/b><br \/>\nFevereiro registrou um forte dinamismo na exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos do Uruguai, impulsionado por um maior volume comercializado (+30%) e tamb\u00e9m por uma valoriza\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o m\u00e9dio (+9%) na compara\u00e7\u00e3o anual. De acordo com dados aduaneiros, os pedidos de exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos em fevereiro deste ano totalizaram cerca de 19.500 toneladas, movimentando aproximadamente US$ 72 milh\u00f5es. O pre\u00e7o m\u00e9dio de exporta\u00e7\u00e3o para todos os produtos foi de US$ 3.670 por tonelada. Em fevereiro de 2024, o Uruguai havia exportado cerca de 15 mil toneladas de produtos l\u00e1cteos a um pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 3.370 por tonelada, totalizando cerca de US$ 52 milh\u00f5es. Quanto aos destinos, a Arg\u00e9lia liderou as importa\u00e7\u00f5es em fevereiro, com uma participa\u00e7\u00e3o de 34%, seguida pelo Brasil (29%). J\u00e1 os Estados Unidos completaram o p\u00f3dio (algo incomum) com uma participa\u00e7\u00e3o de 6,5% (quase US$ 5 milh\u00f5es em vendas). O leite em p\u00f3 integral foi o principal produto exportado em fevereiro (72%), com cerca de 13 mil toneladas embarcadas a um pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 3.950 por tonelada. Em janeiro, o valor m\u00e9dio por tonelada havia sido de US$ 3.770. A Arg\u00e9lia foi o principal destino do leite em p\u00f3 integral, importando quase 6 mil toneladas a um pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 4.001 por tonelada. O Brasil recebeu cerca de 3.800 toneladas a US$ 3.790 por tonelada, enquanto os Estados Unidos importaram 950 toneladas, pagando um pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 4.210 por tonelada. Para 2025, projeta-se um crescimento de 5% nas exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos, alcan\u00e7ando um valor estimado de US$ 855 milh\u00f5es, segundo o relat\u00f3rio do Uruguay XXI. A recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os ao longo de 2024 tem sido um fator chave, e espera-se que eles permane\u00e7am firmes pelo menos durante a primeira metade de 2025. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Tard\u00e1guila Agromercados, traduzidos e adaptados pela equipe MilkPoint.<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.346 Depois das enchentes, setor leiteiro projeta recupera\u00e7\u00e3o para 2025 Diferentemente da soja, a produ\u00e7\u00e3o de leite <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/13\/13-05-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/03\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16553","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16553","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16553"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16553\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16574,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16553\/revisions\/16574"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16553"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16553"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16553"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}