{"id":1655,"date":"2017-08-16T18:04:41","date_gmt":"2017-08-16T18:04:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/16\/16-08-2017\/"},"modified":"2017-08-16T18:04:41","modified_gmt":"2017-08-16T18:04:41","slug":"16-08-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/16\/16-08-2017\/","title":{"rendered":"16\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 16 de agosto de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.564<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Prote\u00ednas do leite contribuem para fortalecimento muscular em idosos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> Manter uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e rica em nutrientes, aliada a atividades f\u00edsicas, \u00e9 fundamental para o ser humano em todas as etapas da vida. Durante a terceira idade, no entanto, este cuidado deve ser redobrado, tendo em vista que o corpo pode come\u00e7ar a apresentar sinais de sarcopenia, que \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o natural de massa e for\u00e7a da musculatura. Neste contexto, o leite vem sendo apontado por cientistas como um alimento fundamental para atrasar este processo.<\/p>\n<p> As prote\u00ednas do soro e as case\u00ednas, ambas encontradas no leite, t\u00eam sido estudadas por pesquisadores da Arizona State University, nos EUA. Estas duas categorias de prote\u00ednas s\u00e3o ricas no amino\u00e1cido leucina e apresentam rela\u00e7\u00e3o com a s\u00edntese muscular. As prote\u00ednas do soro (whey) s\u00e3o rapidamente quebradas pelo organismo, exercendo efeito nos m\u00fasculos em at\u00e9 tr\u00eas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o. As case\u00ednas, digeridas mais lentamente, levam de seis a oito horas at\u00e9 chegarem nos m\u00fasculos.<\/p>\n<p> Pesquisas mostram tamb\u00e9m que o consumo de soro de leite (whey) pode contribuir para o desenvolvimento muscular nos idosos. O estudo analisou o balan\u00e7o l\u00edquido de um amino\u00e1cido, a fenilalanina, nas pernas de pessoas da terceira idade. O experimento mostrou que o grupo que ingeriu o whey incorporou mais fenilalanina e demonstrou maior crescimento dos m\u00fasculos da perna se comparados com aqueles que receberam amino\u00e1cidos sem o soro. (Sindilat com informa\u00e7\u00f5es de Beba Mais Leite <a href=\"http:\/\/www.bebamaisleite.com.br\/noticia\/proteinas-do-leite-reduzem-a-perda-muscular-em-idosos\">http:\/\/www.bebamaisleite.com.br\/noticia\/proteinas-do-leite-reduzem-a-perda-muscular-em-idosos<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Assembleia aprova a fiscaliza\u00e7\u00e3o privada<\/strong><\/p>\n<p> A Assembleia Legislativa aprovou ontem, por 34 votos a 15, o projeto de lei 125\/2017, do Executivo, que autoriza a ind\u00fastria aliment\u00edcia a contratar fiscais privados para a inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal no Rio Grande do Sul. A exig\u00eancia \u00e9 que os profissionais sejam habilitados pela Divis\u00e3o de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Dipoa), da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi). A justificativa do governo do Estado para o projeto \u00e9 a falta de condi\u00e7\u00f5es de atender \u00e0 demanda atual das ind\u00fastrias com seu quadro de funcion\u00e1rios. \"Hoje temos mais de 30 projetos de novas plantas e de amplia\u00e7\u00e3o de estabelecimentos represados porque n\u00e3o conseguimos analisar por falta de pessoal\", destaca o secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, que acredita no fortalecimento da fiscaliza\u00e7\u00e3o no Estado com a nova legisla\u00e7\u00e3o. Polo prev\u00ea que o novo modelo entre em vigor no in\u00edcio de 2018. At\u00e9 l\u00e1, explica, h\u00e1 v\u00e1rias etapas por vencer. Depois da publica\u00e7\u00e3o do decreto de regulamenta\u00e7\u00e3o ser\u00e3o lan\u00e7ados os editais de credenciamento das empresas prestadoras de servi\u00e7os, que ser\u00e3o contratadas pelas ind\u00fastrias. \"Para serem credenciadas, estas empresas ter\u00e3o que cumprir uma s\u00e9rie de quesitos e n\u00e3o poder\u00e3o ter conflito de interesse com as que ser\u00e3o inspecionadas\", avisa o secret\u00e1rio. Estar\u00e3o vinculados a estas empresas os veterin\u00e1rios que ser\u00e3o habilitados e treinados pelo poder p\u00fablico.<\/p>\n<p> Tamb\u00e9m foi aprovada uma emenda do l\u00edder do governo, deputado Gabriel Souza, com apoio de v\u00e1rios parlamentares, que estabelece que a s agroind\u00fastrias de pequeno porte poder\u00e3o optar por continuar sendo atendidas pelo servi\u00e7o oficial ou pelo terceirizado. O resultado da vota\u00e7\u00e3o foi criticado pela diretoria da Associa\u00e7\u00e3o dos Fiscais Agropecu\u00e1rios do Estado (Afagro), que promete questionar na Justi\u00e7a a legalidade da mudan\u00e7a na legisla\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que at\u00e9 agora a inspe\u00e7\u00e3o era prerrogativa de agentes p\u00fablicos.<\/p>\n<p> \"O Rio Grande do Sul est\u00e1 copiando os projetos de insucesso de Santa Catarina e Paran\u00e1\", disse o diretor da associa\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio Augusto Medeiros. \"\u00c9 um processo que tira do Estado a responsabilidade que \u00e9 dele, de garantir a sa\u00fade e qualidade dos produtos de origem animal\", analisa.\u00a0<\/p>\n<p> O deputado Pedro Ruas qualificou o projeto como \"absurdo\" e sustentou que \"a retirada da fiscaliza\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter p\u00fablico deixa toda a popula\u00e7\u00e3o sob a \u00e9gide do interesse do lucro\". J\u00e1 o deputado S\u00e9rgio Turra foi um dos defensores da proposta. \"Este projeto n\u00e3o causar\u00e1 preju\u00edzo para ningu\u00e9m\", comentou. O diretor-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Carnes e Derivados no Estado (Sicadergs), Zilmar Moussalle, diz que as empresas n\u00e3o t\u00eam prefer\u00eancia por veterin\u00e1rios do setor p\u00fablico ou privado, desde que sempre haja profissionais \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para atendimento da demanda. A aprova\u00e7\u00e3o foi bem recebida pelos latic\u00ednios ga\u00fachos. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o projeto representa a moderniza\u00e7\u00e3o da inspe\u00e7\u00e3o, colocando o Rio Grande do Sul em uma nova rota de expans\u00e3o para o setor industrial. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>Mapa publica IN sobre inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas na fabrica\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal<\/strong><\/p>\n<p> Para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o dos processos de produ\u00e7\u00e3o dos produtos de origem animal (incluindo ovos, leite e mel), o Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), editou a Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 30.\u00a0<\/p>\n<p> A IN, que trata de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, publicada nesta ter\u00e7a-feira (15), no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, define crit\u00e9rios para an\u00e1lise de proposta, avalia\u00e7\u00e3o, valida\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es empregadas em qualquer etapa de fabrica\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal. Os processos dever\u00e3o obter um termo de N\u00e3o Obje\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio, caso haja adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s regras de seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n<p> S\u00e3o consideradas inova\u00e7\u00f5es: a mudan\u00e7a de maquin\u00e1rios das empresas, novos procedimentos de fabrica\u00e7\u00e3o, inclus\u00e3o de subst\u00e2ncias novas (aditivos, conservantes e outros), m\u00e9todos de mitiga\u00e7\u00e3o de micro-organismos nocivos \u00e0 sa\u00fade (pat\u00f3genos) n\u00e3o utilizados atualmente ou que transformem significativamente o produto final.<\/p>\n<p> Ao adotar novos m\u00e9todos, as empresas devem submeter ao Mapa, o pedido de aceita\u00e7\u00e3o dos processos. Para conceder ou n\u00e3o o certificado, o minist\u00e9rio ir\u00e1 fiscalizar adequa\u00e7\u00e3o aos requisitos de inocuidade, identidade e qualidade dos alimentos, podendo acompanhar o seu desenvolvimento e suspend\u00ea-lo, caso n\u00e3o atenda aos requisitos previstos.<\/p>\n<p> Segundo o diretor do Dipoa, Jos\u00e9 Luis Vargas, \"a ind\u00fastria processadora de alimentos de origem animal passou por grande evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas. O salto evolutivo aliado \u00e0 grande demanda por alimentos e \u00e0 mudan\u00e7a dos h\u00e1bitos alimentares, aumentaram a busca por maior produtividade, diversifica\u00e7\u00e3o de produtos e competitividade nos mercados nacional e internacional\". Para o diretor, o grande benef\u00edcio da normatiza\u00e7\u00e3o \u00e9 dar celeridade aos processos e complementar o novo Regulamento de Inspe\u00e7\u00e3o Industrial e Sanit\u00e1ria de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).<\/p>\n<p> Em 2016, a Divis\u00e3o de Avalia\u00e7\u00e3o de Inova\u00e7\u00f5es Tecnol\u00f3gicas (DITEC) foi criada, no minist\u00e9rio, para avaliar os requerimentos de utiliza\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas quanto \u00e0 sua adequa\u00e7\u00e3o aos requisitos de inocuidade, identidade e qualidade dos produtos de origem animal. \"Da mesma forma que ocorre em outros pa\u00edses com grande produ\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, o departamento busca, tamb\u00e9m, valorizar e estimular parcerias entre as ind\u00fastrias de alimentos e as institui\u00e7\u00f5es de pesquisas e as universidades, para o desenvolvimento de tecnologias de produ\u00e7\u00e3o inovadoras, seguras, e que ajudem a aumentar a oferta de alimentos e a competitividade das empresas brasileiras\", explica o diretor. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <strong>Nova Zel\u00e2ndia aplica multa aproximada de US$ 42.000, depois de ter que sacrificar 193 vacas<\/strong><\/p>\n<p> Bem-estar animal\/NZ - Uma grande fazenda de leite da Ilha Sul, na Nova Zel\u00e2ndia foi multada em quase US$ 42.000 (NZ$ 60.000) depois de ter sido declarada culpada por in\u00fameras acusa\u00e7\u00f5es de neglig\u00eancia que levaram ao sacrif\u00edcio de 193 vacas. As propriedades da Castlerock Dairies Limited eram administradas por Jared Mattews, de 41 anos, que manejava 2.000 vacas em 700 hectares, e Dean McMillan, de 44 anos, tamb\u00e9m administrava ao lado, outra fazenda, com o mesmo tamanho, e o mesmo n\u00famero de vacas de acordo com o Minist\u00e9rio das Ind\u00fastrias de Base (MPI) da Nova Zel\u00e2ndia. A Castlerock Dairies Limited e os dois gerentes da empresa foram enquadrados em oito artigos da Lei de Bem-Estar Animal pelo Tribunal de Invercargil, no dia 15 de agosto. Ambos os gerentes foram condenados a pagar multas de US$ 7.235 (NZ$ 10.000) cada, e as custas judiciais. Ambos tamb\u00e9m foram sentenciados a prestar 275 horas de servi\u00e7o comunit\u00e1rio. A Castlerock Dairies Limited foi condenada a pagar multa de US$ 27.131 (NZ$ 37.500) e arcar com as custas do processo no valor de US$ 8.320 (NZ$ 11.500). Em 2015 a ind\u00fastria j\u00e1 tinha sido multada pelo MPI por maltratar animais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> Foram acusados de n\u00e3o fazerem a manuten\u00e7\u00e3o das vias de acesso utilizadas pelas vacas entre as pastagens e as salas de ordenha, em ambas as fazendas. Os caminhos teriam que ter manuten\u00e7\u00e3o preventiva, para evitar claudica\u00e7\u00e3o, no entanto, isto n\u00e3o ocorreu. Quando a fiscaliza\u00e7\u00e3o do MPI chegou \u00e0s fazendas, lama e excrementos nas vias chegavam aos joelhos dos animais. De acordo com o investigador do MPI, Gary Orr, a claudica\u00e7\u00e3o das vacas era t\u00e3o grave que n\u00e3o havia como tratar os animais. Por causa da dist\u00e2ncia e da lama, as vacas levavam tr\u00eas horas para sair dos pastos e chegarem \u00e0s ordenhas. Quatorze veterin\u00e1rios passaram v\u00e1rias semanas nas propriedades para auxiliar o pessoal do MPI. No final da inspe\u00e7\u00e3o, 193 vacas foram sacrificadas, e outras 761 precisaram de tratamento. Os veterin\u00e1rios descreveram a cena como \"perturbadora\", e que ia muito \"al\u00e9m da compreens\u00e3o\". \"O pior caso de neglig\u00eancia j\u00e1 presenciado\", disseram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> Orr estava preocupado com os reflexos que isso pode ter na ind\u00fastria da Nova Zel\u00e2ndia. \"Al\u00e9m de raz\u00f5es humanit\u00e1rias, o fracasso em cumprir requisitos de bem-estar animal pode ter s\u00e9rias consequ\u00eancias para o setor agr\u00edcola em geral\", diz Orr. O MPI informa que o abuso, nesta escala, \u00e9 incomum na Nova Zel\u00e2ndia.\u00a0O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), projeta que a Nova Zel\u00e2ndia ir\u00e1 produzir 21,9 milh\u00f5es de toneladas de leite, em 2017, superando as marcas registradas em 2014. O pa\u00eds oce\u00e2nico dever\u00e1 exportar 15,2%$ de sua produ\u00e7\u00e3o este ano. (Dairy Herd - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>VBP da agropecu\u00e1ria deve somar R$ 535 bi<br \/> O Minist\u00e9rio da Agricultura voltou a reduzir sua estimativa para o valor bruto da produ\u00e7\u00e3o (VBP) agropecu\u00e1ria do pa\u00eds em 2017. Segundo levantamento divulgado ontem pela Pasta, o montante dever\u00e1 somar R$ 535, 4 bilh\u00f5es, cerca de R$ 600 milh\u00f5es a menos que a proje\u00e7\u00e3o de julho \u00a0mais montante, ainda recorde, 4,5% superior ao do ano passado. O VBP dos 21 produtos que fazem parte da pesquisa foi elevado para R$ 367,9 bilh\u00f5es em 2017, 10,2% mais que o de 2016. J\u00e1 o dos cinco principais produtos da pecu\u00e1ria dever\u00e1 recuar 6,3% para R$ 167,5 bilh\u00f5es. (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 16 de agosto de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.564 \u00a0 Prote\u00ednas do leite contribuem para fortalecimento muscular em idosos\u00a0 Manter uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e rica em nutrientes, aliada a atividades f\u00edsicas, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/16\/16-08-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/08\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1655","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1655","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1655"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1655\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1655"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1655"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1655"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}