{"id":16531,"date":"2025-03-11T19:55:01","date_gmt":"2025-03-11T19:55:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16531"},"modified":"2025-03-11T20:07:10","modified_gmt":"2025-03-11T20:07:10","slug":"11-03-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/11\/11-03-2025\/","title":{"rendered":"11\/03\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 11 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.344<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>\u00c9 AMANH\u00c3: F\u00f3rum Estadual do Leite debate pegada de carbono<br \/>\n<\/b><br \/>\nCom foco na discuss\u00e3o sobre a pegada de carbono na cadeia leiteira, a 20\u00aa edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum Estadual do Leite ser\u00e1 realizada no dia 12 de mar\u00e7o com duas palestras dedicadas ao tema. A \u201cPegada de carbono na pecu\u00e1ria de leite: est\u00e1gio do conhecimento e oportunidades\u201d, ser\u00e1 debatida por Gustavo Ribeiro, doutor e professor na Universidade de Copenhagen (Dinamarca). J\u00e1 a \u201cVis\u00e3o geral do mercado de carbono na Europa\u201d, ficar\u00e1 a cargo de Maria Reis, m\u00e9dica Veterin\u00e1ria e gerente de Marketing da Cargill da Uni\u00e3o Europeia.\u201cA quest\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de carbono dialoga, de um lado, com consumidores cada vez mais atentos e preocupados com o meio ambiente e, de outro, com a ado\u00e7\u00e3o das melhores pr\u00e1ticas no campo incrementado inova\u00e7\u00f5es no setor leiteiro que contribuem tamb\u00e9m para a melhoria da qualidade da produ\u00e7\u00e3o\u201d, destaca Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS),&nbsp;Todas as atividades estar\u00e3o concentradas no audit\u00f3rio central da Expodireto Cotrijal, em N\u00e3o-Me-Toque (RS). A programa\u00e7\u00e3o ter\u00e1 in\u00edcio \u00e0s 8h30min com a abertura oficial e tamb\u00e9m contar\u00e1 com espa\u00e7o para a discuss\u00e3o dos temas e tamb\u00e9m com a palestra a \"Conjuntura da cadeia l\u00e1ctea no Sul com foco em s\u00f3lidos\", ministrada por Valter Galan, engenheiro Agr\u00f4nomo e diretor t\u00e9cnico do MilkPoint Ventures em Piracicaba\/SP.<\/p>\n<p>&nbsp;F\u00f3rum \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da CCGL e Cotrijal, com patroc\u00ednio de BRDE, Sindilat\/RS, Sicredi e Senar, e apoio de Sistema Ocergs, RTC, SmartCoop, FecoAgroRS e Expodireto Cotrijal. (Sindilat)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/EbMDbdABF0482\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/EbMDbdABF0482\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Leite anuncia medidas para enfrentamento da estiagem durante a abertura da 25\u00aa Expodireto Cotrijal<br \/>\n<\/b><br \/>\nEntre as iniciativas, ser\u00e3o repassados R$ 46,7 milh\u00f5es, por meio do Fundo a Fundo, a munic\u00edpios afetadosDurante a abertura da Expodireto Cotrijal, em N\u00e3o-Me-Toque, nesta segunda-feira (10\/3), o governador Eduardo Leite anunciou o repasse, por meio do Fundo a Fundo, de R$ 46,7 milh\u00f5es a munic\u00edpios afetados por estiagem, al\u00e9m da publica\u00e7\u00e3o de dois decretos relacionados a estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o desse fen\u00f4meno, que possibilitar\u00e3o melhorias no Sistema de Outorga de \u00c1gua e estabelecer\u00e3o novas regras para a seguran\u00e7a de barragens. Esses documentos ser\u00e3o publicados no Di\u00e1rio Oficial do Estado ainda nesta semana.&nbsp;<\/p>\n<p>O governador disse que a Expodireto \u00e9 um espa\u00e7o privilegiado para encontros do agroneg\u00f3cio, para a pesquisa e o desenvolvimento do setor. \u201cPor isso, aqui precisamos disseminar as informa\u00e7\u00f5es mais importantes sobre o momento que estamos vivendo. A supera\u00e7\u00e3o da estiagem se dar\u00e1 com a prote\u00e7\u00e3o das nossas lavouras com irriga\u00e7\u00e3o. O Rio Grande do Sul tem feito nos \u00faltimos anos ajustes para desburocratizar ao m\u00e1ximo a emiss\u00e3o de licen\u00e7as para sistemas de irriga\u00e7\u00e3o e reserva\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. E hoje fazemos mais an\u00fancios nesta dire\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da libera\u00e7\u00e3o de mais recursos para os munic\u00edpios que j\u00e1 est\u00e3o vivenciando as dificuldades das estiagens para mitigar o impacto do fen\u00f4meno nestas comunidades\u201d, afirmou Leite.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da Cotrijal, Nei M\u00e2nica, destacou as oportunidades para os expositores e visitantes desta edi\u00e7\u00e3o da feira. \u201cNossa 25\u00aa Expodireto est\u00e1 como sempre voltada para a inova\u00e7\u00e3o no agroneg\u00f3cio. Oportunizamos para os produtores do Rio Grande e at\u00e9 do exterior que possam vir aqui buscar mais conhecimento, oportunidades de neg\u00f3cios e relacionamentos. Temos a certeza de que todos os setores ter\u00e3o muitos ganhos em gera\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios e aumento de produtividade\u201d, afirmou.&nbsp;<\/p>\n<p>No caso do Fundo a Fundo, a Defesa Civil iniciar\u00e1 nova rodada de transfer\u00eancias aos munic\u00edpios. Dessa vez, os valores poder\u00e3o subsidiar a\u00e7\u00f5es de resposta e restabelecimento nas cidades afetadas por estiagem, que estejam em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ou estado de calamidade.<\/p>\n<p>Foram estabelecidas faixas de valores dispon\u00edveis a cada cidade, de acordo com o \u00edndice populacional, sendo: R$ 250 mil para munic\u00edpios com at\u00e9 20 mil habitantes; R$ 300 mil para munic\u00edpios entre 20.001 at\u00e9 50 mil habitantes; e R$ 350 mil para munic\u00edpios com mais de 50 mil habitantes.<\/p>\n<p>O coordenador estadual de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, frisou que essa iniciativa visa apoiar os munic\u00edpios que estejam sofrendo os efeitos da estiagem para que possam atender \u00e0s necessidades mais urgentes dentro de seus territ\u00f3rios. \u201cA celeridade na avalia\u00e7\u00e3o dos requerimentos e na libera\u00e7\u00e3o dos recursos garante que o tempo de resposta seja menor, como j\u00e1 fizemos com sucesso nos \u00faltimos desastres\u201d, destacou.<\/p>\n<p>As verbas podem ser empregadas em a\u00e7\u00f5es de resposta e de restabelecimento pelas prefeituras municipais em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ou estado de calamidade p\u00fablica.<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es de resposta compreendem aquisi\u00e7\u00e3o de cestas b\u00e1sicas, kits de higiene pessoal e coletiva, ra\u00e7\u00e3o animal, \u00e1gua mineral, combust\u00edvel para caminh\u00f5es-pipa ou transporte de log\u00edstica humanit\u00e1ria, contrata\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias de acumula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para comunidades ou fam\u00edlias isoladas (assentamentos, povos tradicionais e quilombolas), reservat\u00f3rios flex\u00edveis, loca\u00e7\u00e3o de banheiros qu\u00edmicos, m\u00e1quinas, caminh\u00f5es-pipa, bombas d\u2019\u00e1gua e geradores de energia, entre outros itens.&nbsp;<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es de restabelecimento abrangem: montagem ou reinstala\u00e7\u00e3o de redes de \u00e1gua para o abastecimento de comunidades afetadas em \u00e1rea rural; conserto e reparo de geradores para m\u00e1quinas, como bombas d\u2019\u00e1gua ou motobomba para abastecimento de \u00e1gua a comunidades afetadas e tratamento de po\u00e7os artesianos contaminados.&nbsp;<\/p>\n<p>O Fundo a Fundo \u00e9 um mecanismo de transfer\u00eancia de recursos financeiros que permite que os munic\u00edpios recebam recursos diretamente do Fundo Estadual de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil do RS (Fundec\/RS), com o objetivo de aplic\u00e1-los em \u00e1reas atingidas por desastres naturais.&nbsp;<\/p>\n<p>Sistema de Outorga de \u00c1gua e seguran\u00e7a de barragens<\/p>\n<p>Os dois novos decretos anunciados pelo governador abordam a gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos e a seguran\u00e7a de barragens. Essas a\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo coordenadas pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Uso de recursos h\u00eddricos<br \/>\nO primeiro decreto regula o uso de recursos h\u00eddricos no Estado. A principal mudan\u00e7a \u00e9 a previs\u00e3o da automatiza\u00e7\u00e3o do processo de outorga, em determinadas situa\u00e7\u00f5es, que permitir\u00e1 a an\u00e1lise de projetos de a\u00e7udes e barragens em menor prazo. A validade das outorgas poder\u00e1 ser de at\u00e9 35 anos, conforme o tipo de empreendimento.&nbsp;<\/p>\n<p>O decreto tamb\u00e9m cria a outorga emergencial, destinada a situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, como calamidade p\u00fablica por eventos meteorol\u00f3gicos e secas, e dispensa de outorga de empreendimentos de baixo impacto, que dever\u00e3o se cadastrar apenas no Sistema de Outorga de \u00c1gua (Siout-RS). Al\u00e9m disso, obras que visem \u00e0 seguran\u00e7a das barragens ser\u00e3o dispensadas da necessidade de autoriza\u00e7\u00e3o. O corpo t\u00e9cnico da Sema ficar\u00e1 respons\u00e1vel pela elabora\u00e7\u00e3o de um manual para orientar os procedimentos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Seguran\u00e7a de barragens<br \/>\nO segundo decreto estabelece regras para a seguran\u00e7a de barragens, alinhando-se \u00e0 Pol\u00edtica Nacional de Seguran\u00e7a de Barragens (PNSB). A Sema, por meio do Departamento de Recursos H\u00eddricos e Saneamento (DRHS), ser\u00e1 respons\u00e1vel pela regulamenta\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios artificiais no Estado, incluindo a\u00e7udes e barragens com altura superior a 15 metros ou capacidade superior a 3 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos. Tamb\u00e9m abrange barragens de alto risco ou com alto potencial de danos, e \u00e9 aplic\u00e1vel \u00e0s barragens de usos m\u00faltiplos, exceto aquelas destinadas ao aproveitamento hidrel\u00e9trico, que s\u00e3o outorgadas pelo Estado.&nbsp;<\/p>\n<p>O decreto institui o Programa Barragem Segura, que prev\u00ea a elabora\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico situacional dos reservat\u00f3rios, um cronograma de implementa\u00e7\u00e3o das novas normas e estrat\u00e9gias de articula\u00e7\u00e3o com os Comit\u00eas de Bacia e outros \u00f3rg\u00e3os competentes. Para assegurar a participa\u00e7\u00e3o da sociedade ga\u00facha, ser\u00e3o realizadas consultas p\u00fablicas para a revis\u00e3o peri\u00f3dica das regulamenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Irriga+RS est\u00e1 com edital aberto<\/p>\n<p>Al\u00e9m dessas medidas, desde 2023, o governo vem investindo em a\u00e7\u00f5es com o lan\u00e7amento do programa de irriga\u00e7\u00e3o Irriga+RS. A primeira fase, que teve edital vigente de agosto a novembro de 2023, destinava ao produtor rural uma subven\u00e7\u00e3o de 20% do valor do projeto, limitado a R$ 15 mil por benefici\u00e1rio. A fase dois teve in\u00edcio em mar\u00e7o de 2024 e segue com edital aberto at\u00e9 30 de abril de 2025 para receber projetos de irriga\u00e7\u00e3o. Neste edital, o teto da subven\u00e7\u00e3o subiu para at\u00e9 R$ 100 mil por produtor.&nbsp;<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, s\u00e3o 720 projetos de irriga\u00e7\u00e3o recebidos, em ambas as fases, com potencial de subven\u00e7\u00e3o de R$ 25 milh\u00f5es e mais 9.659 novos hectares irrigados. S\u00e3o projetos recebidos de 173 munic\u00edpios em que os produtores investir\u00e3o cerca de R$ 197 milh\u00f5es em sistemas de irriga\u00e7\u00e3o em suas propriedades.<\/p>\n<p>A 25\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Expodireto Cotrijal segue at\u00e9 sexta-feira (14\/3), das 8h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Seapi<\/p>\n<p><b>Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o do agro alcan\u00e7ou R$ 1,41 trilh\u00e3o em janeiro<br \/>\n<\/b><br \/>\nCrescimento representa 11% em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 safra de 2024<\/p>\n<p>O Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) agropecu\u00e1ria referente \u00e0 safra 2025, com base em janeiro deste ano, alcan\u00e7ou R$ 1,41 trilh\u00e3o, um aumento de 11% sobre a safra 2024 (R$ 1,27 trilh\u00e3o).<\/p>\n<p>Os produtos que tiveram maior aumento foram caf\u00e9 (46,1%), mamona (40,5%), cacau (25,0%), amendoim (23,8%), milho (16,7%) e soja (13,4%). As varia\u00e7\u00f5es negativas mais significativas foram da batata-inglesa (-61,1%), tomate (-20,0%), banana (-9%), trigo (-8,2%) e arroz (-7,2%).<\/p>\n<p>Na atividade de pecu\u00e1ria, a bovina teve maior evolu\u00e7\u00e3o (21,8%), seguida por aves (6,5%), su\u00ednos (4,6%) e leite (2,2%). J\u00e1 os ovos tiveram redu\u00e7\u00e3o de 5,6%, n\u00e3o tendo sido captado, neste per\u00edodo, o recente reajuste nos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>A atividade de lavoura, considerando as 17 culturas levantadas, teve aumento de 11,0%, e a pecu\u00e1ria bovina, su\u00edna, frango, leite e ovos, de 10,9%.<\/p>\n<p>Quanto aos valores da produ\u00e7\u00e3o, a soja segue tendo a maior participa\u00e7\u00e3o, respondendo com R$ 341,5 bilh\u00f5es, seguida do milho com R$ 147,0 bilh\u00f5es, cana-de-a\u00e7\u00facar com R$ 121,6 bilh\u00f5es e caf\u00e9 com R$ 116,4 bilh\u00f5es. Esses quatro produtos somados representaram 51,8% do total do VBP apurado.<\/p>\n<p>Na pecu\u00e1ria, a bovinocultura responde por R$ 206,1 bilh\u00f5es, avicultura R$ 113,0 bilh\u00f5es e leite R$ 69,3 bilh\u00f5es, sendo que a bovinocultura representou 14,6% do total do VBP.<\/p>\n<p>O fator mais relevante no resultado deste levantamento, para os seis principais produtos que tiveram aumento na participa\u00e7\u00e3o do VBP, foi o crescimento no pre\u00e7o para caf\u00e9, cacau e milho e o aumento na produ\u00e7\u00e3o para mamona, amendoim e soja. Na pecu\u00e1ria, o aumento de pre\u00e7o foi o fator mais relevante, exceto para ovos, cujos pre\u00e7os deflacionados tiveram queda de 5,6%.<\/p>\n<p>O Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o \u00e9 calculado mensalmente pela Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Mapa, representando o faturamento bruto na propriedade rural, com base na produ\u00e7\u00e3o informada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e nos pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo, levantados pela Conab e pelo Cepea\/Esalq, deflacionados pelo IGP-DI da FGV, com base em janeiro de 2025.<\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/MeKL35ABF0411\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/MeKL35ABF0411\">As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do MAPA<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Pre\u00e7os globais dos alimentos subiram 1,6% em fevereiro, aponta a FAO<br \/>\n<\/b>Os pre\u00e7os mundiais dos alimentos subiram em fevereiro, pressionados pelo aumento dos a\u00e7\u00facares, latic\u00ednios e \u00f3leos vegetais, mostram dados da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO). O \u00edndice da entidade \u2014 que monitora os pre\u00e7os globais de uma cesta de alimentos b\u00e1sicos \u2014 teve uma m\u00e9dia de 127,1 pontos em fevereiro, um aumento de 1,6% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. O indicador ficou 8,2% acima do registrado em fevereiro de 2024 e pouco menos de 21% abaixo de sua m\u00e1xima hist\u00f3rica, atingida em mar\u00e7o de 2022, logo ap\u00f3s o in\u00edcio da invas\u00e3o russa \u00e0 Ucr\u00e2nia. Em fevereiro, os pre\u00e7os do \u00f3leo vegetal subiram 2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Segundo a FAO, esse aumento reflete principalmente os pre\u00e7os mais altos dos \u00f3leos de palma, canela, soja e girassol. Os pre\u00e7os dos a\u00e7\u00facares subiram 6,6% no m\u00eas, quebrando tr\u00eas meses consecutivos de decl\u00ednio, embora permane\u00e7am 15,8% mais baixos na compara\u00e7\u00e3o anual. \u201cO aumento de fevereiro foi motivado por preocupa\u00e7\u00f5es com a oferta global mais restrita, com perspectivas de produ\u00e7\u00e3o em decl\u00ednio na \u00cdndia e preocupa\u00e7\u00f5es com o recente clima seco no Brasil, juntamente com o fortalecimento do real brasileiro em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar americano\u201d, disse a FAO, em relat\u00f3rio. Os pre\u00e7os dos latic\u00ednios subiram 4% na compara\u00e7\u00e3o mensal. Isso reflete um salto nos valores do queijo, devido \u00e0 forte demanda internacional. Os pre\u00e7os da manteiga se recuperaram, enquanto o leite em p\u00f3 desnatado registrou um aumento moderado. Os pre\u00e7os dos cereais subiram 0,7% no m\u00eas, de acordo com a FAO. O trigo foi respons\u00e1vel por grande parte da varia\u00e7\u00e3o devido \u00e0 oferta russa mais restrita e \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es com condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis de safra na R\u00fassia, Uni\u00e3o Europeia e EUA. Enquanto isso, os pre\u00e7os do milho aumentaram, devido \u00e0 oferta sazonal brasileira mais restrita. Os pre\u00e7os da carne ca\u00edram marginalmente 0,1% no m\u00eas. (Valor Econ\u00f4mico)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de mar\u00e7o de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 19 - N\u00b0 4.344 \u00c9 AMANH\u00c3: F\u00f3rum Estadual do Leite debate pegada de carbono Com foco na discuss\u00e3o sobre a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/03\/11\/11-03-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/03\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16531","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16531","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16531"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16531\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16537,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16531\/revisions\/16537"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16531"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16531"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16531"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}