{"id":16483,"date":"2025-02-27T19:57:25","date_gmt":"2025-02-27T19:57:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16483"},"modified":"2025-02-28T19:58:06","modified_gmt":"2025-02-28T19:58:06","slug":"27-02-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/27\/27-02-2025\/","title":{"rendered":"27\/02\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.338<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Brasil continua sendo o principal destino dos l\u00e1cteos exportados pelo Uruguai<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Brasil continua sendo o principal destino dos produtos l\u00e1cteos exportados pelo Uruguai, seguido de perto pela Arg\u00e9lia. Ambos se destacam significativamente em rela\u00e7\u00e3o aos demais mercados. Confira!<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em janeiro de 2025, a receita gerada pelas exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios do Uruguai foi inferior \u00e0 registrada em janeiro de 2024, totalizando US$ 79,8 milh\u00f5es, conforme informou o Instituto Nacional do Leite (Inale), com destaque para a manteiga.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Ao analisar cada produto separadamente, houve queda na receita com exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral, leite em p\u00f3 desnatado e queijos, enquanto a manteiga apresentou crescimento. Em termos de volume exportado, as vendas de manteiga aumentaram, enquanto os outros tr\u00eas segmentos registraram queda.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Quanto aos destinos, considerando os \u00faltimos 12 meses, os principais mercados foram Brasil (35% do total), Arg\u00e9lia (27%), seguidos por M\u00e9xico, R\u00fassia e Chile, cada um com uma participa\u00e7\u00e3o de 3%.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Manteiga vai na contram\u00e3o dos outros produtos<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A receita obtida com as exporta\u00e7\u00f5es uruguaias de latic\u00ednios em janeiro de 2025 foi 3% inferior \u00e0 de janeiro de 2024. Os dados, referentes a um dos setores que, em 2024, ocupou a quarta posi\u00e7\u00e3o no ranking dos principais produtos exportados pelo Uruguai \u2013 atr\u00e1s da celulose, carne bovina e soja \u2013, t\u00eam como base um novo relat\u00f3rio t\u00e9cnico do Inale.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Ao considerar os quatro principais segmentos, a compara\u00e7\u00e3o entre janeiro de 2025 e janeiro de 2024, com base em dados da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Aduanas (DNA), apresenta os seguintes resultados:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 integral: queda de 2% (totalizando US$ 51,7 milh\u00f5es).<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 desnatado: redu\u00e7\u00e3o de 5% (US$ 4,3 milh\u00f5es).<\/div>\n<div>\u25cf Queijos: recuo de 30% (US$ 8,7 milh\u00f5es).<\/div>\n<div>\u25cf Manteiga: aumento expressivo de 55% (totalizando US$ 9,1 milh\u00f5es).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Se a an\u00e1lise for feita com base no volume exportado, em janeiro de 2025 foram embarcadas 18.636 toneladas, com as seguintes varia\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2024:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 integral: queda de 12% (13.921 toneladas).<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 desnatado: redu\u00e7\u00e3o de 3% (1.475 toneladas).<\/div>\n<div>\u25cf Queijos: queda de 29% (1.798 toneladas).<\/div>\n<div>\u25cf Manteiga: aumento de 17% (1.442 toneladas).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Leite em p\u00f3 integral continua sendo o principal produto exportado<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O leite em p\u00f3 integral segue como o principal produto exportado em termos de volume (74% do total embarcado) e receita (64% da receita total). Com rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os m\u00e9dios, na compara\u00e7\u00e3o entre janeiro de 2025 e janeiro de 2024, as varia\u00e7\u00f5es foram as seguintes:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 integral: aumento de 11%.<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 desnatado: queda de 2%.<\/div>\n<div>\u25cf Queijos: redu\u00e7\u00e3o de 2%.<\/div>\n<div>\u25cf Manteiga: aumento significativo de 32%.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Considerando apenas as exporta\u00e7\u00f5es realizadas em janeiro de 2025, os pre\u00e7os m\u00e9dios praticados foram:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 integral: US$ 3.713 por tonelada.<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 desnatado: US$ 2.889 por tonelada.<\/div>\n<div>\u25cf Queijos: US$ 4.826 por tonelada.<\/div>\n<div>\u25cf Manteiga: US$ 6.331 por tonelada.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Um dado positivo \u00e9 que, na compara\u00e7\u00e3o entre os pre\u00e7os m\u00e9dios de janeiro de 2025 e dezembro de 2024, houve aumentos expressivos para o leite em p\u00f3 integral (+13%) e manteiga (+39%), enquanto o leite em p\u00f3 desnatado apresentou queda de 9% e os queijos registraram redu\u00e7\u00e3o de 3%.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Brasil e Arg\u00e9lia lideram como principais mercados<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Brasil continua sendo o principal destino dos produtos l\u00e1cteos exportados pelo Uruguai, seguido de perto pela Arg\u00e9lia. Ambos se destacam significativamente em rela\u00e7\u00e3o aos demais mercados, segundo o relat\u00f3rio atualizado do Inale.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Nos \u00faltimos 12 meses, os principais destinos das exporta\u00e7\u00f5es uruguaias de latic\u00ednios foram:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Brasil: 35% do total exportado.<\/div>\n<div>\u25cf Arg\u00e9lia: 27% do total.<\/div>\n<div>\u25cf M\u00e9xico, R\u00fassia e Chile: 3% cada um.<\/div>\n<div>\u25cf Ao considerar os quatro principais produtos, os destinos foram:<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 desnatado: Brasil (64% das exporta\u00e7\u00f5es).<\/div>\n<div>\u25cf Queijos: Brasil (34%).<\/div>\n<div>\u25cf Leite em p\u00f3 integral: Arg\u00e9lia (38%).<\/div>\n<div>\u25cf Manteiga: R\u00fassia (28%), maior importador deste produto.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Mercado internacional do leite em p\u00f3 integral<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em janeiro de 2025, o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite em p\u00f3 integral exportado pela Am\u00e9rica do Sul registrou um aumento de 17% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, ficando 1% acima do valor registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado, alcan\u00e7ando US$ 4.100 por tonelada.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Panorama das exporta\u00e7\u00f5es em 2024<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em todo o ano de 2024, a receita gerada pelas exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios do Uruguai foi ligeiramente superior \u00e0 de 2023, registrando um crescimento de 0,5% e totalizando US$ 853,9 milh\u00f5es, conforme informou o Inale.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas pela equipe MilkPoint.<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Conseleite Minas Gerais<\/b><\/p>\n<p>A diretoria do Conseleite Minas Gerais reunida no dia 26 de Fevereiro de 2025, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I e de acordo com metodologia definida pelo Conseleite Minas Gerais que considera os pre\u00e7os m\u00e9dios e o mix de comercializa\u00e7\u00e3o&nbsp;<br \/>\ndos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes, aprova e divulga:<\/p>\n<p>a) O maior valor de refer\u00eancia; o valor m\u00e9dio de refer\u00eancia; o valor base de refer\u00eancia e o menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Dezembro\/2024 a ser pago em Janeiro\/2025.<br \/>\nb) A proje\u00e7\u00e3o para o maior valor de refer\u00eancia; o valor m\u00e9dio de refer\u00eancia; o valor base de refer\u00eancia e o menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Janeiro\/2025 a ser pago em Fevereiro\/2025.<br \/>\nc) A proje\u00e7\u00e3o para o maior valor de refer\u00eancia; o valor m\u00e9dio de refer\u00eancia; o valor base de refer\u00eancia e o menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Fevereiro\/2025 a ser pago em Mar\u00e7o\/2025.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/fFc3bcABF0410\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/fFc3bcABF0410\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/09jv06ABF0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/09jv06ABF0415\"><\/p>\n<p>Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite denominada leite base se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,30% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 400 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml, 100 mil ufc\/ml de contagem bacteriana e produ\u00e7\u00e3o individual di\u00e1ria de at\u00e9 160 litros\/dia. Os valores s\u00e3o posto propriedade incluindo 1,5% de Funrural.<\/p>\n<p>CALCULE O SEU VALOR DE REFER\u00caNCIA<br \/>\nO Conseleite Minas Gerais gera mais valores do que apenas o do leite base, maior, m\u00e9dio e menor valor de refer\u00eancia, a partir de uma escala de \u00e1gios e des\u00e1gios por par\u00e2metros de qualidade e \u00e1gio pelo volume de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1rio individual, apresentados na tabela acima. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade e o volume, o Conseleite Minas Gerais disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas, contagem bacteriana e pela produ\u00e7\u00e3o individual di\u00e1ria. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitemg.org.br.&nbsp;<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Conseleite Minas Gerais<\/p>\n<p><b>Conjuntura econ\u00f4mica do agroneg\u00f3cio do leite, analisada por especialistas da Embrapa.<\/b><\/p>\n<p>Nota de Conjuntura Mercado de Leite e Derivados Fevereiro de 2025<\/p>\n<p>Em 2023, os pre\u00e7os internacionais estiveram relativamente baixos ao longo do ano. Isso pode ter contribu\u00eddo para estagna\u00e7\u00e3o e at\u00e9 redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o na maioria dos pa\u00edses tradicionalmente relevantes para a produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de leite, como Uni\u00e3o Europeia, Europa Oriental, Am\u00e9rica do Sul e Oceania. No geral, um crescimento t\u00edmido, de pouco mais de 2% em rela\u00e7\u00e3o a 2022, totalizando 956 milh\u00f5es de toneladas de leite de vaca e de b\u00fafala em 2023. O que chama \u00e0 aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que praticamente a totalidade do aumento de produ\u00e7\u00e3o em 2023 veio da \u00c1sia, com destaque para a \u00cdndia, que colocou um adicional de 13 milh\u00f5es de toneladas de leite a mais, o que representou 60% do incremento de produ\u00e7\u00e3o mundial em 2023. Em 2024 teve in\u00edcio uma recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais. Mesmo assim, o crescimento da produ\u00e7\u00e3o para 2024 n\u00e3o deve ter passado de 2%, segundo estimativa do IFCN.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os ao produtor geraram um cen\u00e1rio positivo em 2024, permanecendo boa a rentabilidade no in\u00edcio de 2025. Mas, numa compara\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os do Brasil com o mundo (estes, em valores convertidos de kg para litro e do D\u00f3lar para o Real): os pre\u00e7os mundiais se apresentaram menores nos \u00faltimos 30 meses (Figura 1). Em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, os pre\u00e7os do mundo foram menores, em m\u00e9dia: 9% em 2022; 27% em 2023; e 18% em 2024. Coincidentemente, neste mesmo per\u00edodo, os volumes importados do Brasil tamb\u00e9m foram relativamente maiores, chegando a mais de 6% do consumo aparente estimado.<\/p>\n<p>A desvaloriza\u00e7\u00e3o da moeda nacional impacta diretamente o mercado do leite, aumentando os custos de importa\u00e7\u00e3o tanto de produtos l\u00e1cteos quanto de insumos necess\u00e1rios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. Se, de um lado, o Real desvalorizado pode desestimular as importa\u00e7\u00f5es, ao mesmo tempo em que tamb\u00e9m favorece as exporta\u00e7\u00f5es. Por outro, encarece os insumos importados, cotados em d\u00f3lar, tornando-os menos acess\u00edveis. Ainda neste contexto, os pre\u00e7os do milho e do farelo de soja, como insumos da atividade leiteira, podem pressionar margens dos produtores devido \u00e0 volatilidade cambial. A estabiliza\u00e7\u00e3o cambial e a ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para mitigar os riscos associados \u00e0 volatilidade do c\u00e2mbio s\u00e3o essenciais para garantir sustentabilidade e competitividade ao setor l\u00e1cteo brasileiro.<\/p>\n<p>O indicador de pre\u00e7o real da mistura de 70% de milho e 30% de farelo de soja, tem permanecido est\u00e1vel nos \u00faltimos 20 meses e, desde abril de 2023 at\u00e9 dezembro de 2024, ficou ao redor de R$ 1,40\/kg, em m\u00e9dia. Al\u00e9m disso, o indicador da infla\u00e7\u00e3o do custo de produ\u00e7\u00e3o do leite aumentou menos que o pre\u00e7o pago ao produtor.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos subiram menos que infla\u00e7\u00e3o em 2023, mas contribu\u00edram para a acelera\u00e7\u00e3o do \u00edndice em 2024. Subiram 10,4% no \u00faltimo ano, para uma infla\u00e7\u00e3o de apenas 4,8%.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, considerando que a capta\u00e7\u00e3o cresceu 4% no \u00faltimo trimestre de 2024 (em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior), as indica\u00e7\u00f5es para o primeiro semestre de 2025 s\u00e3o de uma expectativa melhor sob a perspectiva para o produtor. Tamb\u00e9m, neste in\u00edcio de 2025, o indicador de pre\u00e7os mundial convergiu para um mesmo valor ao do pre\u00e7o l\u00edquido ao produtor brasileiro, ou seja, R$ 2,54 por litro. Com isso, tem-se menor incentivo \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. Al\u00e9m disso, o mercado sinaliza aumento dos pre\u00e7os no in\u00edcio do per\u00edodo de entressafra, com custos menores para os gr\u00e3os nos meses de safra de inverno. Com demanda ainda firme, as perspectivas para 2025 s\u00e3o ainda favor\u00e1veis, com aten\u00e7\u00e3o ao ambiente macroecon\u00f4mico, sujeito a instabilidade e uma potencial desacelera\u00e7\u00e3o da demanda no segundo semestre, prejudicando o cen\u00e1rio de pre\u00e7os<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/tuKFf9ABF0414\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/tuKFf9ABF0414\"><\/p>\n<p>Fonte:<\/p>\n<p>Resumo das informa\u00e7\u00f5es discutidas na reuni\u00e3o de conjuntura da equipe do Centro de Intelig\u00eancia do Leite, realizada em 12 de fevereiro de 2025. Autores*: Lorildo Stock; Alziro Carneiro; Jos\u00e9 Bellini Leite; Kennya Siqueira; Luiz A. Aguiar de Oliveira; Manuela Lana; Marcos Hott; Oscar Tupy; Ricardo Andrade; Samuel Oliveira; Walter Magalh\u00e3es Junior.&nbsp; *Pesquisadores e analistas da Embrapa Gado de Leite.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>MILHO\/CEPEA: Na parcial de fevereiro, alta do Indicador supera os 10%<\/b><br \/>\nOs pre\u00e7os do milho registraram altas impulsionado da menor disponibilidade do cereal no spot.&nbsp; J\u00e1 consumidores t\u00eam tido dificuldades para recompor seus estoques e v\u00eam se esbarrando nos pre\u00e7os elevados no atual per\u00edodo. Os pre\u00e7os do milho registraram altas mais expressivas na semana passada na maior parte das regi\u00f5es acompanhadas pelo Cepea. Pesquisadores do Centro de Pesquisas indicam que o impulso vem da menor disponibilidade do cereal no spot nacional e do maior interesse de compradores. Segundo pesquisadores do Cepea, vendedores est\u00e3o atentos \u00e0s recentes valoriza\u00e7\u00f5es e \u00e0 demanda aquecida e, com isso, se retraem do mercado, \u00e0 espera de novas valoriza\u00e7\u00f5es. J\u00e1 consumidores t\u00eam tido dificuldades para recompor seus estoques e v\u00eam se esbarrando nos pre\u00e7os elevados no atual per\u00edodo. No campo, a colheita da safra ver\u00e3o tem avan\u00e7ado, com as atividades favorecidas pelo clima seco e quente nas regi\u00f5es produtoras. Segundo dados da Conab do dia 16 de fevereiro, 21,1% da \u00e1rea de safra ver\u00e3o foi colhida, progresso semanal de 7,8 pontos percentuais e pr\u00f3ximo dos 21,4% registrados em 2023.&nbsp; (Cepea via Terra Viva)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.338 Brasil continua sendo o principal destino dos l\u00e1cteos exportados pelo Uruguai &nbsp; O Brasil continua sendo o principal <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/27\/27-02-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/02\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16483","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16483","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16483"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16483\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16488,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16483\/revisions\/16488"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16483"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16483"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16483"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}