{"id":1644,"date":"2017-08-08T17:07:12","date_gmt":"2017-08-08T17:07:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/08\/08-08-2017\/"},"modified":"2017-08-08T17:07:12","modified_gmt":"2017-08-08T17:07:12","slug":"08-08-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/08\/08-08-2017\/","title":{"rendered":"08\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 08 de agosto de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.558<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>MANIFESTA\u00c7\u00d5ES MUDAM ROTA DE EXPORTA\u00c7\u00d5ES DO RS<\/strong><\/p>\n<p> A manifesta\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros no Estado far\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna zarparem para o porto de Itaja\u00ed, em Santa Catarina. A decis\u00e3o \u00e9 das ind\u00fastrias do setor, que seguem tendo dificuldades de fazer a carga chegar em Rio Grande, assim como n\u00e3o conseguem levar cont\u00eaineres vazios para as unidades. Superintendente do porto ga\u00facho, Janir Branco diz que o movimento permanecia aqu\u00e9m do normal com redu\u00e7\u00e3o de 50% por conta do temor de repres\u00e1lias como pedras e amea\u00e7as a quem se aventurar cruzar as estradas. Ontem, ele iria se reunir com o secret\u00e1rio da Seguran\u00e7a P\u00fablica na busca por estrat\u00e9gia capaz de garantir a normalidade do tr\u00e1fego.\u00a0<\/p>\n<p> ? Ficamos muito abatidos (com a mudan\u00e7a de porto). Sabemos como \u00e9 dif\u00edcil conseguir uma carga, e para perd\u00ea-la, pode ser em um estalar de dados? diz Branco. Aproximadamente 30% da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha de su\u00ednos do Estado \u00e9 exportada? s\u00e3o cerca de 3,8 mil toneladas por semana, 15 mil toneladas por m\u00eas. A maioria dos embarques? 80%? ocorre pelos terminais ga\u00fachos.<\/p>\n<p> ? \u00c9 aceit\u00e1vel que s\u00f3 o Rio Grande do Sul tenha esse problema? Isso n\u00e3o est\u00e1 ocorrendo em outros Estados? questiona Rog\u00e9rio Kerber, diretor-executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos do RS (Sips). A mudan\u00e7a certamente trar\u00e1 preju\u00edzos ao Estado. A decis\u00e3o ocorre porque as empresas est\u00e3o tendo dificuldades para escoar a produ\u00e7\u00e3o destinada ao mercado internacional. O mesmo ocorre com o segmento de aves, que tem o Exterior como destino de 45% dos itens processados.<\/p>\n<p> ? A situa\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 cr\u00edtica. Se essa quest\u00e3o n\u00e3o se resolver em mais um dia, pode impactar a produ\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias, principalmente as que exportam? argumenta Jos\u00e9 Eduardo dos Santos, diretor-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura (Asgav).<\/p>\n<p> Empresas de processamento de leite tamb\u00e9m est\u00e3o tendo dificuldades para cruzar as rodovias dentro do Estado. O presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat-RS), Alexandre Guerra, passou a tarde de ontem recebendo mensagens de associados com relatos de bloqueios e pontos de tens\u00e3o em cidades como Giru\u00e1, Santo \u00c2ngelo, Palmeira das Miss\u00f5es, Tr\u00eas Passos, Cruz Alta, Ibirub\u00e1, Soledade, Camaqu\u00e3 e Pelotas. Muitas vezes, a passagem fica impedida durante o dia, mas \u00e9 liberada \u00e0 noite.<\/p>\n<p> ? Isso tem gerado mais custos e demora. H\u00e1 ind\u00fastrias que nem sa\u00edram para recolher leite. Existe um cen\u00e1rio de inseguran\u00e7a e pessoas t\u00eam receio de sair e de ficar com leite parado al\u00e9m do tempo permitido pela legisla\u00e7\u00e3o? relata o presidente do Sindilat-RS. ((Zero Hora)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>As 100 maiores processadoras de l\u00e1cteos da Am\u00e9rica do Norte<\/strong><\/p>\n<p> Todo ano, a revista Dairy Foods lan\u00e7a uma lista com as 100 maiores processadoras de l\u00e1cteos da Am\u00e9rica do Norte. A ind\u00fastria de l\u00e1cteos da Am\u00e9rica do Norte est\u00e1 em constante movimento e desde o \u00faltimo relat\u00f3rio, as empresas fizeram uma s\u00e9rie de aquisi\u00e7\u00f5es. Os neg\u00f3cios continuaram acontecendo mesmo depois de encerradas as tabula\u00e7\u00f5es das receitas de 2016 das 100 maiores empresas de processamento de l\u00e1cteos com sede no Canad\u00e1, nos Estados Unidos e no M\u00e9xico. O maior neg\u00f3cio no \u00faltimo ano foi a compra da WhiteWave pela Danone. A nova empresa, chamada DanoneWave, combina a fabricante de iogurtes Dannon (ano passado, no 15) com a WhiteWave (n\u00b0 14), fabricante de bebidas org\u00e2nicas e vegetais. A nova empresa subiu para o n\u00famero 4 na lista deste ano. Os tr\u00eas primeiros lugares do Dairy 100 permaneceram inalterados em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Em ordem, eles pertencem \u00e0 Nestl\u00e9 USA, Dean Foods e Saputo. O n\u00famero 5 \u00e9 da Kraft Heinz Co. (ano passado, n\u00famero 13), seguida por Schreiber Foods (ano passado n\u00famero 4), Agropur (ano passado n\u00famero 5), Dairy Farmers of America (ano passado n\u00famero 7), Lactalis American Group (n\u00e3o listado) e Land O'Lakes Inc. (ano passado n\u00famero 6). Metade dos top 10 s\u00e3o empresas dos EUA, as outras s\u00e3o de propriedade de canadenses ou t\u00eam matrizes francesas ou su\u00ed\u00e7as. Pode-se argumentar que a Kraft Heinz est\u00e1 sob controle estrangeiro devido ao investimento da 3G Capital, que tem v\u00ednculos com o Brasil.<\/p>\n<p> Quando a Danone comprou a WhiteWave, a fabricante de iogurte adquiriu um portf\u00f3lio de bebidas n\u00e3o l\u00e1cteas, a posicionando para o sucesso de longo prazo, j\u00e1 que as vendas de \"leites\" vegetais continuam aumentando. Como parte de um acordo com o Departamento de Justi\u00e7a dos EUA, a Danone teve que vender sua participa\u00e7\u00e3o na companhia de iogurte org\u00e2nico Stonyfield (com US$ 370 milh\u00f5es em vendas em 2016). A Lactalis comprou o neg\u00f3cio por US$ 875 milh\u00f5es em julho. A Dean Foods adquiriu uma empresa de suco org\u00e2nico chamada Uncle Matt's Organic no final de junho. Esse acordo veio com dois benef\u00edcios: proporciona \u00e0 empresa acesso aos clientes para bebidas n\u00e3o l\u00e1cteas e permite que a empresa participe do crescente espa\u00e7o de alimentos org\u00e2nicos. Esse \u00e9 um movimento que outros processadores de leite fluido podem querer imitar.<\/p>\n<p> A n\u00famero 15, Prairie Farms, cooperativa do Meio-Oeste conhecida por suas marcas de leite e sorvete, posicionou-se para o crescimento, adquirindo a Swiss Valley Farms, uma cooperativa de Iowa (e classificada como n\u00famero 60 no ano passado). O acordo d\u00e1 \u00e0 Prairie Farms acesso ao queijo, categoria que faltava \u00e0 empresa. A Swiss Valley Farms traz \u00e0 mesa uma grande variedade de produtos de queijo e ingredientes l\u00e1cteos, sem mencionar uma lista estabelecida de clientes de exporta\u00e7\u00e3o. Este ano, a Parmalat, empresa italiana controlada pela gigante franc\u00eas Lactalis, adquiriu a Karoun Dairies, fabricante de queijos \u00e9tnicos e produtos l\u00e1cteos fermentados da regi\u00e3o de Los Angeles, juntamente com sua f\u00e1brica de processamento em Turlock, Calif\u00f3rnia. Hochland, outro produtor italiano de produtos l\u00e1cteos, adquiriu a fabricante de queijo cremoso, Franklin Foods. A Franklin, com f\u00e1bricas no Arizona e Vermont, ficou de fora da Dairy 100; <a href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/industria\/cadeia-do-leite\/giro-de-noticias\/as-100-maiores-processadoras-de-lacteos-da-america-do-norte-106611n.aspx\">Clique aqui e confira a lista.<\/a> (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Dairy Foods, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Leite\/Europa - Perspectivas do mercado l\u00e1cteo - Europa- Relat\u00f3rio 31\/2017<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa em 2017 continua abaixo dos volumes projetados pelos observadores no in\u00edcio do ano. No acumulado de janeiro a maio a produ\u00e7\u00e3o ficou 1% abaixo do volume registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado.\u00a0No m\u00eas de maio a queda percentual foi de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2016. A produ\u00e7\u00e3o total da Europa est\u00e1 sendo puxada para baixo por influ\u00eancia dos dois maiores produtores do bloco, Alemanha e Fran\u00e7a. Os volumes ca\u00edram na Alemanha (-3,8%) e Fran\u00e7a (-3,2%), de janeiro a maio de 2017, enquanto aumentaram na It\u00e1lia (+3%) e na Irlanda (+6,2%). Mas, os resultados positivos de alguns pa\u00edses n\u00e3o conseguiram compensar as quedas significativas da Alemanha e Fran\u00e7a. Os fatores que afetaram negativamente a produ\u00e7\u00e3o de leite incluem a seca entre maio e junho, e uma primavera fraca. Os pre\u00e7os n\u00e3o estavam suficientemente elevados para incentivar uma produ\u00e7\u00e3o adicional.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">A expectativa \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o na Europa tenha um saldo positivo na segunda metade do ano. A diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os das gorduras e das prote\u00ednas na Uni\u00e3o Europeia (UE) at\u00e9 agora em 2017, aumentou. Pequena ou modesta corre\u00e7\u00e3o, pelo menos, \u00e9 o que alguns observadores esperam para os pr\u00f3ximos meses, enquanto outros est\u00e3o mais pessimistas. Uma incerteza persistente refere-se \u00e0 magnitude dos estoques de interven\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 desnatado. O momento e a forma de redu\u00e7\u00e3o desses estoques s\u00e3o preocupantes, tendo em vista o impacto que podem ter no mercado. A produ\u00e7\u00e3o de leite em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa Oriental teve as seguintes altera\u00e7\u00f5es no acumulado do ano e em maio de 2017, em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos per\u00edodos do ano anterior: Bulg\u00e1ria (+4,7%), (+9,7%); Rep\u00fablica Checa (+2,8%), (+7,1%); Pol\u00f4nia (+3,5%), (3,1%); e Rom\u00eania (+2,7%), (5,7%). (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2346\" style=\"width: 500px; height: 307px;\" \/><\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2345\" style=\"width: 500px; height: 236px;\" \/><\/p>\n<p> <strong>A produ\u00e7\u00e3o mundial de leite acumula resultados negativos este ano<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o mundial de leite voltou a mostrar quedas nos volumes produzidos na primeira metade do ano, uma situa\u00e7\u00e3o similar \u00e1 do ano passado. Observando os principais pa\u00edses produtores, a Argentina foi a de pior desempenho, com uma queda de 10,7% de janeiro a maio deste ano, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Segundo o boletim elaborado pelo Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA) com base em informa\u00e7\u00f5es do site clal.it, houve queda de 0,19% na produ\u00e7\u00e3o mundial no primeiro semestre de 2017, situa\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 ocorrida em 2016, quando na primeira parte do ano a produ\u00e7\u00e3o dos principais pa\u00edses produtores mostrava redu\u00e7\u00e3o de 0,16%. O grupo selecionado de pa\u00edses produtores e importadores, que representam em torno de 60% da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite de vaca, continua o crescimento no mercado dos Estados Unidos, em paralelo a uma recupera\u00e7\u00e3o \"importante\" na Nova Zel\u00e2ndia, enquanto que na Uni\u00e3o Europeia (UE) se percebe uma queda da produ\u00e7\u00e3o, em decorr\u00eancia dos pre\u00e7os baixos depois da crise leiteira e pelos incentivos \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">J\u00e1 na Am\u00e9rica Latina, \"houve incremento da produ\u00e7\u00e3o em 2017, com exce\u00e7\u00e3o da Argentina que ainda apresenta queda na compara\u00e7\u00e3o anual, que dever\u00e1 ser neutralizada at\u00e9 o final do ano, fechando provavelmente com um valor levemente positivo\", destaca o boletim da OCLA. Especificamente, al\u00e9m da queda local de 10%, os pa\u00edses que acompanharam a Argentina com d\u00e9ficits em sua produ\u00e7\u00e3o foram: Austr\u00e1lia (-6,1%); Turquia (-4,2%); Jap\u00e3o (-2,2%); Uni\u00e3o Europeia (-1,1% na m\u00e9dia dos 28 pa\u00edses), e Ucr\u00e2nia (-0,8%). Os pa\u00edses que aumentaram a produ\u00e7\u00e3o foram encabe\u00e7ados por pa\u00edses localizados na regi\u00e3o da Argentina: Chile e Uruguai, que tiveram crescimento de 5,8% e 5,1%, respectivamente. Tamb\u00e9m tiveram alta, pa\u00edses como Bielorr\u00fassia (+2,2%); M\u00e9xico (+2,1%); Nova Zel\u00e2ndia (+2%); Estados Unidos (+1,4%); e R\u00fassia (+0,6%). No meio ficou o Brasil, com rendimento igual ao per\u00edodo anterior. A queda do mercado de latic\u00ednios na primeira parte do ano j\u00e1 ocorre em duas temporadas seguidas, depois de apresentar crescimentos em 2014 e 2015 de 3,38% e 1,26%, respectivamente. Os dados do OCLA j\u00e1 alarmavam sobre a situa\u00e7\u00e3o produtiva no pa\u00eds, ao advertir que em 2016 a produ\u00e7\u00e3o de leite teve a maior queda em 46 anos, com redu\u00e7\u00e3o de 14,17% em rela\u00e7\u00e3o a 2015. A perda de consumo no mercado interno e a retra\u00e7\u00e3o na demanda externa, al\u00e9m dos problemas decorrentes das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que afetam as fazendas, foram as principais causas. No total, a produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria de leite alcan\u00e7ou no ano passado 9.711 milh\u00f5es de litros. Este ano, em torno de 460 fazendas encerraram a atividade leiteira, duplicando a taxa m\u00e9dia de fechamentos dos \u00faltimos anos. (Agrosito - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>FrieslandCampina<br \/> O pre\u00e7o garantido da FrieslandCampina para o leite cru no m\u00eas de agosto de 2017 \u00e9 de \u20ac 38,50 por 100 quilos de leite, [R$ 1,46\/litro]. Aumentou \u20ac 1,25 por 100 quilos de leite. A expectativa \u00e9 de que o pre\u00e7o do leite na maioria das ind\u00fastrias de refer\u00eancia aumente em agosto. As cota\u00e7\u00f5es da manteiga e de queijos continuam com tend\u00eancia de alta diante de uma demanda firme, e baixos estoques. O pre\u00e7o garantido da FrieslandCampina para o leite org\u00e2nico no m\u00eas de agosto de 2017 \u00e9 de \u20ac 48,75\/100 kg, [R$ 1,85\/litro], havendo queda de 1,50 \u20ac\/100 kg em rela\u00e7\u00e3o a julho. O pre\u00e7o do leite org\u00e2nico nas principais companhias de refer\u00eancia continua relativamente est\u00e1vel. A queda foi causada por uma corre\u00e7\u00e3o de 1,31 \u20ac\/100 kg de meses anteriores. O pre\u00e7o garantido \u00e9 aplicado a 100 quilos de leite que contenha 3,47% de prote\u00edna, 4,41% de mat\u00e9ria gorda e 4,51% de lactose, sem o imposto de valor agregado (IVA). O pre\u00e7o \u00e9 garantido a produtores que entregam acima de 800.000 quilos de leite por ano, (nos anos anteriores o volume era de 600.000 quilos). O volume base do pr\u00eamio e o esquema da sazonalidade foi descontinuado, iniciando novos par\u00e2metros em 2017. (FrieslandCampina - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de agosto de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.558 \u00a0 MANIFESTA\u00c7\u00d5ES MUDAM ROTA DE EXPORTA\u00c7\u00d5ES DO RS A manifesta\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros no Estado far\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna zarparem para <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/08\/08-08-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/08\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1644","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1644","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1644"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1644\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1644"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1644"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1644"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}