{"id":1642,"date":"2017-08-04T19:49:51","date_gmt":"2017-08-04T19:49:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/04\/04-08-2017\/"},"modified":"2017-08-04T19:49:51","modified_gmt":"2017-08-04T19:49:51","slug":"04-08-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/04\/04-08-2017\/","title":{"rendered":"04\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 04 de agosto de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.556<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0\u00a0<strong style=\"text-align: justify;\">Argentina: diferen\u00e7a nos tamanhos das fazendas impacta nos ganhos pelo litro do leite<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">At\u00e9 agora, em 2017 o setor de l\u00e1cteos da Argentina est\u00e1 experimentando situa\u00e7\u00f5es contrastantes. Em junho passado, as grandes fazendas leiteiras do oeste de Buenos Aires, em m\u00e9dia, ganharam 0,86 a 0,51 peso (US$ 0,048 a US$ 0,029) por litro produzido (rendimento bastante baixo, mas ainda assim um rendimento). Por sua vez, os m\u00e9dios perderam 0,31-0,36 peso (US$ 0,0176-US$ 0,0204) por litro, enquanto que os pequenos registraram perdas de 0,58-0,63 peso (US$ 0,033-US$ 0,0358) por litro.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O custo m\u00e9dio integral - denominado de \"longo prazo\" - de uma grande fazenda na bacia leiteira no oeste de Buenos Aires, em junho, foi de 4,84 pesos (US$ 0,27) por litro, de acordo com estimativas publicadas pelo Observat\u00f3rio da Cadeia de L\u00e1cteos com base em c\u00e1lculos do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecu\u00e1ria (INTA).<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Por sua vez, o custo m\u00e9dio total de uma fazenda \"m\u00e9dia\" na bacia leiteira do oeste de Buenos Aires foi, em junho, de 5,71 pesos (US$ 0,32) por litro, enquanto o custo na fazenda \"pequena\" ficou em 5,83 pesos (US$ 0,33) por litro.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A quest\u00e3o \u00e9 que, de acordo com dados indicativos publicados pela C\u00e2mara de Produtores de Leite da Bacia Oeste (Caprolecoba), uma fazenda leiteira de 10 mil litros por dia recebeu, em junho, de 5,35 a 5,70 pesos (US$ 0,30 a US$ 0,32) por litro, enquanto que o intervalo foi entre 5,25 a 5,40 (US$ 0,29 a US$ 0,30) por litro nas fazendas que produzem 4500 litros di\u00e1rios. J\u00e1 as fazendas pequenas, de 1.500 litros de leite, receberam em junho 5,20 a 5,25 (US$ 0,295 a US$ 0,297) por litro.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Os modelos, a partir do qual s\u00e3o calculados os custos, s\u00e3o constru\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas que n\u00e3o incluem o impacto de fatores conjunturais, como desastres clim\u00e1ticos. O custo m\u00e9dio integral inclui amortiza\u00e7\u00f5es e custo de oportunidade da terra.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O \"Observat\u00f3rio L\u00e1cteo\" est\u00e1 a cargo da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Planeamento Estrat\u00e9gico do Setor do Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria e tem um Conselho Assessor Institucional composto por representantes dos setores p\u00fablico e privado.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Em 03\/08\/17 - 1 Peso Argentino = US$ 0,05689<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">17,5667 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valorsoja.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Simp\u00f3sio debate produ\u00e7\u00e3o com qualidade e rent\u00e1vel\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> Um desafio foi lan\u00e7ado nesta quarta-feira, dia 2 de agosto, aos cerca de 250 produtores que prestigiaram o 1\u00ba Simp\u00f3sio Leite Real Cotrijal. Eles foram recepcionados com a frase \"+leite\/ha\/ano\". O evento, realizado no audit\u00f3rio central do Parque da Expodireto Cotrijal, em N\u00e3o-Me-Toque, abordou assuntos de grande impacto para a atividade leiteira.<\/p>\n<p> \"Nosso objetivo inicial foi tirar o produtor da zona de conforto e lan\u00e7ar esse desafio\", disse Renne Granato, gerente de Produ\u00e7\u00e3o Animal da Cotrijal. A programa\u00e7\u00e3o teve quatro palestras, abrangendo temas como ordenha, per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, nutri\u00e7\u00e3o pr\u00e9 e p\u00f3s-parto, nutri\u00e7\u00e3o do rebanho, melhoramento gen\u00e9tico, reprodu\u00e7\u00e3o e qualidade do leite.<\/p>\n<p> \"\u00c9 um simp\u00f3sio diferente, com a proposta de discutir a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o leiteira, com o pensamento em um melhor custo\/benef\u00edcio para nosso produtor. Al\u00e9m desse evento, restruturamos a forma de atua\u00e7\u00e3o dos nossos profissionais junto aos produtores de leite de nossa \u00e1rea de a\u00e7\u00e3o, o que nos permite uma maior parceria e participa\u00e7\u00e3o no que diz respeito \u00e0 difus\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, sempre de olho no resultado\", destacou o presidente da Cotrijal, Nei C\u00e9sar M\u00e2nica.<\/p>\n<p> Preocupados com o custo de produ\u00e7\u00e3o da atividade leiteira, os palestrantes foram un\u00e2nimes na afirma\u00e7\u00e3o de que investir em manejo e nutri\u00e7\u00e3o adequados, do nascimento \u00e0 fase de lacta\u00e7\u00e3o da vaca, resultar\u00e1 em uma boa rela\u00e7\u00e3o custo\/benef\u00edcio. \"Temos a miss\u00e3o de ser cada vez mais eficientes, conduzir mais vacas e produzir mais leite na mesma unidade de \u00e1rea. Esse \u00e9 o caminho a ser seguido por todos os produtores de leite do mundo, com efici\u00eancia e uso racional de recursos\", disse Rodrigo de Almeida, professor da Universidade Federal do Paran\u00e1, que abriu a programa\u00e7\u00e3o de palestras.\u00a0<\/p>\n<p> <u>Debates e questionamentos\u00a0<\/u><br \/> Atentos aos temas, os produtores aproveitaram cada minuto do simp\u00f3sio para tirar d\u00favidas e questionar os palestrantes. Fabr\u00edcio Zatt, de Colorado, aprovou o formato do evento e destacou a import\u00e2ncia do tema Per\u00edodo de Transi\u00e7\u00e3o. \"S\u00e3o palestras como essas que nos fazem entender melhor a nossa atividade e como agir com o nosso rebanho. Saio satisfeito e cheio de informa\u00e7\u00f5es\", disse o produtor.\u00a0<\/p>\n<p> Outro assunto abordado foi nutri\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es, pelo gerente de Neg\u00f3cios Ruminantes na Zinpro Brasil, Rog\u00e9rio Isler. Tamb\u00e9m foram palestrantes, o gerente do departamento t\u00e9cnico da ABS Pecplan, H\u00e9lio Rezende, de Minas Gerais (MG), que abordou o tema Melhoramento Gen\u00e9tico e Reprodu\u00e7\u00e3o, e o espanhol Rafael Ortega, que falou sobre Qualidade do Leite e Sistemas de Ordenha.\u00a0<\/p>\n<p> A segunda edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio Leite Real Cotrijal j\u00e1 est\u00e1 marcada para o dia 8 de agosto de 2018, consolidando-se como um dos tradicionais eventos anuais realizados pela cooperativa.<\/p>\n<p> <u>Oportunidade de neg\u00f3cios<\/u><br \/> O intervalo para o almo\u00e7o foi muito bem aproveitado. Al\u00e9m de confraternizar, os produtores tiveram a oportunidade de fazer bons neg\u00f3cios junto aos estandes das empresas parceiras do evento, que levaram seus produtos ao Restaurante do Parque da Expodireto Cotrijal. Vendedores das Lojas Cotrijal e os profissionais do DEVET tamb\u00e9m acompanharam as negocia\u00e7\u00f5es, mais uma facilidade para uma poss\u00edvel compra. (Fonte: Assessoria de Imprensa Cotrijal)<\/p>\n<p> <strong>Proje\u00e7\u00f5es apontam alta oferta de leite org\u00e2nico no mercado dos Estados Unidos<\/strong><br \/> \u00a0<br \/> As proje\u00e7\u00f5es de alguns grandes produtores de l\u00e1cteos org\u00e2nicos dos Estados Unidos s\u00e3o de crescimento de cerca de 5,5% na produ\u00e7\u00e3o de leite org\u00e2nico em 2017. O crescimento mais pr\u00f3ximo de 1% seria mais perto do n\u00edvel de conforto de alguns processadores em termos de expans\u00e3o de processamento, distribui\u00e7\u00e3o e vendas.<\/p>\n<p> H\u00e1 alguma apreens\u00e3o quanto \u00e0 capacidade de processamento e vendas, tanto no varejo quanto no atacado, para absorver todo o aumento. Uma possibilidade \u00e9 que mais leite org\u00e2nico seja enviado para mercados convencionais at\u00e9 que um novo equil\u00edbrio de produtos l\u00e1cteos org\u00e2nicos se desenvolva.<\/p>\n<p> Umidade, calor e importa\u00e7\u00f5es<br \/> Tr\u00eas vari\u00e1veis nesta equa\u00e7\u00e3o s\u00e3o umidade, calor e importa\u00e7\u00f5es. A qualidade e a quantidade de alimentos de origem animal org\u00e2nicos cultivados durante a atual safra ainda n\u00e3o foram determinadas \u00e0 medida que as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas se desenvolvem.\u00a0<\/p>\n<p> As condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds est\u00e3o sendo desafiadas em v\u00e1rias \u00e1reas por uma umidade quase constante. Outras \u00e1reas s\u00e3o afetadas pelo calor extremo. O resultado final da safra org\u00e2nica de 2017 ainda n\u00e3o foi determinado e continua a ser uma incerteza nesse ponto.<\/p>\n<p> Para uma s\u00e9rie de processadores de l\u00e1cteos org\u00e2nicos, os esfor\u00e7os para recrutar produtores de leite para a transi\u00e7\u00e3o para o org\u00e2nico pararam. V\u00e1rios recrutados anteriormente permanecem no processo de transi\u00e7\u00e3o e est\u00e3o sendo feitos esfor\u00e7os para acomod\u00e1-los \u00e0 medida que eles fazem a transi\u00e7\u00e3o completa. O interesse em inscrever novos pretendentes \u00e9 quase zero.\u00a0<\/p>\n<p> Poucos produtores de produtos l\u00e1cteos dever\u00e3o completar o processo de transi\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do final de 2018. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Foods, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Leite industrial<\/strong><\/p>\n<p> A Tangar\u00e1 Foods, fabricante de leite em p\u00f3 e solu\u00e7\u00f5es alimentares, prev\u00ea investir R$ 80 milh\u00f5es at\u00e9 2019. As prioridades da empresa ser\u00e3o a expans\u00e3o no Sul e no Sudeste, onde tem menos for\u00e7a, e o portf\u00f3lio de compostos l\u00e1cteos, vendidos ao com\u00e9rcio, ind\u00fastria e restaurantes, diz Jos\u00e9 Alo\u00edzio Jr., presidente da companhia.<\/p>\n<p> \"Cerca de metade da nossa receita ainda vem de commodities, de leite em p\u00f3, mas nossa estrat\u00e9gia \u00e9 dar mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0s solu\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas, que sofrem menos na crise\", afirma o executivo. \u00a0\"Em 2016, a produ\u00e7\u00e3o de leite [no pa\u00eds] foi pequena, ent\u00e3o as margens foram excepcionais. Neste ano, h\u00e1 um superabastecimento e a tend\u00eancia \u00e9 que o pre\u00e7o [do leite em p\u00f3] derreta.\"<\/p>\n<p> Parte do aporte previsto at\u00e9 2019 est\u00e1 destinado a amplia\u00e7\u00f5es de f\u00e1bricas em Pernambuco e Rio Grande do Sul, al\u00e9m de aquisi\u00e7\u00f5es de outras empresas. \"Nosso principal foco \u00e9 uma [aquisi\u00e7\u00e3o] no setor de aliment\u00edcio para ampliar nosso portf\u00f3lio\", diz Alo\u00edzio.<\/p>\n<p> R$ 750 MILH\u00d5ES foi a receita em 2016<br \/> 550 s\u00e3o os funcion\u00e1rios. (Folha de S\u00e3o Paulo)\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Bloqueios preocupam<br \/> O protesto de caminhoneiros nas estradas ga\u00fachas bloqueou a passagem de transportadores de leite em Iju\u00ed e Palmeira das Miss\u00f5es, na quarta-feira e ontem. O Sindilat manifestou preocupa\u00e7\u00e3o por conta dos eventuais descartes das cargas que ficaram muito tempo no tr\u00e2nsito. \"Alguns associados relataram ainda que os caminh\u00f5es n\u00e3o conseguiram se deslocar at\u00e9 as propriedades para buscar o leite\", informou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04 de agosto de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.556 \u00a0 \u00a0\u00a0Argentina: diferen\u00e7a nos tamanhos das fazendas impacta nos ganhos pelo litro do leite At\u00e9 agora, em 2017 o setor de l\u00e1cteos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/04\/04-08-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/08\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1642","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1642","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1642"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1642\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1642"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1642"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1642"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}